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dezembro 31, 2008

MELHORES DE 2008 - REEDIÇÕES

O "Improvisos Ao Sul" continua a apresentar as suas já habituais listas dos Melhores do Ano. Hoje é a vez da lista dos que considero serem as 10 Melhores Reedições de 2008.

MELHORES REEDIÇÕES

John Zorn/George Lewis/Bill Frisell – “News for Lulu” (hatOLOGY)

Cecil Taylor Trio & Quartet feat. Steve Lacy– “Jazz Advance” (Fresh Sound)

Bill Evans Trio –“Portrait In Jazz” (Riverside/Universal)

Anthony Braxton – “Performance (Quartet) 1979” (hatOLOGY)

Sonny Stitt/Barry Harris – “Tune Up!”/”Constellation” (Gambit Records)

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dezembro 30, 2008

MIGUEL MARTINS EM BERLIM

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Miguel Martins

O guitarrista Miguel Martins apresenta na próxima sexta-feira - 2 de Janeiro - o seu projecto "Kaleidoscópio" no B Flat Club, em Berlim, porém com uma formação diferente da que gravou o disco "The Newcomer" e da que o costuma apresentar ao vivo.

Assim, Miguel Martins (guitarra) será acompanhado por Regis Molinas (saxofone alto), Jonathan Robinson (contrabaixo) e Sebastian Merk (bateria).

Publicado por António Branco às 09:26 AM | Comentários (1) | TrackBack

MELHORES DE 2008 - DISCOS NACIONAIS

O "Improvisos Ao Sul" continua a apresentar as suas já habituais listas dos Melhores do Ano. Hoje é a vez da lista dos que considero serem os 10 Melhores Discos Nacionais de 2008.

MELHORES DISCOS NACIONAIS

El Fad – “Vivo” (Grão)

António Pinho Vargas – “Solo” (David Ferreira Investidas Culturais)

Luís Lopes – “Humanization 4tet” (Clean Feed)

Tetterapadequ – “… and the Missing R” (Clean Feed)

Paulo Curado e o Lugar da Desordem – “The Bird, The Breeze and Mr. Filiano” (Clean Feed)

Publicado por António Branco às 07:12 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 29, 2008

FREDDIE HUBBARD (1938-2008)

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Freddie Hubbard

Depois de muita especulação, é agora oficial: morreu hoje de manhã o trompetista Freddie Hubbard, depois de ter sido hospitalizado no início de Dezembro com o que se crê ter sido um ataque cardíaco.

Tido como uma súmula dos estilos desenvolvidos por Clifford Brown, Lee Morgan e Miles Davis, Hubbard fica para a história do jazz quer como líder quer como sideman.

Freddie Hubbard nasceu em Indianapolis, a 7 de Abril de 1938. A sua iniciação em concertos deu-se ao lado dos irmãos Montgomery, de entre os quais avulta o guitarrista Wes. Depois de se mudar para Nova Iorque, em 1958, trabalhou com luminárias como Sonny Rollins e Eric Dolphy, entre muitos outros. Gravou discos seminais com Ornette Coleman, John Coltrane e Oliver Nelson.

No início da década de 1960, integra os Jazz Messengers de Art Blakey, formação onde fica cerca de três anos. Durante este período grava igualmente como líder para a Blue Note discos como "Goin´ Up", "Breaking Point" e "Hub-Tones". Surge também como sideman em discos como "Maiden Voyage" e "Empyrean Isles", de Herbie Hancock. Grava também para a Atlantic e para a Impulse!.

Deixa-se seduzir pela febre do jazz-rock e grava discos mais acessiveis como "Straight Life" e "First Light". Em meados dos anos 1970 integra os VSOP, grupo de homenagem a Miles Davis com Herbie Hancock, Ron Carter, Wayne Shorter e Tony Williams. Colaborou com nomes da pop, como Elton John e Chaka Khan. Ao longo da década de 1980 gravou para as editoras Atlantic, Pablo e EMI. Após alguns problemas surgidos nos seus lábios, regressou à cena integrando o David Weiss’s New Jazz Composers Octet. Para celebrar o seu septuagésimo aniversário, editou no ano passado "On The Real Side (Times Square)".

A sua partida deixa o jazz mais pobre.

Publicado por António Branco às 06:48 PM | Comentários (0) | TrackBack

LARS HOLLMER (1948-2008)

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Lars Hollmer

Depois de um ano de luta contra um cancro, morreu no dia de Natal o acordeonista, teclista e compositor sueco Lars Hollmer.

Hollmer nasceu em 1948 e começou a tocar em 1956. Em 1969 criou o seu próprio estúdio de gravação nos arredores de Uppsala, que baptizou de "The Chickenhouse". Aí nasceu o seu primeiro projecto musical, o grupo Samla Mammas Manna, que em 1977, foi renomeado para Zamla Mammaz Manna, e mais tarde Von Zamla. Integrou outras formações como a Looping Home Orchestra, os Accordeon Tribe e os Utsikter. Hollmer prosseguiu a sua carreira a solo, publicando 10 álbuns no período compreendido entre 1981 e 2007. Acompanhou diversos músicos, como Fred Frith ou os Miriodor. Compôs bandas sonoras de filmes, para produções teatrais e para bailado.

Lars Hollmer foi um nome incontornável da música de vanguarda, do folk progressivo deixando saudades em todos os que tiveram oportunidade de conhecer e apreciar o seu trabalho.

Publicado por António Branco às 06:29 PM | Comentários (0) | TrackBack

MELHORES DE 2008 - DISCOS INTERNACIONAIS

O "Improvisos Ao Sul" começa hoje a apresentar as suas já habituais listas dos Melhores do ano . Começamos com a lista daqueles que consideramos os 10 Melhores Discos Internacionais de 2008.

