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outubro 31, 2009

ANTÓNIO PINHO VARGAS HOJE A SOLO NA CULTURGEST

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António Pinho Vargas

O pianista António Pinho Vargas apresenta em concerto na Culturgest, esta noite (21h30, grande auditório) o espectáculo "Solo I e II", baseado nos dois discos duplos onde retoma a solo muitos temas célebres do seu percurso "Vilas Morenas", "Tom Waits", entre tantos outros) a que se juntam outros novos e também versões (por exemplo, a de "The Times They Are A-Changin´", de Bob Dylan.

Um regresso que se saúda de APV ao universo do jazz.

"O projecto de gravar um disco a solo com grande parte das músicas compostas para os meus grupos de jazz de 1976 a meados dos anos 90 já era antigo. O David Ferreira insistia comigo há vários anos mas por várias razões só em Dezembro de 2007 as gravações no CCB tiveram lugar. Surgiu então um outro problema. Quando pensava que ia gravar um disco, registei, por excesso de entusiasmo, três horas de música(!). A solução encontrada acabou por ser a edição de dois CDs duplos: Solo em Julho de 2008 e Solo II em Outubro de 2009. Este segundo CD completa o projecto inicial. Neste concerto, que responde também ele a um desafio de Miguel Lobo Antunes, feito há quatro anos, de um concerto a solo na Culturgest, irei talvez concentrar-me mais nas músicas do II volume mas sem perder de vista que a ideia era, e sempre foi, registar num todo um testemunho de cerca de trinta anos de actividade musical. Depois de doze anos sem gravar e sete sem fazer concertos – o trabalho da composição tem sido felizmente muito – o regresso aos concertos tem-me mostrado que nem tudo foi tão inútil como às vezes parece aos artistas e que continuam a existir tanto uma “intensa afectividade” por parte da abstracção chamada público – que muitas vezes se transforma em pessoas que dão abraços e dizem coisas inesquecíveis – como o prazer físico e mental de tocar piano. " (António Pinho Vargas,
Junho de 2009)

Mais informação em http://www.culturgest.pt/actual/soloapv.html.

Publicado por António Branco às 09:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Portugueses (1) - O quinteto do saxofonista afro-americano Marcus Strickland, com Jason Palmer (trompete), David Bryant (piano), Luques Curtis (contrabaixo) e John Davis (bateria) no Guimarães Jazz 2008, a 18 de Novembro de 2008. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:49 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 29, 2009

SESSÃO ABERTA DO CLUBE DE JAZZ DO CRBA ESTA NOITE


Dando continuidade às actividades do seu Clube de Jazz, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) organiza, esta noite (21h30, no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro, CRBA, em Beja)
mais uma Sessão Aberta.

Nestas Sessões Abertas, os participantes no Clube são convidados a partilhar – ao jeito de tertúlia – a sua própria selecção de discos, DVD´s, livros ou outro material relacionado com o jazz.

Como objecto central, está reunir os apreciadores do jazz e contribuir para a troca de conhecimentos e experiências sobre estas temáticas.

Publicado por António Branco às 11:47 AM | Comentários (0) | TrackBack

CINEMUDO MUSICADO EM LAGOS

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Numa parceria com a associação Granular, o LAC – Laboratório de Actividades Criativas promove a sessão #1 do "Cinemudo Musicado", hoje, pelas 22h00, na sua sede, a antiga Cadeia de Lagos.

É um evento que nos reporta aos tempos do cinema mudo, com acompanhamento musical ao vivo. Nos dizeres da organização, pretende-se "criar uma atmosfera nostálgica com um cariz mais contemporâneo".

Numa sessão dedicada a Walther Ruttmann, será apresentado o filme “Berlin, a Symphony of a Great City”. Os músicos convidados a improvisar em simultâneo com o filme de Walther Ruttmann são Pedro Lopes no gira-discos e electrónica, Pedro Sousa na electrónica, guitarra eléctrica e saxofone alto e Gabriel Ferrandini na bateria e percussão.

O LAC – Laboratório de Actividades Criativas – Associação Cultural é uma associação sem fins lucrativos, formada em 1995, sediada no edifício da antiga cadeia de Lagos. Tem como objectivo principal dinamizar e promover a criação artística no barlavento algarvio, nomeadamente na divulgação dos artistas residentes nesta zona, promovendo a interdisciplinaridade e o contacto destes com outros artistas e instituições culturais nacionais e internacionais, com vista à troca de ideias e intercâmbios de iniciativas.

Publicado por António Branco às 08:22 AM | Comentários (0) | TrackBack

GRANULAR APRESENTA TRIO EM ESTREIA ABSOLUTA

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"Zíngaro"/Pereira/Pinheiro na Arthobler/Lerdevafar

Amanhã, pelas 22h30, a Granular volta à Arthobler/Lerdevagar (Rua Rodrigues de Faria - LX Factory, em Lisboa) para um concerto com um trio que se apresenta em estreia absoluta: Carlos “Zíngaro” (violino), Miguel Leiria Pereira (contrabaixo) e Rodrigo Pinheiro (piano).

Eis um trio que desafia não só catalogações como a tradicional divisão entre a música dita “erudita”, de herança clássica, e a chamada música “popular”, designadamente aquela de alguma maneira conotada com o jazz. Em formato assumidamente acústico, sem qualquer tipo de amplificação, as coordenadas seguidas por Carlos “Zíngaro”, Rodrigo Pinheiro e Miguel Leiria Pereira são as da livre-improvisação. Nenhumas estruturas estão pré-definidas, não há cifras, âncoras melódicas, motivos rítmicos de base ou texturas previamente combinadas. Tudo o que acontecer nascerá no momento, fruto da interacção dos três músicos, todos eles destacando-se na cena nacional pela sua vocação exploratória e de pesquisa de possibilidades. E pelo seu virtuosismo instrumental, gerido sem exibicionismos ou histrionismos.

Publicado por António Branco às 07:55 AM | Comentários (0) | TrackBack

JAZZ ALÉM TEJO 2009

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O jazz regressa ao litoral alentejano, mais propriamente a Santiago do Cacém e Vila Nova de Santo André, com a 5ª edição do festival Jazz Além Tejo, uma organização da Associação Quadricultura.

O programa, que se inciou no passado dia 24, prossegue hoje e decorre até sábado.

29 de Outubro (quinta-feira) (Vila Nova de Santo André, Auditório da Escola Sec., 22h00)
UncleKing
Rodrigo Martins (guitarra), Pedro Teixeira (guitarra), João Mendes (baixo), Mário Mendes (bateria), Marco Cerrutti (voz, harmónica)

30 de Outubro (sexta-feira) (Vila Nova de Santo André, Auditório da Escola Sec., 22h00)
Humanization 4tet
Luis Lopes (guitarra), Aaron Gonzalez (contrabaixo), Stefon Gonzalez (bateria), Rodrigo Amado (saxofone tenor)

23h30
Adriana Miki "Sashimiki"
Adriana Miki (voz), Paulo Barros (piano), Sérgio Crestana (baixo eléctrico), Desidério Lázaro (saxofone tenor) e Joel Silva (bateria)

Lagoa de St. André, Bar do Fim (23h30)
Quarteto de Rui Caetano
Rui Caetano (piano eléctrico), Cláudia Franco (voz), João Custódio (contrabaixo) e Diogo Moreira (bateria)

30 de Outubro (sábado) (Santiago do Cacém, Auditório António Chainho, 22h00)
Michael Kotzian Quarteto
Michael Kotzian (piano), Carla Furtado (voz), Zé Lima (contrabaixo) e Leandro Leonet (bateria)

23h30
Marta Hugon
Marta Hugon (voz), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), André Sousa Machado (bateria) + André Fernandes (guitarra)

Lagoa de St. André (Bar A Fragateira, 23h30)
Quarteto de Rui Caetano
Rui Caetano (piano eléctrico), Cláudia Franco (voz), João Custódio (contrabaixo) e Diogo Moreira (bateria)

Mais informação em www.quadricultura.net.

Publicado por António Branco às 06:37 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 28, 2009

BIG BAND DE JORGE COSTA PINTO NO TEATRO ABERTO

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Big band de Jorge Costa Pinto (foto: AB)

O Teatro Aberto, em Lisboa, dá início no próximo dia 3 de Novembro a um ciclo de 3 concertos de jazz na Sala Azul. Este Teatro acolhe a big band de Jorge Costa Pinto, reconhecida pela sua qualidade artística, tanto ao nível dos músicos como dos arranjos e do repertório. A big band e o seu maestro vão marcar presença nas primeiras terças-feiras dos meses de Novembro, Dezembro e Janeiro, sempre às 21h30.

Neste primeiro concerto, Jorge Costa Pinto apresenta-nos um repertório centrado no be-bop. Este será o mote do espectáculo e não poderão deixar de ser interpretados temas dos grandes autores do jazz que deram corpo a este movimento, tais como Charlie Parker, Thelonious Monk e Dizzy Gillespie, entre outros.

Jorge Costa Pinto dedicou toda a sua vida à música. Estreou-se profissionalmente aos 5 anos na bateria, acompanhado pelo pai ao piano, e foi um dos pioneiros na fundação do Hot Club de Portugal. Cursou piano e composição na Academia Amadores de Música, tendo como professores, entre outros, Fernando Lopes Graça, Francine Benoit, Jorge Peixinho e Louis Sager e estudou Jazz nos Estados Unidos, na Berklee College of Music. Antes de se dedicar à direcção de orquestra, Jorge Costa Pinto actuou como músico profissional ao lado de nomes como Hazel Scott, Frederich Gulda, Marshall Brown, George Wein, entre muitos outros. Como maestro, dirigiu em Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Jugoslávia, Grécia, Irlanda, Brasil, Venezuela, Argentina, África do Sul e um pouco por todo o mundo. Para além da actividade de músico profissional e maestro, a sua carreira passou ainda pela rádio, pela televisão e pelo ensino, tendo leccionado no Conservatório Nacional de Lisboa e em outras instituições, actividade que mantém até hoje.

Os bilhetes estão à venda no Teatro Aberto (diariamente das 14h00 às 22h00) e custam € 15 (normal) e € 10 (jovens até 25 anos e estudantes de música).

Publicado por António Branco às 07:26 AM | Comentários (0) | TrackBack

NUBLA/MOIMÊME/PARRINHA(VIEGAS EM LISBOA E AVEIRO

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Victor Nubla

No âmbito do OffCycle#2/2009, ciclo de actividades organizado pela Granular, apresenta-se amanhã, pelas 21h30, no auditório do Goethe Institut Lissabon (Campo dos Mártires da Pátria, 37, em Lisboa), uma formação constituída por Victor Nubla (clarinetes soprano e baixo eléctricos), Abdul Moimême (clarinete soprano), Bruno Parrinha (clarinete alto) e João Pedro Viegas (clarinete baixo).

A actuação repete-se no sábado (31 de Outubro), no âmbito do Ciclo Granular no PerFormas, no auditório do Estúdio PerFormas, em Aveiro, pelas 22h00.

Figura de culto da música criativa de Barcelona (foi um dos fundadores de um grupo pioneiro do noise internacional, Macromassa), Victor Nubla vem desde a década de 1970 desenvolvendo um híbrido musical com elementos de improvisação livre, minimalismo, rock pós-industrial, krautrock e punk. Com actividade igualmente no domínio do “sampling” em tempo real e da electrónica, os seus instrumentos principais são, no entanto, os clarinetes, que utiliza electrificados ou munidos de microfones de contacto, muitas vezes com ligação a processadores de efeitos. Com ele estão três portugueses que têm dado uma atenção especial a algumas das variantes da família dos clarinetes, Abdul Moimême (soprano), Bruno Parrinha (alto) e João Pedro Viegas (baixo). Funcionam como um “coro” de madeiras, mas cada um deles e todos interage(m) também com o músico convidado de forma activa, desafiante e armadilhadora.

