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abril 30, 2009JAZZ EM AGOSTO 2009A edição 2009 do Jazz em Agosto na Fundação Calouste Gulbenkian - que este ano decorrerá entre 1 e 9 de Agosto, sob o conceito Ícones e Inovadores -, volta a apresentar personalidades do jazz contemporâneo que têm forjado novas linguagens e novas identidades, ao longo do último quarto de século. O Jazz em Agosto volta a exibir um conjunto de propostas judiciosamente escolhidas, procurando efectuar uma selecção da realidade do jazz que abre novos caminhos. A programação contempla o berço do jazz, os Estados Unidos da América, mas não só, acreditando num novo equilíbrio mundial em matéria de jazz e de música improvisada. Aqui fica o programa completo deste Jazz em Agosto: 1 de Agosto (sábado 21h30, Anfiteatro ao Ar Livre ) "Estreado no New Jazz Meeting 2004, em Baden-Baden, o projecto Sequel conhece, em concerto inaugural no Jazz em Agosto 2009, a sua segunda exposição pública. George Lewis, trombonista de excepção e que também cultiva, com autoridade, a expressão electroacústica, cria um híbrido que estabelece direcções estéticas diversas. O espírito da AACM de Chicago é, aqui, visível, fundamentando-se na época em que os músicos pertencentes a esta Associação se estabeleceram na Europa (1969), fugindo ao ostracismo no seu país e estabelecendo conexões com improvisadores da primeira geração europeia. Sequel é dedicado ao trompetista Lester Bowie, membro ilustre da AACM e do Art Ensemble of Chicago, que actuou no Jazz em Agosto 1987." (texto da organização) 2 de Agosto (domingo, 15h30, Auditório Três) "Fundada em 1965, a AACM, Association for the Advancement of Creative Musicians de Chicago, adquiriu uma crescente reputação internacional. Seguindo o exemplo dos seus faróis Muhal Richard Abrams, Anthony Braxton, Art Ensemble of Chicago e Steve McCall, novas gerações encorparam o movimento, das quais surgiram nomes como o de George Lewis, em 1971, que foi compilando ao longo dos anos a obra «A Power Stronger than Itself/ The AACM and American Experimental Music», editada em 2008, cobrindo com monumentalidade em 690 páginas, um universo multicultural único nas suas relações com Nova Iorque e Paris, tema da conferência a proferir." (texto da organização) 2 de Agosto (domingo, 18h30, Auditório Dois) "O projecto Rough Americana estabelece um oásis de abstracção num universo onde nem tudo é samplado. Os seus oficiantes descrevem-no como uma mistura de folk egípcio e de pan africanismo com transmissões de rádio e televisão, notícias, hardcore punk, militarismo, encarando seriamente um processo de desconstrução musical e criando um território sónico radical, manifestação experimental na qual também se inscreve o activismo político de DJ Mutamassik e Morgan Craft." (texto da organização) 2 de Agosto (domingo, 21h30, Anfiteatro ao Ar Livre) "Nublu é um clube alternativo no Lower East Side de Nova Iorque, também sede de uma editora discográfica, onde se reúnem, regularmente em concerto, desde 2006, músicos residentes de origens variadas, que se submetem à visão de Butch Morris materializada no processo que inventou, a condução (Conduction ®). Vocabulário de sinais e gestos que activam, constroem ou modificam, em tempo real, uma composição ou arranjo musical, a condução sobrepõe-se a estruturas sociais e culturais, afirmando-se independente de estilo e categoria, pois os seus músicos tocam apenas o que sabem tocar, mas no seu melhor plano. Butch Morris estreia no Jazz em Agosto 2009 a sua obra Conduction ® Nº 186, Nublu 12, com uma formação diferente das anteriores desta orquestra de constituição variável." (texto da organização) 6 de Agosto (quinta-feira, 21h30, Anfiteatro ao Ar Livre) "Estreado em 2005 no Festival of New Trumpet Music de Nova Iorque e consagrando-se no Chicago Jazz Festival 2008, este novo projecto de Dave Douglas, uma brass band, evoca o trompetista Lester Bowie na sua Brass Fantasy, grupo de referência nos anos 1980/90, bem como o actual presidente dos E.U.A, na composição Barack Obama, revelando aqui a sua consciência política. Músico de referência no jazz actual com ilustre carreira e receptor de inúmeras distinções, Dave Douglas considera igualmente importante celebrar os predecessores do trompete jazz e explorar os legados de Otis Redding, Marta Wainwright, John Mayer, Missy Elliott e das antigas brass bands. Quatro instrumentos extensivos da voz humana por excelência, acrescidos de bateria e que, tocados por músicos exímios, traduzem um espírito de música pura." (texto da organização) 7 de Agosto (sexta-feira, 18h30 - Auditório Dois) "O mundo do jazz e da improvisação já assinalou Peter Evans (n. 1981), revelado por Evan Parker, como trompetista de excepção. Membro da comunidade musical de Nova Iorque, desde 2003, cidade para onde se deslocou depois de uma graduação em trompete clássico no Oberlin Conservatory of Music, Ohio, tal como Evan Parker, este trompetista adapta técnicas multifónicas e de sopro contínuo, ultrapassando, contudo, a similaridade, oferecendo a sua visão enciclopédica e fracturada da história do jazz com um virtuosismo em nada gratuito." (texto da organização) 7 de Agosto (sexta-feira, 21h30 - Anfiteatro ao Ar Livre) "Buffalo Collision é o mais improvável super grupo, reunindo dois terços do trio The Bad Plus, Ethan Iverson e Dave King, e dois singulares e já consagrados improvisadores, Tim Berne e Hank Roberts, da cena vanguardista de Nova Iorque, desde 1980. Juntando duas gerações, o efeito de colisão do quarteto, confortável, assinale-se, é moldado no instante a partir de material improvisado, sem prévia composição. Tendo marcado o Festival de Jazz de Saalfelden 2008, Áustria, o quarteto, em supremo equilíbrio, dilata o tempo e o espaço, combinando, com sabedoria, liberdade e ordem." (texto da organização) 8 de Agosto (sábado, 15h30 - Auditório Três) "As sessões de gravação em estúdio da obra consagrada de Carla Bley e Paul Haines, «Escalator Over The Hill», uma jazz-opera, filmadas por Steve Gebhardt deram a conhecer o processo criativo de trabalho dos músicos intervenientes. Trata-se de um filme que levou 30 anos a ser concluído, estreando-se em 1999 no Festival de Cinema de Locarno. O histórico elenco das sessões com Jack Bruce, Don Cherry, Don Preston, Sheila Jordan, Charlie Haden, John McLaughlin, Jeanne Lee, Michael Mantler, Roswell Rudd, Howard Johnson, Paul Motian e LeRoy Jenkins, entre outros, confere ao documento uma extraordinária importância." (texto da organização) 8 de Agosto (sábado, 18h30 - Auditório Dois) "a relação ancestral da voz e instrumentos de sopro se baseia este original tandem que integra um tratamento electrónico pouco usual e sofisticado, explorando novas possibilidades no seu campo. As metamorfoses musicais que se produzem a dois, no acto e na resposta, na criação de espaços, na catadupa de sons e formas, recriam zonas polifónicas, tensões aurais, landscapes e novos horizontes de som." (texto da organização) 8 de Agosto (sábado, 21h30 - Anfiteatro ao Ar Livre) "Outra dimensão de Peter Evans, o trompetista revelação, na qual a sua sintonia pelo cancioneiro do jazz é mais evidente, subvertendo-o, contudo, com densas e labirínticas estruturas. A linguagem do quarteto, vital e hiperactiva, é, no entanto, reconhecível, fluxo equilibrador entre o composto e o improvisado. Jazz exploratório e irreverente de uma nova geração que começa a afirmar-se com autoridade." (texto da organização) 9 de Agosto (domingo, 15h30 - Auditório Três) "«Imagine the Sound» (1981), de Ron Mann, articula entrevistas e actuações de Cecil Taylor, Paul Bley, Archie Shepp e Bill Dixon, figuras maiores da renovação do jazz nos anos 1960, tendo obtido o prémio de «Winner Best Documentary» no Chicago International Film Festival. Realizado quando Ron Mann tinha 23 anos e fora dos clichés do género, o filme é um poderoso documento que homologa o pensamento de uma geração de músicos hoje consagrados e que fizeram avançar decisivamente a linguagem." (texto da organização) 9 de Agosto (domingo, 18h30 - Auditório Dois) "Um quarteto de saxofones com atitude cirúrgica, renegando qualquer catarse ou paroxismo num discurso que redefine o papel do instrumento neste contexto. A nenhum músico se concede preponderância e o sopro colectivo em delicado equilíbrio tonal desenha uma sucessão de modulações. Belamente estruturada, a música deste grupo, improvisada, é profunda e insinuante no seu reducionismo." (texto da organização) 9 de Agosto (domingo, 21h30 - Anfiteatro ao Ar Livre) "Prolífero músico da cena de Chicago, mentor de vários projectos, alguns apresentados no Jazz em Agosto (Chicago Underground Quartet, Mandarin Movie), Rob Mazurek instituiu esta orquestra em 2005. Em 2006, no Festival de Jazz de Guelph, Canada, a orquestra serviu de veículo ao lendário Bill Dixon que lhe atribuiu novas dimensões. Transposta para disco em 2008, esta marcante associação, de imediato reconhecida, caleidoscópica, multidireccional e em constante mutação, encerra condignamente o Jazz em Agosto 2009." (texto da organização) Informação completa em: http://www.musica.gulbenkian.pt/jazz. |
abril 29, 2009A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje um concerto a solo pela pianista Paula Sousa. Amanhã, sexta-feira e sábado apresenta-se o Desidério Lázaro Quarteto, com Desidério Lázaro (saxofone tenor), João Firmino (guitarra), João Hasselberg (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
