dezembro 04, 2009MASTERCLASS COM MÁRIO LAGINHA |
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novembro 18, 2009CURSO DE JAZZ JÚNIOR NA GUILHERME COSSOULA Escola de Música Guilherme Cossoul e a JBJazz criam o Curso de Jazz Júnior, dedicado a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos. Este curso pretende proporcionar aos mais jovens uma formação musical alternativa aos modelos tradicionais, apostando na experimentação e no treino da improvisação logo num primeiro contacto com a música. Para mais informação, consultar http://www.guilhermecossoul.pt. |
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novembro 17, 2009MASTERCLASS COM AARON GOLDBERG TRIO NA LUSÍADAA Universidade Lusíada de Lisboa, em associação com a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e a Escola JB Jazz irá realizar no dia 18 de Novembro, pela 11h00 horas uma Masterclass com o trio do pianista Aaron Goldberg (com Reuben Rogers e Gregory Hutchinson). As inscrições poderão ser feitas online através do sítio http://www.lis.ulusiada.pt. |
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outubro 15, 2009BILLIE HOLIDAY EVOCADA NO CLUBE DE JAZZ DO CRBAPassado o Verão, são retomadas as actividades do Clube de Jazz do Conservatório Regional do Baixo Alentejo. A primeira sessão (hoje, 21h30, Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro, Beja) insere-se num Ciclo intitulado “Vidas de Jazz” – dedicado a abordar a vida e obra das principais figuras da história do jazz – e evocará os 50 anos da morte da cantora Billie Holiday (1915-1959). Diz-se que Thelonious Monk tinha uma fotografia de Billie Holliday pendurada no tecto sobre o seu piano. Ainda hoje, cinquenta anos volvidos após a sua morte, Billie Holiday continua a ostentar o título de maior cantora de jazz de sempre, sobretudo pela especialíssima forma de cantar, com uma voz etérea e sensual, mas levemente rouca, uma dicção sofrida e um fraseado inigualavelmente intenso. A sensibilidade e a emoção que colocava na forma profunda como cantava, aproximaram-na da abordagem desenvolvida no saxofone tenor por Lester Young. O resultado está consubstanciado em algumas das mais sublimes gravações da história do jazz. Apesar do sucesso que conseguiu granjear, Billie Holiday viu-se, a partir de 1940, completamente enredada pelos vícios do álcool e das drogas, facto que marcaria indelevelmente a sua carreira. Se é certo que a partir do início da década de 50 a sua voz começou a perder qualidades, não é menos verdade que é precisamente nessa fase, quando os problemas se intensificaram, que a intensidade emocional e o dramatismo das suas interpretações alcançam uma expressão inigualável... |
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outubro 10, 2009JAZZ E MEDIA EM PORTUGALO Conservatório Regional do Baixo Alentejo, através do seu Clube de Jazz, estará presente num evento integrado num conjunto de iniciativas promovidas pela Escola de Jazz do Barreiro para assinalar o Mês da Música (Outubro). A Palestra será subordinada ao tema “Jazz e Media em Portugal” e terá lugar hoje, pelas 16h00, nas instalações da Escola (rua Dr. Eusébio Leão, n.º11, Barreiro). O jazz – ou, mais propriamente, estilosdançantes com ele aparentados – começou a chegar a Portugal em meados dos anos1920, com a vinda de músicos e companhias norte-americanas. Este género musical desde logo chamou a atenção de jornalistas e articulistas portugueses, surpreendidos com o vigor e o impacte dos ritmos de origem afro-americana. Geralmente, esses artigos não pretendiam informar os leitores sobre a génese e as características destas músicas, mas sim denegri-las e ridicularizá-las, em artigos dominados pelo sarcasmo e pelo desdém. Mas existiram excepções... Só na década de 1940 é que, pela mão de pioneiros como Luís Villas-Boas e Manuel Guimarães, entre outros, o jazz começou a ter o devido destaque e a ser tratado seriamente (apesar da omnipresença sufocante do Estado Novo, que menosprezava o jazz) na imprensa ena rádio. E mais tarde, progressivamente, divulgadores como Manuel Jorge Veloso, José Duarte e outros, difundiram o jazz na imprensa, na rádio e na televisão. No final dos anos 1990, o jazz chega à internet e, no inicio do século XXI, aos blogues e às redes sociais. Ao longo desta sessão pretende-se, em suma, traçar um breve historial e reflectir em torno da forma como o jazz foi tratado pelos vários meios de comunicação social em Portugal,desde meados os anos 1920 até aos nossos dias. No final da sessão será aberta uma fase de discussão, em que os participantes poderão intervir. |
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setembro 25, 2009CRBA NA ESCOLA DE JAZZ DO BARREIROO Conservatório Regional do Baixo Alentejo, através do seu Clube de Jazz, estará presente num evento integrado num conjunto de iniciativas promovidas pela Escola de Jazz do Barreiro para assinalar o Mês da Música (Outubro). A Palestra será subordinada ao tema “O Jazz e os Media em Portugal” e terá lugar no dia 10 de Outubro (em horário a anunciar brevemente) nas instalações da Escola (rua Dr. Eusébio Leão, n.º11, Barreiro). O jazz – ou, mais propriamente, estilosdançantes com ele aparentados – começou a chegar a Portugal em meados dos anos1920, com a vinda de músicos e companhias norte-americanas. Este género musical desde logo chamou a atenção de jornalistas e articulistas portugueses,surpreendidos com o vigor e o impacte dos ritmos de origem afro-americana. Geralmente,esses artigos não pretendiam informar os leitores sobre a génese e as características destas músicas, mas sim denegri-las e ridicularizá-las, em artigos dominados pelo sarcasmo e pelo desdém. Mas existiram excepções... Só na década de 1940 é que, pela mão de pioneiros como Luís Villas-Boas e Manuel Guimarães, entre outros, o jazz começou a ter o devido destaque e a ser tratado seriamente (apesar da omnipresença sufocante do Estado Novo, que menosprezava o jazz) na imprensa ena rádio. E mais tarde, progressivamente, divulgadores como Manuel Jorge Veloso, José Duarte e outros, difundiram o jazz na imprensa, na rádio e na televisão. No final dos anos 1990, o jazz chega à internet e, no inicio do século XXI, aos blogues e às redes sociais. Ao longo desta sessão pretende-se, em suma, traçar um breve historial e reflectir em torno da forma como o jazz foi tratado pelos vários meios de comunicação social em Portugal,desde meados os anos 1920 até aos nossos dias. No final da sessão será aberta uma fase de discussão, em que os participantes poderão intervir. |