MELHORES 2008 - DISCOS INTERNACIONAIS

Anthony Braxton/Milford Graves/William Parker – “Beyond Quantum” (Tzadik)

Bill Dixon and the Exploding Star Orchestra (Thrill Jockey)

John Zorn – “The Dreamers” (Tzadik)

Anthony Braxton/Joe Morris – “Four Improvisations” (Clean Feed)

Bobo Stenson – “Cantando” (ECM)

William Parker – “Petit Oiseau” (AUM Fidelity)

Charles Lloyd Quartet – “Rabo de Nube” (ECM)

Marilyn Crispell – “Vignettes” (ECM)

Fredrik Nordström – “Blue” (Moserobie)

Michael Adkins – “Rotator” (hatOLOGY)

Publicado por António Branco às 07:08 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 28, 2008

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Guida, Carmen Miranda, Ataúlfo Alves, J J Cale, Sammy Cahn, Hoagy Carmichael e Ann Hampton. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Supersax (de segunda, 29 de Dezembro, a sexta, 2 de Janeiro). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Carlo Dacto e Toon Roo (segunda, 29), Chris Speed e Fredrik Nordstorm (terça, 30), Jazz Crusaders e Fight the Big Bull (quarta, 31), John Ruocco (quinta, 1) e Claus Raible (sexta, 2). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 07:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 27, 2008

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais: “Toast of The Nation”. A tradicional ronda de concertos transmitida pela NPR (rádio pública norte-americana) na noite de passagem do ano de 2007 para 2008. Participaram: o trio do pianista Danilo Perez no Berklee College of Music (Boston); o noneto da cantora Patti Austin no John F. Kennedy Center for the Performing Arts (Washington); a Orquestra de Count Basie (sob a direcção de William Hughes) no Clube Yoshi’s (S. Francisco). Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 06:53 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 26, 2008

MAIS UM ROUBO DE INSTRUMENTOS...

Nem mesmo em época de Natal cessam os roubos de instrumentos musicais... Depois do Mark Turner e do Luís Cunha, agora foi a vez de Sérgio Condessa, trompetista da Orquestra de Jazz de Lagos, se ver a braços com o roubo de instrumentos e de outro material.

No passado dia 23 de Dezembro, o carro do músico foi assaltado em Portimão, na Urbanização do Fojo. Deste furto levaram duas "pastas" pretas. Uma delas continha um trompete e um fliscórnio, ambos da Yamaha e dourados. Nesta mesma "pasta" (saco para dois trompetes) acompanhavam alguns acessórios, entre eles, surdinas, afinadores, produtos de manutenção e bocais. A outra pasta tinha um computador portátil Fujitsu, acompanhado de umas colunas Logitech USB e um mp4 da Y.Sence com 2G.

Caso sejam detectados quaisquer dos objectos acima referidos, pede-se o favor de contactar as autoridades e/ou o músico:

PSP de Portimão: 282 417 510 (processo NUIPE 2794/08.6 PAPTM)

Sérgio Condessa: 963 595 089

Publicado por António Branco às 05:41 PM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã, Carlos Bica Trio & Matéria Prima, com João Paulo (piano), Carlos Bica (contrabaixo), João Lobo (bateria) e Mário Delgado (guitarra, no dia 27)

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:50 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 24, 2008

FELIZ NATAL

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O Improvisos Ao Sul deseja a todos os seus Amigos e Amigas um FELIZ NATAL!

Publicado por António Branco às 05:58 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 22, 2008

"JAZZ LIFE" , DE WILLIAM CLAXTON

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A editora alemã Taschen - no âmbito das comemorações dos seus 25 anos - reeditou o monumental "Jazz Life", com fotografias do genial William Claxton (falecido em Outubro último) e textos do musicólogo alemão Joachim E. Berendt.

Em 1959 e 1960, Claxton e Berendt viajaram pelos Estados Unidos percorrendo os trilhos do jazz. Desta colaboração resultou uma das mais ricas e imaginativas obras visuais sobre o jazz realizadas até hoje.

A lente de Claxton captou imagens únicas de músicos seminais para a história do jazz, como Charlie Parker, Count Basie, Duke Ellington, Miles Davis, Charlie Mingus, Thelonious Monk, Stan Getz, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, John Coltrane, entre muitos outros.

Uma magnífica prenda de Natal, agora a um preço bem mais apetecível...

Publicado por António Branco às 06:34 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 21, 2008

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão deste domingo do programa "A Menina Dança?"poderemos escutar Frank Sinatra, Louis Armstrong, Al Jarreau, Dean Martin, Diana Krall, Dianne Reeves, Mel Tormé e Rosemary Clooney. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque
Lou Rawls (de segunda, 22, a sexta, 26). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Marty Ehrlich (segunda, 22), Paul Bley (terça, 23), várias melodias Natal (quarta, 24), vários etiqueta Clen Feed (quinta, 25) e Ted Nash (sexta, 26). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 05:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 20, 2008

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais: excertos das actuações do Quarteto da pianista/cantora Daniela Schaechter (Itália), com Alex Sipiagin (trompete), Oleg Osenkov (contrabaixo) e Terri Lyne Carrington (bateria), em 12 de Maio de 2006, no Kennedy Center Jazz Club (Washington); e da big band do saxofonista Jimmy Heath (EUA), em 15 de Outubro de 2006, no clube Blue Note (Nova Iorque). Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:37 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 19, 2008

CONCERTO DE NATAL DA OJL

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Orquestra de Jazz de Lagos (foto: Francisco Castelo)

Amanhã, sábado, 20 de Dezembro, pelas 21h30, no Centro Cultural de Lagos, a Orquestra de Jazz de Lagos - dirigida por Hugo Alves - propõe o habitual Concerto de Natal.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 12:22 PM | Comentários (0) | TrackBack

SEX DRIVE TRIO SÁBADO NA ZDB

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Amanhã, às 23h00, na Galeria Zé dos Bois (Lisboa), apresenta-se o Sex Drive Trio - Vítor Rua (concepção, guitarra acústica de 6 cordas/metal), Gonçalo Falcão (guitarra acústica de 6 cordas/metal) e Hernâni Faustino (contrabaixo) - num concerto sob o mote "Falar sobre música é como dançar sobre poesia".