abril 28, 2009VIVA A MÚSICA LIVRENos “Dias da Música em Belém”, que decorreu durante todo o passado fim-de-semana, celebrou-se à beira Tejo, no Centro Cultual de Belém, em Lisboa, o legado inesgotável de Johann Sebastian Bach, referência maior na história da música. Eis algumas notas telegráficas do que por lá se viu e ouviu. 24 de Abril , Grande Auditório, 23h30 Ainda na sexta-feira à noite, o pianista do norte-americano Uri Caine apresentou a sua abordagem pessoalíssima das Variações Goldberg, acompanhado pelo contrabaixista John Hebert e pelo baterista Ben Perowski. Numa leitura sinusoidal de uma das obras seminais de Bach – em celebrado disco expandiu as 30 variações originais para mais de 70 –, Caine seleccionou para a ocasião algumas delas e reconfigurou-as para o formato de trio piano-contrabaixo-bateria. Ousado exercício de contaminação com elementos provenientes de outros universos musicais, recorreu desde formas pianísticas de diferentes períodos da história do jazz (do ragtime a técnicas mais inovadoras), ao gospel, até ritmos sul-americanos e bossa-nova. Apesar dos calafrios causados aos puristas, trata-se de uma proposta sempre estimulante, para mentes abertas a estes cruzamentos estéticos. Um concerto que sem deslumbrar, teve óptimos momentos. 25 de Abril , Pequeno Auditório, 14h00 Em dia de comemoração do 35º aniversário do 25 de Abril de 1974, ao início da tarde, apresentou-se para um recital a solo, Bernardo Sassetti, que cruzou as heranças musicais de duas das suas maiores referências pessoais: Bach e Thelonious Monk. Sempre comunicativo, referiu que numa altura em que se encontrava a preparar o disco “Indigo”, estudou afincadamente ambos os compositores, daí resultando uma aproximação ao seu universo e ao entrecruzamento dos respectivos legados. Na primeira peça apresentada, o pianista bebeu directamente da fonte inspiradora de Bach. Depois foi ao encontro de “Blue Monk”, habitual nas prestações ao vivo, com a sua abordagem percussiva e clusters dissonantes. Um pouco à imagem do mestre de Leipzig, também Sassetti procurou inspiração no cancioneiro popular como base para a improvisação. Patenteou o seu candente lirismo numa outra peça de grande beleza. No final voltou a Monk, interpretando “Well, You Needn´t”. 25 de Abril , Pequeno Auditório, 20h00 O fascínio pela escrita a vozes e pela técnica do contraponto, levou o pianista e compositor Mário Laginha – também ele fortemente influenciado por Bach – a escrever uma série de fugas, compiladas depois no aclamado disco “Canções e Fugas”, editado em 2006. Foi parte deste repertório, entrecortado por algumas peças improvisadas, que constituiu o cerne do programa da sua aparição nos “Dias da Música em Belém”. A abrir, uma peça de beleza esmagadora, a que se seguiram outras, reveladoras de um talento ímpar e de uma apurada sensibilidade. Ao longo de um excelente recital, Laginha desencadeou uma verdadeira torrente de emoções, partindo de referências basilares para dar asas a uma renovada capacidade de deslumbrar quem escuta a sua arte. Os grandes músicos são assim mesmo. Em dia de aniversário, teve direito a “Parabéns a Você”, que agradeceu emocionado. 25 de Abril , Pequeno Auditório, 22h00 A bisar nestes “Dias da Música”, o pianista, compositor e arranjador nova-iorquino Uri Caine recebeu “carta branca” da organização do evento – atenta à sua cultura musical e, sobretudo, à sua irreverência estética – para apresentar novas leituras de obras de Mozart, Mahler e Verdi. Acompanhado novamente por Hebert e Perowski, começou por um medley pontuado por referências a Mahler (com outras breves citações pelo meio, de entre as quais uma à bem conhecida marcha fúnebre de Chopin). Melhor ainda foi um olhar pessoal sobre “Otelo”, de Verdi, com todas as suas cambiantes melódicas, aqui verdadeiramente reequacionadas. Contrabaixista e baterista estiveram irrepreensíveis no seu trabalho de interacção e escuta mútua, revelando-se pilar essencial na construção do coeso som do trio. Em jeito de farpa à administração Bush, tocou uma peça de contornos mais bluesy, onde, em forma de música perguntou: “What Have You Done To Our Country?”. Num primeiro encore, o pianista regressou para a interpretação de uma belíssima peça em solo absoluto. O público quis mais e três músicos voltaram ao palco para uma derradeira e empolgante peça. Excelente concerto de jazz. 25 de Abril , Grande Auditório, 23h30 Devido à sua aura quase lendária e por se estar a comemorar meio século da edição do histórico “Play Bach”, a actuação do trio do pianista francês Jacques Loussier era tida como um dos momentos mais aguardados destes “Dias da Música”, no que à vertente jazzística dizia respeito. Este trio, fundado em 1959, completa-se hoje com o contrabaixista Benoit Dunoyer de Segonzac e o baterista André Arpino. O veterano Loussier começou por apresentar duas das obras mais conhecidas de Bach, a “Fuga n.º 5 em Sol Maior” e o “Coral n.º 1”, ganhado, desde logo, os favores do público presente. Sucederam-se uma e outra peças, mas foi-se apoderando de mim aquela sensação irreversível de aborrecimento por aquilo que se desenrolava em palco. O contrabaixista desdobrava-se em intervenções na sua maioria redondas e desprovidas de grande alma. O baterista esteve particularmente bem no trabalho de pratos mas revelou-se algo “quadrado”, abusando do estilo “ginasta”, como disse um dia António Pinho Vargas acerca deste tipo de prestações. Um concerto que ficou aquém do esperado. 26 de Abril , Sala Sophia de Mello Breyner, 15h00 Esta era uma das propostas destes “Dias da Música” que pessoalmente aguardava com maior expectativa. Depois de não ter vingado uma outra experiência conjunta, o trio Contra3aixos (falta Zé Eduardo para completar o triunvirato), Carlos Bica e Carlos Barretto – duas referências maiores do contrabaixo em Portugal – voltam a reencontrar-se em palco, desta feita para celebrar o legado de Bach, transportando-nos para outras latitudes sonora. Donos de personalidades musicais bem vincadas e distintas – com Bica mais melódico e austero, Barreto mais percussivo e temperamental –, os dois músicos preparam um repertório assente quer em material escrito quer em improvisações. E foi por aqui mesmo que começaram, com uma peça totalmente improvisada, de onde ressaltavam elementos claramente devedores do universo de Bach. Seguiram-se peças da autoria de ambos, como “2009” (de Bica), “Oráculo” (de Barretto) ou “Believer” (título do disco mais recente do trio Azul, de Bica) com os dois músicos a alternarem os papéis de suporte rítmico e de desenho das linhas melódicas, explorando diferenças e sublinhando empatias. numa notável mostra de desempoeiramento e liberdade artística. Do mais que se ouviu, destaco o magnífico “Magnificat em Talha Dourada”, do compositor Eurico Carrapatoso, numa interpretação da Orquestra do Algarve, sob a direcção de Cesário Costa, do Grupo Vocal Olisipo e do soprano Angélica Neto. Verdadeiramente sublime este “cruzamento de referências e a esta tapeçaria de múltiplas cores e tecidos” (nas palavras do próprio compositor), de entre as quais uma melodia popular alentejana, “Ó Meu Menino”. Para o ano que vem, a quarta edição dos “Dias da Música em Belém” terá como lema base as “paixões da alma”, no qual, pelo menos em antecipação, tudo cabe... Alia jacta est... |
abril 26, 2009WILLIAM PARKER EVOCA CURTIS MAYFIELD NO PORTOIntegrado no Ciclo "Música e Revolução", a Casa da Música (Porto) apresenta esta noite (22h00, Sala Suggia), o espectáculo "The Inside Songs of Curtis Mayfield" por uma formação liderada pelo contrabaixista norte-americano William Parker. Curtis Mayfield foi o criador de vários hinos da luta pelos direitos civis nos EUA, no início dos anos 60. O alcance político e social da sua mensagem estava bem patente em temas que compôs para o grupo The Impressions e, mais tarde, no período do Orgulho Negro. "People Get Ready", "I am so proud" e "Freddie's Dead" são alguns desses temas agora retomados por este projecto do contrabaixista William Parker. A música de Mayfield, que foi também pioneira a nível estético abrindo portas a géneros como o funk, encontra um novo fôlego nos arranjos e interlúdios originais criados por Parker. A formação é constituída por Amiri Baraka (voz), Leena Conquest (voz e dança), Lewis Barnes (trompete), Darryl Foster (saxofones), Sabir Mateen (saxofones), Dave Burrell (piano), William Parker (contrabaixo e arranjos) e Hamid Drake (bateria). |
JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Four Lads, Four Freshmen, Dinah Shore, Harry Belafonte, Ella Fitzgerald, Elvis Presley e Nina Simone. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Benny Goodman trio e quarteto (até sexta, 1 de Maio). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50. Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Benny Golson (segunda, 27), John Coltrane e Archie Shepp (terça, 28), Bud Powell (quarta, 29), jazz da Galiza (quinta, 30) e Art Tatum e Ben Webster (sexta, 1). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
abril 25, 200925 DE ABRIL. SEMPRE!25 DE ABRIL. SEMPRE! |
AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais (9) – A Big Band da Rádio Dinamarca, sob a direcção de Nicolaj Bentzon, num concerto na Casa da Rádio dinamarquesa de Copenhaga, em 14 de Outubro de 2006. Gravações Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
PAULO CURADO E KEN FILIANO ENCERRAM O ISSUE II - JAZZ STORE FESTTermina hoje o ISSUE II - JAZZ STORE FEST, realizado pela Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) com uma dupla constituída pelo saxofonista e flautistaPaulo Curado e pelo contrabaixista norte-americano Ken Filiano. 25 de Abril | 21h30 Paulo Curado (saxofone alto, soprano e flauta) e Ken FIiliano (contrabaixo). "A improvisação tem um idioma: o jazz. Nada de mais natural, tendo em consideração que este género musical cunhou um particular relacionamento entre o que é composto (escrito) e o que é improvisado e definiu uma boa parte das próprias técnicas improvisação, além de que formulou um (na verdade vários) modelo estético. Ser “músico de jazz” vai significando que se é um músico plural, e se verificarmos o percurso de Paulo Curado é isso precisamente o que confirmamos: responsável igualmente de múltiplas bandas sonoras para desenhos animados infantis (o que quer dizer que tem boas noções quanto à eficácia de uma melodia) e para teatro (o mesmo relativamente à criação de atmosferas), ele é bem o exemplo do artista aberto e sem preconceitos. O Sol e a Terra a dançarem um com o outro. Esta apresentação em dueto com o contrabaixista Ken Filiano, músico experimentado e sólido, que se move particularmente bem em contextos de maior liberdade surge depois do aclamado disco editado em 2007 pela Clean Feed: The Bird, The Breeze and Mr. Filiano com o trio O Lugar da Desordem. (texto da organização) Os bilhetes custam € 5, excepto dia 15, que custa € 10. Todas as entradas têm direito a uma bebida. |
