« janeiro 2009 | Entrada | março 2009 »

fevereiro 28, 2009

AQUI JAZZ+UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais (1) - O quarteto de Michael Blake (saxofone soprano, tenor e clarinete) com Soren Kjaergaard (teclados), Jonas Westergaard (contrabaixo) e Kresten Osgood (bateria) num repertório dedicado a Lucky Thompson na Casa da Rádio Dinamarquesa (Copenhaga) em 8 de Novembro de 2006; e o sexteto de Nils Wülker (trompete), Johannes Enders (piano), Myron Walden (saxofone tenor), Joe Locke (vibrafone), Martin Wind (contrabaixo) e Andi Haberl (bateria) no Landeskulturzentrum (Bad Salzau) em 29 de Junho de 2007. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:09 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 27, 2009

ABDUL MOIMÊME HOJE EM BRAÇO DE PRATA

Abdul Moimême apresenta hoje à noite (24h00) na Fábrica de Braço de Prata (Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, em Lisboa, em frente aos Correios do Poço do Bispo) o seu trabalho a solo, "Nekhephthu", recentemente editado pela Creative Sources.

Neste projecto o músico pretende explorar a improvisação através da sonoridade da guitarra eléctrica, por vezes preparando um ou mais instrumentos com objectos do seu universo construtivo, ligando-os directamente aos amplificadores, sem qualquer tratamento ou efeito electrónico.

Publicado por António Branco às 09:22 PM | Comentários (0) | TrackBack

TRIO KALEIDOSCÓPIO HOJE EM BEJA

Photobucket
Miguel Martins

Amanhã à noite há jazz em Beja! Concerto com o projecto Kaleidoscópio no Cais da Planície (Parque da Cidade), a partir das 22h30.

Kaleidoscópio é um trio formado pelo guitarrista Miguel Martins, e por dois nomes históricos do jazz em Portugal: o contrabaixista Carlos Barretto e o baterista José Salgueiro.

A não perder igualmente o disco de estreia dos Kaleidoscópio, "The Newcomer", de 2007.

Publicado por António Branco às 08:34 AM | Comentários (0) | TrackBack

PROSSEGUE O 7.º PORTALEGRE JAZZFEST

Photobucket

Prossegue nestasexta-feira a sétima edição do Portalegre JazzFest, evento que abre a época de festivais de jazz em Portugal. O certame alto-alentejano ter vindo – paulatinamente, mas com passos firmes – a cimentar a sua posição entre os melhores e mais equilibrados festivais que se realizam anualmente no nosso país. A edição deste ano – que terá lugar no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre –surge dividida por dois fins-de-semana.

O cartaz do segundo fim-de-semana é o seguinte:

27 de Fevereiro (sexta-feira)

John Zorn+Cyro Baptista+Ttukunak (Grande Auditório, 21h30)
John Zorn (saxofone alto), Cyro Baptista (bateria, percussão), Sara e Maika Gomez (Ttukunak) (percussão)

A edição deste ano fica indubitavelmente marcada pela presença do saxofonista, compositor, produtor e agitador John Zorn (27 de Fevereiro, sexta-feira, 21h30). Depois de ter incendiado a Gulbenkian no Jazz em Agosto do ano passado, o músico norte-americano regressa a Portugal com um novo projecto, que inclui o baterista/percussionista brasileiro Cyro Baptista, comparsa de longa data, e duas bascas, irmãs gémeas, Sara e Maika Gomez – as Ttukunak – tocadoras de “txalaparta”, um dos mais incríveis instrumentos de percussão que existem (na verdade, troncos de árvore). Figura tão incontornável quanto polémica, Zorn tem construído um percurso verdadeiramente tentacular, com ramificações que vão do jazz ao hardcore mais radical, da secular tradição judaica à música de câmara contemporânea, passando pela música para cinema e para documentários, entre outras áreas. Qualquer catalogação do seu trabalho de mais de três décadas é, pois, um exercício deveras arriscado – e, afinal, inútil –, dada a multiplicidade de contextos em que tem desenvolvido a sua frenética actividade. John Zorn é um dos grandes mestres dos nossos dias na arte da exploração e organização sónicas – nos vastos domínios da improvisação total e colectiva – dinamitando cânones, desafiando fronteiras e ideias pré-estabelecidas. O seu conceito de “improvisação” tem-se revelado muitas vezes mais próximo da música aleatória de John Cage, do que do free de Ornette Coleman. A apresentação deste seu novo projecto está a gerar muita e natural expectativa.

Rodrigo Amado Trio (Café Concerto, 23h30)
Rodrigo Amado (saxofone), Miguel Mira (violoncelo) e Gabriel Ferrandini (bateria).

No after-hours da primeira noite (23h30) apresenta-se o trio do saxofonista Rodrigo Amado, que se completa com Miguel Mira no violoncelo e Gabriel Ferrandini na bateria. Amado tem-se vindo a distinguir como uma das vozes mais interessantes na área do jazz de vanguarda em Portugal – e com crescente visibilidade internacional – seja como mentor dos Lisbon Improvisation Players ou nos projectos que tem editado na sua European Echoes (“Teatro”, com Kent Kessler e Paal Nilsen-Love, e “Surface”, com Thomas Ulrich, Ken Filiano e Carlos “Zíngaro”). Mas outros projectos estão na calha, justificando que sigamos a sua actividade com redobrada atenção.

28 de Fevereiro (sábado)

Gianluca Petrella “Indigo 4” (Grande Auditório, 21h30)
Gianluca Petrella (trombone), Francesco Bearzatti (saxofone tenor e clarinete), Paolino dalla Porta (contrabaixo) e Fabio Accardi (bateria).

O último dia da edição deste ano do Portalegre JazzFest (28 de Fevereiro) tem como prato forte o projecto “Indigo 4”, do trombonista italiano Gianluca Petrella, que se completa com mais três jovens músicos transalpinos em ascensão: o saxofonista e clarinetista Francesco Bearzatti, o contrabaixista Paolino dalla Porta e o baterista Fabio Accardi. Conhecido pelo seu papel seminal no consagrado quinteto de Enrico Rava, Petrella tem nesta formação por si liderada ensejo para misturar um completo e genuíno sentido de tradição (que recua aos dias do dixieland) aos requisitos mais exigentes do jazz contemporâneo. Gianluca Petrella é um trombonista de grande originalidade, que exibe um estilo marcado pela irreverência e pela utilização de técnicas originais, assumindo-se como um verdadeiro rastilho para todo o grupo que o acompanha. Tido como o enfant terrible europeu do trombone, já inscreveu o seu nome na história do jazz do seu país, ao ser o primeiro italiano a vencer na categoria de “Rising Star” no seu instrumento, numa iniciativa da revista “Downbeat” (2006). O quarteto tem granjeado reputação internacional pelas suas vibrantes actuações, sendo expectável que aqueça a noite de Portalegre.