"Susane Langer escreveu que: "a música torna audível o tempo"... Na realidade a Música são abstrações sonoras, movendo-se, criando tempo. O tempo é assim o componente essencial para a compreensão da música e o veículo pelo qual a Música faz um contacto profundo com o espírito humano. O tempo na Música é um tempo virtual; por contraste, a sequência de actuais acontecimentos, são um tempo absoluto (tempo de relógio). Os eventos sonoros são um fluxo, não o tempo! E a Música é uma série de eventos, que contêm não só o tempo, como o "modelam"... O tempo na Música é uma relação entre as pessoas e os eventos perceptíveis por elas. Toda a Música é ouvida inicialmente como uma sucessão de "momentos". A progressão tonal ou modal, é uma metáfora: na realidade em Música nada se move, excepto a vibração dos próprios instrumentos e as moléculas de ar que chegam até aos nossos ouvidos..." (texto da autoria dos músicos)

Publicado por António Branco às 05:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 18, 2008

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje, amanhã e sábado, o projecto SuperTruper, do guitarrista André Fernandes e com Mário Delgado (guitarra), Demian Cabaud (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

HOJE

Publicado por António Branco às 07:32 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 17, 2008

HUGO ALVES NO ALL ABOUT JAZZ

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Hugo Alves

Hugo Alves teve honras de artigo no prestigiado site All About Jazz. Depois de digressões bem sucedidas por Espanha, Itália e África do Sul, o trompetista, director de orquestra, professor e dinamizador cultural continua assim a ver o seu trabalho reconhecido no exterior.

O artigo é da autoria de Mark Carroto e pode ser lido em http://www.allaboutjazz.com/php/article.php?id=31372.

Publicado por António Branco às 10:45 AM | Comentários (0) | TrackBack

CLEAN FEED DISTINGUIDA PELO ALL ABOUT JAZZ NY

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A editora portuguesa Clean Feed surgirá na edição de Janeiro do All About Jazz - New York como melhor editora, distinguindo ainda 13 discos dos seus discos.

Razões de sobra para de novo congratular a editora gerida por Pedro Costa, Hernâni Faustino e Ilídio Nunes ( e ainda o Jorge Trindade e a Madalena Borges) pelo incansável e extraordinário trabalho - tantas vezes contra ventos e marés - que têm vindo a realizar.

Publicado por António Branco às 05:41 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 15, 2008

CARLOS "ZÍNGARO" - 60 ANOS

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Comemora-se hoje o sexagésimo aniversários de Carlos "Zíngaro", o mais emblemático e completo improvisador da história da moderna música portuguesa.

A iniciativa partiu da Trem Azul e do musicólogo e editor da Jazz.pt Rui Eduardo Paes.

O evento terá lugar na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), pelas 21h30 e, seguramente, poderão assistir a um dos espectáculos produzidos em Portugal, que contará com alguns dos mais destacados músicos da cena improvisada Portuguesa, dirigidos pelo próprio Carlos “Zíngaro” (violino, direcção): David Alves (violino), Ulrich Mitzlaff (violoncelo), Miguel Mira (violoncelo), Miguel Leiria Pereira (contrabaixo), Hernâni Faustino (contrabaixo), Rodrigo Amado (saxofones tenor e barítono), Paulo Curado (saxofones alto e soprano), Abdul Moimême (saxofone tenor, clarinete), Bruno Parrinha (clarinete, clarinete alto), João Pedro Viegas (clarinete baixo), Nuno Rebelo (guitarra eléctrica), Emídio Buchinho (guitarras eléctrica e acústica), Ricardo Freitas (guitarra baixo acústica), Carlos Santos (computador) e Miguel Cabral (dispositivos electrónicos).

Na ocasião será executado um "Jogo de Improvisação", elaborado por Rui Eduardo Paes.

Ocasião para homenagear um dos maiores vultos da cultura lusa, a que o "Improvisos Ao Sul" se associa, endereçando ao Carlos "Zíngaro" votos de parabéns e de continuação de uma carreira cheia de vitalidade.

Publicado por António Branco às 06:43 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 14, 2008

DISSIDENTES HOJE NO MARIA MATOS

Os Dissidentes - do guitarrista Pedro Madaleno - vão tocar hoje no Maria Matos Café, pelas 21h30.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 08:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Este domingo não haverá emissão do programa "A Menina Dança?". A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque
Steve Potts (de segunda, 15, a sexta, 19). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Bill Stewart (segunda, 15), T.O.A.P. 2 (terça, 16), Sonny Rollins (quarta, 17), Bobby Previte (quinta, 18) e William Parker (sexta, 19). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 07:54 AM | Comentários (0) | TrackBack

PINHO VARGAS A SOLO NA CASA DA MÚSICA

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António Pinho Vargas

Num concerto integrado no "Ciclo Piano", a Casa da Música (Porto) recebe esta noite (Sala Suggia, 22h00, € 20) um concerto a solo de António Pinho Vargas.

O Programa é o que se segue:

I
Brinquedos
June (Tabor)
Dança dos Pássaros
Dinky Toys
Da Alma
Tom Waits
II
As Mãos
Fado Negro
Quedas d’água (com lágrimas)
Lindo Ramo, Verde Escuro
La Corazón