abril 24, 2009ISSUE II - JAZZ STORE FEST HOJE COM O TRIO DE NOBUYASU FURUYA + NUNO REBELOContinua esta noite o ISSUE II - JAZZ STORE FEST, realizado pela Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) com o trio do saxofonista japonês Nobuyasu Furuya, a que se junta o guitarrista e manuipulador de electrónicas Nuno Rebelo. 24 de Abril | 21h30 Nobuyasu Furuya (saxofone tenor, clarinete baixo e flauta), Hernâni Faustino (contrabaixo), e Gabriel Ferrandini (bateria) + Nuno Rebelo (guitarra, electrónicas). "Japonês de nascimento, mas presentemente a viver em Lisboa depois de uma estadia em Berlim, Nobuyasu Furuya veio agitar as águas da cena jazzística e improvisada portuguesa com o seu sopro ora extremamente possante (algures entre Archie Shepp e Peter Brotzmann), ora controlado com um rigor implacável (o mesmo das cerimónias de chá, das árvores bonsai e dos jardins de pedra tipicamente nipónicos), nos seus três instrumentos de eleição: o saxofone tenor, o clarinete baixo e a flauta. Interessou-se pela música clássica otomana, que estudou na Turquia. Por cá, teve muito aplaudidos encontros com três dos mais internacionais praticantes da improvisação, Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues e Rodrigo Amado, mas foi com o contrabaixista Hernâni Faustino e o baterista Gabriel Ferrandini que formou o trio que ora se apresenta. Com tais músicos na secção rítmica, conhecidos pelo impacto das suas prestações, o seu propósito é claro: mostrar que a “new thing” nascida na década de 1960 ainda não morreu. Nuno Rebelo, após um início de carreira nos anos 1980 onde ganhou visibilidade como líder dos Mler Ife Dada, dedicou-se às músicas experimentais e à composição de música para dança, teatro e cinema. Foi o autor do hino da Expo’98 e é hoje reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes guitarristas portugueses da música improvisada. Em 1993, começou a aplicar à guitarra portuguesa as técnicas até então desenvolvidas na guitarra eléctrica, tendo-a baptizado de guitarra portuguesa mutante." (texto da organização) A segunda edição do Jazz Store Fest termina amanhã, sábado. Os bilhetes custam € 5, excepto dia 15, que custa € 10. Todas as entradas têm direito a uma bebida. |
DIAS DA MÚSICA EM BELÉMDurante todo este fim de semana (24, 25 e 26 Abril) estão de regresso ao Centro Cultural de Belém (CCB) os Dias da Música em Belém, desta feita sob o signo da herança de Johann Sebastian Bach. Nesta terceira edição, os Dias da Música em Belém procuram explorar as pegadas deste mestre barroco reveladas pela influência que a sua música teve noutros compositores. Como compositor-charneira, Bach, para lá de absorver e transformar à sua maneira a música que havia sido feita no passado, influenciou determinantemente todas as gerações futuras de compositores, até aos dias de hoje. Por que razões é que este compositor se tornou num marco fundamental da história da música e da cultura ocidental? De que forma é que a sua música e as inovações por si introduzidas tiveram repercussões tão profundas ao longo dos séculos? Sabendo que esta herança é monumental, virtualmente infinita mesmo, a dificuldade não residiu tanto na escolha de compositores e obras, mas antes na consciência de que muitos tiveram que ficar de fora. No que diz respeito ao jazz e à música improvisada, o cartaz também é muito interessante. Uri Caine e Jacques Loussier (que no CCB vai comemorar os 50 anos do disco que o tornou famoso - "Play Bach"), vão dividir os palcos com os portugueses Mário Laginha, Bernardo Sassetti, João Paulo Esteves da Silva, e os contrabaixistas Carlos Bica e Carlos Barretto que estrearão o projecto Bach Bica Barretto. Para complementar a programação musical dos Dias da Música, haverá ainda conversas e conferências, pianos espalhados por todo o CCB, concertos de entrada gratuita no espaço Música Livre, euma programação especialmente pensada para toda a família. Os preços vão desde os € 8 (Grande Auditório, galerias € 5), € 6 (todas as outras salas; Sala Amália Rodrigues e concertos para as Famílias € 4) e € 3 (bilhete de entrada no recinto, com acesso exclusivamente às actividades paralelas). |
INJAZZ 2009 EM MONTEMOR-O-VELHOO Injazz 2009 irá passar por Montemor-O-Velho, nos dias 25 de Abril e 9 de Maio . Os concertos terão lugar no Teatro Esther de Carvalho (a entrada para cada concerto custa € 2,5), com a seguinte programação: 25 de Abril (sábado, 21h30) "João Paulo nasceu em Lisboa em 1961 tendo iniciado o estudo de piano aos 4 anos. Mais tarde estudou piano e composição no Conservatório Nacional e rumou a Paris com uma bolsa do governo português. Permaneceu em França entre 1984 e 1992. Desde finais dos anos de 1970, continuando os estudos clássicos e ao mesmo tempo participando em projectos rock, entra seriamente no mundo do jazz e da música tradicional. Toca regularmente em vários países fora de Portugal, nomeadamente Alemanha e França. Colaborou com Peter Epstein, Carlos Bica, Ricardo Dias, Mário Franco, Jean-Luc Fillon, Carlo Rizzo, Cláudio Puntin, Samuel Rohrer, Michel Godard, Jarrod Cagwin, Dennis Gonzalez, David Binney, entre muitos outros músicos. Nos últimos anos dedicou particular atenção ao recital de piano solo. Para além do piano e das várias formações em que participa tem activos os projectos em seu nome, Nascer( improvisações sobre melodias portuguesas e sefarditas) e As Sete Ilhas de Lisboa (música improvisada livre). Ana Brandão nasceu em Lisboa, formou-se como actriz no Curso de Actores do Instituto Franco Português.Trabalhou em teatro com várias companhias destacando-se: A BARRACA, O BANDO, ÚTERO. PRIMEIROS SINTOMAS, NOVO GRUPO. Em cinema trabalhou com os realizadores Joaquim Sapinho, Raquel Freire, João César Monteiro, Jorge Cramez, entre outros. Como cantora desenvolve um projecto com o contrabaixista Carlos Bica, de que resultou um cd editado chamado DIZ. João Paulo e Ana Brandão colaboram activamente desde há vários anos e a sua parceria musical em duo resulta da afinidade artística que partilham. Apresentarão em Montemor-o-Velho, no âmbito do festival Injazz a 25 de Abril um espectáculo intitulado “Canções da Revolução”. (texto da organização) 9 de Maio (sábado, 22h00) "António Pinho Vargas nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1951. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras do Porto. Diplomou-se em Composição no Conservatório de Roterdão em 1990, onde estudou 3 anos com o compositor Klaas de Vries, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Ligado ao jazz vários anos, gravou 7 discos com dezenas de composições originais e tocou em muitos países da Europa e nos EUA, com músicos como Kenny Wheeler, Steve Potts, Paolo Fresu, Arild Andersen, Jon Christensen e Adam Rudolph. Gravou Outros Lugares (1983), Cores e Aromas (1985), As Folhas Novas Mudam de Cor (1987), Os Jogos do Mundo (1989) Selos e Borboletas (1991), A Luz e a Escuridão (1996), e a colectânea As Mãos (1998). Compõe também música para teatro e cinema, nomeadamente para os filmes de João Botelho: Tempos Difíceis (1988) - Prémio I.P.C. para a melhor música de Cinema - e Aqui na Terra (1993); Cinco Dias, Cinco Noites (1996), de José Fonseca e Costa - Prémio da melhor música do Festival de Cinema de Gramado (Brasil), Quem és tu? de João Botelho (2001) e O Fascínio, de José Fonseca e Costa (2003) e para as peças de William Shakespeare Hamlet (1987) e Ricardo II (1995), encenadas por Carlos Avilez. Sobretudo a partir da sua estada na Holanda, António Pinho Vargas tem-se dedicado principalmente à composição erudita contemporânea, ocupando lugar de relevo no actual panorama português. Em 2005 estreou a obra Six Portraits of Pain para violoncelo e grande ensemble – Anssi Karttunen, violoncelo e Remix Ensemble dir. Frank Ollu – na inauguração da Casa da Música, no Porto, em 2006 foi estreada a obra para grande orquestra Graffiti [just forms], pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de Lothar Königs e a ópera de câmara A Little Madness in the Spring pelo Remix Ensemble dirigido por Frank Ollu e, em 2007, Um discurso de Thomas Bernard para narrador e orquestra pela Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção de Michael Zilm. Em 2008 estrearam as obras Suite para Violoncelo Solo por Nuno Abreu e Movimentos do subsolo -Quarteto de cordas nº2 pelo Quarteto Verazin. Participou no Festival Other Minds V organizado por Charles AmirKhanian em S.Francisco, EUA, em Março de 1999; no International Music Theatre Workshop de 1999 na Oper-am-Rhein, em Dusseldorf, com a apresentação-video de Os Dias Levantados e obteve em 2001 uma Bolsa da Fundação Rockefeller para uma estadia no Bellagio Study and Conference Center, em Itália. Foi editado em 1995 pela EMI Classics o CD Monodia, com o apoio de Lisboa 94, Capital Europeia da Cultura. O quarteto de cordas Monodia-quasi un requiem foi tocado pelo Quarteto Artis de Viena, The Smith Quartet, e incluido no CD do Arditti String Quartet Portuguese Chamber Music na Etcetera Records. A gravação ao vivo da ópera Os Dias Levantados, foi editada em 2005 pela EMI Classics e em 2008 o CD com as obras Graffiti [just forms], Six Portraits of Pain e Acting Out foi publicado pela Numérica / Casa da Música. O compositor está actualmente a trabalhar num doutoramento em Sociologia da Cultura na Universidade de Coimbra sob a supervisão do Professor Boaventura de Sousa Santos (C.E.S. da Universidade de Coimbra) e na Universidade de Durham (UK) com o Prof. Max Paddison como bolseiro da Fundação da Ciência e Tecnologia." (texto da organização) |