Space Ensemble-Spy Quintet (Café Concerto, 23h30)
Gustavo Costa (bateria), João Tiago Fernandes (bateria), Henrique Fernandes (contrabaixo), João Martins (saxofone) e João Guimarães (saxofone).

O segundo concerto da noite (Café-Concerto, 23h30) fica por conta do Space Ensemble-Spy Quintet, formado por dois bateristas (Gustavo Costa e João Tiago Fernandes), dois saxofonistas (João Martins e João Guimarães) e pelo contrabaixista Henrique Fernandes. O Space Ensemble – que se tem dedicado a musicar filmes em formato de octeto – recupera para esta ocasião um projecto que foi criado propositadamente para a edição do festival Space, em 2005. Trata-se de um projecto inspirado no álbum “Spy Vs Spy”, de 1989, em que John Zorn, Tim Berne, Mark Dresser, Michael Vatcher e Joey Baron interpretam temas de Ornette Coleman, seguindo regras e estruturas musicais por este criadas e apresentadas em álbuns históricos como “Free Jazz”.

Um cartaz que tem tudo para proporcionar grandes noites de música a quem se deslocar a Portalegre.

Mais informação em: http://caeportalegre.blogspot.com.

Publicado por António Branco às 06:54 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 26, 2009

ZORN+BAPTISTA+TTUKUNAK NA CASA DA MÚSICA

Photobucket
John Zorn

O saxofonista norte-americano John Zorn estreia-se esta noite (22h00) na Sala Suggia da Casa da Música (Porto) acompanhado pelo percussionista brasileiro Cyro Batista e das Ttukunak. Os sons bascos da txalaparta juntam-se à colaboração regular entre um ícone da improvisação e um dos melhores percusionistas brasileiros.

"John Zorn é conhecido pela sua irreverência e estilo musical difícil de enquadrar em géneros tipificados. As suas fontes de inspiração incluem os inovadores americanos Ives, Cage, Carter e Partch, a tradição europeia de Berg, Stravinski, Boulez e Kagel, o rock e o jazz experimental, bem como as tendências avant-garde do teatro, cinema, arte e literatura. Através da própria editora Tzadik, Zorn lançava, na década de noventa, mais de seis álbuns por ano. Hoje, o saxofonista conta com um total de sessenta álbuns editados e uma lista extensa de colaborações com alguns dos mais reputados músicos. Eugene Chadbourne, Derek Bailey, George Lewis, Hal Willner, “Big” John Patton, Toots Thielemans, Wayne Horvitz, Ray Drummond, Bobby Previte, Fred Frith, Joey Baron e Bill Laswell são alguns dos artistas com quem John Zorn já gravou e actuou. O percussionista Cyro Batista chegou aos Estados Unidos na década de oitenta e, desde então, tem-se afirmado no panorama musical internacional. O seu domínio dos instrumentos de percussão do Brasil, bem como de instrumentos de todo o mundo e muitos criados por si próprio, permitiu-lhe o reconhecimento mundial. Ao longo da sua carreira, Cyro já colaborou com nomes como Herbie Hancock, Paul Simon, David Byrne, Robert Palmer, Melissa Etheridge, Laurie Anderson, Michael Tilson Thomas, Winton Marsalis, Sting e com os seus compatriotas Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ivan Lins, Marisa Monte e Naná Vasconcelos. O músico brasileiro é fundador do ensemble de percussão Beat the Donkey, através do qual alia a criatividade a instrumentos do Brasil, Médio Oriente, Indonésia, África e EUA. O primeiro álbum a solo de Cyro Baptista, Villa Lobos/Vira Loucos, foi eleito o “Melhor CD Brasileiro do Ano” pelos leitores da revista Jazziz, que o nomearam “Melhor Percussionista”. As Ttukunak são Sara e Maika Gómez, duas irmãs gémeas instrumentistas de txalaparta. A tocar desde os doze anos, já deram o seu contributo a artistas como Mariza, Ojos de Brujo, Pierre Favre, Julia Sarr, Radio Tarifa, Arto Tunçboyaciyan, Tomás San Miguel ou Mártires del Compás. As Ttukunak levaram os sons do instrumento de madeira, ferro e ardósia para palcos de todo o mundo, desde o Royal Festival Hall de Londres até ao Brasil, Europa ou Ásia." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 07:36 AM | Comentários (0) | TrackBack

DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM ANDRÉ FERNANDES E BENNY LACKNER

Photobucket

Prossegue esta noite (22h00), na recepção do Centro de Reuniões do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até Abril, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais.

Hoje é a vez da dupla formada pelo guitarrista André Fernandes e pelo pianista Benny Lackner.

André Fernandes e Benny Lackner conheceram-se num grupo liderado por João Lencastre que integrava ainda David Binney e Mário Franco. O presente concerto marca, porém, a primeira experiência em duo, projecto em que incorporam o piano, teclados e guitarra eléctrica e apresentam temas originais, vários deles escritos
propositadamente para esta estreia no CCB." (texto da organização)

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:02 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 25, 2009

ABDUL MOIMÊME HOJE NA TREM AZUL

Photobucket
Abdul Moimême

Abdul Moimême apresenta hoje ao final da tarde (19h30) na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, , ao Cais do Sodré, em Lisboa) o seu trabalho a solo, "Nekhephthu", recentemente editado pela Creative Sources.

Neste projecto o músico pretende explorar a improvisação através da sonoridade da guitarra eléctrica, por vezes preparando um ou mais instrumentos com objectos do seu universo construtivo, ligando-os directamente aos amplificadores, sem qualquer tratamento ou efeito electrónico.

A entrada custa € 3.

Publicado por António Branco às 04:30 PM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 24, 2009

ALL ABOUT JAZZ NY - FEVEREIRO 2009

Edição de Fevereiro do All About Jazz - New York em http://www.allaboutjazz.com/newyork/aaj_ny_200902.pdf.

Publicado por António Branco às 06:42 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 22, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Debby Boone, Erhin Boehme, 'Babes in arms', 'Shopisticated ladies', Oscar Brown Jr. e Jeri Brown. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Louis Armstrong (até 6 de Março). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Carnegie Hall concert 1949 (I) (segunda, 23), Carnegie Hall concert 1949 (II)
(terça, 24) e Michael Pinto (quarta, 18) e The Blue Note 7
(sexta, 27). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 08:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 21, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Portugueses (4) O quinteto do saxofonista Pedro Moreira com João Moreira (trompete), André Fernandes (guitarra), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), numa actuação realizada no clube Onda Jazz (Lisboa) em 15 de Fevereiro de 2008. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

PORTUGAL JAZZ HOJE EM ODEMIRA

Photobucket

O Portugal Jazz, festival itinerante de jazz, regressa hoje ao Cine-Teatro Camacho Costa, em Odemira, com 2 concertos previstos com o Septeto do Hot Clube de Portugal. O concerto da tarde (16h00), de teor pedagógico contará com a presença do Eng. Bernardo Moreira, director do Hot Clube de Portugal.