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setembro 23, 2009BILLIE HOLIDAY EVOCADA NO CLUBE DE JAZZ DO CRBAPassado o Verão, são retomadas as actividades do Clube de Jazz do Conservatório Regional do Baixo Alentejo. A primeira sessão insere-se num Ciclo intitulado “Vidas de Jazz” – dedicado a abordar a vida e obra das principais figuras da história do jazz – e evocará os 50 anos da morte da cantora Billie Holiday (1915-1959). Diz-se que Thelonious Monk tinha uma fotografia de Billie Holliday pendurada no tecto sobre o seu piano. Ainda hoje, cinquenta anos volvidos após a sua morte, Billie Holiday continua a ostentar o título de maior cantora de jazz de sempre, sobretudo pela especialíssima forma de cantar, com uma voz etérea e sensual, mas levemente rouca, uma dicção sofrida e um fraseado inigualavelmente intenso. A sensibilidade e a emoção que colocava na forma profunda como cantava, aproximaram-na da abordagem desenvolvida no saxofone tenor por Lester Young. O resultado está consubstanciado em algumas das mais sublimes gravações da história do jazz. Apesar do sucesso que conseguiu granjear, Billie Holiday viu-se, a partir de 1940, completamente enredada pelos vícios do álcool e das drogas, facto que marcaria indelevelmente a sua carreira. Se é certo que a partir do início da década de 50 a sua voz começou a perder qualidades, não é menos verdade que é precisamente nessa fase, quando os problemas se intensificaram, que a intensidade emocional e o dramatismo das suas interpretações alcançam uma expressão inigualável... |
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setembro 14, 2009REP APRESENTA "MÚSICA EXPERIMENTAL PORTUGUESA - PANORÂMICA"No âmbito do ReCycle#2/2009 (projecto com produção da Granular e apoio do Goethe Institut Lissabon) vai decorrer um Seminário intitulado "Música Experimental Portuguesa - Panorâmica", conduzido pelo jornalista, crítico e ensaísta Rui Eduardo Paes e que contará com a participação de músicos nacionais representativos de várias gerações e abordagens. As sessões terão lugar no Goethe Institut Lissabon (Campo dos Mártires da Pátria, 37, Lisboa), nos dias 16, 17 e 18 de Setembro, das 18h às 20h. Trata-se de um percurso pela história da música criativa portuguesa. O período em análise vai desde o pioneirismo dos Plexus de Carlos “Zíngaro” e da Anar Band de Jorge Lima Barreto em finais da década de 1960 e inícios da de 70 até à actualidade. Este seminário pretende sensibilizar o público português para práticas musicais que, apesar da sua longevidade e do reconhecimento internacional que já merecem, não foram ainda devidamente historiorizadas e analisadas. As sessões integram o testemunho na primeira pessoa de músicos convidados, que encerrarão as mesmas com alguns apontamentos musicais (http://rep.no.sapo.pt). 16 de Setembro (Sessão 1) 17 de Setembro (Sessão 2) 18 de Setembro (Sessão 3) A entrada custa € 5 (preço por sessão) e € 10 (preço por 3 sessões). |
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junho 24, 2009"JAZZ, DE A A Z" EM SERPA – SESSÃO 8Termina hoje o curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” com uma sessão subordinada ao tema “Um Olhar sobre o Jazz em Portugal” , que terá lugar pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). Portugal conhece actualmente uma pujança jazzística sem precedentes na sua história: nunca houve tantos músicos, discos, concertos, festivais, editoras… Porém, a história do jazz no nosso país ainda está por escrever. É um facto que os portugueses tomaram parte na pré-história do jazz, como intervenientes directos no comércio de escravos de África para o continente americano. Tendo eclodido em Nova Orleães nos alvores do século XX, o jazz começou a chegar à Europa no período pós I Guerra Mundial, com a chegada de músicos americanos. Formas aparentadas com a música negra de Nova Orleães chegaram a Portugal em meados dos anos 1920. Porém, o jazz propriamente dito só viria a entrar no nosso país em meados dos anos 1940. Em 1945, Luís Villas-Boas iniciou na Emissora Nacional o programa “Hot Clube” e, três anos depois, fundou o Hot Clube de Portugal. O Estado Novo encarava este género musical como uma afronta à cultura portuguesa, banindo-o da emissora pública. Em Outubro de 1956, acontece o primeiro grande concerto de jazz em Portugal, com a célebre orquestra de Count Basie a apresentar-se no antigo Cinema Império, em Lisboa. Mas só em Novembro de 1971 se realizou entre nós o primeiro festival internacional de jazz, organizado por Luís Villas-Boas, o “Cascais Jazz”. Considerado o “inventor do jazz português”, Rão Kyao gravou em 1976 “Malpertuis”, o primeiro disco de jazz gravado por músicos portugueses. Outro momento importante ocorreu em 1978, quando Zé Eduardo criou a big band do Hot Clube de Portugal e no ano seguinte fundou e dirigiu a Escola de Jazz do HCP. A partir de então temos assistido ao surgimento de sucessivas gerações de músicos de jazz, com crescente visibilidade nacional e mesmo além-fronteiras. A conversa girará assim em torno do jazz em Portugal, evolução histórica, datas e acontecimentos marcantes, principais protagonistas, entre outras temáticas alusivas. No final da sessão será aberta uma fase de discussão, em que os participantes poderão intervir. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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junho 17, 2009"JAZZ, DE A A Z" EM SERPA – SESSÃO 7A sétima sessão do curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” é subordinada ao tema “O que é o Jazz, Hoje?: Breves Reflexões” e terá lugar hoje, pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). Muita da literatura sobre a história do jazz procura dar resposta à recorrente questão: “O que é o jazz?”. Amadores, músicos, críticos e pedagogos têm apresentado diferentes e apaixonadas respostas, sobre o que o jazz é e não é… As discussões e as polémicas à volta da história do jazz – com um século –têm alimentado um interminável debate que tem sido tudo menos consensual. Vivemos hoje num mundo globalizado, sob os pontos de vista político, económico, social e cultural, no qual a internet veio contribuir para encurtar – ainda mais – as distâncias. Como reflexo desta situação, a cultura musical nos últimos anos do século XX e nos primeiros do século XXI fica marcada por uma evidente massificação, à escala global. O fenómeno cultural nos inícios do século XXI é caracterizado por uma grande fragmentação/pulverização. O universo do jazz não é excepção, vivendo essa realidade fragmentada até com particular acuidade,recriando-se continuamente. O jazz dos dias de hoje subdivide-se numa miríade de estilos, tendências e orientações estéticas, muitas vezes de difícil definição. Mais do que nunca, o JAZZ é HOJE um género musical permeável a outros estilos: música contemporânea, rock, electrónica, world music,… Mas o jazz das décadas anteriores continua bem vivo… Continuam a existir grupos que praticam jazz “tradicional”, dixieland, be-bop, hard-bop, free jazz, jazz de fusão... Depois de uma breve análise ao panorama do jazz internacional nestes primeiros anos do século XXI, lançar-se-á, no final desta sessão, um debate sob mote: “O que é o jazz, hoje?”. “Qual será o papel do jazz no século XXI?”; “Estará o jazz a alargar fronteiras ou a estreitar horizontes?” e “Será o jazz um género musical elitista?” serão algumas das questões a discutir na ocasião. Trata-se de mais uma iniciativa do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, em parceria com o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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junho 09, 2009"JAZZ, DE A A Z" EM SERPA – SESSÃO 6A sexta sessão do curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” é subordinada ao tema “Os Anos 1960: o Free Jazz e o Jazz Rock” e terá lugar hoje, pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). Em meados dos anos 1950, o rock´n´roll substituiu o jazz – que havia sido a “banda-sonora” da América (anos 1920-1940) – nas preferências do público. Mas o jazz não demorou a dar resposta… Muitos músicos oriundos da corrente hard-bop começaram a explorar domínios mais experimentais (John Coltrane, Cecil Taylor, Ornette Coleman…). Estes artistas queriam que o free jazz (o jazz livre, traduzindo à letra) fosse, também, uma arma política, de certa forma a face musical da luta pelos direitos civis da população negra. Reclamavam não apenas a liberdade nas estruturas musicais, mas, e sobretudo, a libertação definitiva do povo negro afro-americano oprimido durante mais de três séculos, a luta pelos direitos civis, a igualdade das condições e oportunidades e o fim definitivo do racismo na sociedade norte-americana. Nos anos 1960 viviam-se nos EUA tempo sócio-políticos conturbados. O movimento free jazz constituiu-se, pois, como uma reacção da comunidade musical negra, mais interventiva e consciente dos seus direitos. Este conjunto de músicos tinha em mente a abolição dos cânones que regiam a estrutura clássica harmonia/melodia/ritmo, defendendo que o jazz deveria caminhar para a improvisação total. Tal como o bebop, duas décadas antes, o free jazz foi mais do que uma mera etapa, como tantas outras, no decurso da história do jazz, foi (outra) verdadeira revolução, que veio dinamitar muitos dos conceitos que enformavam o modelo de improvisação até então vigente. O final dos anos 1960 ficou marcado pela aliança entre o jazz e o rock (chamada, muitas vezes, de “jazz de fusão”…), recebida com algum desdém por parte dos sectores mais puristas da crítica e do público, que a viam como uma clara cedência à música fácil... Estava aberta a porta à electricidade, aos amplificadores e às electrónicas. O jazz voltava a atrair as atenções do público… Trata-se de mais uma iniciativa do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, em parceria com o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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junho 03, 2009"JAZZ, DE A A Z" EM SERPA – SESSÃO 5A quinta sessão do curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” é subordinada ao tema “Novos Caminhos: O Cool, o Hard-Bop e a Third Stream” e terá lugar hoje, pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). A década de 50 do século XX ficou marcada por contrastes sociais e políticos. Nos Estados Unidos este foi um período de intensa luta pelos direitos civis e pela abolição de leis segregacionistas. Tinha então início uma era de domínio global da cultura americana nos meios de comunicação social (cinema, rádio, TV, música). No jazz os tempos eram de evolução. A revolução do bebop (nos anos 1940), constituiu um corte profundo com o jazz praticado nas décadas precedentes. Depois de ter seguido uma linha evolutiva quase contínua, o jazz transforma-se no final dos anos 1940, num “delta” de diferentes “sub-estilos”. Nos anos que se seguiram ao bebop, surgiram duas tendências estéticas fundamentais, senão antagónicas, pelo menos claramente opostas: o cool jazz e o hard-bop. Em Nova Iorque, no final dos anos 1940, um jovem músico de nome Miles Davis começava a definir as bases daquilo que viria a ser apelidado de jazz cool. Este estilo (e, posteriormente, o west coast jazz) incorporavam elementos mais delicados e descontraídos, mais influenciados pela música europeia e afastando-se do blues e da música negra (hot). Será igualmente abordada a chamada third-stream (literalmente a “terceira corrente”), movimento que surgiu no final da década