Publicado por António Branco às 07:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã o Luís Lopes Humanization 4tet, com Luís Lopes (guitarra), Rodrigo Amado (saxofones), Aaron Gonzalez (contrabaixo) e Stefan Gonzalez (bateria).

Na quinta, sexta esábado será a vez tocar o Sexteto de Laurent Filipe “Mingus e Mais”, com Laurent Filipe (trompete e voz), Peter Wetherill (trombone), José Menezes (saxofone tenor), Carlos Azevedo (piano), Massimo Cavalli (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hotclubedeportugal.org, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:40 AM | Comentários (0) | TrackBack

RODRIGO AMADO - FINAL DE ANO INTENSO

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(Foto: Rodrigo Amado)

Rodrigo Amado, saxofonista e fotógrafo, prossegue um ano de actividade intensa e inaugura, na Galeria Módulo, em Lisboa, a sua mais recente série de imagens, “East Coasting”. Captadas em locais como Dallas, New Orleans, Greensboro, Filadélfia ou Nova Iorque, as fotografias que integram “East Coasting” formam um retrato pessoal dos ambientes vividos pelo fotógrafo ao longo de uma extensa digressão realizada, no início do ano, na costa leste dos Estados Unidos. A mostra estará 28 de Novembro a 2 de Janeiro.

Um final de ano que marca ainda o lançamento do seu oitavo álbum em nome próprio, “Motion Trio”, registo em que participam ainda Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, músicos com os quais mantém uma permanente rotina de exploração e descoberta musical. Com a digressão nos Estados Unidos, a edição de “Motion Trio” e “The Abstract Truth”, o lançamento de “The Great Bydgoszcz Concert”, colaboração com o grupo Yells at Eels do trompetista norte-americano Dennis Gonzalez editado por um dos mais importantes selos europeus (Ayler Records), e ainda a realização da sua terceira exposição individual de fotografia, Amado chega ao final de um ano marcante na sua carreira.

Publicado por António Branco às 06:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 27, 2009

MUDAS JAZZ SESSIONS: JOÃO PAULO+HAPPENING

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Estão de regresso as Mudas Jazz Sessions, no Centro das Artes Casas das Mudas, na Calheta, ilha da Madeira. O homem do leme continua a ser Paulo Barbosa.

No próximo sábado, 31 de Outubro, acontecerá um concerto duplo. Na primeira parte (22h00), o pianista João Paulo apresenta "White Works", disco constituído por composições de Carlos Bica, a que o músico acrescentou improvisações suas.

Na segunda parte (23h00) será a vez de se apresentar o projecto Happening, com João Paulo (piano, fender rhodes, acordeão), Carlos Bica (contrabaixo), Júlio Resende (piano e fender rhodes) e João Lobo (bateria).

Informação completa em http://mudasjazz.pt.to.

Publicado por António Branco às 07:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 26, 2009

POSTO DE ESCUTA

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Em audição intensa por estas bandas está o disco de estreia do Motion Trio: Rodrigo Amado (saxofones), Miguel Mira (violoncelo) e Gabriel Ferrandini (bateria). Selo European Echoes.

Publicado por António Branco às 10:23 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 25, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?" poderemos escutar Adriana, Frank Sinatra, Sarah Vaughan, The Kink Sisters, Helen Merrill e Buika. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque o trompetista Clifford Brown (até sexta, 30). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque 'Fats' Waller (piano) (terça, 27), Ben Allison (contrabaixo) (quarta, 28) e Joe Albany / Warne Marsh (sexta, 30). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM) e a Antena 2 em 91.1 FM.

Publicado por António Branco às 09:00 AM | Comentários (0) | TrackBack

SONIC SCOPE #9 HOJE NO MARIA MATOS

Realiza-se neste domingo no Teatro Maria Matos (Av. Frei Miguel Contreiras 52, Lisboa), a nona edição do Festival Sonic Scope. A partir das 16h30 actuarão nomes nacionais ligados à música mais aventurosa e à improvisação.

Aqui fica o menu do evento:

16h30
Osso Exótico

17h00
The Beautiful Schizophonic + Laetitia Morais

18h00
Gala Drop

18h30
Oto

19h30
Scarp + Gabriel Ferrandini

20h00
Variable Geometry Orchestra

Mais informação em: http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=141.XC

Publicado por António Branco às 08:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 24, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Novos (3) - Recensão de alguns dos melhores novos discos portugueses e internacionais lançados nos últimos meses. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 09:59 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 23, 2009

NELSON CASCAIS 4TETO AMANHÃ EM BRAGA

O espaço cultural Pedro Remy, em Braga, apresenta amanhã, pelas 22h00, o quarteto do contrabaixista Nelson Cascais, a que se juntam André Fernandes (guitarra), Óscar Graça (piano) e João Lencastre (bateria).

"Nelson Cascais é hoje um dos nomes mais sonantes no cenário do jazz português. Além de contrabaixista dotado de um som extremamente individual e de um apurado sentido de interacção, Nelson Cascais é um dos mais distintos compositores do jazz contemporâneo, qualidade à qual se junta a capacidade de, enquanto líder, fazer aflorar as mais importantes virtudes dos seus companheiros de grupo. Por outro lado, como fruto da sua versatilidade e fiabilidade, a actividade de Nelson Cascais como sideman tem-se tornado cada vez mais intensa, tendo-se apresentado, em estúdio ou em concerto, ao lado de nomes como Carlos Martins, André Fernandes, Abe Rabade, Jorge Reis, Perico Sambeat, Jesus Santandreu, Paulo Bandeira, Maria João & Mário Laginha, Afonso Pais, Pedro Moreira, Benny Lackner, Bernardo Sassetti e muitos outros. "GURUKA", o novo disco de Nelson Cascais, vem acentuar o já notável reconhecimento do contrabaixista como compositor e bandleader, ao apresentar um sólido repertório onde a composição e a improvisação se equilibram num processo orgânico que, à imagem dos seus registos anteriores - "Ciclope" e principalmente "Nine Stories" -, se alimenta da forte voz pessoal de cada um dos elementos do grupo e de uma completa e determinante permeabilidade às mais diversas influências estéticas." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 07:20 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 22, 2009

WADE MATTHEWS SÁBADO NA LER DEVAGAR/ARTHOBLER

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Wade Matthews

Wade Matthews, referência importante da música improvisada tem uma única actuação a solo,no próximo sábado, pelas 22h30 na Ler Devagar/ArtHobler, onde apresentará o seu projecto de “digital synthesis & field recordings”.

A entrada custa apenas € 5.

Mais informação em http://www.wadematthews.info.

Publicado por António Branco às 11:29 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 21, 2009

SEIXAL JAZZ 2009

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Prossegue mais uma edição do Seixal Jazz, que se prolonga até 7 de Novembro. As actividades dividem-se por diversos espaços, com particular destaque para o Auditório Municipal do Seixal e os antigos Refeitórios da Mundet. A programação é a seguinte:

Hoje (21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Joe Lovano "Us Five"
Joe Lovano (saxofones tenor e soprano), James Weidman (piano), Esperanza Spalding (contrabaixo, voz), Otis Brown III (bateria), Francisco Mela (bateria e percussão)

"Este é o novo agrupamento, em quinteto, do saxofonista e compositor Joe Lovano. Nascido em Cleveland, EUA, em 1952, Lovano tem uma voz única no saxofone tenor, das mais importantes dos anos 90. Herdeiro de Coleman Hawkins e John Coltrane, soube estabelecer o seu próprio estilo, independentemente de tocar com Woody Herman, Mel Lewis, Paul Motian, Charlie Haden, John Scofield, Elvin Jones ou Dave Holland. Com ele colabora a excelente contrabaixista Esperanza Spalding, jovem instrumentista já conhecida do público português. Este ano, lançou Folk Art, o seu 21.º álbum para a Blue Note e o primeiro composto na totalidade por temas de sua autoria. Lovano explora um amplo espectro de “cores, sons e sentimentos”, tirando o máximo partido das todas as variações rítmicas permitidas pelo quinteto com dois bateristas." (texto da organização)

Amanhã (21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Kenny Werner Quartet
Benjamin Koppel (saxofones alto, tenor e soprano), Kenny Werner (piano), Johannes Weidenmuller (contrabaixo), Cindy Blackman (bateria)

"Menino-prodígio no piano, aos 11 anos de idade gravou um single com uma orquestra de quinze instrumentos. Kenny Werner é uma força da natureza no jazz dos nossos dias, tanto no plano da improvisação como no da composição. Antigo aluno de duas das mais prestigiadas escolas de jazz dos EUA, o Berklee College of Music, em Boston, e a Manhattan School of Music, é hoje em dia professor de piano nessas escolas e também na New School of Music (New York). Tocou com Charles Mingus, Archie Shepp, Joe Lovano, Ron Carter, Bob Brookmeyer e Dizzy Gillespie, tendo gravado com alguns destes músicos. Natural de Brooklyn, onde nasceu em 1951, Kenny Werner possui extensa discografia que atesta bem o seu excelente domínio do piano, com solos de uma enorme riqueza harmónica e rítmica." (texto da organização)

Sexta-feira (21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
George Colligan Trio
George Colligan (piano), Johannes Weidennmuller (contrabaixo), Rudy Royston (bateria)

"George Colligan é um pianista, baterista, trompetista e compositor nascido em Dezembro de 1969, em New Jersey. Trabalhou com diversos artistas, entre os quais Cassandra Wilson, Don Byron, Buster Williams ou Lonnie Plaxico. Compositor prolífico, já gravou 19 discos em seu nome. Considerado "um dos segredos mais bem guardados do Jazz" (All About Jazz) já tocou e gravou com Gary Bartz, Benny Golson, Gary Thomas, Steve Coleman, Eddie Henderson, Ralph Peterson, Vanessa Rubin, Steve Wilson, Jane Monheit, Ravi Coltrane, Lenny White, Michael Brecker, Mike Clark, Nicholas Payton, Sheila Jordan, Janis Siegel, Christian McBride, Billy Hart, Charles Fambrough, Mingus Big Band, Mark Turner, Lee Konitz, Jamie Baum, Michal Urbaniak e Stefon Harris, entre outros. Possuidor de um estilo muito eclético e aberto, George Colligan desenvolve uma música que vai desde a livre improvisação, até ao funk, ao jazz e à música clássica contemporânea. Já participou em festivais de jazz em todo o mundo, dos quais se destacam o North Sea Jazz Festival, Edinburgh Jazz & Blues Festival, Vancouver International Jazz Festival, e Cancun Jazz Festival. O seu talento como compositor já lhe valeu o prémio Chamber Music America bem como uma distinção pela Jazzconnect.com." (texto da organização)

24 de Outubro (sábado, 21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Mingus Big Band
Tatum Greenblatt (trompete), Greg Gisbert (trompete), Avishai Cohen (trompete), Jason Marshall (saxofones alto), Craig Handy (saxofones alto), Seamus Blake (saxofones tenor e soprano), Wayne Escoffery (saxofones tenor e soprano), Scott Robinson (saxofone barítono), Ku-Umba Frank Lacy (trombone), Conrad Herwig (trombone), Earl McIntyre (trombone baixo), Kenny Drew Jr. (piano), Boris Kozlov (contrabaixo), Donald Edwards (bateria)