O Septeto do Hot Clube de Portugal é constituído por Bruno Santos (guitarra, direcção musical e composição), Pedro Moreira (saxofone tenor), João Moreira (trompete), Luís Cunha (trombone), Rodrigo Gonçalves (piano Fender Rhodes), Demian Cabaud (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria).

Como sempre acontece nos espectáculos do Portugal Jazz, a todos os participantes será oferecido um exemplar da jazz.pt – revista bimestral de Jazz.

O Portugal Jazz – Festival Itinerante de Jazz é uma incontornável plataforma de divulgação do jazz nacional e de formação de novos públicos para este género musical. O festival itinerante integra, em todas as suas iniciativas, um concerto, uma acção didáctica e a distribuição gratuita da única publicação periódica especializada em Jazz editada em Portugal, a “jazz.pt”.

O projecto, da responsabilidade do JACC - Jazz ao Centro Clube, percorreu, desde Maio de 2007, 34 municípios dispersos por Portugal continental, de Vila Nova de Cerveira até Vila Real de Santo António. No mesmo período foi palco da actuação de mais de 45 formações e de 145 músicos nacionais, nos quais se incluem talentos firmados e novos valores da cena musical portuguesa.

O Portugal Jazz – Festival Itinerante de Jazz é uma iniciativa de Interesse Cultural reconhecido pelo Ministério da Cultura com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Publicado por António Branco às 07:28 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 20, 2009

PORTALEGRE JAZZFEST ARRANCA HOJE

Photobucket

Arranca na próxima sexta-feira a sétima edição do Portalegre JazzFest, evento que abre a época de festivais de jazz em Portugal. O certame alto-alentejano ter vindo – paulatinamente, mas com passos firmes – a cimentar a sua posição entre os melhores e mais equilibrados festivais que se realizam anualmente no nosso país. A edição deste ano – que terá lugar no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre –surge dividida por dois fins-de-semana.

O cartaz do primeiro fim de semana do Portalegre JazzFest é o seguinte:

20 de Fevereiro (sexta-feira)

Joana Machado - “A Casa do Óscar” (Grande Auditório, 21h30)
Joana Machado (voz), Afonso Pais (guitarra), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

O festival começa com o projecto “A Casa do Óscar”, da cantora Joana Machado, uma homenagem ao legado menos celebrizado de Tom Jobim, um dos pais-fundadores da “bossa-nova”. Joana Machado tem-se vindo a assumir como uma das mais consistentes cantoras nacionais da nova geração. Em 1999 foi considerada “Nova Voz Revelação”, durante o Festival de Jazz de Coimbra, e em 2003 a revista “Downbeat” referiu-se-lhe como “uma vocalista talentosa”. Uma passagem pela New School, de Nova Iorque, alargou-lhe os horizontes. Saída da Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, tem integrado projectos de naturezas diversas – do jazz tradicional à world music – dos quais se destacam “Experimentália”, com Afonso Pais, e "Idiossincrasias". Colaborou igualmente com várias orquestras, como a Lehigh Valley Jazz Repertory Orchestra, a New School University's Jazz Orchestra, dirigida por Charles Tolliver e a European Jazz Youth Orchestra, sob a direcção de Pedro Moreira. Depois de uma promissora estreia discográfica com “CRUde” (2006), a cantora editou este ano “A Casa do Óscar”, disco que irá apresentar a Portalegre acompanhada por Afonso Pais (guitarra) – que assume a direcção musical e os arranjos – Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

Quarteto de Vasco Agostinho “In Tempus” (Café Concerto, 23h30)
Vasco Agostinho (guitarra), Jeff Davis (vibrafone), Demian Cabaud (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

Nessa noite de 27 de Fevereiro, o after-hours fica por conta do quarteto do guitarrista Vasco Agostinho – com Jeff Davis (vibrafone), Demian Cabaud (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria) – que irá a Portalegre apresentar o seu novo trabalho, intitulado “In Tempus”. Este projecto assenta na espontaneidade como método de criação artística, com a propósito de enriquecer, com novos elementos, a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, músicos e ouvintes. A formação irá apresentar um repertório variado, que inclui não apenas composições originais, como também temas do cancioneiro português.

21 de Fevereiro (sábado)

Fredrik Nordström Quintet (Grande Auditório, 21h30)
Fredrik Nordström (saxofone), Magnus Broo (trompete), Mattias Ståhl (vibrafone), Ole Morten Vågan (contrabaixo) e Fredrik Rundqvist (bateria).

No sábado (21 de Fevereiro, 21h30) é a vez do quinteto do saxofonista Fredrik Nordström, que integra nomes importantes da borbulhante cena nórdica, como sejam Magnus Broo (trompete), Mattias Ståhl (vibrafone), Ole Morten Vågan (contrabaixo) e Fredrik Rundqvist (bateria). As bases da música do saxofonista sueco radicam sobretudo no jazz americano da década de 1960, com influências de Ornette Coleman, mas sem esquecer os grupos de Bobby Hutcherson. Uma das principais características do quinteto é a sua verdadeira dimensão orquestral – assente numa riqueza de ideias a nível harmónico e rítmico –, num refrescar de coordenadas que faz desta uma das mais importantes formações provenientes do norte da Europa. Aquando da sua passagem pelos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, em 2005, o quinteto gravou “Live in Coimbra”, que conheceu este ano edição pela Clean Feed, registo que pode constituir um bom tónico para este regresso ao nosso país. O Fredrik Nordström Quintet traz consigo novos temas, entre os quais alguns arranjos de canções da islandesa Björk, cada vez mais a cair no goto de músicos de jazz. Espera-se vocação redobrada para improvisar, assente na experiência obtida com a rodagem que a formação tem adquirido nos últimos anos.

Paulo Bandeira Trio (Café Concerto, 23h30)
Paulo Bandeira (bateria), Nélson Cascais (contrabaixo) e Afonso Pais (guitarra)

Segue-se (Café-Concerto, 23h30) 0 trio do baterista Paulo Bandeira, com Nelson Cascais (contrabaixo) e Afonso Pais (guitarra). Baterista rodado, Bandeira tem desenvolvido actividade em diferentes contextos, que vão do jazz à música clássica, passando pela música pop e pela música de inspiração tradicional. Tem colaborado com nomes como André Fernandes, Carlos Barretto, Jorge Reis, Laurent Filipe, Mário Delgado e Rodrigo Gonçalves, entre muitos outros. Foi membro fundador do Zzaj Quartet. Tem tocado com os seus grupos e com o Trio Ibérico em vários auditórios e festivais em Portugal e Espanha. Em 2002, editou o seu primeiro disco, “Noite”. O seu quarteto, com Afonso Pais, Jesus Santandreu e Nelson Cascais, lançou recentemente o disco “Iberiando”, na Tone of a Pitch.