de 1950 e procurou levar o jazz para além das suas fronteiras sem abdicar das suas características fundamentais – a improvisação e o swing –, numa aproximação à “música clássica”. O hard-bop foi, por seu turno, um movimento de reafirmação dos valores fundamentais da cultura negra afro-americana, os blues e os espirituais negros. Inspirou-se nos mesmos princípios rítmicos e harmónicos do bebop, mas desenvolveu-o em motivos mais simples e directos. Na década de 1950 surge outro nome absolutamente incontornável da história do jazz – John Coltrane –, que seria o “modelo” principal de todo o jazz que viria a seguir… Trata-se de mais uma iniciativa do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, em parceria com o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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maio 27, 2009"JAZZ, DE A A Z" EM SERPA – SESSÃO 4A quarta sessão do curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” é subordinada ao tema “A Revolução do Bebop” e terá lugar hoje, pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). Nos anos 1930, o swing havia funcionado como uma espécie de antídoto contra os efeitos da Grande Depressão. Nos finais dessa década, talvez esgotado no que toca a potencialidades de evolução criativa, o swing começou a estagnar, com a rotina a instalar-se na maioria das orquestras (excepção para as de Ellington, Basie e Armstrong). Com grande parte da sua formação feita nas grandes orquestras de swing, alguns músicos jovens começaram a dar sinais de uma certa inquietação artística. A esta insatisfação não será alheia a incomodidade resultante da cedência ao comercialismo e aos gostos do público branco. Fartos das imposições dessas formações, alguns decidiram partir em busca de novos desafios musicais. Começava a germinar o bebop. Nos inícios da década de 40 do século XX, em pequenos clubes nocturnos de Nova Iorque como o Minton´s Playhouse, madrugada dentro, nascia um novo jazz, feito de harmonias mais avançadas, ritmos mais excêntricos (menos regulares) e um maior arrojo nas improvisações (afastavam-se cada vez mais da melodia original). Estava em marcha a revolução do bebop... Os boppers – com Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Thelonious Monk, Bud Powell, Charlie Christian e Kenny Clark à cabeça – pretendiam decompor blues e standards, transformando-os em temas originais, dando azo a improvisações abertas. O bebop consolidou o papel do solista/improvisador como vector fundamental no jazz moderno. O que se escutava era uma música como nenhuma outra, feita de fraseados sinuosos e de ritmos desconcertantes… Trata-se de mais uma iniciativa do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, em parceria com o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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maio 20, 2009JAZZ, DE A Z EM SERPA - SESSÃO 3A terceira sessão do curso livre de iniciação à história do jazz intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz” é subordinada ao tema “O Swing e o Apogeu das Big-Bands” e terá lugar hoje, pelas 21h30, no Espaço VOL, em Serpa (Largo 5 de Outubro, 7). Em Outubro de 1929 deu-se o crash bolsista motivador da chamada Grande Depressão, cujas marcas sociais e económicas profundas se fizeram sentir à escala global. Os americanos tentavam esquecer as dificuldades e fizeram-no dançando, contagiados pelo balanço indefinível, e ao mesmo tempo irresistível, do swing. A era do swing (1932-1945) ficou marcada pelas grandes orquestras de jazz (big bands – negras, brancas e mistas), alimentadas pelo rico património dos blues, vincando o importante papel que vinham adquirindo no seio da música popular norte-americana desde o final da I Guerra Mundial. Devido às suas origens na comunidade negra afro-americana, o jazz continuava, porém, a constituir-se como um alvo fácil para o conhecido puritanismo de largos sectores da sociedade norte-americana. Apesar de tudo, o jazz fez a sua entrada fulgurante no domínio do entretenimento de massas, invadindo os salões de dança e as emissões de rádio. Neste período, alcançaram particular relevo as orquestras de Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Fletcher Henderson, Jimmy Lunceford, Cab Calloway, Chick Webb, Gene Krupa, Earl Hines, Charlie Barnet, Glenn Miller e Tommy Dorsey. Trata-se de mais uma iniciativa do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, em parceria com o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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maio 14, 2009CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 8ª SESSÃOProssegue hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A oitava e última sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. Esta derradeira sessão do curso será subordinada ao tema "Jazz em Portugal: Um Breve Retrato. Sinopse: Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A entrada é livre. |
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maio 06, 2009JAZZ DE A A Z – UMA VIAGEM À HISTÓRIA DO JAZZO Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, e o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos, vão dar início em Serpa a um curso livre de iniciação à história do jazz, intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz”. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL (Largo 5 de Outubro, 7, em Serpa), de acordo com a seguinte calendarização: 1ª SESSÃO | 6 de Maio 2ª SESSÃO | 13 de Maio 3ª SESSÃO | 20 de Maio 4ª SESSÃO | 27 de Maio 5ª SESSÃO | 03 de Junho 6ª SESSÃO | 10 de Junho 7ª SESSÃO | 17 de Junho 8ª SESSÃO | 24 de Junho Esta iniciativa surge igualmente como ensejo para reunir os apreciadores do jazz e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de debate, na qual os presentes poderão intervir. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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abril 20, 2009JAZZ DE A A Z – UMA VIAGEM À HISTÓRIA DO JAZZO Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, e o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos, vão dar início em Serpa a um curso livre de iniciação à história do jazz, intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz”. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL (Largo 5 de Outubro, 7, em Serpa), de acordo com a seguinte calendarização: 1ª SESSÃO | 6 de Maio 2ª SESSÃO | 13 de Maio 3ª SESSÃO | 20 de Maio 4ª SESSÃO | 27 de Maio 5ª SESSÃO | 03 de Junho 6ª SESSÃO | 10 de Junho 7ª SESSÃO | 17 de Junho 8ª SESSÃO | 24 de Junho Esta iniciativa surge igualmente como ensejo para reunir os apreciadores do jazz e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de debate, na qual os presentes poderão intervir. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