RUSS LOSSING UNDERGROUND TRIO EM BRAGAO Espaço Cultural Pedro Remy, em Braga (cuja programação jazzística está a cargo do José Carlos Santos), apresenta amanhã, pelas 22h00, o Russ Lossing Underground Trio, constituído por Russ Lossing (piano), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Billy Mintz (bateria). "Esta formação oriunda de New York apresenta-se em Braga,depois de uma digressão pela vizinha Espanha. O Underground Trio interpretará temas do disco “Swimming Dragon” que, embora ainda não tenha visto a luz do dia (sairá pela editora suíça HatHut), constitui uma das razões mais fortes para esta mini-tour pela Península Ibérica. De resto, Russ Lossing mantém uma forte ligação com a lisboeta Clean Feed (uma das melhores editoras do mundo, diz a crítica), e Masa Kamaguchi vive na cidade condal (Barcelona) há já algum tempo, pelo que a Península é um dos pontos focais da actuação do trio. Trata-se da re-interpretação do clássico formato do “piano trio”, por parte de músicos que se têm vindo ocupar da quebra de barreiras, outrora quase estanques, entre diferentes abordagens daquilo a que chamamos jazz. Lossing, o “líder” deste projecto, tem sido amplamente elogiado por comentários como aquele que figura no all music guide: “(...) um passo à frente de Paul Bley e de Keith Jarrett sem ser particulamente derivativo de nenhum deles.”. E, se juntamos a um dos renovadores do piano da actualidade o talento de dois dos mais imaginativos mas, simultaneamente, mais sólidos instrumentistas da cena jazz internacional, temos a receita para um espectáculo inesquecível." (texto de organização) |
abril 23, 2009JACC COMEMORA 6º ANIVERSÁRIOAmanhã, pelas 21h30, no Salão Brazil, em Coimbra, o Jazz ao Centro Clube (JACC) celebra seis anos de existência com a apresentação do programa da edição de 2009 do Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra. Na ocasião actuará o Underground Trio, com Russ Lossing (piano), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Billy Mintz (bateria). Esta formação apresenta-se em Portugal depois de uma digressão pela vizinha Espanha. O Underground Trio interpretará temas do disco “Swimming Dragon” que, embora ainda não tenha visto a luz do dia (sairá pela editora suíça HatHut), constitui uma das razões mais fortes para esta mini-tour pela Península Ibérica. De resto, Russ Lossing mantém uma forte ligação com a lisboeta Clean Feed (uma das melhores editoras do mundo, diz a crítica), e Masa Kamaguchi vive na cidade condal (Barcelona) há já algum tempo, pelo que a Península é um dos pontos focais da actuação do trio. Trata-se da re-interpretação do clássico formato do “piano trio”, por parte de músicos que se têm vindo ocupar da quebra de barreiras, outrora quase estanques, entre diferentes abordagens daquilo a que chamamos jazz. Lossing, o “líder” deste projecto, tem sido amplamente elogiado por comentários como aquele que figura no all music guide: “(...) um passo à frente de Paul Bley e de Keith Jarrett sem ser particulamente derivativo de nenhum deles.”. E, se juntamos a um dos renovadores do piano da actualidade o talento de dois dos mais imaginativos mas, simultaneamente, mais sólidos instrumentistas da cena jazz internacional, temos a receita para um espectáculo inesquecível." (texto da organização) |
ISSUE II - JAZZ STORE FEST HOJE COM RAFAEL TORALProssegue o ISSUE II - JAZZ STORE FEST, realizado pela Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) com o Space Collective 2, de Rafael Toral. 23 de Abril | 21h30 Rafael Toral (circuito de ressonância, sintetizador modular, amplificador MT-10 modificado), Ruben Costa (sintetizador digital) "Rafael Toral é actualmente uma das nossas figuras de proa na área da música dita experimental. Prova disso é a bem sucedida digressão mundial de 2008 por diversos países como a Coreia do Sul, Japão, Nova Zelandia e Australia. Este reconhecimento é fruto do trabalho continuado que Toral tem desenvolvido nos ultimos anos em torno do seu projecto de larga escala o “Space Program”. No Issue II, Toral faz-se acompanhar por Ruben Costa, um músico envolvido no projecto One Might Add." (texto da organização) A segunda edição do Jazz Store Fest decorre até ao próximo sábado. Os bilhetes custam € 5, excepto dia 15, que custa € 10. Todas as entradas têm direito a uma bebida. |
abril 22, 2009ISSUE II - JAZZ STORE FEST HOJE COM JÚLIO RESENDE QUARTETOO programa do ISSUE II - JAZZ STORE FEST, realizado pela Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) prossegue esta noite com o quarteto do pianista Júlio Resende. 22 de Abril | 21h30 Desidério Lázaro (saxofone tenor), Júlio Resende (piano), João Custódio (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). "Uma das mais importantes forças da nova geração de músicos portugueses, o pianista Júlio Resende, foi inicialmente orientado por um dos mais significativos pedagogos do jazz nacional, Zé Eduardo, prosseguindo os seus estudos com Rodrigo Gonçalves e Pedro Moreira, outro grande pedagogo português. Resende tem também um background na Música Clássica mas cedo descobriu que não ficava satisfeito em ser apenas um intérprete de peças musicais em que não pudesse improvisar. Decidiu então estudar e trabalhar com os melhores mestres do Hot Clube, New School forJazz and Contemporary Music, Berklee College of Music, e a Bill Evans Academy entre o tempo que passou na Université de St. Denis em Paris. O seu primeiro disco “Da Alma” foi uma estreia promissora. Enraízado na tradição, mas com uma abordagem criativa, aberta e moderna, a sua música é brilhante, colorida, sedutora, intrincada e bela. Este concerto versará sobretudo sobre composições do disco “Da Alma” e do novo disco que aí vem este ano. (texto da organização) Esta segunda edição do festival decorre até ao próximo sábado. Os bilhetes custam € 5, excepto dia 15, que custa € 10. Todas as entradas têm direito a uma bebida. |
MEIO SÉCULO DE "KIND OF BLUE" HOJE NA ANTENA 2Na data em que se completam precisamente 50 anos sobre a data da última sessão de gravação de "Kind of Blue" (hoje, 22 de Abril), de Miles Davis, a Antena 2 transmite, entre as 21h00 e as 23h00, uma emissão especial sobre esta obra-prima do jazz ( A emissão terá realização e apresentação de Manuel Jorge Veloso. |
abril 21, 2009A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje um quarteto constituído por Martin Jacobsen (saxofone tenor), Yves Brouqui (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria). Quinta e sexta-feiraapresenta-se o César Cardoso Quinteto, com César Cardoso (saxofone tenor), Filipe Melo (piano), Bruno Santos (guitarra), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). No sábado será a vez de tocar o Franck Amsallem Trio, com Franck Amsallem (piano), Carlos Barretto (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
ENTREVISTA ADRIANA MIKIA propósito do lançamento do seu disco de estreia, intitulado "Sashimiki", o "Improvisos Ao Sul" falou com a cantora Adriana Miki. É brasileira e descendente de japoneses. Tem a música no sangue? Em traços largos, faça-nos uma breve retrospectiva do seu percurso musical... E o jazz? Como o descobriu? Quais as cantoras que elege como referências principais? Define-se como uma cantora de jazz ou este género é apenas parte do que faz? Considera que o jazz cantado tem um maior poder para cativar públicos menos habituados à linguagem do jazz? Que importância atribui às palavras que canta? Fale-nos um pouco sobre o seu disco de estreia, “Sashimiki”. Está satisfeita com o resultado? Como têm sido as reacções ao disco? Está planeada alguma digressão de apresentação do disco? |
abril 20, 2009JAZZ DE A A Z – UMA VIAGEM À HISTÓRIA DO JAZZO Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA), através do seu Clube de Jazz, e o Espaço VOL – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos, vão dar início em Serpa a um curso livre de iniciação à história do jazz, intitulado “Jazz de A a Z – Uma Viagem à História do Jazz”. Tal como outras que o Clube de Jazz do CRBA tem vindo a desenvolver, esta acção visa contribuir para a divulgação deste género musical na região do Baixo Alentejo. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: génese e evolução, principais correntes estéticas e seu enquadramento histórico, músicos e discos mais marcantes, etc.. A iniciativa encontra-se estruturada em oito sessões que decorrerão semanalmente, às quartas-feiras, pelas 21h30, entre 6 de Maio e 24 de Junho, no Espaço VOL (Largo 5 de Outubro, 7, em Serpa), de acordo com a seguinte calendarização: 1ª SESSÃO | 6 de Maio 2ª SESSÃO | 13 de Maio 3ª SESSÃO | 20 de Maio 4ª SESSÃO | 27 de Maio 5ª SESSÃO | 03 de Junho 6ª SESSÃO | 10 de Junho 7ª SESSÃO | 17 de Junho 8ª SESSÃO | 24 de Junho Esta iniciativa surge igualmente como ensejo para reunir os apreciadores do jazz e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de debate, na qual os presentes poderão intervir. As inscrições são gratuitas. Mais informações em http://www.myspace.com/vemos_ouvimos_e_lemos, através dos telefones 284 540 580 (VOL) e 284 312 880 (CRBA) e do e-mail livraria@vol.com.pt. |
abril 19, 2009VOZES 3 ESTA NOITE EM CASTRO VERDEEm concerto integrado na XIX Quinzena Cultural Primavera no Campo Branco, Castro Verde recebe hoje um concerto que reúne três das mais importantes vozes portuguesas do jazz: Maria João, Maria Anadon e Maria Viana. Juntas num projecto intitulado “Vozes 3”, as três cantoras encontram-se nesta noite de domingo (22h00) na Tenda Auditório (Largo da Feira), numa homenagam a Luís Villas-Boas, pioneiro da divulgação do jazz em Portugal. Neste espectáculo serão interpretados temas originais e clássicos do jazz, mas também do cancioneiro norte-americano dos grandes compositores do século XX. A acompanhar as três cantoras estará uma secção rítmica composta por Júlio Resende e João Farinha(piano), Carlos Barreto (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). Os bilhetes custam € 5 e estão à venda no Posto de Informação da Quinzena (286 328 148). |
JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Kristin Asbjornsen, Madeleine Peiroux, Robin McKelle, Laika Fatien, Jill Scott, Norah Jones, Joel Harrison e Stacey Kent. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Bobby McFerrin (segunda, 20), Jay Clayton (terça, 21), Jeanne Lee (quarta, 22), Urszula Dudziak (quinta, 23) e Lauren Newton (sexta, 24). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50. Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Perico Sambeat (segunda, 20) e Sonny Clark (quinta, 23). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
abril 18, 2009AQUI JAZZ+UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais (8) – O trio do pianista norte-americano Matthew Shipp (EUA) num concerto na Old Customs House de Tampere (Finlândia), em 3 de Novembro de 2007; e o quinteto da pianista japonesa Aki Takase num concerto nos Estúdios Rolf Liebermann da NDR de Hamburgo, em 12 de Fevereiro de 2008. Gravações Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
abril 17, 2009JOÃO LENCASTRE GROUP NA VILA DAS AVESO jazz regressa ao Centro Cultural de Vila das Aves com um concerto do quarteto João Lencastre Group, que terá lugar esta sexta-feira, pelas 21h30. A entrada é livre. |
ALÍPIO C NETO QUARTET E IVO PERELMAN TRIO HOJE NA CASA DA MÚSICAEm concerto duplo, a Casa da Música (Porto) apresenta esta noite (a partir das 22h00, na Sala 2) o quarteto do saxofonista pernambucano - a residir entre nós- Alípio C Neto e o trio do saxofonista - também brasileiro - Ivo Perelman. O quarteto de Alípio C Neto é constituído por Alípio C Neto (saxofones), Herb Robertson (trompete), Ken Filiano (contrabaixo) e Michael TA Thompson (percussão). O trio de Ivo Perelman (saxofone tenor) completa-se com o contrabaixista Torbjörn Zetterberg e o violoncelista Daniel Levin. "O saxofonista brasileiro Alípio C. Neto tornou-se, em poucos anos, uma das principais referências da cena free jazz em Portugal. Os vários títulos gravados para a Clean Feed revelam um compositor e improvisador criativo, que explora caminhos entre o hard bop e o free jazz de forma muito pessoal. Desde o álbum norte-americano de 2007 - The Perfume Comes Before The Flower - mantém uma estreita colaboração com alguns dos melhores solistas de Nova Iorque, que o acompanham neste trio. Também brasileiro, o saxofonista Ivo Perelman move-se nos meandros das escolas de free jazz europeia e norte-americana. Com três dezenas de discos no currículo, conquistou os elogios da revista Down Beat e goza de grande prestígio nos circuitos do jazz de vanguarda dos EUA, onde está radicado há mais de vinte anos." (texto da organização) |
CÉSAR CARDOSO APRESENTA NOVO PROJECTOÉ já amanhã, sábado, apresentado o novo projecto do saxofonista César Cardoso, no Teatro Miguel Franco, em Leiria, onde vão ser tocados temas originais feitos para este seu quinteto, que se completa com Bruno Santos (guitarra), Filipe Melo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). César Cardoso, saxofonista, e é um dos músicos da nova geração de músicos de jazz em Portugal. Faz parte de vários grupos de onde se destacam sobretudo a Big Band do Hot Clube de Portugal, os Desbundixie, o Ensemble de Saxofones do Hot Clube de Portugal, entre outros. Já tocou com grandes nomes do jazz nacional e internacional como João Moreira, Alexandre Frazão, Jorge Reis, Pedro Moreira, Jullian Arguelles, Maria João, Mário Laginha, Perico Sambeat, Zé Eduardo, entre muitos outros. |
OTOMO YOSHIHIDE EM DOCUMENTÁRIO
No âmbito da edição 2009 do festival Indie Lisboa será exibido o documentário "Kikoe", de Chikara Iwa, um retrato do universo musical de Otomo Yoshihide, músico que esteve em Portugal por ocasião do concerto de abertura do Jazz em Agosto 2008, na Fundação Calouste Gulbenkian. Este é o documento de um sistema observado a partir de um ponto fixo e esse ponto é o músico Otomo Yoshihide. É um gesto, arbitrário mas perfeito, tanto quanto ligar estrelas por traços e dar nome à constelação.” É assim que o realizador de Kikoe vê o documentário que construiu sobre um dos mais relevantes compositores da música improvisada – o japonês Yoshihide. Trata-se do espelho de um livre-pensador, de um peculiar vanguardista – tanto na música como no espírito. Lembram-se dos Ground Zero? É ele o cérebro por trás do projecto. (Ele que, nascido em 1959, por alturas do liceu já construía os seus próprios gadgets electrónicos). À frente da câmara vamos encontrar, em actuações e entrevistas, músicos como John Zorn, DJ Spooky, Jan Svankmajer, Jonas Mekas, Adachi Masao, Jim O’Rourke, Keiji Haino, Bill Laswell e Fred Frith, entre muitos outros. O documentário será exibido nas seguintes ocasiões: - Domingo, 26 de Abril, , às 19h00, no Auditório do Museu do Oriente; - Domingo, 3 de Maio, às 19h00, no Auditório do Museu do Oriente. |
abril 16, 2009CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 7ª SESSÃOProssegue hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A sétima sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. Esta sétima sessão do curso será subordinada ao tema "Cem Anos Depois: O Jazz na Viragem do Século. Sinopse: Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A entrada é livre. |
PERFOMANCE "TUDO MENOS O SILÊNCIO" EM BEJAO Pax Julia – Teatro Municipal de Beja recebe hoje, amanhã e sábado, pelas 22h00 horas (Sala-Estúdio), a performance “Tudo Menos o Silêncio”, construída a partir da poesia de Eugénio de Andrade, pela companhia de teatro bejense Lêndias D'Encantar. As palavras do poeta serão nesta perfomance revisitadas e interpretadas por um actor (António Revez) e por um músico (o notável contrabaixista de jazz Carlos Barretto). De acordo com declarações do actor à Rádio Voz da Planície "esta performance está, que está em cena no decorrer deste ano", e que "a ideia é que os intervenientes no processo criativo se encontrem apenas no dia do ensaio geral, para sentirem o pulsar um do outro". A não perder, em Beja. |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje, amanhã e sábado, o projecto Marc Demuth 4 & Sofia Ribeiro, com Sofia Ribeiro (voz), Pascal Schumacher (vibrafone), Donald Regnier (guitarra), Marc Demuth (contrabaixo) e Paul Wiltgen (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
abril 15, 2009ISSUE II - JAZZ STORE FEST HOJE COM IVO PERELMAN TRIOProssegue hoje na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) a segunda edição do seu festival ISSUE2 - JAZZ STORE FEST, dedicado ao jazz e à música improvisada. 15 de Abril | 22h00 Ivo Perelman (saxofone tenor e soprano), Torbjorn Zetterberg (contrabaixo) e Daniel Levin (violoncelo). "Como Charles Gayle, Ivo Perelman trouxe para os nossos dias o mesmo conceito que John Coltrane e Albert Ayler tinham para o saxofone tenor: tornar este instrumento no veículo ideal para a mais visceral das expressões, ainda que sublimada por todos os indizíveis da espiritualidade. Enquanto pintor, a sua outra actividade artística, é óbvio o alinhamento do músico brasileiro pelo expressionismo abstracto, muito marcado pelas cores dos trópicos, mas nos discos que gravou está igualmente claro que a sua adopção das coordenadas da “new thing” lhe servem os mesmos propósitos estéticos. O “grito” pode ser a característica mais notória do seu estilo pessoal, mas como em Gayle, Coltrane e Ayler, não se trata de uma manifestação de raiva. Na música de Perelman, o lirismo ganha uma crueza e um grão que os românticos do século XIX não poderiam ter imaginado como uma possibilidade. Os sons vêm-lhe das profundezas da alma e do corpo, sendo nessa medida o reflexo de uma enorme humanidade. Mas não é só: tal como acontece nas telas que pinta, o Brasil está presente na música que nos dá a ouvir. Evocações da bossa nova e do choro emergem dos temas que toca em trio com o violoncelista Daniel Levin e o contrabaixista Torbjörn Zetterberg. Tudo isto faz com que as propostas de Ivo Perelman sejam únicas e inimitáveis, surgindo aos nossos ouvidos com a relevância de algo que tinha inevitavelmente de existir. Porque se não existisse, ficaríamos mais pobres... Ivo Perelman nasceu em São Paulo no primeiro ano de uma década muito especial, 1961. Situando-se na melhor herança do saxofone tenor, a que começou por ser definida por Coleman Hawkins e Ben Webster, associa uma sonoridade forte a um grande apreço pelo trabalho melódico. Radicado em Nova Iorque desde a década de 1980, nem por isso o Brasil deixou de estar presente na sua música. Por exemplo, em “Man Of Forest” presta um original tributo ao compositor clássico brasileiro Heitor Villa-Lobos. Com uma discografia de 32 títulos e um percurso rico em colaborações com a nata da vanguarda jazzística nova-iorquina, Perelman é largamente elogiado pela imprensa internacional especializada. O recente álbum duplo "The Complete Ibeji Sessions" dá bem conta do seu gosto pela música popular e tradicional do Brasil, associando sambas, forrós e as melodias dos índios Tapebas. Mais recentemente, tem-se ocupado em fazer versões de temas da bossa nova e do choro em contexto de free jazz. Comparado em intensidade a Charles Gayle, é o Gato Barbieri dos anos áureos quem o saxofonista tenor (também guitarrista, violoncelista, pianista, clarinetista e flautista) mais faz lembrar devido ao tipo de associações a que procede, introduzindo exotismos afro-latinos no free jazz. Ivo Perelman desenvolve uma carreira paralela como artista visual, utilizando técnicas de "action painting" e "driping painting" inspiradas em Jackson Pollock. (texto da organização) |
JAZZ E ASTRONOMIAAtravés da Gisela Cañamero http://cigarranapaisagem.blogspot.com/ (obrigado!) tive conhecimento de um muito interessante texto da autoria de José António Paixão, professor de Física da Universidade de Coimbra, sobre "Jazz e Astronomia, publicado no último número da revista "Anti-matéria" dos estudantes de Física da Universidade de Coimbra e transcrito pelo blogue "De Rerum Natura"(http://dererummundi.blogspot.com). Para ler aqui: http://dererummundi.blogspot.com/2009/04/jazz-e-astronomia.html. |