Um cartaz que tem tudo para proporcionar grandes noites de música a quem se deslocar a Portalegre.

Mais informação em: http://caeportalegre.blogspot.com.

Publicado por António Branco às 06:45 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 19, 2009

DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM ARTUR FREITAS E FILIPE RAPOSO

Photobucket

Prossegue esta noite (22h00), na recepção do Centro de Reuniões do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até Abril, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais.

Hoje é a vez da dupla formada pelo saxofonista Artur Freitas e pelo pianista Filipe Raposo.

Artur "Jumbo" Freitas foi o fundador em 2008, com Marta Olias, do grupo sopralto. Neste concerto vai tocar com o Filipe Raposo (pianista e compositor) que fazendo parte dum trio com Carlos Bica e Vicky, privilegia o percurso entre universos musicais tão diferentes, como o jazz e a música popular portuguesa.
" (texto da organização)

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:35 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 18, 2009

LAGINHA E SASSETTI NA CASA DAS MUDAS

O blogue Correcaminhos tem disponível um vídeo sobre o concerto que os pianistas Mário Laginha e Bernardo Sassetti deram recentemente no âmbito do Mudas Jazz Sessions.

Este concerto foi transmitido pelo Passeio Público da RTP-Madeira.

Publicado por António Branco às 10:59 AM | Comentários (0) | TrackBack

DOWNBEAT FEV 09

Photobucket

Eis o número de Fevereiro de 2009 da revista norte-americana Downbeat.

Aqui fica o sumário do que há para ler neste número:

CAPA
Wes Montgomery - 75 Great Guitarrists
FIRST TAKE (Jason Koransky)
“Guitar Legacy”
CHORDS & DISCHORDS
THE BEAT
“Saxophone Gold”
“Oral History Project Offers Legends´ Candid Tales"
"Brookmeyer Missouri Homecoming Features New Comission"
"FAME Rebirth Reignites Muscle Shoals Sound"
THE ARCHIVES
23 Fevereiro 1967
EUROPEAN SCENE (Peter Margasak)
"Saxophonist Trzaska Creates Own Musical Home in Poland"
BACKSTAGE WITH…
Don Byron
RIFFS
Noticiário diverso
THINGS TO COME (Ricrad Seidel)
CAUGHT
“Bottom Ends Soar, Flamenco Woven in at Berlin Fest"
“Off the Radar, Umea Turns 40”
“Chicago Musicians Build Global Showcase at Umbrella Fest”
PLAYERS
Clifton Anderson (“Second Step Forward”)
Pete Zimmer (“Self-Contained Early Riser”)
Bill Stewart (“Orchestral Strategist”)
Vince Mendoza (“Blue Tones”)
75 GREAT GUITARRISTS
"Early Pioneers", "Inventing Bop", "Post-Bop Leaders", "Blues Masters", "Modern Jazz Maestros", "Beyond Men", "Avant Strings", "Fusion and Pop Matters", "Beyond US Borders", "New Breed Slingers"
Guitar School - "DB Archives" (July, 20, 1961) - Wes Montgomery
Guitar School - Jack Bruce - "Far from Slumming"
WOODSHED
Masterclass – "Polyphonic Guitar Music in 24 Keys” (Ken Hatfield)
Masterclass – "String Set Basics” (Mark Elf)
Solo – “Stanley Clarke´s Guitar Q&A Solo on "Desert Song" (Jimi Durso)
ARTICLES
David Binney ("Finding Harmony")
100 JAZZ CLUBS
REVIEWS
Hot Box
Nels Cline – “Coward”
Joshua Redman – “Compass”
Mostly Other People Do The Killing – “This Is Our Moosic”
Biréli Lagrène – “Electric Side”
BOOKS (Eric Fine)
"Worlds f Sound: The Story of Smithsonian Folkways", de Richard Carlin (Harper Collins)
TOOLSHED
“Gear Box”
JAZZ ON CAMPUS
“Goinesm Cash Infusions Ramping Up Northwestern Jazz Program”
“School Notes”
BLINDFOLD TEST (Ted Panken)
Jeff Ballard

Publicado por António Branco às 06:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

Photobucket

O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta esta quarta-feira combos da sua Escola de Jazz. A entrada é livre.

Hoje, quarta-feira, actuam Combos da Escola de Jazz do Hot Clube, com entrada livre.

Amanhã e sexta apresenta-se o Fredrik Nordström Quintet, com Fredrik Nordström (saxofone tenor), Magnus Broo (trompete), Mattias Stähl (vibrafone), Ole Morten Vägan (contrabaixo), Fredrik Rundqvist (bateria).

No sábado será a vez do Quinteto de Vitor Pereira, com Chris Williams (saxofone) a Binker Goldings (saxofone tenor), Vitor Pereira (guitarra), Marc Demuth (contrabaixo) e Leandro Leonet (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:37 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 17, 2009

MÂAK´S SPIRIT NA TREM AZUL JAZZ STORE

Photobucket
Mâak’s Spirit

A Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) recebe logo mais (19h30) um concerto dos Mâak’s Spirit. Este projecto é constituído por Laurent Blondiau (trompete), Jean-Yves Evrard (guitarra), Sébastien Boisseau (contrabaixo), Jean Chevalier (bateria) e Sam Mary (luzes).

"Como abordar, hoje em dia, o trabalho sobre a improvisação? O que podemos esperar deste utensílio de controle instantâneo do vocabulário, da gramática, da sintaxe, e portanto do sentido da musica? Poderemos negar a influência e a importância do contexto, do local e do espaço? É ainda possível escapar aos clichés, aos folclores e a uma mostra nostálgica? Como cultivar o inimitável? São estas e outras questões que este colectivo procura responder. Mâäk’s Spirit é uma formação belgo-francesa, composta por quatro músicos e um técnico de luzes, que propõe uma abordagem da improvisação sobre vários aspectos fundamentais: forma, duração, interacção, textura, dinâmica, pulsação, silêncio, contraste, contrariedade, sensação, fricção…, mas também pela negação possível de um ou de todos estes aspectos. Este grupo desenvolve uma tendência natural para o inclassificável, procurando diferentes representações do ser por meio de uma música que se propaga quando toma vida através de uma criação in situ." (texto da organização)

A entrada custa € 3.

Mais informação em: http://tremazul.wordpress.com.

Publicado por António Branco às 11:43 AM | Comentários (0) | TrackBack

ANDRÉ FERNANDES APRESENTA "IMAGINÁRIO"

Photobucket

O guitarrista André Fernandes apresenta hoje (21h30) ao vivo, na Culturgest, pela primeira vez, um novo CD, intitulado "Imaginário".