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março 12, 2009CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 6ª SESSÃOProssegue hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A sexta sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. Esta sexta sessão do curso será subordinada ao tema "Estilhaços: o Free Jazz e o Jazz-Rock. Sinopse: Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A entrada é livre. |
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fevereiro 12, 2009CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 5ª SESSÃOProssegue hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A quinta sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. Esta quinta sessão do curso será subordinada ao tema "As Sequelas do Bebop: o Cool Jazz e o Hard-Bop. Sinopse: Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A entrada é livre. |
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setembro 24, 2008CRIATIVIDADE E COOPERAÇÃO NO JAZZO Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra organiza hoje e amanhã uma iniciativa em torno da "Criatividade e cooperação no jazz norte-americano", a cargo de Howard S. Becker e Robert Faulkner. Howard S. Becker e Robert Faulkner são dois reputados sociólogos norte-americanos, que ao longo dos últimos anos têm desenvolvido em conjunto trabalho e reflexão original sobre a organização do trabalho artístico, com especial ênfase nos universos da música e do jazz. Esse trabalho inovador, muito inspirado na teoria dos “mundos da arte”, constitui um importante contributo não apenas para a compreensão do funcionamento da esfera artística, mas também para a renovação da teoria sociológica, de forma mais ampla. Nesse trabalho conjunto ganha ainda especial relevo a articulação que os dois sociólogos fazem entre os instrumentos da análise sociológica e a prática de experimentação artística, que Howard S. Becker e Robert Faulkner associam a partir da sua experiência como músicos de jazz. O programa é o que se segue: 24 de Setembro Conferência "Os repertórios do jazz americano" Concerto 25 de Setembro Seminário "O Trabalho de Campo e a Observação Participante" |
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junho 05, 2008AS CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO E O JAZZTem hoje lugar, entre as 15h00 e as 17h00, na Universidade do Algarve (Campus da Penha) uma Masterclass subordinada ao tema "As Ciências da Comunicação e o Jazz", para a qual fui amavelmente convidado pelo Zé Eduardo - Associação Grémio das Músicas - e pelo Prof. Vítor Reia-Batista. A Masterclass será no Auditório nº 5 da ESE / CICCOMA e é mais um evento integrado no Protocolo de Colaboração entre a AGM e a Ualg/ESE/CICCOMA, firmado em 2004. Está aberta a toda a comunidade académica e aos sócios da AGM. |
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maio 11, 2008HISTÓRIA DO JAZZ NARRADA E TOCADA AO VIVOEste domingo, 11 de Maio - com repetição a 18 de Maio - um quarteto de jazz vai tocar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Matosinhos, a partir das 11h00, no primeiro de dois concertos-promenade integrados nas actividades paralelas do festival Matosinhos em Jazz 2008. A iniciativa, com entrada livre, tem por objectivo fazer uma incursão pela história do jazz de uma forma simples, directa, divertida e cativante, falando dos seus estilos e influências e da improvisação como elemento fulcral neste tipo de música. O concerto é composto por narração, a cargo de António Ferro, e por intervenções musicais ilustrativas do que se vai dizendo, através de um quarteto de jazz que integra, além do narrador (baixo), Paulo Barros (piano), Rui Teixeira (saxofone) e Rui “Cenoura” Ferraz (bateria). |
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junho 20, 2007ARMILLA OU A EXPERIÊNCIA DO VAZIOIntegrado na Trienal de Arquitectura de Lisboa - Vazios Urbanos (Encontros Arquitectura e Música), tem lugar hoje pelas 18h00 , no auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, uma conferência de Rui Eduardo Paes, intitulada "Armilla ou a Experiência do Vazio". Outros conferencistas na mesma sessão ("Ambiências") são Bernardo Sassetti, Rafael Toral e Paulo David. Haverá ainda uma actuação de Rafael Toral. "Com referência numa das cidades imaginárias de Italo Calvino em “Citá Invisibile”, Rui Eduardo Paes aponta como a música, arte do tempo, tem vindo a relacionar-se com o factor espaço e em particular com a noção de “espaço vazio”. Para tal apresenta alguns “case studies” (“4 Rooms” de Jacob Kirkegaard, obra “site specific” realizada em Chernobyl, “Ancient & Modern” de Aki Onda, uma colecção de “dreamscapes” resultante da recolha de sons durante as suas viagens pelo mundo, e “Abandon” do duo The User, projecto que utiliza um velho silo de cereais como instrumento) e reflecte sobre o modo como a visão Situacionista do meio urbano influencia toda uma série de conceitos e práticas musicais que adoptam os primados do fluxo e da deriva e que procuram introduzir a lógica de imprevisibilidade e de caos da rua dentro das casas, tornando transparentes, ou mesmo inexistentes, as paredes destas." (texto da organização) |