DOSE DUPLA NO CCB HOJE COMProssegue amanhã à noite (22h00), na recepção do Módulo I do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até ao final do mêsl, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais. Amanhã é a vez de se apresentarem em duo, o pianista português Paulo Gomes e do saxofonista espanhol Xosé Luís Miguélez. O duo de Paulo Gomes e Xosé Luís Miguélez junta percursos musicais paralelos e muito abrangentes. Embora ambos sejam intrinsecamente músicos de jazz têm-se também exprimido através da música popular portuguesa e galega, passando pela música erudita, o rock e as músicas do mundo. O concerto assenta sobretudo num repertório de originais desta dupla e em standards, tendo por objectivos a improvisação, o diálogo e a diversão com o imprevisível." (texto da organização) A entrada é livre. |
abril 14, 2009ISSUE 2 - JAZZ STORE FEST COM INSTANTÂNEOSArranca hoje na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) a segunda edição do seu festival ISSUE2 - JAZZ STORE FEST, dedicado ao jazz e à música improvisada. Neste programa, são apresentadas algumas das mais contemporâneas vertentes do Jazz e da improvisação não idiomática. O intimismo e o rigor acústico da sala e um público entusiasta, proporcionam o ambiente perfeito para a fruição de cada um dos ensembles presentes. 14 de Abril | 21h30 António Chaparreiro (guitarra), Nuno Reis (trompete), Eduardo Lála (trombone), Jorge Serigado (baixo), Miguel Sá (laptop), Rui Alves (bateria) e Pedro Castello Lopes (percussões). "Groovimpro é o termo que os Instantâneos usam para designar a música que fazem na qual, entre outras inspirações, estão presentes groove e improvisação livre." (texto da organização) |
VISION FESTIVAL XIV, DE 9 A 15 DE JUNHODe 9 a 15 de Junho terá lugar no Abrons Art Center e na Angel Orensanz Foundation, em Nova Iorque, um dos mais prestigiados festivais de jazz do mundo, o Vision Festival, já na sua décima quarta edição. Durante esta edição será homenageado o multi-instrumentista e membro destacada das orquestra de Sun Ra, Marshall Allen, o “A Lifetime of Achievement”. Aqui fica o programa completo do importante evento: 9 de Junho (terça-feira, palco principal) 19h30 Opening Invocation: Hamid Drake/ Patricia Nicholson/ William Parker 20h15 - Brass Bang 22h15 – “Vision of New York”, vídeo de Luciano Rossetti 22h30 Lawrence D. "Butch" Morris Conducts A Chorus Of Poets and String Ensemble “Conduction® No. 187, Erotic Eulogy” 10 de Junho (quarta-feira, palco principal) 19h30 - Special Set 20h30 - Bill Cole’s Untempered Ensemble 11 de Junho (quinta-feira, palco principal) 19h00 - Yvonne Meier’s Score Experimental Theater 19h15 - Instalação vídeo por Lili White 19h45 - David Budbill / Hamid Drake / William Parker 12 de Junho (sexta-feira, palco principal) 19h00 - Miriam Parker (dança), Jason Kao Hwang (violino) e Joseph Daley (tuba). Experimental Theater 17h00 - Discussão “Establishing Rights / Meeting Needs / Building Community in the Arts” 14h00 - Seth Meicht’s Big Sound Ensemble Apresentador: Julia Wilkins 19h00 - Matthew Shipp (piano solo) 20h00 - Rob Brown Trio 23h15 - Joe Morris GoGo Mambo Experimental Theater 17h30 Discussão 21h45 - Henry Grimes Solo – poetry & violin 13h00 - PS 182Q (Jamaica, Queens) K-2 Recorder & Percussion Ensemble 13h30 - Achievement First Bushwick Middle School Orchestra 14h00 - Brooklyn Friends School Jazz Band All-Stars 14h30 - York College Blue Notes (HS Big Band) 17h00 - Planet Dream 20h15 - Carter/Dickey/Yamamoto Experimental Theater 18h45 - Patricia Spears Jones (palavras) e Jason Kao Hwang (violino) 20h00 – Curta metragem de Bill Brand 15 de Junho (segunda-feira) 19h00 - Jason Kao Hwang’s Spontaneous River25 + String Ensemble Os bilhetes custam $25/noite (venda antecipada) ou $30/noite (à porta). Os estudantes, seniores e membros pagam $20/noite. É possível adquirir por $150 um passe para as 7 noites (inclui dia 15 dia). |
abril 12, 2009EL FAD HOJE NA CASA DA MÚSICAO projecto El Fad apresenta-se este domingo, pelas 22h, na Sala 2 da Casa da Música, no Porto. A formação é constituída por José Peixoto (guitarra), Carlos "Zíngaro" (violino), Yuri Daniel (contrabaixo) e José Salgueiro (percussão). "O projecto El Fad apresenta na Casa da Música a música de fusão que o caracteriza, com influências da música árabe, do rock e das tendências dos anos 60 e 70. El Fad nasceu, em 1988, de uma colaboração de José Peixoto com Mário Laginha, Mário Barreiros, Carlos Bica, José Martins e o saxofonista alemão Martin Fredebeul, que resultou num CD com o mesmo nome. Há dois anos, o músico retoma o projecto e relança-o em palco, acompanhado pela formação actual. 2007 foi um ano positivo para El Fad, não só pelo regresso, mas também porque vê um dos seus concertos ser considerado um dos melhores do ano pelo editor da revista Jazz.pt, abrindo portas à gravação de um disco ao vivo no ano seguinte. José Peixoto nasceu em 1960 e, em 1981 concluiu o Curso Geral de Guitarra Clássica da Academia de Amadores de Música de Lisboa. Frequentou os Cursos Internacionais de Música da Costa do Estoril e estudou percussão no Conservatório Nacional de Lisboa. Foi professor, durante dez anos, na Academia de Amadores de Música de Lisboa e, ao longo da carreira, gravou e actuou com alguns dos nomes mais sonantes da música portuguesa. Fundou os grupos Shish, El Fad, Cal Viva, Trio de Guitarras de Lisboa e Sal, e integrou a formação dos projectos La Batalla, e Madredeus, entre outros. O guitarrista tem dois CD’s gravados a solo. O violinista Carlos Zíngaro profissionalizou-se aos 13 anos pela Orquestra Universitária de Música de Câmara. Estudou musicologia, música electro-acústica e música contemporânea (teatro-música) na Universidade Técnica de Wroclaw, na Polónia, e na Creative Music Foundation, em Nova Iorque. Foi director musical do grupo de teatro Os Cómicos e fundador da galeria com o mesmo nome. Zíngaro tem gravados mais de 50 discos entre colaborações e discos a solo, e já trabalhou com os mais variados nomes da área da improvisação e nova música como Fred Frith, Anthony Braxton, Joêlle Lèandre, Daunik Lazro, Richard Teitelbaum, Derek Bailey, Otomo Yoshihide, George Lewis e Christian Marclay. José Salgueiro foi baterista dos Trovante, integrou grupos como Resistência e Cal Viva, e faz trabalhos de produção de discos nas áreas da música tradicional, música infantil e composições originais para teatro desde 1994. Durante a sua formação pela Academia dos Amadores de Música e pelo Conservatório Nacional, Hot Club de Portugal e Taller de Músics em Barcelona. Salgueiro é fundador dos grupos Tim Tum, Aduf e Mátria, e a sua lista colaborações conta com nomes como Carlos do Carmo, Sérgio Godinho, Zeca Afonso, Rui Veloso, Clã e Camané, entre outros e, no campo do jazz, António Pinho Vargas, Bernardo Sassetti, Perico Sambeat, Drumming, Pedro Burmester, Carlos Bica, Jean Pierre Como, João Paulo Esteves da Silva, dupla Maria João e Mário Laginha e Wayne Shorter. O brasileiro Yuri Daniel nasceu em 1966 e frequentou, a Escola de Jazz do Hot Club de Portugal. O contrabaixista tem várias formações próprias como Yuri Daniel Quartet, Zê-di-Zastre, Ficções, e Piazzollando e, desde que se radicou em Portugal, actuou e gravou com Rui Veloso, Dulce Pontes, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Resistência, Amélia Muge, Maria João e Mário Laginha, e, internacionalmente, Paulo Moura, Cliff Korman, Rick Lathan, John Stubblefield e Frank Cólon." (texto da organização) |
JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Sallaberry, Molly Johnson, Ray Brown Jr. e Jane Monheit. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque John Scofield e os blues (até 17 de Abril). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50. Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Grant Green (segunda, 13), John Taylor (terça, 14), Branford Marsalis (quarta, 15), Stanley Turrentine (quinta, 16) e Perico Sambeat (sexta, 17). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
abril 11, 2009AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais (7) – O trio da cantora norte-americana Joanne Bell numa homenagem a Bessie Smith, em 4 de Outubro de 2007; e o quarteto do vibrafonista alemão Wolfgang Schlüter num concerto realizado em 5 de Outubro de 2007, ambos no Clube Fabrik de Hamburgo. Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
abril 10, 2009Zzaj TRIO HOJE EM BEJAA Galeria do Desassossego (rua da Casa Pia, em Beja) recebe esta noite um concerto com o Zzaj Trio - Paulo Bandeira (bateria), Hugo Antunes e Sr. Contrabaixo. |
JOSÉ VALENTE "EXPERIENCES OF TODAY"O violetista português José Valente acaba de receber uma bolsa para participar no International Workshop for Jazz and Creative Music em Banff, no Canadá. O músico foi aceite devido do bom acolhimento da sua composição "Orfão". Por isso em Maio, irá estar ao lado de músicos consagrados como Dave Douglas, Tony Malaby, Joshua Redman, Dafnis Prieto, Don Byron, entre muitos. Para escutar a sua mais recente composição, "Faixa", e o arranjo de "Round Midnight", consultar www.myspace.com/josevalente, onde é também possível conhecer o seu novo conceito musical, intitulado Experiences of Today". |