"Indiscutivelmente uma das mais brilhantes orquestras de jazz dos EUA, esta é uma orquestra de reportório todo ele com origem no contrabaixista/compositor Charles Mingus. As obras interpretadas no corrente ano resultam de uma combinação inteligente entre reportório descoberto por Sue Mingus, viúva do contrabaixista, nos arquivos do mestre, e temas que se tornaram famosos na discografia de Mingus, particularmente alguns incluídos nos discos “Ah Um”, “Dinasty” e “Blues and Roots”, todos editados em 1959. A Mingus Big Band, na celebração dos 50 anos daquelas obras, é constituída por músicos “mingusianos” de prestígio e alguns mais jovens que sentem o espírito da música do mestre e dominam essa linguagem tão característica que Charles Mingus soube criar." (texto da organização)

O SeixalJazz Clube funcionará, como habitualmente, nos Antigos Refeitórios da Mundet, com a seguinte programação (entrada livre):

21 e 22 de Outubro (quarta e quinta-feira, 23h e 24 h)
Zé Eduardo Unit
Zé Eduardo (contrabaixo), Jesus Santandreu (saxofone tenor), Bruno Pedroso (bateria)

"O espectáculo “a JAZZAR é que a gente se entende” reflecte o trabalho que a Zé Eduardo Unit tem desenvolvido desde 2002 e que consiste na “reinvenção” em linguagem jazz de temas musicais que fazem parte do imaginário colectivo. A base do espectáculo é a série de álbuns “A Jazzar”, que aguarda a saída do seu terceiro capítulo, com a edição de “A Jazzar nos Cartoons”. Trata-se de um disco em que o trio apresenta a sua versão muito particular e sempre bem-humorada, de temas de séries de desenhos animados, como “A Abelha Maia”, “Noddy”, “Heidi” e “Dartacão e os Três Moscãoteiros”. O primeiro capítulo da série foi “A Jazzar no Cinema Português” (2002), com versões de temas que fizeram parte de filmes portugueses de todas as épocas, desde “Se Eu Fosse Um Dia o Teu Olhar”, de Pedro Abrunhosa, a “Cantiga da Rua”, imortalizado por Milú. Dois anos depois, o Zé Eduardo Unit revisitou a obra de José Afonso, no álbum “A Jazzar no Zeca”, que inclui versões de temas tão marcantes como “Grândola Vila Morena”, “O Que Faz Falta” e “Traz Outro Amigo Também”. Nestes concertos, a Unit interpreta temas de todos estes trabalhos, resgatando temas perdidos no “baú da memória”. É, certamente, caso para dizer: “in ZEU's we trust!”." (texto da organização)

23 e 24 de Outubro (sexta-feira e sábado, 23h e 24h)
Michael Blake "Blake Tartare"
Michael Blake (saxofone tenor e soprano, clarinete baixo, kalimba), Soren Kjaergaard (piano e efeitos), Jonas Westergaard (contrabaixo), Frands Rifbjerg (bateria)

"De origem canadiana, mas residente em Nova Iorque, Michael Blake tem imposto o seu nome não só devido às capacidades instrumentais que lhe reconhecemos nos saxofones tenor e soprano ou no clarinete baixo, mas também como compositor e arranjador. Combinando a cada passo tradição e inovação, não hesita em incorporar no idioma jazz elementos provenientes de outras músicas. Pertenceu durante mais de uma década aos Lounge Lizards de John Lurie e o seu CD de estreia em nome próprio, “Kingdom of Champa” (1997), foi produzido por um nome lendário que esteve por detrás dos sucessos discográficos de Miles Davis, Teo Macero. Envolvido em grupos como Herbie Nichols Project, Medicine Wheel e Peace Pipe, ganhou igualmente fama como autor de bandas sonoras para o cinema e a televisão ou a tocar com Tricky, Prince Paul e DJ Logic. Os seus Blake Tartare – nesta vinda a Portugal sem o baterista Kresten Osgood, com quem gravou recentemente em duo o álbum “Control This” e realizou o ano passado uma pequena digressão em Portugal - integram dois nomes fundamentais do jazz dinamarquês, o pianista Soren Kjaergaard e o contrabaixista Jonas Westergaard. Em substituição de Kresten Osgood vem um dos nomes emergentes do novo Jazz Nórdico, Frands Rifbjerg que já tocou ao lado de Clark Terry, Steve Swallow, Carla Bley, Phil Woods, Jon Faddis e Junior Mance. Espera-se um concerto onde a modernidade se acompanha em doses cuidadas de tradição." (texto da organização)

29 de Outubro (quinta-feira, 23h e 24h)
Paula Sousa Quarteto
Paula Sousa (piano), Afonso Pais (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo), Luís Candeias (bateria)

"Paula Sousa frequentou o Conservatório, passou pela música pop nacional e começou a tocar jazz no princípio do novo milénio. Estudou na Escola do Hot Clube e completou o curso em Jazz Performance na Berklee College of Music em Boston. A sua música denota múltiplas influências para além do jazz. Paula Sousa, pianista e compositora, reúne numa formação standard do Jazz contemporâneo, a irreverência do rock, com a universalidade da música clássica, dando-lhe um peculiar sabor português. Oferece um repertório de originais, em que a emoção dá lugar a uma liberdade artística honesta, fora dos compromissos estéticos habituais. Uma reciclagem de som luso, que reformula o conceito de importação." (texto da organização)

30 e 31 de Outubro (sexta-feira e sábado, 23h e 24 )
Motif
Afle Nymo (saxofones, clarinetes), Axel Dorner (trompete), Havard Wiik (piano), Ole Morten Vagan (contrabaixo), Hakon Mjaset Johansen (bateria)

"Não é mais um quinteto da Escandinávia que vamos receber. Os membros dos Motif pertencem ou pertenceram a formações de nomeada como Jaga Jazzist, os NCOJ de Bugge Wesseltoft, Atomic e Trondheim Jazzorchestra, o que quer dizer muito quanto ao seu estatuto. Atle Nymo (saxofones, clarinetes), Mathias Eick (nestes concertos substituído por Axel Dorner no trompete), Havard Wiik (piano), Ole Morten Vagan (contrabaixo) e Hakon Mjaset Johansen (bateria) estão entre o melhor que a Europa do Norte tem para nos oferecer. Uma escrita elegante e sofisticada conjuga-se neste projecto com largos espaços deixados à improvisação, e a impactante energia da música não anula a importância que é dada ao detalhe. Com três discos publicados e um percurso de 10 anos que os levou já a países menos prováveis de serem incluídos em digressões internacionais de Jazz como a China e o Vietname, os Motif distinguem-se pelo facto de os seus membros terem perfis e percursos muito distintos. Nymo é um músico de sessão habilitado a tocar em qualquer contexto (fê-lo com Pat Metheny e Chick Corea, por exemplo), mas lidera os seus próprios combos, em parceria com instrumentistas do nível de Ingebrigt Haker Flaten e Magnus Broo. Eick é a nova estrela da ECM, depois de firmar o seu nome ao lado de figuras do relevo de Jon Balke e Jacob Young, integrando ainda grupos rock como os Motorpsycho e os Big Bang. Wiik é um pianista muito requisitado (Ken Vandermark convidou-o, por exemplo, para os seus Free Fall), dadas as suas extraordinária inventividade e capacidade de surpreender. Vagan tem um notável trajecto de acompanhamentos, indo de Arve Henriksen a Joshua Redman. Johansen está bem implantado na cena noruguesa e já tocou com gigantes como Jan Garbarek. Melhor cobertura da realidade jazzística “lá de cima” não podia haver..." (texto da organização)

5 de Novembro (quinta-feira, 23h e 24h)
Júlio Resende Quarteto
Júlio Resende (piano), Desidério Lázaro (saxofone tenor e soprano), João Custódio (contrabaixo), Joel Silva (bateria)

"Depois do sucesso de “Da Alma” vem a confirmação do estatuto a que chegou o jovem pianista Júlio Resende com um novo projecto, “Assim Falava Jazzatustra”, que conta com as colaborações de João Custódio (contrabaixo), Desidério Lázaro (saxofones tenor e soprano) e Joel Silva (bateria). Em disco com o mesmo nome, também ouvimos o saxofonista alto espanhol Perico Sambeat, o contrabaixista norueguês Ole Morten Vagan, e a cantora Manuela Azevedo, esta com percurso feito na pop e, designadamente, nos Clã. O objectivo é descartarem-se de tudo o que possa esconder ou alienar os seus próprios estilos pessoais, na busca da maior autenticidade musical. Por isso mesmo, o repertório tocado pelo quarteto é todo ele constituído por originais. Com uma excepção de peso: uma “cover” jazzística de um clássico do rock, “Shine On Your Crazy Diamond”, dos Pink Floyd. Deste quarteto fazem parte alguns dos mais seguros valores da nova geração do Jazz em Portugal, João Custódio cimentou a sua posição como contrabaixista de primeiro plano nos grupos de Carlos Martins e Jorge Moniz, por exemplo. Um claro produto do ensino de jazz ministrado pelo Conservatório de Amesterdão, Lázaro depressa conquistou um lugar próprio entre os mais interessantes saxofonistas portugueses, dada a sua abordagem lírica dos instrumentos que toca. Silva teve formação na ESMAE do Porto e é cada vez mais uma presença regular no circuito dos clubes e dos festivais. Com tal junção de esforços em prol de uma música fresca e inventiva, se bem que sustentada na tradição, só é de esperar o melhor." (texto da organização)

6 de Novembro (sexta-feira, 23h e 24h)
Sten Sandell Trio
Sten Sandell (piano), Johan Berthling (contrabaixo) e Paal Nilssen-Love (bateria)

"Polytonalrytmic totalmusic" é como se pode definir a música do Sten Sandell Trio, ensemble que tem vindo a encantar a Europa desde 1999. A dobrar 10 anos de existência, este trio que inclui dois músicos suecos, Sten Sandell e Johan Berthling e um noruegês, Paal Nilssen-Love, e é justamente reconhecido como um dos mais importantes trios de piano do moderno jazz europeu, responsável por uma abordagem revolucionária desta clássica formação do Jazz desde Bill Evans, Paul Bley e Keith Jarrett. A música do trio acenta nos canones da música improvisada europeia mas detaca-se pela sua profundidade e não pelo volume de som. É uma música de detalhe e exploração e um feliz e delicado convivio entre o acústico e a electrónica. Com três discos editados, "Standing Wave" (Sofa, 2001), "Flat Iron" (Sofa, 2004) e "Oval" (Intakt, 2007), o Sten Sandell Trio está longe de esgotar as suas capacidades criativas, é um grupo maduro mas longe de esgotado, prova disso são as gravações com o saxofonista John Butcher, "Strokes" (Clean Feed, 2007) e "The Godforgottens" (Clean Feed, 2009) com Magnus Broo no trompete." (texto da organização)

7 de Novembro (sábado, 23h e 24 h)
Humanization Quartet
Luís Lopes (guitarra), Rodrigo Amado (saxofone tenor), Aaron González (contrabaixo), Stefan González (bateria)

"Vindo de um “background” no rock e nos blues – com toda a evidência, o seu “herói” é Jimi Hendrix –, cedo o guitarrista Luís Lopes se interessou pelo jazz aberto, e isso quer dizer que nunca quis, simplesmente, interpretar os “standards”. Em consequência, concebeu o seu trabalho composicional para servir os talentos improvisacionais dos músicos que envolve nos seus projectos e não para os circunscrever em estruturas rígidas e pré-estabelecidas. Lopes é um cultor do desconhecido e enfrenta este com genica e predisposição. Os seus companheiros são o saxofonista Rodrigo Amado, um valor em ascensão na cena internacional do free bop, e a poderosa secção rítmica providenciada pelos irmãos Stefan e Aaron González, filhos do trompetista Dennis González e parceiros deste na banda Yels at Eels. Desta combinação resultam execuções intensas e uma criatividade aventureira. A música tocada pode por vezes atingir níveis de abstraccionismo, mas é sempre “groovy” e as melodias entram-nos no cérebro para lá se fixarem." (texto da organização)

Mais informação sobre o Seixal Jazz em: http://www.cm-seixal.pt/seixaljazz/2009.