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junho 14, 2007A GENEALOGIA DAS NOVAS MÚSICASDecorre hoje ao final da tarde (18h00), na Fonoteca Municipal de Lisboa, a conferência-debate "A Genealogia das Novas Músicas", com as intervenções de Rui Eduardo Paes, Sei Miguel e José Marmeleira. "Numa época em que as novas músicas, ou as “músicas de vanguarda”, compreendem e sintetizam, um pouco por todo o mundo, uma gama de abordagens e influências que abrangem todos os últimos 30/40 anos de livre-improvisação, de folk, de música psicadélica, de minimalismo e de free-jazz, importa perceber de que modo essa confluência acontece, quais os percursos, e como se deu a formação das influências de toda uma geração de músicos na casa dos 25/30 anos que constitui, de certa forma, uma comunidade (ainda que não assumida pelos próprios, ou talvez sim) que parece ver na liberdade e num absoluto primado da auto-expressão o fio condutor da sua obra. Que traços em comum podemos encontrar? Julian Cope aventou, há poucos meses, a possibilidade de a “banda-sonora interior” desta geração nascida nos anos 70 e inícios de 80 ser maioritariamente constituída pelo heavy-metal e pelo grunge que informaram a sua adolescência. Será então o mundo da música “pop” o co-responsável, juntamente com um acesso privilegiado às franjas mais “underground” da música do século XX, por este surgimento de uma geração de músicos que é capaz de, como Julian Cope também referiu, querer “chegar a toda a parte a todo o momento”? É precisamente esta tentativa de explicar o “passado” (os vários “passados” possíveis, até) das “novas músicas”, que gostaríamos que orientasse esta conferência. Pelo caminho, poderão ser também inevitavelmente abordadas questões que passam pelos percursos e história da música improvisada, pelas clivagens e pontos de contacto entre o free-jazz e a livre-improvisação, e pela sempre polémica questão académica que põe em causa a noção de músico e não-músico (questão que se arrasta há décadas, e que se reflecte em discursos de pura sinestesia, como o de Brian Eno, quando na década de 80 declarou que a sua forma de pensar a composição era declaradamente visual e não musical), e, consequentemente, a discussão da dicotomia “técnicas avançadas” / “ausência de técnicas”". (texto da organização) |
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maio 11, 2007CONFERÊNCIA SOBRE ABSTRACCIONISMO E IMPROVISAÇÃONo âmbito da "Arte e Abstracção - Segundas Conferências de Ciências da Arte", organizadas pelas Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tem hoje lugar ao final da tarde, pelas 18h30, Conferência "Abstraccionismo/Improvisação", com moderação de Rui Eduardo Paes. Debate aberto com intervenções musicais e a participação de Carlos "Zíngaro" (violino), Emídio Buchinho (guitarra e objectos) e Carlos Santos (computador). O texto com os temas a discutir, da autoria de Rui Eduardo Paes, pode ser lido aqui. Mais informações aqui . |
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fevereiro 19, 2007CURSO DE HISTÓRIA DO JAZZ NA VELHA-A-BRANCAA Velha-a-Branca - Estaleiro Cultural de Braga, organiza a partir de amanhã um curso de"História do Jazz - (nível básico)", ministrado por José Carlos Santos, conhecido divulgador do jazz naquelas paregens minhotas, e o principal responsável pela programação do BragaJazz. Este curso de História de Jazz - nível básico, que se realiza pela quarta vez na Velha-a-Branca, pretende dar aos seus frequentadores uma noção geral da evolução do Jazz desde os primeiros "ensaios" até aos dias de hoje. Além da audição dos trechos musicais mais relevantes na história do Jazz, as quatros sessões contarão também com a exibição de pequenos documentários em vídeo sobre alguns dos movimentos e dos seus músicos. Posteriormente, num curso mais avançado a decorrer no fim deste, serão ministrados conhecimentos mais aprofundados sobre algumas das épocas abordadas neste curso de iniciação. DESTINATÁRIOS SESSÕES, DURAÇÃO E HORÁRIO PROGRAMA 2. JOVENS TURCOS 3. OS VENTOS DA REVOLTA 4. O JAZZ ESTá MORTO? FORMADOR PREÇO LOCAIS DE INSCRIÇÃO MAIS INFORMAÇÕES: |
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fevereiro 12, 2007PALESTRA SOBRE A MUSICALIDADE NEGRA DA FCSH-UNLO Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), o Instituto de Etnomusicologia da FCSH-UNL e o British Council, Lisboa organizam hoje (12 de Fevereiro, 17h30) uma Palestra subordinada ao tema "A Musicalidade Negra como forma de pensar a Identidade Atlântica", pelo prof. David Treece, do King´s College, de Londres. A palestra decorrerá na Sala de Reuniões Directivo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Av. de Berna 26C, Torre B 7º piso, em Lisboa). "Se o Atlântico nos oferece um modelo “fluído” para conceptualizar a teia de relações que ocupam o espaço colonial e pós-colonial delimitado pela África, as Américas e a Europa, a música, sobretudo o “oceano sonoro” da musicalidade negra, talvez seja o meio mais expressivo de darmos voz e movimento àquele conceito. Pela multiplicidade e unidade das suas significações, batuque e samba remetem-nos para o carácter plural e integrado da arte negra contra a especialização ocidental moderna. A fluidez e mobilidade dos gêneros transatlânticos da música lusófona – modinha, lundu, fado – mas também os princípios de ambiguidade e de poliritmia que percorrem a música negra traduzem ambos o processo atlântico do diálogo e do intercâmbio culturais. Para pensarmos como a identidade se faz como processo histórico, entre a continuidade e a transformação, há muito a aprender com a teoria do tempo musical, com o princípio da repetição e variação, e com a tradição responsorial da música negra. Por final, é igualmente importante questionar o pressuposto ocidental da separação mente-corpo, sobre o qual assenta boa parte do pensamento racista moderno, o que nos levará a um aspecto chave da musicalidade diaspórica, em que linguagem e ritmo, razão e emoção, se encontram reunidos numa só inteligência somática. |