"Imaginário" é o sucessor do aclamado "Cubo", editado em 2007, com o qual o guitarrista entrou definitivamente para a galeria dos grandes músicos de jazz em Portugal. O convite da Culturgest para a realização deste concerto serviu de pretexto para a gravação de um conjunto de temas originais que integram o disco que hoje é dado a conhecer.

Algumas vezes questiono-me de onde vem a inspiração. De onde vêm as ideias, porque decido escrever ou tocar uma nota e não outra. Uma coisa é certa: sempre que tento controlar esse discurso que parece surgir do nada (e que quando me parece saber de onde vem, perde o encanto), a fluidez perde-se e o discurso ganha um peso desconfortável. Parece-me que a música vive num espaço próprio que se abre a quem a ela se dá num momento. No entanto, é o imaginário de cada um que determina o que essa inspiração representa e de que forma se manifesta. E isso é que me fascina. Assistir à abertura de pequenas ‘janelas’ sobre o imaginário de cada artista, e como a sua expressão se integra no imaginário de quem ouve. A música de hoje é, como toda a minha música, uma janela sobre o meu imaginário. E ao ser tocada pelo Mário, Nelson, Alex, Bernardo e Ride, poderei convosco vislumbrar um pouco do imaginário destes músicos únicos." (André Fernandes).

Publicado por António Branco às 07:00 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 15, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Fred Astaire, Ernie Andrews e Anita O'Day. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Mario Pavone (de segunda, 16, a sexta, 20). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Lauren Sevian (segunda, 16), Chet & Desmond (terça, 17) e Michael Pinto (quarta, 18) e Greg Osby (quinta, 19, e sexta, 20). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 08:39 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 14, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Portugueses (3) – O quarteto do pianista Júlio Resende com o convidado especial Perico Sambeat (saxofones alto e soprano) e ainda João Custódio (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria), numa actuação realizada no clube Onda Jazz (Lisboa), a 2 de Maio de 2008. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 13, 2009

ANDRÉ MOTA QUARTETO NO CANTALOUPE

Photobucket
André Mota

O Cantaloupe Bar, nos Mercados de Olhão apresenta hoje e amanhã (às 22h00), concertos com o André Mota Quarteto, constituído por Jorge Reis (saxofone alto), Bruno Pernadas (guitarra), Paulo Luz (baixo) e André Mota (bateria).

André Mota é um jovem baterista, que, ao criar este projecto, decide assumir todas as suas influências musicais, dando origem, assim, a um repertório ecléctico e em nada preconceituoso. Tendo o jazz como chão, exploram uma linguagem mais universal, pisando mesmo terrenos do pop e do rock, que tanto influenciam nos dias de hoje o velho estilo nascido em New Orleans. Este colectivo regressa ao Algarve, após a sua estreia em Maio de 2008 no Festival de Jazz de Portimão “Maio Lindo Maio”.

A entrada custa € 3.

Publicado por António Branco às 06:54 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 12, 2009

CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 5ª SESSÃO

Photobucket

Prossegue hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A quinta sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30.

Esta quinta sessão do curso será subordinada ao tema "As Sequelas do Bebop: o Cool Jazz e o Hard-Bop.

Sinopse:
A década de 50 do século XX ficou marcada por contrastes sociais e políticos. O mundo vivia então sob a ameaça da Guerra-Fria e de um terrível holocausto nuclear. A “corrida ao espaço” estava no auge e acrescentava rivalidade entre o “mundo ocidental” e o bloco soviético… Nos Estados Unidos este foi um período de intensa luta pelos direitos civis e pela abolição de leis segregacionistas. Tinha então início uma era de domínio global da cultura americana nos meios de comunicação social (cinema, rádio, TV, música). No jazz os tempos eram de evolução. A revolução do bebop (nos anos 1940), constituiu um corte profundo com o jazz praticado nas décadas precedentes. Depois de ter seguido uma linha evolutiva quase contínua, o jazz transforma-se no final dos anos 1940, num “delta” de diferentes “sub-estilos”. Nos anos que se seguiram ao bebop, surgiram duas tendências estéticas fundamentais, senão antagónicas, pelo menos claramente opostas: o cool jazz e o hard-bop. Em Nova Iorque, no final dos anos 1940, um jovem músico de nome Miles Davis começava a definir as bases daquilo que viria a ser apelidado de jazz cool. Este estilo (e, posteriormente, o west coast jazz) incorporavam elementos mais delicados e descontraídos, mais influenciados pela música europeia e afastando-se do blues e da música negra (hot). Será igualmente abordada a chamada third-stream (literalmente a “terceira corrente”), movimento que surgiu no final da década de 1950 e procurou levar o jazz para além das suas fronteiras sem abdicar das suas características fundamentais – a improvisação e o swing –, numa aproximação à “música clássica”. O hard-bop foi, por seu turno, um movimento de reafirmação dos valores fundamentais da cultura negra afro-americana, os blues e os espirituais negros. Inspirou-se nos mesmos princípios rítmicos e harmónicos do bebop, mas desenvolveu-o em motivos mais simples e directos. Na década de 1950 surge outro nome absolutamente incontornável da história do jazz – John Coltrane –, que seria o “modelo” principal de todo o jazz que viria depois…

Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:51 AM | Comentários (0) | TrackBack

WOODS ESTA NOITE @BACALHOEIRO

Os Woods estão esta noite (22h00) na Associação Bacalhoeiros.

Os Woods são compostos por Bruno Parrinha (clarinete alto e clarinete), João Pedro Viegas (clarinete baixo), Miguel Mira (violoncelo), João Camões (viola de arco) e João Parrinha (bateria).

Publicado por António Branco às 06:46 AM | Comentários (0) | TrackBack

DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM BARROS VELOSO E ART THEMEN

Photobucket

Prossegue esta noite (22h30), na recepção do Centro de Reuniões do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até Abril, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais.

Hoje é a vez da dupla formada pelo pianista Barros Veloso e pelo saxofonista Art Themen.

Barros Veloso (piano) e Art Themen (saxofone tenor) – dois músicos da mesma geração e com a medicina e o jazz como profissão e paixão comuns – encontram-se pela primeira vez em duo para um concerto marcado pelos grandes standards do cancioneiro norte-americano e do jazz. Oportunidade, pois, para ouvir e relembrar compositores como George Gershwin, Irving Berlin, Cole Porter ou Johnny Mercer, mas também Duke Ellington e Thelonious Monk.