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DOWNBEAT OUT09

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Eis o número de Outubro de 2009 da revista norte-americana Downbeat.

Aqui fica o menu do que há para ler nesta edição:

CAPA
“Joshua Redman”
FIRST TAKE (Ed Enright)
“Forever Changed"
CHORDS & DISCORDS
THE BEAT
"Philadelphia Launching Pad”
“London´s Ronnie Scot´s still swinging at 50´s”
“PBS Documentary Highlights American Latinos´s Musical Contribution”
“Legions of Acolytes Praise Russell´s Music, Innovations”
RIFFS
BACKSTAGE WITH…? (Michael Jackson)
Patricia Barber
EUROPEAN SCENE (Peter Margasak)
“Polish Not Two Label Ignores Tides to Steer Avant-Garde Course”
CAUGHT
“Jazz Festival Ljubljana´s 50th Highlights Slovenian Tenacity, Talent”
“Vancouver International Jazz Festival Embraces the Peripheral"
“North Sea Bounty Blows Away Careful Planning”
PLAYERS
“Dado Moroni – Timeless Philosophy Behind the Beat”
“Eddie C, Campbell – West Side Mixmaster”
“Dave Frank – Post-Tristano Solo Act”
“Stacy Dillard – Jazz Life Beyond Hoop Dreams”
ARTIGOS
“Joshua Redman – Montreal Trifecta”
“Montreal Jazz Festival – Best of the Fests”
“Ed Palermo Big Band – Obsessed with Zappa”
“Why Jazz Endures?”
REVIEWS
Hot Box
Willie Nelson – “American Classic”
Dizzy Gillespie´s All-Star Big Band – “I´m BeBoppin´Too”
Joey DeFrancesco – “Finger Poppin´”
Harry Skoller – “Two Onions”
Books
“A Language of Song: Journeys in the Musical World of the Africam Diaspora” (Samuel Charters, Duke University Press)
STUDENT MUSIC GUIDE - WHERE TO STUDY JAZZ 2010
WOODSHED
“Master Class”- "Guitar Comping Using Altered Chords” (Corey Christiansen)
“Solo” – “Louis Armstrong´s Deceptively´s Simple Solo Chorus on “King of the Zulus” (Norman Meehan)
JAZZ ON CAMPUS
“University of Manitoba Amps Up Jazz Program”
“School Notes”
TOOLSHED
“Gear Box”
BLINDFOLD TEST
Ron Blake

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outubro 20, 2009

MASTERCLASS COM JOE LOVANO

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A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã dois trios liderados pelo saxofonista-tenor Jon Irabagon. Hoje o músico norte-americano será acompanhado por Mário Franco (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Amanhã será a vez de tocarem Hernâni Faustino (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria).

Jon Irabagon, saxofonista alto de Astoria, Queens, foi o vencedor em 2008 do evento anual produzido pelo Thelonious Monk International Jazz Competition. Toca regularmente em diversas formações como líder e sideman, assumindo uma postura abrangente, do mais puro straight aheadjazz ao lado de nomes como: Dave Liebman, Wynton Marsalis, Jason Moran, Frank Wess e Joe Lovano; ou em projectos dedicados à improvisação com Ken Vandermark, Mike Pride, RIDD Quartet, ou à destruição do bebop pelos (terroristas) Mostly Other People do theKilling.


Na quinta, sexta esábado o Nuno Ferreira Trio, com Nuno Ferreira (guitarra), Demian Cabaud (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hotclubedeportugal.org, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

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outubro 18, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?" poderemos escutar Adriana, Frank Sinatra, Lou Rawls, Mayra Andrade, Johnny Hartman e Eliane Elias. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque a cantora Sara Serpa (até sexta, 23). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Samuel Quinto (piano) (segunda, 19), Stefon Harris (vibrafone) (terça, 20), Nelson Cascais (contrabaixo) (quinta, 22) e Harland, Holland, Rubalcaba, Potter (sexta, 23). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM) e a Antena 2 em 91.1 FM.

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outubro 17, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Novos (3) - Recensão de alguns dos melhores novos discos portugueses e internacionais lançados nos últimos meses. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

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outubro 16, 2009

FESTIVAL DE JAZZ DA ALTA ESTREMADURA

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Já arrancou em Leiria e na Marinha Grande o Festival de Jazz da Alta Estremadura, cujo programa se apresenta seguidamente:

Hoje (22h00, Galeria Municipal - Marinha Grande)
Nelson Cascais "Guruka"
Pedro Moreira (saxofone tenor, flauta) André Fernandes (guitarra), João Paulo Esteves da Silva (fender rhodes) Nelson Cascais (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria).

"Nelson Cascais é hoje um dos nomes mais sonantes no cenário do jazz nacional. Além de contrabaixista dotado de um som extremamente individual e de um apurado sentido de interacção, Nelson Cascais é um distinto compositor, qualidade à qual se junta a capacidade de, enquanto líder, fazer aflorar as mais importantes virtudes dos seus companheiros de grupo. Por outro lado, como fruto da sua versatilidade, a actividade de Nelson Cascais como “sideman” tem-se tornado cada vez mais intensa, tendo-se apresentado, em estúdio ou em concerto, ao lado de nomes como Carlos Martins, André Fernandes, Abe Rabade, Jorge Reis, Perico Sambeat, Jesus Santandreu, Maria João & Mário Laginha, Pedro Moreira, Benny Lackner, Bernardo Sassetti entre muitos outros. "Guruka", o seu mas recente disco, vem acentuar o já notável reconhecimento do contrabaixista como compositor e “bandleader”, ao apresentar um sólido repertório onde a composição e a improvisação se equilibram num processo orgânico que, à imagem dos seus registos anteriores - "Ciclope" e principalmente "Nine Stories" -, se alimenta da forte voz pessoal de cada um dos elementos do grupo e de uma
determinante permeabilidade às mais diversas influências estéticas." (texto da organização)

Amanhã (22h00, Galeria Municipal)
Zé Eduardo Unit
Jesus Santandreu (saxofone tenor e soprano), Zé Eduardo (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

"Zé Eduardo é um dos nomes incontornáveis do jazz português e europeu, pela sua obra como compositor, intérprete e também pelo papel que tem desempenhado, na divulgação e promoção desta música através da criação de várias escolas e orquestras. Do seu currículo consta para além de actuações com diversos músicos da cena internacional (Art Farmer, Tete Montoliu, Steve Lacy, Kenny Wheeler...), a histórica participação no 1º disco de jazz editado em Portugal; “Malpertuis”, de Rão Kyao (1976). No final da década de 70, fundou a Escola e a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, antes de se mudar para Barcelona. Em 1986 e nesta cidade, cria o Zé Eduardo Unit. “A JAZZAR é que a gente se entende”, nome dado a este concerto, reflecte o trabalho que o Zé Eduardo Unit tem
desenvolvido desde 2002 e que consiste na “reinvenção”em linguagem jazz de temas musicais que fazem parte do imaginário colectivo. A base do espectáculo é a série de álbuns “A Jazzar”. “A Jazzar no Cinema Português” (2002). “A Jazzar no Zeca” (2004), revisita a obra de José Afonso e“ A Jazzar nos Cartoons, foi editado em 2008. Nascido em 1970 em Carcaixent, (Valencia), Jesus Santandreu, saxofonista e compositor, é um dos mais importantes músicos espanhóis da sua geração. Bruno
Pedroso, nasceu em Lisboa em 1969, e é considerado um dos melhores bateristas do actual jazz português. Juntamente com Zé Eduardo integram este terio" (texto da organização)

Domingo (18 de Outubro, 18h30, Galeria Municipal - Marinha Grande)
OFJAE - Orquestra do Festival de Jazz da Alta Estremadura

"A Orquestra do Festival de Jazz da Alta Estremadura (OFJAE) é uma ou várias formações resultantes de um workshop orientado pelos músicos Zé Eduardo, Jesus Santandreu e Bruno Pedroso, a decorrer entre os dias 15 e 18 de Outubro nas instalações do Museu do Vidro da Marinha Grande. O workshop culminará com este concerto da OFJAE, composta principalmente por jovens músicos dos Concelhos de Leiria e Marinha Grande." (texto da organização)

23 de Outubro (sexta-feira, 21h30, Teatro José Lúcio da Silva - Leiria)
Mingus Big Band
Tatum Greenblatt , Greg Gisbert, Avishai Cohen (trompete) Jason Marshall, Craig Handy (saxofone alto) Seamus Blake, Wayne Escoffery (saxofones tenor e soprano) Scott Robinson (saxofone barítono)
Kumba Frank Lacy, Conrad Herwig (trombone) Earl McIntyre (trombone baixo) Kenny Drew Jr. (piano) Boris Kozlov (contrabaixo) e Donald Edwards (bateria)

"Uma das mais importantes figuras da música americana do Sec.xx, Charles Mingus, foi um virtuoso contrabaixista , pianista reconhecido, “bandleader” e compositor de excepção. Nascido no Arizona em 1922 , as suas primeiras influências foram a música coral negra, escutada na igreja e Duke Ellington, com a música do qual tomou contacto através da rádio. Nos anos 40, no início da sua actividade como profissional, encontramo-lo já em digressão com bandas como as de Louis Armstrong, Kid Ory ou Lionel Hampton. Na década seguinte em NY, Mingus faz parte do grupo de músicos que mudou a história do jazz: Charlie Parker, Miles Davis, Bud Powell, Art Tatum e Duke Ellington foram companheiros com quem tocou e gravou. Fundou o “Jazz Workshop”, grupo que motivava novos compositores a mostrar e a gravar os seus trabalhos e gravou discos que serão sempre referências da música moderna. Pithecanthropus Erectus, The Clown, Tijuana Moods, Mingus Dynasty, Mingus Ah Um, The Black Saint and the Sinner Lady, Cumbia and Jazz Fusion, Let My Children Hear Music…são disso exemplo. Charles Mingus gravou cerca de 100 discos e escreveu mais de 300 peças. “Epitaph” considerada por muitos a sua “masterwork”, descoberta já depois da sua morte, tem uma duração aproximada de 2 horas e foi executada pela primeira vez em 1989, por um orquestra de 30 músicos
dirigida por Gunther Schuller. The New Yorker escreveu: "Epitaph" representa o primeiro avanço na composição jazz desde "Black, Brown, and Beige" de Duke Ellington, escrito em 1943. Desde os anos 60 e até à sua morte em 1979, com 56 anos, Mingus representou sempre a vanguarda da música americana. A Mingus Big Band, é uma formação que mantém vivo e traz até aos nossos dias o trabalho deste histórico músico. A Mingus Big Band, considerada uma das melhores orquestras
da actualidade, nesta série de concertos programados para a digressão de 2009, irá interpretar repertório de Charles Mingus, recentemente descoberto por Sue Mingus nos arquivos do músico, bem como composições incluídas em três dos famosos discos editados em 1959 ; "Blues and Roots", "Mingus Ah Um" e "Mingus Dinasty"...numa celebração dos 50 Anos desta música. Espera-se um acontecimento memorável! ("texto da organização)