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maio 15, 2006WORKSHOPS DA AGMApós o sucesso das apresentações do TECK String Quartet e do projecto Contra3aixos em Fevereiro passado, a Associação Grémio das Músicas (AGM) vai organizar mais dois workshops no próximo mês de Junho. O primeiro será a 14 de Junho (10h00 às 12h00 a Masterclass e das 15h00 às 18h00 o Workshop) com a visita do guitarrista norte-americano Rez Abbasi e do seu grupo "Snake Charmer" para um intenso dia de trabalho sobre as pontes entre o jazz e a música indiana. De destacar a presença da vocalista Kiran Ahluwalia, do organista Ben Stivers e do percussionista Sunny Jain. Alguns dias mais tarde, de 20 a 24 de Junho, a AGM irá realizar um workshop-residência intitudao "Jazzar no Solstício", aberto a alunos de todos os níveis. Trata-se de uma iniciativa realizada em parceria com o "Cerro da Fontinha" (Brejão, São Teotónio, Odemira), com a presença do saxofonista norte-americano Paul Stocker. Entre os professores estão também O contrabaixista Zé Eduardo e o percussionista Peter Bastiaan. Num ambiente descontraído a noite do Solstício de Verão vai ser celebrada debaixo das estrelas com uma jam session até de manhã! Mais pormenores e fichas de inscrição para ambas as iniciativas disponíveis no site www.gremiodasmusicas.org. |
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abril 28, 2006FILO-CAFÉ SOBRE HISTÓRIA DO JAZZAmanhã, sábado, pelas 22h00, realiza-se na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul um filo-café sobre o tema: "História do Jazz". A iniciativa conta com as intervenções dos convidados João Moreira Santos e José Carlos Dias. A organização conta igualmente com a participação de todos aqueles que estejam presentes e ainda de um grupo de músicos, que ilustrarão em palco aquilo que ao longo da noite se possa falar. A Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul fica na Av. D. Carlos I, 61 - 1º, em Lisboa. |
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março 02, 2006VELHA-A-BRANCA PROMOVE CURSO DE HISTÓRIA DO JAZZA Velha-A-Branca Estaleiro Cultural, sedeada em Braga, vai levar a efeito, a partir do dia 14 de Março, um curso de "História do Jazz - nível básico", destinado ao público em geral e ministrado por José Carlos Santos, figura de proa do jazz a norte do país e director artístico do Bragajazz (que se vai realizar já nos próximos dias 9, 10 e 11 de Março). O curso será composto por 4 sessões, ditribuídas por outras tantas semanas, com as mesmas a ter lugar às O Curso de História de Jazz - nível básico, que se realiza pela terceira vez na Velha-a-Branca, pretende dar aos seus frequentadores uma noção geral da evolução do Jazz desde os primeiros "ensaios" até aos dias de hoje. Além da audição dos trechos musicais mais relevantes na história do Jazz, as quatros sessões contarão também com a exibição de pequenos documentários em vídeo sobre alguns dos movimentos e dos seus músicos. Posteriormente, num curso mais avançado a decorrer no fim deste, serão ministrados conhecimentos mais aprofundados sobre algumas das épocas abordadas neste curso de iniciação. DESTINATARIOS SESSÕES, DURAÇÃO E HORÁRIO PROGRAMA 2ª sessão - "Os Jovens Turcos" 3ª sessão - "Os Ventos da Revolta".O movimento free - o universo de Coltrane 4ª sessão - "O Jazz Está Morto?" FORMADOR PREÇO LOCAIS DE INSCRIÇÃO 2. Universidade do Minho 3. Transferência Bancária RESERVAS E INFORMAÇÕES: |
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janeiro 27, 2006COMENTAR, COMENTAR
Tive conhecimento através do Nuno Catarino e do seu A Forma do Jazz, de uma iniciativa que promete. "Dando continuidade ao ciclo de música comentada iniciado por Raul Calado, a SPA vai promover mais um conjunto de sessões, agora com José Duarte, que falará de músicos, correntes e estilos da história do "jazz", e com António Cartaxo, que dedicará as suas intervenções a compositores e obras marcantes de vários séculos de música erudita.Tanto José Duarte como António Cartaxo, ambos cooperadores da SPA, mantêm na RDP programas de êxito sobre as áreas musicais em que são especialistas, designadamente "Cinco Minutos de Jazz" e "Grandes Músicas". As sessões programadas para a SPA e a realizar no Auditório Frederico de Freitas do edifício sede, na Avenida Duque de Loulé 31, com início às 18h30, constituirão uma oportunidade de ver e ouvir ao vivo grandes comunicadores e divulgadores de músicas de qualidade. A entrada é livre." Calendário: José Duarte (2ª feira) António Cartaxo (5ª feira) |
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janeiro 03, 2006MÚSICA E MASS MEDIA, POR JORGE LIMA BARRETO
"Música & Mass Media - Quatro conferências para a Culturgest" é o título de um ciclo de conferências a proferir por Jorge Lima Barreto, no Pequeno Auditório da Culturgest. As conferências vão ter nas quatro quartas-feiras de Janeiro (dias 4, 11, 18 e 25), pelas 18h30. A entrada é gratuita, mediante o levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão. "Os meios de divulgação (mass media) da música alteraram substancialmente esta arte. A Imprensa promoveu a escrita e a análise musicais. A Rádio conduziu à dispersão de conteúdos estéticos. O Disco ficou como registo e canal de comunicação. O Cinema estabeleceu a funcionalização total da música. O Vídeo introduziu a velocidade e uma gramática própria. O Computador estabeleceu a informação e o arquivo. A combinação destes meios levou ao espectáculo multimedia e à interacção artística. Jorge Lima Barreto é licenciado em História e Filosofia, foi docente universitário e editou a tese Música & mass media em 2000. Compositor, intérprete, musicólogo, fundou a Anar Band e, com Vítor Rua, o duo Telectu. Participou em numerosos concertos ao vivo, sobretudo nas áreas do jazz, da música improvisada e experimental, com reputados músicos nacionais e estrangeiros e em países em todos os continentes. Uma extensa discografia regista parte do seu trabalho. Desenvolve ainda uma grande actividade ensaística, tendo publicado numerosos livros, ensaios e textos vários, teóricos ou de divulgação, debruçando-se em especial sobre a música de hoje. " O plano das conferências é o que se segue: 4 de Janeiro – Disco 11 de Janeiro – Rádio 18 de Janeiro – Cinema e Vídeo 25 de Janeiro – Multimedia (informação retirada de www.culturgest.pt) |