abril 09, 2009ISSUE II - JAZZ STORE FESTA Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) leva a efeito nos próximos dias 14, 15, 22, 23, 24 e 25 de Abril a segunda edição do seu festival o o ISSUE2 - JAZZ STORE FEST, dedicado ao jazz e à música improvisada. Neste programa, são apresentadas algumas das mais contemporâneas vertentes do Jazz e da improvisação não idiomática. O intimismo e o rigor acústico da sala e um público entusiasta, proporcionam o ambiente perfeito para a fruição de cada um dos ensembles presentes. O programa do ISSUE II - JAZZ STORE FEST é o que a seguir se apresenta: 14 de Abril | 21h30 António Chaparreiro (guitarra), Nuno Reis (trompete), Eduardo Lála (trombone), Jorge Serigado (baixo), Miguel Sá (laptop), Rui Alves (bateria) e Pedro Castello Lopes (percussões). "Groovimpro é o termo que os Instantâneos usam para designar a música que fazem na qual, entre outras 15 de Abril | 22h00 Ivo Perelman (saxofone tenor e soprano), Torbjorn Zetterberg (contrabaixo) e Daniel Levin (violoncelo). "Como Charles Gayle, Ivo Perelman trouxe para os nossos dias o mesmo conceito que John Coltrane e Albert Ayler tinham para o saxofone tenor: tornar este instrumento no veículo ideal para a mais visceral das expressões, ainda que sublimada por todos os indizíveis da espiritualidade. Enquanto pintor, a sua outra actividade artística, é óbvio o alinhamento do músico brasileiro pelo expressionismo abstracto, muito marcado pelas cores dos trópicos, mas nos discos que gravou está igualmente claro que a sua adopção das coordenadas da “new thing” lhe servem os mesmos propósitos estéticos. O “grito” pode ser a característica mais notória do seu estilo pessoal, mas como em Gayle, Coltrane e Ayler, não se trata de uma manifestação de raiva. Na música de Perelman, o lirismo ganha uma crueza e um grão que os românticos do século XIX não poderiam ter imaginado como uma possibilidade. Os sons vêm-lhe das profundezas da alma e do corpo, sendo nessa medida o reflexo de uma enorme humanidade. Mas não é só: tal como acontece nas telas que pinta, o Brasil está presente na música que nos dá a ouvir. Evocações da bossa nova e do choro emergem dos temas que toca em trio com o violoncelista Daniel Levin e o contrabaixista Torbjörn Zetterberg. Tudo isto faz com que as propostas de Ivo Perelman sejam únicas e inimitáveis, surgindo aos nossos ouvidos com a relevância de algo que tinha inevitavelmente de existir. Porque se não existisse, ficaríamos mais pobres... Ivo Perelman nasceu em São Paulo no primeiro ano de uma década muito especial, 1961. Situando-se na melhor herança do saxofone tenor, a que começou por ser definida por Coleman Hawkins e Ben Webster, associa uma sonoridade forte a um grande apreço pelo trabalho melódico. Radicado em Nova Iorque desde a década de 1980, nem por isso o Brasil deixou de estar presente na sua música. Por exemplo, em “Man Of Forest” presta um original tributo ao compositor clássico brasileiro Heitor Villa-Lobos. Com uma discografia de 32 títulos e um percurso rico em colaborações com a nata da vanguarda jazzística nova-iorquina, Perelman é largamente elogiado pela imprensa internacional especializada. O recente álbum duplo "The Complete Ibeji Sessions" dá bem conta do seu gosto pela música popular e tradicional do Brasil, associando sambas, forrós e as melodias dos índios Tapebas. Mais recentemente, tem-se ocupado em fazer versões de temas da bossa nova e do choro em contexto de free jazz. Comparado em intensidade a Charles Gayle, é o Gato Barbieri dos anos áureos quem o saxofonista tenor (também guitarrista, violoncelista, pianista, clarinetista e flautista) mais faz lembrar devido ao tipo de associações a que procede, introduzindo exotismos afro-latinos no free jazz. Ivo Perelman desenvolve uma carreira paralela como artista visual, utilizando técnicas de "action painting" e "driping painting" inspiradas em Jackson Pollock. (texto da organização) 22 de Abril | 21h30 Desidério Lázaro (saxofone tenor), Júlio Resende (piano), João Custódio (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). "Uma das mais importantes forças da nova geração de músicos portugueses, o pianista Júlio Resende, foi inicialmente orientado por um dos mais significativos pedagogos do jazz nacional, Zé Eduardo, prosseguindo os seus estudos com Rodrigo Gonçalves e Pedro Moreira, outro grande pedagogo português. Resende tem também um background na Música Clássica mas cedo descobriu que não ficava satisfeito em ser apenas um intérprete de peças musicais em que não pudesse improvisar. Decidiu então estudar e trabalhar com os melhores mestres do Hot Clube, New School forJazz and Contemporary Music, Berklee College of Music, e a Bill Evans Academy entre o tempo que passou na Université de St. Denis em Paris. O seu primeiro disco “Da Alma” foi uma estreia promissora. Enraízado na tradição, mas com uma abordagem criativa, aberta e moderna, a sua música é brilhante, colorida, sedutora, intrincada e bela. Este concerto versará sobretudo sobre composições do disco “Da Alma” e do novo disco que aí vem este ano. (texto da organização) 23 de Abril | 21h30 Rafael Toral (circuito de ressonância, sintetizador modular, amplificador MT-10 modificado), Ruben Costa (sintetizador digital) "Rafael Toral é actualmente uma das nossas figuras de proa na área da música dita experimental. Prova disso é a bem sucedida digressão mundial de 2008 por diversos países como a Coreia do Sul, Japão, Nova Zelandia e Australia. Este reconhecimento é fruto do trabalho continuado que Toral tem desenvolvido nos ultimos anos em torno do seu projecto de larga escala o “Space Program”. No Issue II, Toral faz-se acompanhar por Ruben Costa, um músico envolvido no projecto One Might Add." (texto da organização) 24 de Abril | 21h30 Nobuyasu Furuya (saxofone tenor, clarinete baixo e flauta), Hernâni Faustino (contrabaixo), e Gabriel Ferrandini (bateria) + Nuno Rebelo (guitarra, electrónicas). "Japonês de nascimento, mas presentemente a viver em Lisboa depois de uma estadia em Berlim, Nobuyasu Furuya veio agitar as águas da cena jazzística e improvisada portuguesa com o seu sopro ora extremamente possante (algures entre Archie Shepp e Peter Brotzmann), ora controlado com um rigor implacável (o mesmo das cerimónias de chá, das árvores bonsai e dos jardins de pedra tipicamente nipónicos), nos seus três instrumentos de eleição: o saxofone tenor, o clarinete baixo e a flauta. Interessou-se pela música clássica otomana, que estudou na Turquia. Por cá, teve muito aplaudidos encontros com três dos mais internacionais praticantes da improvisação, Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues e Rodrigo Amado, mas foi com o contrabaixista Hernâni Faustino e o baterista Gabriel Ferrandini que formou o trio que ora se apresenta. Com tais músicos na secção rítmica, conhecidos pelo impacto das suas prestações, o seu propósito é claro: mostrar que a “new thing” nascida na década de 1960 ainda não morreu. Nuno Rebelo, após um início de carreira nos anos 1980 onde ganhou visibilidade como líder dos Mler Ife Dada, dedicou-se às músicas experimentais e à composição de música para dança, teatro e cinema. Foi o autor do hino da Expo’98 e é hoje reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes guitarristas portugueses da música improvisada. Em 1993, começou a aplicar à guitarra portuguesa as técnicas até então desenvolvidas na guitarra eléctrica, tendo-a baptizado de guitarra portuguesa mutante." (texto da organização) 25 de Abril | 21h30 Paulo Curado (saxofone alto, soprano e flauta) e Ken FIiliano (contrabaixo). "A improvisação tem um idioma: o jazz. Nada de mais natural, tendo em consideração que este género musical cunhou um particular relacionamento entre o que é composto (escrito) e o que é improvisado e definiu uma boa parte das próprias técnicas improvisação, além de que formulou um (na verdade vários) modelo estético. Ser “músico de jazz” vai significando que se é um músico plural, e se verificarmos o percurso de Paulo Curado é isso precisamente o que confirmamos: responsável igualmente de múltiplas bandas sonoras para desenhos animados infantis (o que quer dizer que tem boas noções quanto à eficácia de uma melodia) e para teatro (o mesmo relativamente à criação de atmosferas), ele é bem o exemplo do artista aberto e sem preconceitos. O Sol e a Terra a dançarem um com o outro. Esta apresentação em dueto com o contrabaixista Ken Filiano, músico experimentado e sólido, que se move particularmente bem em contextos de maior liberdade surge depois do aclamado disco editado em 2007 pela Clean Feed: The Bird, The Breeze and Mr. Filiano com o trio O Lugar da Desordem. (texto da organização) Os bilhetes custam € 5, excepto dia 15, que custa € 10. Todas as entradas têm direito a uma bebida. |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje, amanhã e sábado, o Dan Hewson Quartet, com Dan Hewson (piano, trombone), Bruno Margalho (saxofone alto), Massimo Cavalli (contrabaixo) e Alexandre Alves (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM JEFFERY DAVIS E PASCAL SCHUMACHERProssegue amanhã à noite (22h00), na recepção do Módulo I do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até ao final do mêsl, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais. Amanhã é a vez da dupla de vibrafonistas formada pelo português Jeffery Davis e pelo luxemburguês Pascal Schumacher. Tudo pode acontecer quando dois músicos que oficiam com mestria um mesmo instrumento – o vibrafone – se encontram em palco pela primeira vez para improvisar em torno do jazz. Detentores de uma sólida formação clássica e jazzística, aperfeiçoada com mestres como Gary Burton e Stefon Harris, Davis e Schumacher são actualmente dois expoentes do vibrafone, tendo conquistado individualmente vários prémios e distinções na Europa e nos EUA." (texto da organização) A entrada é livre. |
abril 08, 2009ENTREVISTA BEN STAPP