António José de Barros Veloso (piano). Um dos primeiros músicos portugueses do Jazz moderno, iniciou-se no piano em Coimbra, cidade onde cursou medicina, tendo integrado a Orquestra Ligeira Académica e estado na origem de um pioneiro quarteto. Em meados dos anos 50, rumou a Lisboa, vindo a desempenhar papel de relevo nas primeiras jam-sessions do Hot Clube de Portugal, onde tocou, entre outros, com José Luís Tinoco, Bernardo Moreira e o conceituado pianista Friedrich Gulda. Desde então, e tal como o seu par neste duo, tem-se desdobrado entre a medicina e o Jazz, paixões a que soma ainda o estudo da azulejaria portuguesa, sobre a qual tem publicado diversos livros e estudos.
Art Themen (saxofone-tenor). Nascido em 1939, em Inglaterra, iniciou a sua carreira musical com o Cambridge University Jazz Group e envolveu-se posteriormente no movimento britânico dos Blues, tocando com Eric Clapton, George Harrison, Joe Cocker e John Mayall. Nos anos 60 e 70 radicou-se definitivamente no Jazz – colaborando com Ronnie Scott, John Dankwort, Dave Holland e alguns dos mais destacados músicos norte-americanos – dando início em 1974 a uma longa parceria musical com Stan Tracey. Presentemente, dedica-se essencialmente ao quarteto que mantém com o pianista Frank Giasullo." (texto da organização)

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:31 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 11, 2009

IMPROVISOS AO SUL NO COTONETE

Photobucket

O Improvisos ao Sul foi distinguido como "Blog da Semana", pelo site Cotonete.

O artigo, da autoria do jornalista Gonçalo Palma, pode ser lido na íntegra aqui: http://cotonete.clix.pt/quiosque/blog_semana/index.aspx.

Publicado por António Branco às 10:09 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

Photobucket

O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta esta quarta-feira combos da sua Escola de Jazz. A entrada é livre.

Hoje, quarta-feira, actuam Combos da Escola de Jazz do Hot Clube, com entrada livre.

Amanhã, sexta e sábado apresenta-se o Carlo Morena Quartet, com Carlo Morena (piano), André Fernandes (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:34 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 10, 2009

ENTREVISTA NELSON CASCAIS

Photobucket
Nelson Cascais

Com o novo “Guruka”, o seu terceiro disco na condição de líder, como pretexto para a conversa, o contrabaixista Nelson Cascais deixa-nos um olhar sobre o seu percurso e sobre os planos que traça para o futuro.

Como surgiu a música na tua vida?
Surgiu pela via familiar. A música era uma constante em nossa casa. O meu pai cantava e tocava guitarra, a minha mãe gostava imenso de cantar e o meu irmão tocava em bandas de rock. O gira-discos estava sempre a tocar e desde muito cedo demonstrei interesse pela música.

E o interesse pelo jazz?
O interesse pelo Jazz chegou mais tarde. Penso que alguns discos que fui ouvindo lá em casa como Djavan, Caetano Veloso ou Supertramp foram despertando o meu interesse por linguagens mais sofisticadas. Por volta dos meus 15 anos só ouvia rock alternativo e o "Tutu" do Miles. Foi nesta fase que comprei, movido pela curiosidade, dois discos na feira da ladra que me contaminaram definitivamente: "Random Abstract" do Brandford Marsalis e o "Ao Encontro" do Sexteto de Jazz de Lisboa". Pouco depois chegou-me às mãos uma colectânea que incluía Art Blakey, Mingus, Clifford Brown, Billie Holliday, entre outros.

E qual a razão de teres escolhido o contrabaixo? Foi a tua primeira escolha como instrumento?
Primeiro veio o baixo eléctrico. Acidentalmente. No meu 8º ano o professor de Mecanotecnia resolveu criar uma banda de alunos para tocar na festa de fim de ano. Faltava o baixista. Eu ofereci-me. Nunca tinha tocado baixo até então. E lá fiz a coisa. Gostei e decidi que seria baixista. Depois veio contrabaixo. Apaixonei-me pelo som ao ouvir o Jimmy Merrit, o Sam Jones e Mingus.

Quais as tuas principais referências como músico, no contrabaixo mas não só? Absorves outras influências que não da área do jazz?
Há quatro contrabaixistas que admiro profundamente: Paul Chambers, Scott LaFaro, Charlie Haden e Dave Holland. Outras referências importantes são; Miles, Coltrane, Bill Evans, Booker Little, K Jarrett, W Shorter, Tony Williams, John Zorn, Dave Douglas, Kurt Rosenwinkle e David Binney.
Sim e muitas: The Ramones, The Smiths, Depeche Mode, Radio Head, Elliott Smith, Bjork, Bach, Prokofiev, Mahler, Chico Buarque, Ivan Lins, Kool and the Gang, Elvis Presley.

O que costumas ouvir no dia-a-dia? Qual o último disco que compraste?
Tenho andado a ouvir "The complete Columbia Studio Recordings" de Miles Davis e Gil Evans e o "Charms of the night sky" do Dave Douglas. O último disco que comprei foi "In Person" do Elvis Presley, o Rei.

Durante o tempo em que estudaste na Escola de Jazz do Hot, tiveste oportunidade de trabalhar com alguns dos contrabaixistas nacionais de referência, como Carlos Barretto e Bernardo Moreira. Em que medida estas experiências foram importantes na tua evolução como músico?
Foram muito importantes porque ambos transmitiram-me conceitos fundamentais para tocar esta música. Fizeram-me ver muito claramente o que era necessário trabalhar para poder vir a ser um bom contrabaixista de jazz. O Bernardo foi especialmante marcante pois é um verdadeiro entusiasta, um motivador. Era impossível ficar indiferente à sua paixão pelo jazz. Agradeço a ambos o que directa e indirectamente me ensinaram ao longo dos anos.

Esteticamente, como te posicionas?
Não me posiciono. Não dou muita importancia ao assunto. Mas não me incomoda que me posicionem. Apenas procuro fazer música na qual acredite.

O que procuras então com a tua música?
Procuro que dê gozo a mim, a quem comigo a toca e ao público que a escuta. Quando estas três coisas acontecem em simultâneo fico feliz. Sinto que só nesses momentos de partilha, de comunhão, a música faz verdadeiro sentido e atinge a sua plena dimensão.

Queres explicar como é o teu processo criativo?
Começo por ter ideias na minha cabeça umas mais difusas outras mais precisas mas, normalmente, é só quando me sento ao piano que as mesmas começam então a tornar-se claras e a tomar forma. Componho quase exclusivamente ao piano. Quando começo a pensar em escrever um repertório para um disco novo gosto de encontrar uma sonoridade que esteja mais ou menos presente em todos os temas. Pode ser algo tão simples como um determinado acorde ou “voicing” (disposição das notas de um acorde) ou um certo tipo de construção melódica. Penso muito nos recursos timbrícos que tenho à disposição e sempre nos músicos para os quais estou a escrever.

Como balanças composição e improvisação?
Acho que no meu caso cruzam-se bastante. A minha composição desenvolve-se sempre a partir de improvisações, quer na mente quer no contrabaixo ou especialmente no piano. Quando surge algo que me atrai pego na coisa e desenvolvo-a. Com todo o tempo do mundo, tentativa e erro, procurando a perfeição. Quando estou no concerto e faço um solo não tenho esse tempo. Não posso voltar atrás e corrigir algo menos feliz. É tudo muito rápido. Temos que aprender a aceitar o que tocamos. Umas vezes agrada outras não. É claro que procuro ser o mais espontâneo possível mas mantenho sempre alguma racionalidade subjacente.