"Solo é o título do novo álbum de António Pinho Vargas, um regresso aos territórios do jazz depois de 12 anos desde o último registo discográfico neste género. O pianista, hoje mais activo como compositor na área da música erudita, foi um dos pioneiros da improvisação e do jazz em português. Temas como "Tom Waits", "Dança dos Pássaros" ou "As Mãos" são parte do imaginário sonoro de uma época, tendo alcançado uma popularidade poucas vezes conseguida pelo jazz nacional. A releitura dos temas é agora ao piano, a solo, um projecto antigo de Pinho Vargas que chega ao palco principal da Casa da Música. António Pinho Vargas nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1951, e licenciou-se em História pela Faculdade de Letras do Porto. Diplomou-se em Composição no Conservatório de Roterdão, em 1990, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi condecorado pelo Presidente de República Portuguesa com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1995. É professor de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1991. Frequentou cursos e seminários de composição com Emmanuel Nunes em Portugal, John Cage e Louis Andriessen na Holanda, Gyorgy Ligeti na Hungria e Franco Donatoni em Itália. Ligado ao jazz durante vários anos, gravou sete discos com dezenas de composições originais e tocou em muitos países da Europa e nos EUA, com músicos como Kenny Wheeler, Steve Potts, Paolo Fresu, Arild Andersen, Jon Christensen e Adam Rudolph. Com o seu grupo de jazz apresentou-se em Espanha, França, Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, ex-Jugoslávia, Estados Unidos, Cabo Verde, África do Sul e Macau. Gravou Outros Lugares (1983), Cores e Aromas (1985), As Folhas Novas Mudam de Cor (1987), Os Jogos do Mundo (1989) Selos e Borboletas (1991), A Luz e a Escuridão (1996) e a colectânea As Mãos (1998). Recebeu por três vezes o Prémio de Imprensa Sete de Ouro para o melhor disco instrumental do ano. António Pinho Vargas compõe também música para teatro e cinema, nomeadamente para os filmes de João Botelho Tempos Difíceis (1988) – Prémio I.P.C. para a melhor música de cinema – e Aqui na Terra (1993); Cinco Dias, Cinco Noites (1996), de José Fonseca e Costa – Prémio da melhor música do Festival de Cinema de Gramado (Brasil); Quem és tu? de João Botelho (2001) e O Fascínio de José Fonseca e Costa (2003); e para as peças de William Shakespeare Hamlet (1987) e Ricardo II (1995), encenadas por Carlos Avilez. Sobretudo a partir da sua estada na Holanda, António Pinho Vargas tem-se dedicado principalmente à composição erudita contemporânea. As suas obras têm sido encomendadas por diversas instituições. Em 2005, estreou a obra Six Portraits of Pain para violoncelo e grande ensemble – Anssi Karttunen (violoncelo), Remix Ensemble, dirigido por Frank Ollu – na inauguração da Casa da Música, em 2006 foi estreada a obra para grande orquestra Graffiti [just forms] pela Orquestra Sinfónica Portuguesa sob a direcção de Lothar Königs e a ópera de câmara A Little Madness in the Spring pelo Remix Ensemble dirigido por Frank Ollu; em 2007, Um discurso de Thomas Bernard para narrador e orquestra estreou pela Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção de Michael Zilm. Em 2008, estrearam as obras Suite para Violoncelo Solo por Nuno Abreu e Movimentos do subsolo – Quarteto de cordas n.º 2 pelo Quarteto Verazin. Este ano, o CD com as obras Graffiti [just forms], Six Portraits of Pain e Acting Out foi publicado pela Numérica/Casa da Música." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 07:19 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 13, 2008

MANUEL BELEZA TRIO EM BRAGA

O Espaço Cultural Pedro Remy, em Braga, apresenta hoje, pelas 22h00, o trio de Manuel Beleza, com o próprio no órgão hammond e piano, Mário Santos, no saxofone tenor e Marcos Cavaleiro, na bateria.

Nota biográfica de Manuel Beleza:

"Nasceu em Braga em 55 e inicia os seus estudos musicais na década de 70 como autodidacta, ingressando mais tarde no Conservatório de Música de Braga. Entre 74 e 77 participa em bandas rock como guitarrista e organista. Depois de ouvir pianistas como Bill Evans e Keith Jarrett, apaixona-se pelo Jazz e pelas pequenas formações e em 79 integra um duo com o guitarrista António Peixoto. Seguem-se inúmeras experiências com músicos como Fredo Mergner, António Ferro, Mário e Pedro Barreiros, Pedro Abrunhosa, José Meneses e Ricardo Fabini entre outros. Em 87 estuda piano e harmonia com Mário Laginha na Escola de Jazz do Porto, onde lecciona a disciplina de piano entre 87 e 89. Em 92 funda a Flauta de Hamelin - Centro de Ensino Musical de Braga, cujas actividades o afastam durante algum tempo dos palcos do jazz. Em 96 organiza e integra as Jam Sessions do Guimarães Jazz 96 onde participam Carles Benavent, Jorge Pardo, Chano Dominguez, Martin France, Nguy Elé e Django Bates entre outros. Em 97 participa no Matosinhos em Jazz com o trio sonoridade, onde se estreia no órgão Hammond. Em 99 constitui um trio com o baterista Hugo Danim e o guitarrista Pedro Cardoso, que surge como um projecto de música original improvisada. Baseada numa linguagem jazz (bop), com uma componente rock, a sua música é objecto duma ambiência de ‘cor’ e som, nova entre nós." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 08:14 AM | Comentários (0) | TrackBack

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais: excertos de um ciclo de recitais para piano solo realizados em Novembro de 2006 na Igreja de São Lourenço, em Praga (República Checa) pelos pianistas Sylvie Courvoisier (Suíça), Ivan Paduart (Bélgica) e Baptiste Trotignon (França). Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:51 AM | Comentários (0) | TrackBack

PERFORMING THE SPACE EM MONTEMOR

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Numa organização da Oficinas do Convento - Associação Cultural de Arte e Comunicação, o Convento de São Francisco, em Montemor-o-Novo recebe hoje, pelas 22h00, o concerto "Performing The Space" por Nuno Rebelo.

"Performing the Space "foi criado em Dezembro de 2007 no Espaço Alkantara no contexto do projecto "Será o que fizermos". A utilização do próprio espaço e de objectos que nele se encontram vem no seguimento do trabalho desenvolvido com Mark Tompkins. A utilização do vídeo como instrumento musical representa uma nova etapa, proporcionando um contraste tecnológico relativamente à crueza dos objectos acústicos. No centro de tudo está o
espaço e as propriedades sónicas de tudo o que nos rodeia.

Vídeo disponíve eml:http://www.youtube.com/watch?v=H5LO-BtguH0.

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dezembro 12, 2008

RED TRIO HOJE NA ZÉ DOS BOIS

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Nesta sexta-feira, o RED Trio - Rodrigo Pinheiro (piano), Hernâni Faustino (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria) - toca às 23h00 na galeria Zé dos Bois, Rua da Barroca 59 - Bairro Alto, em Lisboa.

Na primeira parte haverá um concerto com Blaise Siwula e João Castro Pinto.

Mais informações em http://www.lastfm.com.br/event/842140.

Publicado por António Branco às 08:40 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 11, 2008

CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 3ª SESSÃO

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Continua hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A terceira sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30.

A terceira sessão do curso será subordinada ao tema "Take The ´A´ Train - A Era do Swing.