24 de Outubro (sábado, 22h00, Teatro Miguel Franco - Leiria)
BassDrumBone
Ray Anderson (trombone), Mark Helias (contrabaixo) e Gerry Hemingway (bateria)

"BassDrumBone é muitas vezes definido como um “super-grupo”. Este Trio com uma formação pouco usual, é um verdadeiro colectivo com sonoridade única e uma abordagem muito própria, tanto do ponto de vista da composição como da improvisação. O somatório de sinergias do contrabaixista Mark Helias, do baterista Gerry Hemingway e do trombonista Ray Anderson, resulta numa música plena de energia e inovação, numa sonoridade que nos pode transportar do estilo New Orleans a conceitos de Vanguarda. Nesta formação todas as partes são iguais, seria fácil pensar num trio de trombone + secção ritmica. A música resultante de uma colaboração com mais de 30 anos, continua a prender-nos a atenção. Juntos, continuam a fazer “New Jazz“, tão caloroso como inteligente. Gerry Hemingway, compositor e percussionista, nasceu em 1955. Durante os anos 70 tocou com Anthony Davis, Leo Smith, George Lewis e Anthony Braxton, do qual integrou o Quarteto entre 1983 e 94. Fez também parte do Reggie Workman Ensemble e do Anthony Davis' Episteme Ensemble, tocou em dueto com o pianista Cecil Taylor e gravou com um número significativo de músicos como são o caso de Derek Bailey, Leo Smith, Oliver Lake, Kenny Wheeler, George Lewis, John Cale,... A sua colaboração em trios inclui o GRH com o pianista alemão GeorgGraewe e o violoncelista holandês Ernst Reijseger, o WHO (trio que já “visitou“ o Festival de Jazz da Alta Estremadura) com o pianista suíço Michel Wintsch e o contrabaixista Baenz Oester e o CGH com a pianista Marilyn Crispell e o contrabaixista Barry Guy. O “collective“ BassDrumBone com Anderson e Helias data do final da década de 70. Ray Anderson é descrito pelo crítico Gary Giddins como "one of the most compellingly original trombonists" e pelo Penguin Guide como "the most exciting slide brass player of his generation". Anderson foi nomeado 5 vezes pela revista Down Beat como “Best Trombonist” e já liderou ou integrou grupos que vão do jazz tradicional ao experimental. Nascido em 1952, começou a tocar trombone influenciado por discos Dixieland no entanto e ainda jovem experimentou os novos sons desenvolvidos em Chicago pelos ilustres membros da então recém criada “Association for the Advancement of Creative Musicians“ (AACM). Em 1973, já em NY estudou e tocou com Jimmy Giuffre, Barry Altschul e Anthony Braxton. Desde então, integrou dezenas de projectos como os de David Murray, Charlie Haden's Liberation Music Orchestra, Dr. John, George Gruntz Concert Jazz Band, Bennie Wallace, Henry Threadgill, John Scofield, Roscoe Mitchell, Sam Rivers' Rivbea Orchestra... Dos projectos liderados ou co-liderados por Anderson podem-se destacar para além do BassDrumBone, os Slickaphonics, Alligatory Band, Pocket Brass Band, Lapis Lazuli Band, o quarteto de trombones Slideride, assim como o concerto a Solo. O contrabaixista e compositor Mark Helias tem estado envolvido num processo de inovação musical desde o início da sua carreira, em meados dos anos 70. Para além do projecto BassDrumBone e de uma longa associação com o baterista Ed Blackwell, Helias colaborou intensamente com músicos como Anthony Davis, Dewey Redman, Don Cherry, Oliver Lake, Arthur Blythe, Abbey Lincoln, Cecil Taylor, Barry Altschul, Don Byron, Marty Ehrlich,... Mais recentemente, Helias lidera e colabora em vários projectos: Solo Bass, The Marks Brothers (dueto com Mark Dresser), Attack the Future, e Open/Loose, que é um trio com os saxofonistas Ellery Eskelin ou Tony Malaby e os bateristas Tom Rainey ou Gerald Cleaver." (texto da organização)

25 de Outubro (domingo, 22h00, Teatro Miguel Franco - Leiria)
Liebman/Eskelin Quartet “Different but the Same”
Ellery Eskelin (saxofone tenor) +, Dave Liebman (saxofone tenor e soprano), Anthony Marino (contrabaixo) e Jim Black (bateria)

"Liebman/Eskelin Quartet é um grupo onde o “mainstream” e o “free jazz” claramente se misturam. “Different But the Same“ demonstra que Dave Liebman e Ellery Eskelin, músicos e saxofonistas de gerações distintas, partilham muito mais do que se poderia esperar. Revela também que mesmo que dois músicos tenham um objectivo comum, o caminho que cada um deles toma para lá chegar pode ser consideravelmente diferente. Neste grupo, cada um dos saxofonistas trás consigo um músico com o qual mantém uma associação de longa data – no caso de Liebman é o baixista Tony Marino e no de Eskelin o versátil baterista Jim Black (nosso conhecido, pela longa colaboração com o contrabaixista
Carlos Bica). David Liebman nasceu em NY em 1946 e o seu interesse pelo jazz foi inspirado pelas famosas sessões de John Coltrane a que assistiu nos clubes desta cidade. Depois de ter integrado vários grupos, entre eles o “Ten Wheel Drive”, um dos primeiros grupos de “fusion jazz”, Liebman foi convidado para o grupo do lendário baterista Elvin Jones. Mais tarde, entre 1970 e 74 integrou o famoso grupo de Miles Davis. Na mesma altura começou a trabalhar com o seu próprio “Open Sky Trio”, com Bob Moses e com o “Lookout Farm”, com o pianista Richie Beirach. Este grupo foi
reconhecido em 1976 como número um na categoria “Group Deserving of Wider Recognition” pela revista Down Beat. Liebman tocou e gravou com inúmeros músicos, formou o David Liebman Quintet com John SScofield e Kenny Kirkland e em 1981 com George Mraz e Al Foster formou o grupo “Quest”. Mais tarde este grupo incluíu também Ron McClure (b) e Billy Hart (bat). Em 1990 forma novo grupo, desta vez com Phil Markowitz (p), Vic Juris (g), Jamey Haddad (bat) e Tony Marino (b). Para além de uma extensa carreira como educador, de diversos prémios e nomeações para um Grammy, Liebman é frequentemente incluido no top 5 dos saxofonistas soprano.Ellery Eskelin nasceu em 1959 e aos 10 anos começou a tocar saxofone tenor. Em 1983 estudou com George Coleman e Dave Liebman. Na mesma altura, Eskelin foi membro de uma “quase rock band“. A sua estreia em disco deu-se com o grupo cooperativo, “Joint Venture“ com Paul Smoker (tp), Drew Gress (b) e Phil Haynes (bat). Em 1992 ingressou no projecto “Baron Down“ do baterista Joey Baron e em 1993 gravou "Figure of Speech", um trio com Joe Daley na tuba e Arto Tuncboyaciyan nas percussões. Em 1994 formou a sua “working band“ que inclui a acordeonista Andrea Parkins e o baterista Jim Black. A música resultante desta formação apesar de conter elementos jazz pode não ser considerada jazz no sentido mais restrito do conceito. A Down Beat Magazine nomeou Eskelin como um dos 25 “Rising Stars for the Future“ na sua edição de Janeiro de 2000. E muito mais tem sido dito sobre este excelente saxofonista: "Eskelin continues to be the most inventive American tenor player in creative music", “...one foot firmly in the tradition, the other in the cosmos", “...is without a doubt one of the most important figures in modern jazz improvisation". " (texto da organização)

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SEIXAL JAZZ 2009 ARRANCA HOJE

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Arranca hoje mais uma edição do Seixal Jazz, que se prolonga até 7 de Novembro. As actividades dividem-se por diversos espaços, com particular destaque para o Auditório Municipal do Seixal e os antigos Refeitórios da Mundet. A programação é a seguinte:

Hoje (16 de Outubro) - 21h30 (Cinema S. Vicente, Paio Pires)
Adriana Miki "Sashimiki"
Adriana Miki (voz), Paulo Barros (piano), Desidério Lázaro (saxofone), Sérgio Crestana (baixo) e Joel Silva (bateria)

"Após uma bem sucedida digressão pelos clubes de jazz em Nova Iorque, Adriana Miki apresenta o seu CD de estreia em Portugal: “Sashimiki”, lançado pela editora americana Apria Records, que nos transporta para o universo do Jazz e da Bossa Nova. Adriana Miki é descendente de japoneses e assim surgiu a ideia de misturar a palavra “sashimi” (peixe cru) ao seu apelido Miki. “Sashimiki” é composto por 10 temas: 5 originais e 5 versões para composições de eleição de Adriana Miki. A direcção musical ficou a cargo de Sérgio Crestana que divide a produção musical com Adriana Miki e o saxofonista-flautista Manuel Lourenço. O CD conta também com a participação dos músicos: Paulo Barros (piano), Ernesto Leite (piano em “Hoje” e “Que restet-il”), Jurandir Santana (guitarra), Sebastian Scheriff e Oli Savill (percussões), Paulo Rosa (bateria) e Carlos “Bisnaga” Lopes (acordeão)." (texto da organização)

Amanhã (17 de Outubro) - 21h30 (Cinema S. Vicente; Paio Pires)
Carlos Barretto "Solo Pictórico"
Carlos Barretto (contrabaixo)

"Quando se fala de Jazz em Portugal, o nome de Carlos Barretto é uma referência de mérito incontornável. A crescente internacionalização da sua actividade artística tem levado a sua música a muitos destinos, tanto na Europa como no resto do mundo, sempre com rasgados elogios por parte da crítica especializada. Carlos Barretto interpreta sonoramente cada quadro previamente pintado por si, em solo absoluto de contrabaixo explorando ao máximo as possibilidades tímbricas do instrumento quer no arco, quer “pizzicato” ou recorrendo a efeitos electrónicos, criando sonoridades que nunca se esperariam que o contrabaixo pudesse reproduzir. Conta com um CD gravado (Solo Pictórico) e inúmeras performances/exposições realizadas em todo o país." (texto da organização)

21 de Outubro (quarta-feira, 21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Joe Lovano "Us Five"
Joe Lovano (saxofones tenor e soprano), James Weidman (piano), Esperanza Spalding (contrabaixo, voz), Otis Brown III (bateria), Francisco Mela (bateria e percussão)

"Este é o novo agrupamento, em quinteto, do saxofonista e compositor Joe Lovano. Nascido em Cleveland, EUA, em 1952, Lovano tem uma voz única no saxofone tenor, das mais importantes dos anos 90. Herdeiro de Coleman Hawkins e John Coltrane, soube estabelecer o seu próprio estilo, independentemente de tocar com Woody Herman, Mel Lewis, Paul Motian, Charlie Haden, John Scofield, Elvin Jones ou Dave Holland. Com ele colabora a excelente contrabaixista Esperanza Spalding, jovem instrumentista já conhecida do público português. Este ano, lançou Folk Art, o seu 21.º álbum para a Blue Note e o primeiro composto na totalidade por temas de sua autoria. Lovano explora um amplo espectro de “cores, sons e sentimentos”, tirando o máximo partido das todas as variações rítmicas permitidas pelo quinteto com dois bateristas." (texto da organização)

22 de Outubro (quinta-feira, 21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Kenny Werner Quartet
Benjamin Koppel (saxofones alto, tenor e soprano), Kenny Werner (piano), Johannes Weidenmuller (contrabaixo), Cindy Blackman (bateria)