Explica-nos o teu conceito de improvisação. Interessa-te neste domínio a chamada "composição em tempo-real"?
Procuro ser o mais verdadeiro possível, ou seja, tocar apenas o que ouço realmente na minha cabeça. Sim, interessa-me muito. Tenho tido experiencias nesse domínio muito gratificantes.

Tens tido inúmeras e diversificadas experiências musicais ao longo dos últimos 15 anos, quer como líder quer como sideman… Queres destacar duas ou três que consideres particularmente relevantes?
Não é fácil. Tenho tido a sorte de tocar, desde o início, com músicos incríveis com os quais vivi momentos muito especiais. Sei lá... tocar a música da Maria Schneider sob a sua direcção no Festival de Jazz de Guimarães foi incrível. Tive a oportunidade de tocar com duas lendas vivas do Jazz Americano: Jerome Richardson, que tocou no grupo do Mingus, e Dave Schnitzer que tocou na banda do Art Blakey. Com o grupo do André Fernandes ao lado do Mário Laginha e do Frazão tem sido simplesmente fantástico. E com a grande Maria João... que privilégio.

Em 2002, editaste o excelente "Ciclope", o disco de estreia do teu quinteto, a meu ver um disco já bastante maduro. Três anos depois voltaste às edições em nome próprio com "Nine Stories". Do ponto de vista dos que eram os teus objectivos para ambos os discos, quais os principais pontos de contacto e as diferenças eles?
Estes discos são o resultado de um trabalho feito com grande entrega e crença, da minha parte enquanto compositor e líder, mas também da banda que, inspiradamente, transforma as minhas partituras em música que vai sempre muito para além das minhas expectativas. Penso que isto é algo que aconteceu nos dois discos anteriores e volta a estar presente no "Guruka". Em todos eles procurei coesão ao nível do repertório. Acho que consegui. Acho que a principal diferença entre estes três discos está na estética que apresentam. São todos muito diferentes e espelham a minha evolução natural com os inevitáveis desinteresses, continuidades, novos interesses...

Em meados de Janeiro lançaste o teu novo disco, “Guruka”. Queres descrevê-lo (nome, formação, temas…)?
O meu novo disco chama-se "Guruka". A banda, com a qual estou imensamente feliz, é composta por: Pedro Moreira, André Fernandes, Joao Paulo E. da Silva e o jovem e incrível baterista Iago Fernandez. Além das minhas composições existe um tema do André, outro do Pedro, um do Mathieu Chazarenc e o "Silence" do Charlie Haden.

Já que falamos em discos, está nas tuas cogitações fazer um dia um disco de contrabaixo solo?
Não está.

Em tua opinião existe mesmo um "jazz português" ou apenas um jazz feito em Portugal? Interessa-te essa questão?
Eu penso que sim. Temos uma cultura tão forte, tão marcadamente melancólica que acaba por se fazer notar através de um certo lirismo que encontro em grande parte dos músicos portugueses.

Como vês o actual panorama de festivais, editoras, discos,..., de jazz em Portugal?… Nunca houve tanta abundância… E a qualidade?
Está a melhorar, lentamente. Existem imensos festivais, temos editoras independentes como a TOAP ou a Cleen Feed a fazerem um óptimo trabalho e há cursos de jazz a nascerem por toda parte. Acho que existe ainda muito a fazer mas que implica grandes mudanças de mentalidades. Na minha opinião falta uma política cultural que considere fundamental a formação artística desde tenra idade com a integração das artes no ensino público. Os liceus deveriam ter orquestra clássica e big band, como já acontece noutros países mais desenvolvidos, por exemplo; Falta uma maior vontade de arriscar por parte dos programadores em novos talentos e novas propostas; Falta divulgação ao nível da televisão pública. Lamento a extinção, inaceitável, de programas dedicados à música erudita e ao Jazz nas nossas televisões. Por outro lado temos rádios como a europaLx que tem sido excepcional na divulgação do jazz português. Temos músicos, bandas, discos de elevadíssima qualidade. Temos muita vontade de fazer cada vez melhor e isso vê-se.

DISCOGRAFIA SELECCIONADA:

Como líder:

Nelson Cascais – “Guruka” (TOAP, 2009)
Nelson Cascais – “Nine Stories” (TOAP, 2005)
Nelson Cascais Quinteto – “Ciclope” (TOAP, 2002)

Como sideman:

Pedro Madaleno – “The Sound of Places” (Clean Feed, 2004)
Laurent Filipe – “A Luz” (Clean Feed, 2004)
Quarteto de Jorge Reis – “Pueblos” (TOAP, 2003)
Nuno Ferreira & Companhia Dos Sons – “Spin” (TOAP, 2002)
Isaac Turienzo Trio – “Con Ángel” (La Factoria, 1999)
Ala dos Namorados – “Alma” (EMI-VC, 1996)
Ala dos Namorados – “Por Minha Dama” (EMI-VC, 1995)

Publicado por António Branco às 06:24 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 08, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Billie Holiday, Lizz Wright, Lee Wiley e Aretha Franklin. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vão estar em destaque Charles Parker & Cole Porter (de segunda, 9, a sexta, 13). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Paulo Bandeira (segunda, 9), Gianluigi Trovesi, Chet Baker e Paul Desmond (terça, 10) e Chet Baker (sexta, 13). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 07:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 07, 2009

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ NA ANTENA 2

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Portugueses (2) – A cantora norte-americana Sheila Jordan com o trio de Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria), numa actuação realizada no Hot Clube de Portugal (Lisboa) em 8 de Outubro 2008 (2ª parte). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 06, 2009

POSTO DE ESCUTA

Photobucket

Pontejazz Big Band
Free Code Jazz Records

Carlos Azevedo (composição, direcção); Hugo Astudillo (saxofone alto); Pablo Castaño (saxofones alto e soprano); Enrique Oliver e Martín Brea (saxofone tenor); Toño Otero (saxofone barítono); Xavier Pereiro, David Santiago, Alberto Busto e David Abal (trompete); Roberto Lorenzo, Basilio Camiña e Valentín (trombone); Carlos Soto (trombone baixo); Nacho Pérez (guitarra); Iago Vázquez (piano); Juansy Santomé (contrabaixo); Max Gómez (bateria)