Depois de uma estada em Portugal, o jovem tubista norte-americano Ben Stapp regressou ao seu País e lançou um muito conseguido disco de estreia como líder, acompanhado por dois improvisadores de luxo: Tony Malaby e Satoshi Takeishi. O “Improvisos Ao Sul” falou com ele. Sendo certo que a tuba ocupou lugar de destaque nas formações dos alvores do jazz, não é menos verdade que o seu papel foi empalidecendo com o decurso da história desta música, à medida que outros instrumentos foram ocupando o seu lugar (em parte por limitações técnicas da própria tuba) e outros estilos se foram impondo. Em todos os períodos da história do jazz, sempre houve, porém, tubistas que fizeram questão em manter viva a chama deste corpulento instrumento de som grave e rude: Bill Barber, Howard Johnson, Ray Draper, Don Butterfield, Bob Stewart, entre outros. Nos últimos anos, tem-se assistido a uma redescoberta da tuba, com alguns músicos a darem cartas, como Marcus Rojas, François Thuillier e o português Sérgio Carolino. Benjamim (Ben) Stapp, jovem tubista norte-americano que acaba de lançar o seu disco de estreia, intitulado “Ecstatsis”, pela mão da Uqbar Records. Mas voltemos atrás, ao momento em que Stapp inicia o seu percurso aos 15 anos, no Sacramento Youth Jubilee Festival, onde se apresenta em três anos consecutivos. Toca depois em muitas big bands da Califórnia, integrando também outros ensembles, entre os quais um liderado por Bruce Fowler, trombonista conhecido pela sua associação a Frank Zappa. Na UCLA estuda com Tommy Johnson e em Inglaterra com Roger Bobo. Ganha diversos prémios e apresenta-se em diversas partes do globo, reivindicando, desde logo, atenção para o seu trabalho. Actualmente a viver em Brooklyn (Nova Iorque), Stapp é conhecido dos amadores de jazz em Portugal. A sua estada no nosso País permitiu àqueles que o escutaram ficar com a noção de que estavam perante um caso sério de talento e dedicação. Por cá tocou com Alípio C. Neto, Jean-Marc Charmier, Ricardo Freitas, Johannes Krieger, Sérgio Carolino, Paulo Curado, entre muitos outros. Surge como convidado especial no disco “The Perfume Comes Before The Flower” (Clean Feed), do quarteto de Alípio C. Neto, com Herb Robertson, Ken Filiano e Michael T. A. Thompson. Finda a permanência em Portugal, mudou-se para Nova Iorque onde, após uma natural fase de adaptação, já se movimenta nos círculos do jazz mais livre. Como defines o teu primeiro CD como líder, “Ecstasis”? Neste disco surges acompanhado por dois músicos de primeira linha, o saxofonista Tony Malaby e o percussionista Satoshi Takeishi. Como é trabalhar com Malaby? Como chegou ao teu contacto? Estás satisfeito com o resultado final? E o que mais te desgostou em todo este processo? Existe uma nova vaga de tubistas a dar cartas. A tuba parece estar a re-ganhar o papel de outrora... Concordas? Para ti, o que significa a música? Podes apresentar-nos o teu conceito de improvisação? O que tens feito em Nova Iorque? E agora, o que se segue? Sentes falta de Portugal? Ben Stapp – “Ecstatsis” Ben Stapp (tuba); Tony Malaby (saxofones tenor e soprano); Satoshi Takeishi (percussão) Como parceiros para a sua estreia em disco, Ben Stapp escolheu – à medida das suas intenções – dois improvisadores de topo: o saxofonista Tony Malaby e o multi-percussionista Satoshi Takeishi. Malaby é um dos saxofonistas mais requisitados da actualidade, movendo-se com igual destreza em ambientes mais mainstream e mais vanguardistas. As suas qualidades de brilhante improvisador são amplamente reconhecidas. Takeishi é um mestre da percussão, tendo já colaborado com nomes como Anthony Braxton, Myra Melford e Dave Liebman. Para além de dotado instrumentista, Stapp surge-nos igualmente neste disco como um compositor de inegáveis recursos. Todos os temas incluídos em “Ecstatsis” são da sua lavra, demonstrando clara habilidade para a construção de uma música rica em detalhes, orgânica e harmonicamente complexa, com significativa margem de manobra para a improvisação aberta. «Para mim, este disco representa uma visão que começou quando eu me mudei para Portugal, em 2005. Não estava completamente clara quando comecei, mas, com a experiência que ganhei ao tocar com outros músicos em Portugal, Inglaterra, Nova Iorque e Áustria, comecei a ver como a minha personalidade musical poderia caber neste estilo de música», refere o músico. As duas primeiras peças do disco, “Painted Sharks” e “Macchu Picchu”, são notáveis indicadores do que se segue. Tony Malaby está soberbo no saxofone soprano, mostrando o seu lado mais lírico na criação de linhas de uma beleza esmagadora. Stapp revela-se exímio na arte do contraponto, assumindo ora a dianteira da pulsação rítmica, ora um papel melódico central. Recorrendo a múltiplos acessórios, Takeishi vai tecendo tapetes rítmicos de filigrana em torno dos outros dois músicos, assumindo plenamente um lugar de primeiro plano na geometria sonora do trio. Com “Once in Évora” remete-nos para experiências em solo alentejano. “Negative Space” é uma peça de câmara, tranquila, onde a articulação entre os três componentes chega próximo da perfeição. Stapp e Malaby mais recatados, Takeishi em ebulição. Malaby volta em “Power Drop” (aqui no tenor) a exibir uma eloquência discursiva espantosa, com Stapp a retorquir à altura, adornando e complementando. O derradeiro tema, “Forgotten Scream”, é mais um exemplo da delicadeza e contenção. Uma auspiciosa estreia, que deixa água na boca para o que o jovem e talentoso músico poderá fazer nos anos vindouros. A julgar pela estreia, as expectativas só podem ser elevadas. Para mais informações: http://www.myspace.com/benstapp. |
abril 07, 2009JAZZ CLASS DÁMSOMA Jazz Class Dámsom, de Setúbal, apresenta-se todas as semanas no bar Take 5, na cidade do Sado. Os elementos da Classe têm Masterclasses e depois actuam ao vivo com professores da Escola de Jazz do Hot Club de Portugal. Os próximos são concertos são os cujas datas a seguir se referem: 10 de Abril (23h00) - Filipe Melo + Jazz Class Dámsom Para saber mais, consultar: http://pt.myspace.com/jazzclassdamsom. |
ALL ABOUT JAZZ NY - ABRIL 2009Edição de Abril do All About Jazz - New York em http://www.allaboutjazz.com/newyork/aaj_ny_200904.pdf. |
abril 05, 2009JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Mel Tormé, Earth Kitt, Dean Martin, Julie London, Dinah Shore, Sammy Davis Jr., Lena Horne, Nat Cole, Etta Jones, Bing Crosby, Marylin Monroe, Fred Astaire, Sarah Vaughan, Chet Baker e Anita O'Day. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque o clarinetista e director de orquestra Woody Herman (até 10 de Abril). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50. Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Curtis Fuller (segunda, 6), Joe Lovano (terça, 7), Joe Lovano e Baby Face Willette (quinta, 9) e Benny Golson (sexta, 10). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
abril 04, 2009AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais (6) – A Big Band da NDR–Radiodifusão do Norte da Alemanha num concerto no Clube Fabrik de Hamburgo, a 5 de Outubro de 2007. Repertório e direcção: Bob Brookmeyer. Gravação Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
abril 03, 20095º JAZZMINDE PROSSEGUE NESTE FIM-DE-SEMANAA 5ª edição do JazzMinde teve início no passado sábado com a actuação da Xaral´s Dixie e da Big Band L.U.M.E. - Lisbon Underground Music Ensemble, em Alcanena. O Festival terá a continuidade em Minde neste fim-de-semana, com a seguinte programação: Amanhã (Auditório Jaime Chavinha - Minde, 22h00) Domingo (Auditório Jaime Chavinha - Minde, 18h00) Toda a programação e informação poderá ser consultada em http://www.jazz.minde.eu. |
CICLO "BIG BANDS: DO BALLROOM À SALA DE CONCERTOS"Tem hoje início o Ciclo intitulado "Big Bands: Do "Ballroom" à Sala de Concerto - Uma Viagem pelos Tempos do Jazz com a Orquestra Jazz de Matosinhos". comissariado pelo conhecido crítico e divulgador de jazz Manuel Jorge Veloso. O concerto inaugural será amanhã, pelas 22h00, no Auditório do Cine-Teatro Constantino Nery, sendo tocadas, entre outras, peças de Paul Whiteman, Fletcher Henderson, Jimmy Lunceford ou Don Redman, com especial incidência na obra de Duke Ellington. O Ciclo - que cobrirá um espectro temporal que vai desde o "período de ouro” (1925/1955), até ao início do século XX - é dedicado à história das big bands e constará de conferências/sessões fonográficas e concertos (todos pela OJM), que serão trimestrais e que se realizarão entre 2009 e 2010, no Cine-Teatro Constantino Nery (Matosinhos), recuperado e inaugurado em Novembro de 2008. De acordo com os seus responsáveis, este Ciclo visa "sublinhar as diferenças essenciais entre as várias funções da big band no jazz, primeiro enquanto grupo instrumental essencial à dança e ao entertainment nos grandes ballrooms – e nas condições sociais e culturais das primeiras décadas do século XX norte-americano – até atingir, por um lado, um estatuto artístico inerente à práxis musical “pura” e “não utilitária”, já no contexto da sala de concerto." |
abril 02, 2009DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM HUGO ALVES E GREG BURKProssegue amanhã à noite (22h00), na recepção do Módulo I do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até ao final do mêsl, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais. Amanhã é a vez da dupla formada pelo trompetista português Hugo Alves e pelo pianista norte-americano Greg Burk. O duo de Grek Burk e Hugo Alves nasceu de um encontro em Itália, país onde os músicos partilharam palcos e se cruzaram como professores. A simbiose atingida levou a que os dois músicos ambicionassem algo mais, e o reencontro acontece agora no DOSE DUPLA. Neste concerto assistiremos a uma leitura muito própria dos standards e à interpretação de temas originais de Alves e Burke. A promessa é de um verdadeiro happening e de uma fusão de linguagens." (texto da organização) A entrada é livre. |
abril 01, 2009DIATRIBES+ABDUL MOIMÊME NA TREM AZULNo segundo concerto da sua digressão portuguesa, o duo suíço Diatribes é - D'incise (laptop, objectos) e Cyril Bondi (bateria) - acompanhado por Abdul Moimême (guitarra eléctrica) apresenta-se numa sessão de improvisação livre na Trem Azul Jazz Store, na rua do Alecrim, 21a, ao Cais do Sodré, em Lisboa, pelas 19h30. |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta esta quarta-feira combos da sua Escola de Jazz. A entrada é livre. Amanhã a dupla Michael Blake (saxofones) e Kreston Osgood (bateria, percussão) apresentam o disco “Control This” ed. Clean Feed. Sexta e sábado, será a vez de se apresentar o Luís Figueiredo Trio, com Luís Figueiredo (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |


