Sinopse:
Nesta terceira sessão do Curso de Iniciação ao Jazz “Os Trilhos do Jazz”, promovido pelo Conservatório Regional do Baixo Alentejo, centrar-se-ão atenções no período que se seguiu a Outubro de 1929, data em que ocorreu o crash bolsista motivador da chamada Grande Depressão, cujas marcas sociais e económicas profundas se fizeram sentir à escala global. Os americanos tentavam esquecer as dificuldades e fizeram-no dançando, contagiados pelo balanço indefinível, e ao mesmo tempo irresistível, do swing. A era do swing (1932-1945) ficou marcada pelas grandes orquestras de jazz (big bands – negras, brancas e mistas), alimentadas pelo rico património dos blues, vincando o importante papel que vinham adquirindo no seio da música popular norte-americana desde o final da I Guerra Mundial. Devido às suas origens na comunidade negra afro-americana, o jazz continuava, porém, a constituir-se como um alvo fácil para o conhecido puritanismo de largos sectores da sociedade norte-americana. Apesar de tudo, o jazz fez a sua entrada fulgurante no domínio do entretenimento de massas, invadindo os salões de dança e as emissões de rádio. Neste período, alcançaram particular relevo as orquestras de Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Fletcher Henderson, Jimmy Lunceford, Cab Calloway, Chick Webb, Gene Krupa, Earl Hines, Charlie Barnet, Glenn Miller e Tommy Dorsey..

Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar.

A entrada é livre.

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dezembro 10, 2008

SPACE ENSEMBLE - FILMES DA TERRA DO PAI NATAL

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Dando sequência a um conjunto de trabalhos anteriores na elaboração de bandas sonoras, o Space Ensemble interpreta desta vez uma banda sonora original para as curtas-metragens finlandesas do realizador Heikki Prepula (canguru Gussy e outras fábulas) e episódios dos filmes "Turilas & Jäärä", dos realizadores Ismo Virtanen e Mariko Härkönen.

Neste projecto, o Space Ensemble apresenta-se com Ana Veloso (guitarra), Eleonor Picas (harpa), Henrique Fernandes (contrabaixo, acordeão), João Martins (saxofones, melódica, flauta, berbequim), João Tiago Fernandes (bateria, marimba), Nuno Ferros (dj set, electrónicas), Sérgio Bastos (piano) e José Miguel Pinto (guitarra, theremin).

Haverá serrote e theremin, guitarras e harpa, mesa e balões, num filme-concerto em que serão revelados detalhes importantes da Finlândia, com referências óbvias à terra do Pai Natal, às caixas de música, às ilhas dos cocos e aos pilotos de fórmula 1.

Próximos concertos:

Teatro Aveirense, Aveiro | 10 Dezembro
Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal | 12 Dezembro
Casa da Música, Porto | 13 Dezembro
CAE Sever do Vouga | 16 e 17 Dezembro
Cine-Teatro São Pedro, Alcanena | 28 Dezembro

Mais informação em: http://www.myspace.com/spaceensemble.

Publicado por António Branco às 07:01 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta amanhã e sexta e sábado, o Marta Hugon Quarteto, com Marta Hugon (voz), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

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dezembro 09, 2008

UM GUITARRISTA À LUPA

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De terras de Vera-Cruz chega um guitarrista de jazz capaz de nos surpreender. Em análise estão três discos onde se revela o talento e a musicalidade do paulista Lupa Santiago.

De entre as quantidades industriais de música brasileira que atravessam o Atlântico e aportam a terras lusas – muita dela de qualidade infra-sofrível – o espaço para o novo jazz brasileiro continua a ser infinitesimal. Deste facto indesmentível decorre o quase absoluto desconhecimento do que lá se passa em matéria de jazz e de música improvisada. Não serão muitos os amadores de jazz portugueses a conseguirem citar de cor meia dúzia de nomes da nova vaga do jazz brasileiro.

Um guitarrista e compositor que se tem vindo a destacar na cena brasileira é o paulista Lupa Santiago. Justifica-se, pois, uma breve nota curricular prévia. O seu percurso académico fez-se sobretudo nos Estados Unidos. Licenciou-se pelo Musicians Institute (Los Angeles), em 1995, e três anos mais tarde pelo Berklee College Of Music (Boston). Prosseguiu estudos nesta mesma instituição assim como no Boston Conservatory, tendo concluído o mestrado em 2000. Venceu, por duas vezes, o galardão “Best Of Berklee” (em 1998 e 2000). A título particular estudou ainda com Mick Goodrick, Wayne Krantz, Hal Crook, Scott Henderson e Steve Cardenas. Destas aventuras norte-americanas resultaram gravações e colaborações com músicos de renome na cena internacional como Dave Liebman, Jerry Bergonzi, Bill Pierce, Jaleel Shaw, Vincent Gardner, Bob Kaufman e Vartan Ovsepian, entre outros. Para além de uma intensa actividade com músico, Santiago acumula ainda funções de docente universitário nas Faculdade Souza Lima e Carlos Gomes, sendo autor de livros e de outro material pedagógico.

Já com seis discos editados como líder, tem vindo igualmente a ser requisitado para gravações alheias, prova de que o seu talento já galgou fronteiras. Lupa Santiago revela-se um guitarrista conhecedor da tradição – reconhecem-se de imediato elementos devedores de Jim Hall, por exemplo –, mas também capaz de procurar uma abordagem pessoal, recorrendo com bom gosto a técnicas menos convencionais.

Analisam-se três discos onde a presença do guitarrista se faz sentir de modo indelével, os três pela mão da Tratore Records.

O primeiro é o disco de estreia do projecto “Regra de Três”, um trio que se completa com o contrabaixista Marcos Paiva e o baterista Bob Wyatt. O título remete para um método matemático que permite, a partir de uma relação conhecida, descobrir o valor da incógnita. Musicalmente, é também isso que se verifica. Este formato permite escutar a música de Santiago na sua forma mais descarnada, explorando as complementaridades e as interacções com os outros instrumentos. Com os créditos de composição democraticamente repartidos, a música do trio parte de referências do jazz clássico e contemporâneo, assim como de laivos de música brasileira, para construir o seu som. Um verdadeiro triângulo de ideias, assente no perfeito conhecimento do papel que a cada um cabe, neste jogo a três. Para aquilatar isto mesmo, ouçam-se temas como “Cidade Oculta” e “Caverna da Valsa Afro”. Destaca-se ainda o nervosismo de “O Corvo” (de Wyatt) e “Mr. Leel”, o maior intimismo do tema título, com o contrabaixo a desenhar a melodia, ou “Canção 1”, uma pequena pérola de melodia.