"Menino-prodígio no piano, aos 11 anos de idade gravou um single com uma orquestra de quinze instrumentos. Kenny Werner é uma força da natureza no jazz dos nossos dias, tanto no plano da improvisação como no da composição. Antigo aluno de duas das mais prestigiadas escolas de jazz dos EUA, o Berklee College of Music, em Boston, e a Manhattan School of Music, é hoje em dia professor de piano nessas escolas e também na New School of Music (New York). Tocou com Charles Mingus, Archie Shepp, Joe Lovano, Ron Carter, Bob Brookmeyer e Dizzy Gillespie, tendo gravado com alguns destes músicos. Natural de Brooklyn, onde nasceu em 1951, Kenny Werner possui extensa discografia que atesta bem o seu excelente domínio do piano, com solos de uma enorme riqueza harmónica e rítmica." (texto da organização)

23 de Outubro (sexta-feira, 21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
George Colligan Trio
George Colligan (piano), Johannes Weidennmuller (contrabaixo), Rudy Royston (bateria)

"George Colligan é um pianista, baterista, trompetista e compositor nascido em Dezembro de 1969, em New Jersey. Trabalhou com diversos artistas, entre os quais Cassandra Wilson, Don Byron, Buster Williams ou Lonnie Plaxico. Compositor prolífico, já gravou 19 discos em seu nome. Considerado "um dos segredos mais bem guardados do Jazz" (All About Jazz) já tocou e gravou com Gary Bartz, Benny Golson, Gary Thomas, Steve Coleman, Eddie Henderson, Ralph Peterson, Vanessa Rubin, Steve Wilson, Jane Monheit, Ravi Coltrane, Lenny White, Michael Brecker, Mike Clark, Nicholas Payton, Sheila Jordan, Janis Siegel, Christian McBride, Billy Hart, Charles Fambrough, Mingus Big Band, Mark Turner, Lee Konitz, Jamie Baum, Michal Urbaniak e Stefon Harris, entre outros. Possuidor de um estilo muito eclético e aberto, George Colligan desenvolve uma música que vai desde a livre improvisação, até ao funk, ao jazz e à música clássica contemporânea. Já participou em festivais de jazz em todo o mundo, dos quais se destacam o North Sea Jazz Festival, Edinburgh Jazz & Blues Festival, Vancouver International Jazz Festival, e Cancun Jazz Festival. O seu talento como compositor já lhe valeu o prémio Chamber Music America bem como uma distinção pela Jazzconnect.com." (texto da organização)

24 de Outubro (sábado, 21h30 e 23h30, Auditório Municipal)
Mingus Big Band
Tatum Greenblatt (trompete), Greg Gisbert (trompete), Avishai Cohen (trompete), Jason Marshall (saxofones alto), Craig Handy (saxofones alto), Seamus Blake (saxofones tenor e soprano), Wayne Escoffery (saxofones tenor e soprano), Scott Robinson (saxofone barítono), Ku-Umba Frank Lacy (trombone), Conrad Herwig (trombone), Earl McIntyre (trombone baixo), Kenny Drew Jr. (piano), Boris Kozlov (contrabaixo), Donald Edwards (bateria)

"Indiscutivelmente uma das mais brilhantes orquestras de jazz dos EUA, esta é uma orquestra de reportório todo ele com origem no contrabaixista/compositor Charles Mingus. As obras interpretadas no corrente ano resultam de uma combinação inteligente entre reportório descoberto por Sue Mingus, viúva do contrabaixista, nos arquivos do mestre, e temas que se tornaram famosos na discografia de Mingus, particularmente alguns incluídos nos discos “Ah Um”, “Dinasty” e “Blues and Roots”, todos editados em 1959. A Mingus Big Band, na celebração dos 50 anos daquelas obras, é constituída por músicos “mingusianos” de prestígio e alguns mais jovens que sentem o espírito da música do mestre e dominam essa linguagem tão característica que Charles Mingus soube criar." (texto da organização)

O SeixalJazz Clube funcionará, como habitualmente, nos Antigos Refeitórios da Mundet, com a seguinte programação (entrada livre):

21 e 22 de Outubro (quarta e quinta-feira, 23h e 24 h)
Zé Eduardo Unit
Zé Eduardo (contrabaixo), Jesus Santandreu (saxofone tenor), Bruno Pedroso (bateria)

"O espectáculo “a JAZZAR é que a gente se entende” reflecte o trabalho que a Zé Eduardo Unit tem desenvolvido desde 2002 e que consiste na “reinvenção” em linguagem jazz de temas musicais que fazem parte do imaginário colectivo. A base do espectáculo é a série de álbuns “A Jazzar”, que aguarda a saída do seu terceiro capítulo, com a edição de “A Jazzar nos Cartoons”. Trata-se de um disco em que o trio apresenta a sua versão muito particular e sempre bem-humorada, de temas de séries de desenhos animados, como “A Abelha Maia”, “Noddy”, “Heidi” e “Dartacão e os Três Moscãoteiros”. O primeiro capítulo da série foi “A Jazzar no Cinema Português” (2002), com versões de temas que fizeram parte de filmes portugueses de todas as épocas, desde “Se Eu Fosse Um Dia o Teu Olhar”, de Pedro Abrunhosa, a “Cantiga da Rua”, imortalizado por Milú. Dois anos depois, o Zé Eduardo Unit revisitou a obra de José Afonso, no álbum “A Jazzar no Zeca”, que inclui versões de temas tão marcantes como “Grândola Vila Morena”, “O Que Faz Falta” e “Traz Outro Amigo Também”. Nestes concertos, a Unit interpreta temas de todos estes trabalhos, resgatando temas perdidos no “baú da memória”. É, certamente, caso para dizer: “in ZEU's we trust!”." (texto da organização)

23 e 24 de Outubro (sexta-feira e sábado, 23h e 24h)
Michael Blake "Blake Tartare"
Michael Blake (saxofone tenor e soprano, clarinete baixo, kalimba), Soren Kjaergaard (piano e efeitos), Jonas Westergaard (contrabaixo), Frands Rifbjerg (bateria)

"De origem canadiana, mas residente em Nova Iorque, Michael Blake tem imposto o seu nome não só devido às capacidades instrumentais que lhe reconhecemos nos saxofones tenor e soprano ou no clarinete baixo, mas também como compositor e arranjador. Combinando a cada passo tradição e inovação, não hesita em incorporar no idioma jazz elementos provenientes de outras músicas. Pertenceu durante mais de uma década aos Lounge Lizards de John Lurie e o seu CD de estreia em nome próprio, “Kingdom of Champa” (1997), foi produzido por um nome lendário que esteve por detrás dos sucessos discográficos de Miles Davis, Teo Macero. Envolvido em grupos como Herbie Nichols Project, Medicine Wheel e Peace Pipe, ganhou igualmente fama como autor de bandas sonoras para o cinema e a televisão ou a tocar com Tricky, Prince Paul e DJ Logic. Os seus Blake Tartare – nesta vinda a Portugal sem o baterista Kresten Osgood, com quem gravou recentemente em duo o álbum “Control This” e realizou o ano passado uma pequena digressão em Portugal - integram dois nomes fundamentais do jazz dinamarquês, o pianista Soren Kjaergaard e o contrabaixista Jonas Westergaard. Em substituição de Kresten Osgood vem um dos nomes emergentes do novo Jazz Nórdico, Frands Rifbjerg que já tocou ao lado de Clark Terry, Steve Swallow, Carla Bley, Phil Woods, Jon Faddis e Junior Mance. Espera-se um concerto onde a modernidade se acompanha em doses cuidadas de tradição." (texto da organização)

29 de Outubro (quinta-feira, 23h e 24h)
Paula Sousa Quarteto
Paula Sousa (piano), Afonso Pais (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo), Luís Candeias (bateria)

"Paula Sousa frequentou o Conservatório, passou pela música pop nacional e começou a tocar jazz no princípio do novo milénio. Estudou na Escola do Hot Clube e completou o curso em Jazz Performance na Berklee College of Music em Boston. A sua música denota múltiplas influências para além do jazz. Paula Sousa, pianista e compositora, reúne numa formação standard do Jazz contemporâneo, a irreverência do rock, com a universalidade da música clássica, dando-lhe um peculiar sabor português. Oferece um repertório de originais, em que a emoção dá lugar a uma liberdade artística honesta, fora dos compromissos estéticos habituais. Uma reciclagem de som luso, que reformula o conceito de importação." (texto da organização)

30 e 31 de Outubro (sexta-feira e sábado, 23h e 24 )
Motif
Afle Nymo (saxofones, clarinetes), Axel Dorner (trompete), Havard Wiik (piano), Ole Morten Vagan (contrabaixo), Hakon Mjaset Johansen (bateria)

"Não é mais um quinteto da Escandinávia que vamos receber. Os membros dos Motif pertencem ou pertenceram a formações de nomeada como Jaga Jazzist, os NCOJ de Bugge Wesseltoft, Atomic e Trondheim Jazzorchestra, o que quer dizer muito quanto ao seu estatuto. Atle Nymo (saxofones, clarinetes), Mathias Eick (nestes concertos substituído por Axel Dorner no trompete), Havard Wiik (piano), Ole Morten Vagan (contrabaixo) e Hakon Mjaset Johansen (bateria) estão entre o melhor que a Europa do Norte tem para nos oferecer. Uma escrita elegante e sofisticada conjuga-se neste projecto com largos espaços deixados à improvisação, e a impactante energia da música não anula a importância que é dada ao detalhe. Com três discos publicados e um percurso de 10 anos que os levou já a países menos prováveis de serem incluídos em digressões internacionais de Jazz como a China e o Vietname, os Motif distinguem-se pelo facto de os seus membros terem perfis e percursos muito distintos. Nymo é um músico de sessão habilitado a tocar em qualquer contexto (fê-lo com Pat Metheny e Chick Corea, por exemplo), mas lidera os seus próprios combos, em parceria com instrumentistas do nível de Ingebrigt Haker Flaten e Magnus Broo. Eick é a nova estrela da ECM, depois de firmar o seu nome ao lado de figuras do relevo de Jon Balke e Jacob Young, integrando ainda grupos rock como os Motorpsycho e os Big Bang. Wiik é um pianista muito requisitado (Ken Vandermark convidou-o, por exemplo, para os seus Free Fall), dadas as suas extraordinária inventividade e capacidade de surpreender. Vagan tem um notável trajecto de acompanhamentos, indo de Arve Henriksen a Joshua Redman. Johansen está bem implantado na cena noruguesa e já tocou com gigantes como Jan Garbarek. Melhor cobertura da realidade jazzística “lá de cima” não podia haver..." (texto da organização)

5 de Novembro (quinta-feira, 23h e 24h)
Júlio Resende Quarteto
Júlio Resende (piano), Desidério Lázaro (saxofone tenor e soprano), João Custódio (contrabaixo), Joel Silva (bateria)