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abril 15, 2005VELHA-A-BRANCA PROMOVE CURSO DE "HISTÓRIA DO JAZZ"
Depois de esgotado o primeiro curso de "História do Jazz", a Velha-a-Branca – Estaleiro Cultural (cooperativa cultural, sem fins lucrativos, sediada no centro histórico da cidade de Braga) organiza uma segunda edição, com início no dia 19 de Abril (próxima terça-feira). O formador será José Carlos Santos, divulgador, radialista e director artístico do BragaJazz. O curso terá novamente a duração de 4 sessões, com sessões às terças-feiras à noite (entre as 22h00 e as 23h30). As 4 sessões terão como temas "Rio Acima", "Os jovens turcos", "Os ventos da revolta" e, por último, "O jazz está morto?". Apresentação do formador: José Carlos Magalhães da Costa Santos, nasceu em Viana do Castelo no mês de Abril, dia 25, de 1960. Os estudos preparatórios e secundários realizou-os na sua cidade natal, tendo posteriormente cursado Filosofia na Universidade de Letras da cidade do Porto. Em Viana do Castelo foi um dos sócios fundadores do Cine Clube local e organizou inúmeros concertos de jazz, paixão que desde a juventude o vem atormentando. Residente em Braga desde 1989, aderiu nesse ano, sem condições, ao projecto da Rádio Universitária do Minho que desde 1989, semanalmente, projecta às sextas das 22h à meia-noite via ondas hertzianas, as sessões "Sójazz". Organiza ainda sessões da História do Jazz nas escolas do Minho e em instituições de carácter público e privado. Desde 2000 que é o director artístico do BragaJazz. Lecciona desde o ano 2000 na Escola Secundária Sá de Miranda. O preço de inscrição é de € 28 para Amigos-da-Velha (€ 35 para não Amigos). Inscrições abertas na Velha-a-Branca. Reservas por telefone 253 618 234 ou por e-mail: info@velha-a-branca.net. |
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março 16, 2005ERIC DOLPHY E OS SEUS CONTEMPORÂNEOSTermina hoje na Culturgest o Ciclo de Conferências "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", conduzido pelo crítico e divulgador Manuel Jorge Veloso. A conferência que encerra o Ciclo, a segunda dedicada ao multi-instrumentista Eric Dolphy, versará sobre o tema "Eric Dolphy e os seus contemporâneos". A conferência terá início pelas 18h30, no Pequeno Auditório da Culturgest, com entrada gratuita. |
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março 09, 2005ERIC DOLPHY: UMA VOZ DIVERSA NA REVOLUÇÃO FREE JAZZ
Continua hoje na Culturgest o Ciclo de Conferências "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", conduzido por Manuel Jorge Veloso. A conferência de hoje, a primeira dedicada a Eric Dolphy, será subordinada ao tema "Eric Dolphy: uma voz diversa na revolução do free jazz". A conferência terá início pelas 18h30, no Pequeno Auditório da Culturgest, com entrada gratuita. |
Publicado por António Branco às 11:30 AM
março 02, 2005TRISTANO, A SUA ESCOLA E OS SEUS ALUNOSContinua hoje na Culturgest o Ciclo de Conferências "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", conduzido por crítico e divulgador Manuel Jorge Veloso. A conferência deste final de tarde, a segunda e última dedicada ao pianista Lennie Tristano será subordinada ao tema "Lennie Tristano, a sua escola, os seus alunos". A conferência terá início pelas 18h30, no Pequeno Auditório da Culturgest, com entrada gratuita. |
Publicado por António Branco às 03:19 PM
fevereiro 23, 2005LENNIE TRISTANO - UMA ALTERNATIVA AO BE-BOP
Continua hoje na Culturgest o Ciclo de Conferências "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", da autoria de Manuel Jorge Veloso. A conferência deste final de tarde será subordinada ao tema "A estética de Lennie Tristano como alternativa reformista ao be-bop". A partir das 18h30, no Pequeno Auditório da Culturgest, com entrada gratuita. |
Publicado por António Branco às 12:02 PM
fevereiro 17, 2005O JAZZ NAS DÉCADAS DE 40 A 60 DO SÉCULO XXTal como fizemos aqui refêrencia ontem, começou ontem ao final da tarde na Culturgest, o ciclo de conferências "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", dedicado à obra de Lennie Tristano e Eric Dolphy. Esta conferência inaugural, intitulada "A paisagem do musical do jazz nas décadas de 40 a 60 do século XX", constituiu como que um preâmbulo de enquadramento, sócio-político e musical, da música de Tristano e de Dolphy, a quem serão dedicadas as 4 próximas conferências (duas a cada). Esta viagem de hora e meia a um dos períodos essenciais da história do jazz, conduzida pelo sempre afável e conhecedor Manuel Jorge Veloso, foi ilustrada musicalmente por Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Bud Powell, Miles Davis, Thelonious Monk, John Coltrane, Ornette Coleman, entre outros nomes essenciais deste período e de sempre. Para a próxima semana (23 de Fevereiro) será a vez da conferência "A estética de Lennie Tristano como alternativa reformista ao bebop", no Pequeno Auditório da Culturgest, a partir das 18h30. |
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fevereiro 16, 2005DOIS INJUSTAMENTE ESQUECIDOS DO JAZZ MODERNO
Começa hoje na Culturgest um ciclo de conferências (o autor, Manuel Jorge Veloso, prefere chamar-lhes "sessões fonográficas") intitulado "Dois Injustos Esquecidos do Jazz Moderno", onde serão abordadas as marcas deixadas por dois nomes que a história reconhece mas não valoriza devidamente: Lennie Tristano (1919 - 1978) e Eric Dolphy (1928 - 1964). A primeira conferência será subordinada ao tema "A paisagem musical do jazz nas décadas de 40 a 60 do século XX" e terá início pelas 18h30, no Pequeno Auditório da Culturgest, com entrada gratuita. O "Improvisos Ao Sul" não poderia deixar de estar presente nesta conferência. |
Publicado por António Branco às 11:25 AM | Comentários (2)






