Pontevedra, 22 de Julho de 2007

O Seminário Permanente de Jazz de Pontevedra (SPJ) tem vindo a constituir-se como uma referência central no jazz que se faz na vizinha Galiza. Com oito anos de trabalho louvável ao nível da formação de novos valores, tem contribuído para alimentar uma cena jazzística dinâmica e de uma frescura assinalável, não só em termos de festivais e workshops como também de edições discográficas (pela mão da parceira Free Code Jazz Records). Uma das mais recentes amostras desse trabalho continuado surge pela mão da Pontejazz Big Band, formação constituída por dezassete jovens músicos. Este primeiro disco – gravado ao vivo no Teatro Principal de Pontevedra – conta com música e direcção do português Carlos Azevedo, compositor e arranjador de reconhecidos méritos. Inclui seis peças, todas elas eco de um escrita organizada, procurando um criativo equilíbrio entre os diversos naipes da orquestra, de onde criteriosamente emergem os solistas. Os arranjos são meticulosos, se bem que a interpretação soe – aqui e ali – algo datada. O que se ouve é música que não foge muito ao cânone do género, sem grandes surpresas nem arrojos estéticos. Na realidade – e não descartando o facto de tal poder ser premeditado –, o principal problema reside precisamente no facto da orquestra se apresentar algo presa a estereótipos, raramente se soltando de um certo ambiente “académico”. A peça de abertura – “Calhau” – é construída à volta de um motivo “orelhudo” e resulta festiva. Mais lenta, “Noite” revela uma boa prestação de Pablo Castaño, em saxofone soprano. Outro momento conseguido é “Heritage”, cuja melodia é desenhada pela guitarra de Nacho Pérez, um dos nomes a seguir de perto.

Publicado por António Branco às 07:00 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 05, 2009

DOSE DUPLA NO CCB HOJE COM MARIA ANADON E VICTOR ZAMORA

Photobucket

Prossegue esta noite (22h00), na recepção do Centro de Reuniões do Centro Cultural de Belém (Praça do Império, em Lisboa), a iniciativa Dose Dupla, que até Abril, dedica todas as quintas-feiras ao jazz. Dose Dupla vai reunir talentos nacionais e estrangeiros em quinze noites de encontros musicais.

Hoje é a vez da dupla formada pela cantora Maria Anadon e pelo pianista cubano Victor Zamora.

Maria Anadon e Victor Zamora iniciaram, em 2003, um trabalho conjunto e de compromisso, cruzando desde então as influências do jazz tradicional com os ritmos latinos (Cuba). A aposta deste concerto é, pois, conseguir transmitir ao público outras cores desse mundo vasto que é o jazz, acrescentando um novo sabor aos standards." (texto da organização)

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:30 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

Photobucket

O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta esta quarta-feira combos da sua Escola de Jazz. A entrada é livre.

Hoje, sexta e sábado apresenta-se o "Ogre", novo projecto de Maria João (voz) e João Farinha(piano, rhodes, elect.), com Júlio Resende (piano, rhodes, elect.), Joel Silva (bateria) e André Nascimento (electrónica)

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 04, 2009

CARLOS BARRETTO NA TREM AZUL

Photobucket

É amanhã inaugurada ao final da tarde (19h30) a exposição de Carlos Barretto "Solo Pictórico", na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa).

Na ocasião, o músico dará também um concerto a solo.

"A pintura é a outra paixão de Carlos Barretto que, como uma amante secreta, tem sido escondida de olhares alheios, até ao dia em que o proprietário de uma galeria lisboeta o convidou a expôr os seus devaneios pictóricos e o “obrigou” a ilustrar sonoramente – com o seu contrabaixo, claro – os quadros expostos. A partir deste primeiro desafio os dados estavam lançados e o projecto passou à acção. Iniciou-se assim este novo projecto a solo, a fim de explorar as possibilidades do instrumento em toda a sua amplitude sonora e tímbrica, através de composições / improvisações / divagações especialmente trabalhadas para o efeito." (texto da organização)

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 07:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

fevereiro 03, 2009

SASSETTI E LAGINHA NA CASA DAS MUDAS

Photobucket

Os pianistas Bernardo Sassetti e Mário Laginha apresentam-se no próximo sábado, pelas 22h00, em concerto na Casa da Mudas - Centro das Artes, na Calheta (ilha da Madeira), no âmbito da iniciativa Mudas Jazz Sessions.

Dois pianistas que estão ligados ao jazz e à improvisação. Dois instrumentistas bem apetrechados tecnicamente que trabalham a música com uma enorme sensibilidade. Mário Laginha e Bernardo Sassetti, dois músicos que, conhecendo profundamente a arte do piano-solo, descobriram que é possível alcançar um universo onde as afinidades e sentido colectivo criam um novo terreno musical..

As entradas para o público em geral custam € 20. Para membros da OCM, alunos da CEPAM, grupos de 8 pessoas, pessoas com mais de 65 anos e pessoas com menos de 25 anos, custam € 10. Informações e reservas pelo 291820900.

Mais informações em: http://mudasjazzsessions.wordpress.com.

Publicado por António Branco às 09:28 AM | Comentários (0) | TrackBack

ANDRÉ MOTA QUARTETO NA ESTRADA

Photobucket
André Mota

André Mota é um jovem baterista de jazz, que se prepara para dar uma série de concertos com o seu quarteto.

André Mota nasceu em Lisboa, em 1986. Estudou com José Moreira na Musicentro e em 2003 começa a frequentar a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, onde teve ensejo de estudar com Bruno Pedroso, André Fernandes, Nelson Cascais, Afonso Pais, Filipe Melo, Bruno Santos, entre outros. Teve igualmente oportunidade de estudar com músicos como Alexandre Frazão, Michael Lauren, Jim Black, Carlos Bica e Frank Mobus. Tocou com Alípio C. Neto, Gil Conçalves, Eduardo Lála, João C. Pinto, Ernesto Rodrigues, Nathan Fuhr’s Demonshaker, só para citar alguns nomes.

Na sua página MySpace é possível ouvir três gravações que o colectivo em questão gravou no passado mês de Maio no Festival "Maio Lindo Maio", que tem lugar em Portimão. Na ocasião, o baterista pode contar com Jorge Reis (saxofone alto), Bruno Pernadas (guitarra) e Paulo Luz (contrabaixo).

A série de concertos começa já a 6 de Fevereiro, estando ainda a ser agendadas outras datas. Poderá consultar em http://www.myspace.com/andremota os músicos que neles participam, clicando no link relativo a cada concerto.

Publicado por António Branco às 06:48 AM | Comentários (2) | TrackBack

fevereiro 01, 2009

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Esnestine Anderson, Dave Frishberg, Bing Crosby, Ethel Merman, Dany Kaye, Sammy Davis Jr. e Earth Kitt. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Daniel Smith a tocar fagote (de segunda, 2, a sexta, 6). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vai estar em destaque a Dave Holland (segunda, 2), Sara Serpa (quarta, 3) e Angelica Sanchez (quinta, 5) e Carla Bley (sexta, 6). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 07:24 AM | Comentários (0) | TrackBack