"Depois do sucesso de “Da Alma” vem a confirmação do estatuto a que chegou o jovem pianista Júlio Resende com um novo projecto, “Assim Falava Jazzatustra”, que conta com as colaborações de João Custódio (contrabaixo), Desidério Lázaro (saxofones tenor e soprano) e Joel Silva (bateria). Em disco com o mesmo nome, também ouvimos o saxofonista alto espanhol Perico Sambeat, o contrabaixista norueguês Ole Morten Vagan, e a cantora Manuela Azevedo, esta com percurso feito na pop e, designadamente, nos Clã. O objectivo é descartarem-se de tudo o que possa esconder ou alienar os seus próprios estilos pessoais, na busca da maior autenticidade musical. Por isso mesmo, o repertório tocado pelo quarteto é todo ele constituído por originais. Com uma excepção de peso: uma “cover” jazzística de um clássico do rock, “Shine On Your Crazy Diamond”, dos Pink Floyd. Deste quarteto fazem parte alguns dos mais seguros valores da nova geração do Jazz em Portugal, João Custódio cimentou a sua posição como contrabaixista de primeiro plano nos grupos de Carlos Martins e Jorge Moniz, por exemplo. Um claro produto do ensino de jazz ministrado pelo Conservatório de Amesterdão, Lázaro depressa conquistou um lugar próprio entre os mais interessantes saxofonistas portugueses, dada a sua abordagem lírica dos instrumentos que toca. Silva teve formação na ESMAE do Porto e é cada vez mais uma presença regular no circuito dos clubes e dos festivais. Com tal junção de esforços em prol de uma música fresca e inventiva, se bem que sustentada na tradição, só é de esperar o melhor." (texto da organização)

6 de Novembro (sexta-feira, 23h e 24h)
Sten Sandell Trio
Sten Sandell (piano), Johan Berthling (contrabaixo) e Paal Nilssen-Love (bateria)

"Polytonalrytmic totalmusic" é como se pode definir a música do Sten Sandell Trio, ensemble que tem vindo a encantar a Europa desde 1999. A dobrar 10 anos de existência, este trio que inclui dois músicos suecos, Sten Sandell e Johan Berthling e um noruegês, Paal Nilssen-Love, e é justamente reconhecido como um dos mais importantes trios de piano do moderno jazz europeu, responsável por uma abordagem revolucionária desta clássica formação do Jazz desde Bill Evans, Paul Bley e Keith Jarrett. A música do trio acenta nos canones da música improvisada europeia mas detaca-se pela sua profundidade e não pelo volume de som. É uma música de detalhe e exploração e um feliz e delicado convivio entre o acústico e a electrónica. Com três discos editados, "Standing Wave" (Sofa, 2001), "Flat Iron" (Sofa, 2004) e "Oval" (Intakt, 2007), o Sten Sandell Trio está longe de esgotar as suas capacidades criativas, é um grupo maduro mas longe de esgotado, prova disso são as gravações com o saxofonista John Butcher, "Strokes" (Clean Feed, 2007) e "The Godforgottens" (Clean Feed, 2009) com Magnus Broo no trompete." (texto da organização)

7 de Novembro (sábado, 23h e 24 h)
Humanization Quartet
Luís Lopes (guitarra), Rodrigo Amado (saxofone tenor), Aaron González (contrabaixo), Stefan González (bateria)

"Vindo de um “background” no rock e nos blues – com toda a evidência, o seu “herói” é Jimi Hendrix –, cedo o guitarrista Luís Lopes se interessou pelo jazz aberto, e isso quer dizer que nunca quis, simplesmente, interpretar os “standards”. Em consequência, concebeu o seu trabalho composicional para servir os talentos improvisacionais dos músicos que envolve nos seus projectos e não para os circunscrever em estruturas rígidas e pré-estabelecidas. Lopes é um cultor do desconhecido e enfrenta este com genica e predisposição. Os seus companheiros são o saxofonista Rodrigo Amado, um valor em ascensão na cena internacional do free bop, e a poderosa secção rítmica providenciada pelos irmãos Stefan e Aaron González, filhos do trompetista Dennis González e parceiros deste na banda Yels at Eels. Desta combinação resultam execuções intensas e uma criatividade aventureira. A música tocada pode por vezes atingir níveis de abstraccionismo, mas é sempre “groovy” e as melodias entram-nos no cérebro para lá se fixarem." (texto da organização)

Mais informação sobre o Seixal Jazz em: http://www.cm-seixal.pt/seixaljazz/2009.

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PORTUGAL JAZZ HOJE EM ALMADA COM LOKOMOTIV

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O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz está hoje em Almada (Convento dos Capuchos, 22h00), com um concerto do trio Lokomotiv, formado por Carlos Barretto (contrabaixo), Mário Delgado (guitarra) e José Salgueiro (bateria).

Trabalhar com Mário Delgado ou José Salgueiro tem sido um grande desafio ao senso comum na medida em que, com eles, Carlos Barretto tudo pode experimentar, criando um som único de grande coesão e beleza, alicerçado na cumplicidade, na abertura de espírito e, sobretudo, no trabalho intenso desenvolvido ao longo destes tantos anos. Tudo isto faz deste trio um dos mais interessantes da actualidade e de Carlos Barretto um vulto incontornável do panorama artístico português, cujo percurso musical foi marcado por uma clara inovação estética, desde o neo-bop até ao jazz europeu dos nossos dias. A internacionalização crescente da sua actividade artística tem levado a sua música aos mais variados destinos, tanto na Europa como no resto do mundo, sempre com rasgados elogios por parte da crítica especializada.

Mais informação em: http://portugaljazz.blogs.sapo.pt.

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outubro 15, 2009

BILLIE HOLIDAY EVOCADA NO CLUBE DE JAZZ DO CRBA

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Billie Holiday

Passado o Verão, são retomadas as actividades do Clube de Jazz do Conservatório Regional do Baixo Alentejo. A primeira sessão (hoje, 21h30, Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro, Beja) insere-se num Ciclo intitulado “Vidas de Jazz” – dedicado a abordar a vida e obra das principais figuras da história do jazz – e evocará os 50 anos da morte da cantora Billie Holiday (1915-1959).

Diz-se que Thelonious Monk tinha uma fotografia de Billie Holliday pendurada no tecto sobre o seu piano. Ainda hoje, cinquenta anos volvidos após a sua morte, Billie Holiday continua a ostentar o título de maior cantora de jazz de sempre, sobretudo pela especialíssima forma de cantar, com uma voz etérea e sensual, mas levemente rouca, uma dicção sofrida e um fraseado inigualavelmente intenso.
Em 1929, Holiday mudou-se para Nova Iorque com a mãe. Nesse ano rebentava em Wall Street a Grande Depressão.Cantou em clubes e viu-se obrigada a prostituir-se para fazer face às dificuldades. A consagração definitiva só chegaria mais tarde, por via das suas lendárias apresentações com as orquestras de Duke Ellington, Count Basie e Artie Shaw.

A sensibilidade e a emoção que colocava na forma profunda como cantava, aproximaram-na da abordagem desenvolvida no saxofone tenor por Lester Young. O resultado está consubstanciado em algumas das mais sublimes gravações da história do jazz.

Apesar do sucesso que conseguiu granjear, Billie Holiday viu-se, a partir de 1940, completamente enredada pelos vícios do álcool e das drogas, facto que marcaria indelevelmente a sua carreira. Se é certo que a partir do início da década de 50 a sua voz começou a perder qualidades, não é menos verdade que é precisamente nessa fase, quando os problemas se intensificaram, que a intensidade emocional e o dramatismo das suas interpretações alcançam uma expressão inigualável...

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A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã e sábado o Septeto do Hot Clube, com João Moreira (trompete), Claus Nymark (trombone), Pedro Moreira (saxofone tenor), Bruno Santos (guitarra), Rodrigo Gonçalves (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e André S. Machado (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hotclubedeportugal.org, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

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JÚLIO RESENDE APRESENTA "ASSIM FALAVA JAZZATUSTRA"

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É hoje que os lisboetas poderão assistir a um concerto especial de apresentação do novo disco do quarteto do pianista Júlio Resende, "Assim falava Jazzatustra", no novíssimo espaço-jazz da Factory, na LxFactory.

O concerto será às 22h30 e haverá discos à venda numa banca da Clean Feed, em promoção especial.

O grupo é formado por Júlio Resende (piano e fender rhodes), Desidério Lázaro (saxofones tenor e soprano), João Custódio (contrabaixo) e Joel Silva (bateria).

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outubro 13, 2009

POSTO DE ESCUTA

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Renaud García-Fons - "La Línea del Sur"
Enja

Renaud García-Fons (contrabaixo de 5 cordas, composição, arranjos, letras); David Venitucci (acordeão); Kiko Ruiz (guitarra flamenca); Pascal Rollando (cajon, djembe, voodoo drum, bongos, shakers)

França, Primavera de 2008

Renaud García-Fons é um contrabaixista e compositor francês de origem catalã que se tem notabilizado pelo uso de um instrumento personalizado com cinco cordas, para o qual tem maturado ao longo dos anos uma linguagem muito pessoal. Tal como nos discos anteriores para a Enja – como “Navigatore” (2001), “Entremundo” (2004) ou “Arcoluz” (2006) – neste “La Línea del Sur” o músico volta a construir pontes (“atar os nós”, como explica nas notas que acompanham o disco) entre as referências sonoras com as quais cresceu e se fez músico, do jazz ao flamenco, com passagem pela chanson e pelas músicas do mundo árabe e da América latina. Adoptando o formato de quarteto – que se completa com o acordeão de David Venitucci, a guitarra flamenca de Kiko Ruiz e as percussões de Pascal Rollando – García-Fons utiliza uma apuradíssima técnica no manejo do arco, conferindo ao contrabaixo um lirismo muito peculiar – que se aproxima, em certos registos, de outros cordofones –, como soa bem patente em peças como “La Línea del Sur” (marcada igualmente pela sonoridade doce do acordeão), “Nada” ou a excelente “Cante del Barco”. Estruturado com se se tratasse de uma “antologia de contos”, deste disco exala um forte aroma mediterrânico, que adquire diferentes matizes, seja na festa colorida de “Valsería”, na dolência melancólica de “Gare de Saint Charles” ou na evocação das tardes quentes em “La Silhouette”. A excelente cantaora de flamenco Esperanza Fernández surge como convidada especial em três temas, revelando-se particularmente bem em “Enamorada” – só com contrabaixo e voz – onde canta palavras do próprio García-Fons inspiradas nas palavras de Rumi, lendário poeta místico persa que viveu no século XIII. Uma viagem pelo Sul, esse Sul que o escritor alentejano Paulo Barriga descreve como tendo uma dimensão “suficientemente grande / para alojar a cobiça / para mendigar o Espaço / para perder de vista.”

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outubro 11, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?" poderemos escutar Adriana, Frank Sinatra, Marta Hugon, Mário Viegas, Tony Bennett e 6 meninas cantantes e de Santa Comba Dão. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque o trombonista Kid Ory (trombone) (até sexta, 16). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Al Haig (piano) (terça, 13) e André Fernandes (guitarra) (quarta, 14) e John Patitucci (contrabaixo) (quinta, 15). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM) e a Antena 2 em 91.1 FM.

Publicado por António Branco às 08:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 10, 2009

JAZZ E MEDIA EM PORTUGAL

O Conservatório Regional do Baixo Alentejo, através do seu Clube de Jazz, estará presente num evento integrado num conjunto de iniciativas promovidas pela Escola de Jazz do Barreiro para assinalar o Mês da Música (Outubro).

A Palestra será subordinada ao tema “Jazz e Media em Portugal” e terá lugar hoje, pelas 16h00, nas instalações da Escola (rua Dr. Eusébio Leão, n.º11, Barreiro).

Sinopse:

O jazz – ou, mais propriamente, estilosdançantes com ele aparentados – começou a chegar a Portugal em meados dos anos1920, com a vinda de músicos e companhias norte-americanas. Este género musical desde logo chamou a atenção de jornalistas e articulistas portugueses, surpreendidos com o vigor e o impacte dos ritmos de origem afro-americana. Geralmente, esses artigos não pretendiam informar os leitores sobre a génese e as características destas músicas, mas sim denegri-las e ridicularizá-las, em artigos dominados pelo sarcasmo e pelo desdém. Mas existiram excepções...