Outro dos discos que conta com a participação de Lupa Santiago é “Colagens”, a estreia do projecto MC4+, liderado pelo saxofonista de São Paulo, Marcelo Coelho. Ao núcleo central da formação – que se completa com o baixista Guto Brambilla e o baterista Carlos Ezequiel – juntam-se como convidados especiais os trombonistas Vincent Gardner (membro das orquestras de Maria Schneider e do Lincoln Center) e Paulinho Malheiros. Estamos perante um disco que patenteia as qualidades de Marcelo Coelho como saxofonista, mas sobretudo como compositor: escute-se a excelência de peças como “Sono” e “Madrugada”. Este trabalho resulta de um longo trabalho de maturação, no qual as influências de John Coltrane, Dave Holland e Dave Liebman assumem particular relevo. É, sem dúvida, um desafiante disco de jazz contemporâneo, onde cabem composições originais e improvisações colectivas, numa toada geralmente contemplativa. Mas logo que o ambiente se começa a tornar agradável, logo surgem as agitações e os contrastes. Em “Tormenta” e no mais colorido “Colagens” surge claro o paralelo com o quinteto de Holland, apesar das diferenças de estilo entre os músicos, particularmente entre Coelho e Chris Potter.
O guitarrista Lupa Santiago faz ouvir a sua voz, aqui mais etérea, ali valorizando silêncios e tensões, revelando-se sempre fundamental no desenvolvimento dos motivos melódicos. Brambilla é um baixista preciso, capaz de desenhar linhas insinuantes. O baterista denota clareza e criatividade na construção das bases rítmicas. A influente dupla de trombonistas revela-se igualmente crucial durante as improvisações conjuntas. Uma formação a seguir com atenção, no futuro.

O terceiro dos discos ora em análise é o do quinteto liderado pelo veterano baterista Bob Kaufman, homem que já tocou músicos como Bill Frisell, Dave Liebman, George Garzone e John Abercrombie, entre muitos outros. Trata-se de uma formação pouco típica, com dois saxofones tenor (Jerry Bergonzi e Bill Pierce) e secção rítmica, com guitarra (Lupa Santiago), contrabaixo (Sizão Machado) e bateria. Kaufman reconheceu os talentos dos dois brasileiros num workshop em São Paulo e não mais os perdeu de vista. A oportunidade para gravar surgiu apenas alguns meses depois. Os dois saxofonistas são também reputados educadores, pelo que a esta gravação subjaz um certo ambiente “académico”. Dos oito temas do disco, apenas um não tem a assinatura de Bergonzi, “The Last Punks”, precisamente da autoria do guitarrista. O disco abre com o swing de “Think Did”, de acento monkiano, de que ressalta um solo inspirado do contrabaixista, que desemboca num outro de Bergonzi, com Kaufman a explorar os contrapontos. Em “Domolian Mode” o grupo interage particularmente bem, com Lupa Santiago a chegar de mansinho e a construir pequenos motivos, que abrem o bailado de saxofones. Outro momento conseguido é “Wrong”, devedor de uma certa aura meditativa à-la Mingus. Notável a forma como Santiago muda a orientação do tema, num frutuoso diálogo com o baterista. Se dúvidas restassem quanto ao touch de Santiago, escute-se o seu magnífico o solo em “Nilny”, sublinhado pelo baterista num belo trabalho de pratos.
Três discos que contam com a marcante contribuição de um guitarrista cujo percurso importa seguir de perto daqui para a frente.

DISCOGRAFIA SELECCIONADA:

Horizonte Artificial (Tratore, 2008)
Bob Kaufman 5Tet – “Worlds Tigether” (Tratore, 2008)
MC4+ – “Colagens” (Tratore, 2008)
Regra de Três (Tratore, 2007)
Telescópio (Tratore, 2006)
Sinequanon (Tratore, 2004)
Jazz em Dobro (MixHouse/Trama, 2003)
Images (Mix House, 2001)

Para saber mais: http://www.lupasantiago.com; http://www.myspace.com/lupasantiago

Publicado por António Branco às 05:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 07, 2008

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?" será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Molly Johnson, Lena Horne, Caroline Henderson e Bill Henderson. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque
Larry Goldings (de segunda, 8, a sexta, 12). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Por seu lado, nas emissões desta semana do programa "Jazz com Brancas", vão estar em destaque Sonny Rollins (segunda, 8), T.O.A.P. (terça, 9), Loren Stillman (quarta, 10), Alexandre Diniz (quinta, 11) e Richard Galiano (sexta, 12). Jazz com Brancas é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 2, de segunda a sexta às 20h05 e às 21h00.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 06:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 06, 2008

MO´JAZZ TRIO NO CANTALOUPE BAR

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João Galante

O Cantaloupe Bar, nos Mercados de Olhão apresenta hoje e amanhã, pelas 22h00, concertos com o Mo'Jazz Trio, formado por João Galante (piano), David Gausden (contrabaixo) e Zé Soares (bateria).

"O trio acústico: piano, contrabaixo e bateria. Uma proposta pouco habitual no panorama do Jazz que se faz entre nós. Uma das mais simples, não das mais fáceis, fórmulas do Jazz instrumental. Explorando o reportório dos standards, o Mo'Jazz trio vem dar uma lufada de ar fresco e modernidade, oferecendo uma abordagem descomplexada na linha dos trios mais actuais. Com concertos um pouco por todo o país, entre festivais de jazz e outros eventos, um alegre convite à fruição da cumplicidade e interplay deste trio made in Algarve." (texto da organização)

A entrada custa € 3.