Só na década de 1940 é que, pela mão de pioneiros como Luís Villas-Boas e Manuel Guimarães, entre outros, o jazz começou a ter o devido destaque e a ser tratado seriamente (apesar da omnipresença sufocante do Estado Novo, que menosprezava o jazz) na imprensa ena rádio. E mais tarde, progressivamente, divulgadores como Manuel Jorge Veloso, José Duarte e outros, difundiram o jazz na imprensa, na rádio e na televisão. No final dos anos 1990, o jazz chega à internet e, no inicio do século XXI, aos blogues e às redes sociais.

Ao longo desta sessão pretende-se, em suma, traçar um breve historial e reflectir em torno da forma como o jazz foi tratado pelos vários meios de comunicação social em Portugal,desde meados os anos 1920 até aos nossos dias. No final da sessão será aberta uma fase de discussão, em que os participantes poderão intervir.

Publicado por António Branco às 08:17 AM | Comentários (0) | TrackBack

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Novos (2) - Recensão de alguns dos melhores novos discos portugueses e internacionais lançados nos últimos meses. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

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outubro 09, 2009

JNPDI! COMEMORA SEXTO ANIVERSÁRIO

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Para assinalar o seu sexto aniversário, o blogue Jazz no País do Improviso (http://www.jnpdi.blogspot,com) convidou o saxofonista Art Themen e o pianista Robin Aspland para um concerto que se realiza esta noite, no Centro Cultural de Cascais, a partir das 21h30. A entrada é livre.

Nascido em 1939, em Inglaterra, Art Themen iniciou a sua carreira musical com o Cambridge University Jazz Group e envolveu-se posteriormente no movimento britânico dos Blues, tocando com Eric Clapton, George Harrison, Joe Cocker e John Mayall. Nos anos 60 e 70 radicou-se definitivamente no Jazz, colaborando com Ronnie Scott, John Dankwort, Dave Holland e alguns dos mais destacados músicos norte-americanos. Em 1974 deu início a uma longa parceria musical com Stan Tracey. Presentemente, dedica-se essencialmente ao quarteto que mantém com o pianista Frank Giasullo.

Robin Aspland nasceu a 6 de Dezembro de 1961, em Leeds, Inglaterra. Em 1984, após ter estudado música na Roundhay High School, Aspland mudou-se para Londres e na década de 90 ganhou fama no círculo de jazz britânico, tendo tocado com artistas como Iain Ballamy, George Coleman, John Dankworth, Cleo Laine, Pete King, Dick Morrissey, Orphy Robinson, Arturo Sandoval, Ronnie Scott, Bobby Watson, Kenny Wheeler e Van Morrison. Ao longo dos anos, Aspland continuou a construir uma sólida reputação como um excelente e inventivo solista, sendo igualmente conhecido e respeitado como um talentoso sideman e especialmente como acompanhante de cantores, entre os quais Liz Fletcher, Karen Lane, Martin de Claire, Curtis Stigers e Anita Wardell.

Publicado por António Branco às 07:58 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 08, 2009

CUMPLICIDADE EM CONCERTO

O duo Cumplicidade - com Júlio Resende (piano) e Vânia Fernandes (voz), acompanhados por João Custódio (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria) - está hoje no Ondajazz (http://www.ondajazz.com) e amanhã na Fábrica de Braço de Prata (http://www.bracodeprata.com), às 23h00.

Publicado por António Branco às 12:21 PM | Comentários (0) | TrackBack

CASCAIS JAZZ DE REGRESSO

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Em memória a Luís Vilas-Boas, a ProJazz/DM-Produções, decidiu, após consulta e aprovação dos seus herdeiros, registar a marca Cascais Jazz e voltar a realizar um festival de jazz inspirado no mesmo nome. As datas para o regresso deste novo "Cascais Jazz" estão já marcadas para 4, 5 e 6 de Dezembro deste ano, sendo o local escolhido para a realização dos cinco concertos que compõem o seu cartaz o Auditório do Centro de Congressos do Estoril.

No comunicado de imprensa pode ler-se que se "trata de procurar reviver a maior iniciativa na área do Jazz alguma vez realizada, não só em Portugal mas também na Península Ibérica, dando-lhe oportuna continuidade e assim prestando uma justa homenagem à sua importância histórica."

Na sua primeira edição, o evento apresenta alguns grandes nomes do jazz ainda em actividade e escolhidos de entre os que tenham actuado no mítico Pavilhão do Dramático de Cascais entre 1971 e 1980, ano em que o Cascais Jazz mudou de palco e se transferiu para o Pavilhão dos Salesianos. A par desses nomes históricos, outros músicos e grupos que estarão a seu lado no festival pertencerão a gerações mais recentes, embora mantendo fortes relações com a tradição do jazz.

O elenco deste ano será anunciado muito brevemente.

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outubro 07, 2009

PORTUGAL JAZZ HOJE EM VISEU COM RED TRIO

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O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz está hoje em Viseu (Teatro Viriato, 22h00), com um concerto do RED Trio, formado por Rodrigo Pinheiro (piano), Hernâni Faustino (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria).

Em entrevista concedida a Rui Eduardo Paes na última revista jazz.pt (Setembro/Outubro 2008), o contrabaixista do Red Trio, Hernâni Faustino, apresentou os objectivos que movem os músicos neste grupo formado há pouco mais de um ano: “O jazz é o motivo, a inspiração e o ponto de partida para a música do Red Trio. Para nós, jazz é sinónimo de improvisação e esta é a nossa forma de tocar, livre e que nada tem que ver com a tradição do trio de piano jazz, em que o piano tem sempre um papel preponderante, suportado por uma secção rítmica que raramente ganha o mesmo destaque. No nosso trio procuramos fazer uma improvisação simbiótica em que todos os elementos tenham uma participação forte, o que faz com que o nosso som se revele bastante equilibrado, sem haver a predominância de um instrumento sobre outro.” Para além da constante procura de equilíbrio entre as diferentes contribuições, há outro elemento que faz com que a música do Red Trio surja destacada no panorama da música actual portuguesa. Para Hernâni “[a] nossa abordagem é muito depurada, com influências do jazz, sim, mas também da improvisação europeia e da música contemporânea.”

Mais informação em: http://portugaljazz.blogs.sapo.pt.

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outubro 06, 2009

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã Filipe Melo/Bruno Santos feat. Paulinho Braga, com
Paula Oliveira (voz), Bruno Santos (guitarra), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Paulinho Braga (bateria) + (coro: Marta Hugon, Joana Machado, Mariana Norton, Isabel Campelo e Margarida Campelo).

Na quinta, sexta e sábado apresenta-se o Mário Santos “Bloco A4”, com Mário Santos (saxofone tenor), Miguel Moreira (guitarra), António Augusto Aguiar e Marcos Cavaleiro (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hotclubedeportugal.org, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 08:19 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 04, 2009

LED ON HOJE NO RENHAU-NHAU

Os Led On - a banda de tributo aos Led Zepellin - constituída por Paulo Ramos (voz), Zé Nabo (baixo), Alexandre Frazão (bateria), Manuel Paulo (teclados) e Mário Delgado (guitarra) - está hoje no bar renhau-nhau (av. Gen. Humberto Delgado, na Costa da Caparica).

Mais informação em: http://www.renhau-nhau.com.

Publicado por António Branco às 07:10 AM | Comentários (0) | TrackBack

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?" poderemos escutar Adriana, Frank Sinatra, Chris Connor, Julie London, Peggy Lee, Dean Martin e Melody Gardot. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque o pianista Borja Cao (até sexta, 9). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Andrea Brachfeld (segunda, 5), Red Garland (terça, 6) e Pepper Adams (quarta, 7), Marty Ehrlich / Herb Geller (quinta, 8) e Coleman Hawkins (sexta, 9). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM) e a Antena 2 em 91.1 FM.

Publicado por António Branco às 06:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 03, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Novos (1) – Novos Discos (1) - Recensão de alguns dos melhores novos discos portugueses e internacionais lançados nos últimos meses. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:01 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 02, 2009

RENDEZVOUS FESTIVAL 2009 EM SETÚBAL

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Está aí a segunda edição do Rendezvous Festival Setúbal, a acontecer na referida cidade nos dias 22, 23, 24 e 25 de Outubro de 2009, nos espaços do Club Setubalense.

Procurando explorar a ligação entre o jazz e a música experimental, o cartaz do festival apresenta, em 2009, artistas cujo trabalho se tem pautado pelo estudo e dedicação à experimentação de sonoridades e improviso, sendo igualmente completado pela projecção de videogramas que contribuem para o desenvolvimento musical pessoal.

Como tal, o cartaz deste ano contará com Benôit Delbecq (FR), Sei Miguel (PT), Jason Kahn & Manuel Mota (US + PT), Mikado Lab (PT), These Mountains (UK), Glaciers (UK) e Coclea (PT).

Serão ainda projectadas as películas "Blow Up", "On The Edge" e "Wild Combination".

Por forma a facilitar o acesso da população ao Festival, a World Community of People, organizadora do Rendezvous Festival Setúbal, procurou manter a sua política de preços acessíveis, definindo os preços dos bilhetes em 13 euros (bilhete diário) e 23 euros (passe de 4 dias).

Mais informação poderá ser obtida junto do sítio www.rendezvousinfo.org.

Publicado por António Branco às 06:47 AM | Comentários (0) | TrackBack

outubro 01, 2009

ANGRAJAZZ 2009 ARRANCA AMANHÃ

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Arranca amanhã a décima-primeira edição do Angrajazz, prestigiado festival que se realiza em Angra do Heroísmo nos dias 2, 3 e 4 de Outubro.

O programa dos concertos é o seguinte:

2 de Outubro (sexta-feira)

21h30 - Orquestra Angrajazz com Hugo Alves

23h30 - Jane Monheit Quarteto

3 de Outubro (sábado)

21h30 - Mário Laginha Quarteto

23h30 - Henry Texier Strada Sextet

4 de Outubro (domingo)

21h30 - Chano Domínguez Trio

23h30 - Charles Lloyd New Quartet

Mais informação em http://www.angrajazz.com.

Publicado por António Branco às 07:58 AM | Comentários (0) | TrackBack

PORTUGAL JAZZ AMANHÃ NO MONTIJO

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O Portugal Jazz continua na estrada, desta feita com paragem agendada amanhã no Cinema Teatro Joaquim d'Almeida, no Montijo.

O concerto será com o Miguel Martins Trio "Samadhi", com Miguel Martins (guitarra), João Frade (acordeão) e Paulo Bandeira (bateria).

O nome “world jazz trio” indica, desde logo, os intentos e posicionamento deste grupo, feito do encontro de três músicos de inegável qualidade e importância no contexto da música jazz no nosso país. Miguel Martins é a força impusionadora de um projecto onde pontuam dois instrumentistas reconhecidos: por um lado, o jovem João Frade, múltiplas vezes galardoado pela sua mestria do acordeão e agora a demostrar o seu gosto pela improvisação em contextos jazzísticos; por outro, um dos mais sólidos nomes da bateria no nosso país, Paulo Bandeira. Razões de sobra para não perder a passagem do mais abrangente festival de jazz do nosso país pelo Montijo.

Mais informações em: http://portugaljazz.blogs.sapo.pt.

Publicado por António Branco às 06:39 AM | Comentários (0) | TrackBack