Publicado por António Branco às 07:53 AM | Comentários (0) | TrackBack

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Internacionais: a Orquestra de Jazz das Juventudes Musicais de Zagreb (Croácia), sob a direcção de Sigi Feigl. Solista convidado: o baterista Peter Erskine (EUA). Concerto realizado a 3 de Junho de 2007, em Zagreb. Gravação Euroradio.

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:31 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 05, 2008

SENIOR RECITAL DE JOSÉ VALENTE EM NOVA IORQUE

O violetista José Valente realiza hoje o seu "Senior Recital" na New School for Jazz and Contemporary Music, em Nova Iorque. O músico refere que este recital representa "o fim de um ciclo e de uma experiência extraordinária em Nova Iorque".

O evento intitula-se "José Valente and Friends - Experiences of Tomorrow" e introduz várias formações, estilos musicais e um conjunto de músicos que, ao longo destes últimos anos, contribuíram para a sua evolução artística.

Para mais informação, visitar o link http://www.youtube.com/watch?v=wonDCiL2-40, onde se encontra disponível um curto filme sobre este concerto.

Publicado por António Branco às 07:30 AM | Comentários (0) | TrackBack

LIVRO "JAZZ COVERS" PREMIADO

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O livro "Jazz Covers", do português Joaquim Paulo, foi galardoado em França com o prémio "Prix du livre de Jazz 2008", atribuído pela Académie de Jazz. O prémio será entregue em cerimónia oficial a ter lugar no próximo dia 18 de Janeiro, no Grand Foyer Théâtre du Châtelet, em Paris.

Joaquim Paulo é um fervoroso coleccionador e um profissional ligado à rádio e à edição. Editado pela Taschen, em Outubro passado, este livro reproduz cerca de 700 capas de discos - que abarcam um espectro temporal que vai de 1940 a 1990, altura em que se verificou a ascensão do formato CD e o declínio do vinil -, acompanhados da respectiva ficha técnica, comentários e entrevistas que as contextualizam historicamente (o engenheiro de som Rudy Van Gelder e o produtor de jazz Creed Taylor são dois exemplos relevantes).

O autor disse à agência Lusa que o disco constitui "um documento da história do jazz que revela que a componente gráfica teve uma ligação muito importante com a música".

São incluídas capas de discos de Miles Davis, Thelonious Monk, John Coltrane, Ornette Coleman, Count Basie, Stan Getz, Art Blakey, Bill Evans, entre muitos outros nomes do jazz.

Publicado por António Branco às 05:56 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 04, 2008

4 ANOS DA TREM AZUL JAZZ STORE

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A Trem Azul Jazz Store (Rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) comemora hoje, pelas 21h00, o seu 4º aniversário.

Para a assinalar a ocasião, apresenta um concerto com o trio do saxofonista e clarinetista italiano, mas radicado em Estocolmo, Alberto Pinton, com Zé Eduardo (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria).

"Com o pesado saxofone barítono, os clarinetes soprano e baixo e flautas várias, incluindo o pequeno "ottavino", o veneziano (mas radicado em Estocolmo) Alberto Pinton vem praticando um jazz aberto e flexível, mas em linha com as gramáticas do bop e do free originais – assimiladas estas nas suas passagens pelo Berklee College of Music, em Boston, onde foi aluno de George Garzone, e por Nova Iorque, cidade em que frequentou a Manhattan School of Music, aí obtendo o seu "master's degree" e rodando com os nomes mais sonantes da cena "downtown". A energia e a forma são as coordenadas musicais a que o multi-instrumentista dá mais importância, e o sentido de equilíbrio denotado pelas suas conjunções da expressão improvisacional e das estruturas compositivas, inspiradas no jazz dos anos 1950 e 60 e muito especialmente na "estética Blue Note", pressente-se bem em todo o trabalho que registou em disco ou apresenta ao vivo. Em vésperas de ter um CD no catálogo da Clean Feed, editora portuguesa que mais uma vez foi votada em 2007, pela revista online All About Jazz, como uma das cinco mais importantes etiquetas discográficas de jazz do mundo, é Alberto Pinton, precisamente, quem vai abrilhantar a festa do quarto aniversário da Trem Azul Jazz Store, no dia 4 de Dezembro, às 21:00 horas. Acompanham-no duas figuras do jazz português cuja importância fala por si. Um é o consagrado Zé Eduardo, contrabaixista entre os maiores, compositor e arranjador com um percurso rico de experiências e "bandleader" por todos respeitado a quem muito devem a pedagogia e o ensino do jazz entre nós. O outro é o jovem Gabriel Ferrandini, baterista de especiais capacidades que depressa se está a tornar num nome de referência obrigatória. Com tais músicos, a noite promete..." (texto da organização)

Parabéns reiterados para o Pedro Costa, o Hernâni Faustino, o Ilídio Nunes e também o Jorge "Travassos" e a Madalena Borges pelo trabalho sério e perseverante!

A entrada é gratuita.

Publicado por António Branco às 12:50 PM | Comentários (0) | TrackBack

DE GREEF HOMENAGEIA KEITH JARRETT NO CCB

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Ivo de Greef

Ao final da tarde (19h00), no Centro Cultural de Belém, o pianista belga Ivo de Greef homenageia Keith Jarrett, tendo como base o célebre "Köln Concert" (concerto de Colónia). Para a ocasião, convidou os compositores e pianistas Sérgio Azevedo, Gustavo Beytelmann, Robert Mitchell e Jonathan Powel.

"O Concerto de Colónia (Köln Concert) de Keith Jarrett foi o disco mais vendido de sempre da história do jazz. Apesar de improvisada, a música deste concerto foi transcrita para pauta, o que nos permite escutá-la de novo, numa releitura literal do pianista Ivo de Geef. Para este concerto, Ivo convidou quatro compositores e pianistas de diferentes nacionalidades e influências musicais para homenagear Keith Jarrett, músico de referência no jazz que incursa com facilidade noutros estilos musicais, como o minimalismo, a música clássica, a contemporânea ou a étnica. O resultado deste desafio são, para lá de uma peça já composta por Kris Defoort que terá a sua estreia em Portugal, quatro peças em estreia absoluta escritas por um compositor argentino, dois ingleses e pelo português Sérgio Azevedo, que se inspiraram na música de Jarrett para compor as suas próprias interpretações e homenagear este grande pianista americano".

PROGRAMA

KEITH JARRETT: Köln Concert, Partes I e IV
SÉRGIO AZEVEDO*
GUSTAVO BEYTELMANN*
ROBERT MITCHELL*
JONATHAN POWEL*
KRIS DEFOORT**

*Estreia absoluta
**Estreia em Portugal

O concerto será transmitido em directo pela Antena 2. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

Publicado por António Branco às 11:49 AM | Comentários (0) | TrackBack

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã e sábado, o Albert Bover Trio, com Albert Bover (piano), Hugo Antunes (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 07:27 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 03, 2008

JAZZ COM TODOS - DEZ 08

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Chegam novas do Algarve:

"E eis que chegamos ao fim do ano, um ano repleto de concertos e actividades: o jazz de boa saúde pelo Algarve! ... e não só! a dar pelas actividades que realizamos pelo resto do País! Já na próxima quarta-feira, dia 03, eis que os professores da AJMMA vão encerrar as hostes do Jazz Com Todos de 2008. Um programa que começou este ano em Junho e que tem tido um crescente sucesso, que o público fiel testemunha. Em 2009 haverá mais! Outros destaques do mês, o já habitual Sons e Palavras na Biblioteca Municipal de Lagos, alusivo ao Natal, um programa que já soma quase três anos de existência. A Orquestra de Jazz de Lagos junta-se também à época natalícia com o seu habitual programa especial de Natal, todos os anos renovado, no Centro Cultural de Lagos. Ainda mesmo antes do Fim de Ano, Hugo Alves apresenta o seu 4tet no Dona Filipa em Vale do Lobo. Não queríamos deixar de agradecer a todos quanto nos têm apoiado nas nossas actividades, quer sejam concertos ou actividades educativas, ao longo deste e de outros anos (e já lá vão quatro!). Agradecemos ainda a todos os nossos patrocinadores, particularmente à Câmara Municipal de Lagos, sem a qual esta organização global não poderia de todo existir. Ainda um carinho especial para os nossos músicos (OJL e demais), professores da AJMMA e restantes colaboradores. Para todos vós trabalhamos, com todos vós trabalhamos! Um Feliz Natal e Próspero Ano Novo. (Hugo Alves)

Agenda Dezembro:

3 de Dezembro (21h30) - Centro Cultural de Lagos, Jazz Com Todos: AJMMA All Stars (professores do Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve)

09 Dezembro (terça, 21h30) - Biblioteca Municipal de Lagos, Hugo Alves Sons e Palavras

20 de Dezembro (sábado) - Centro Cultural de Lagos, Orquestra de Jazz de Lagos, dir. Hugo Alves

26 de Dezembro (sexta) - Vale do Lobo, Hotel Dona Filipa, Hugo Alves 4tet

Publicado por António Branco às 10:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

ENTREVISTA JORGE MONIZ

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Jorge Moniz (foto: AB)

Depois de anos na sombra, o baterista barreirense Jorge Moniz decide saltar para a ribalta e apresentar o seu primeiro quarteto, com o qual pretende dar a conhecer a música que faz. O "Improvisos Ao Sul" quis saber mais sobre o seu trajecto e sobre os planos que tem em mente.

Quando e como sentiste o impulso da música? Tens antecedentes musicais na família ou começaste por tua conta e risco?
Tenho antecedentes na área da música clássica mas, de alguma forma, afastados. Pode dizer-se que comecei por minha conta e risco. Comecei como baterista em bandas de garagens no pós punk. Tinha 14 anos. Na altura em que se desvaneciam as influências dos Police e se bebia Cure e U2. As bandas portuguesas da altura como Heróis do Mar, Xutos, Mler If Dada, Sétima Legião e Pop Dell'Arte também exerceram bastante influência na minha maneira de tocar, principalmente a última.

Começaste pelo piano… a bateria surge depois… mas sem largares o piano … Dois amores?
No fundo sempre mostrei mais aptidão para o ritmo. Sempre me ofereceram baterias de brincadeira enquanto fui criança. A primeira bateria a sério surgiu com a primeira banda de garagem. Custou 10 contos. Tive aulas particulares de piano aos 11 anos mas desisti para jogar futebol no Barreirense, aventura que durou muito pouco tempo. Aos 18 anos, após desistir do ISEL entrei na Academia de Amadores de Música e no Hot Clube, praticamente em simultâneo.

O que te levou a escolher a bateria, como opção profissional no âmbito do jazz, já que noutros contextos continuas a tocar piano?
Acho que sempre foi, realmente, o meu instrumento. O piano continua a ajudar-me bastante na composição, actividade que abandonei, curiosamente, após concluir a respectiva licenciatura (composição) mas que retomei recentemente e que pretendo intensificar daqui para a frente.

No teu percurso de formação passaste pela Academia de Amadores de Música, pela Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, pelo Conservatório Nacional (Eurico Carrapatoso e Jorge Peixinho), e pela Escola Superior de Música de Lisboa (Christopher Bochmann e António Pinho Vargas).... O que guardas de tantas experiências certamente enriquecedoras?
Penso que quando se está na música se deve vê-la como um todo. As várias abordagens enriqueceram muito a minha cultura musical. Não gosto de me cingir a uma ou duas áreas. Tento ter uma visão mais abrangente. Ouço de tudo!

Em finais do ano passado, concluíste o Mestrado em Etnomusicologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa sob a orientação de Salwa Castelo-Branco, no qual te debruçaste sobre o cante alentejano. O que te liga a este universo? Quais as principais conclusões que retiras deste teu estudo?
Tenho costela alentejana. Um dos principais focos de análise do meu trabalho foi verificar a enorma resistência do cante ao factor tempo e a todas as transformações sociais verificadas na região, principalmente no pós 25 de Abril, resistência essa assente na busca de uma autenticidade ancorada na ideia de antiguidade, renegando toda e qualquer influência exterior ao passado do grupo, não só ao nível do cante, em si mesmo, mas de toda uma imagem etnográfica que inclui elementos como o traje de ceifeiro. Por outro lado, o contacto com o cante alentajano fez-me regressar ao tempo em que tocava sem nunca ter estudado música e fazia tudo de forma exclusivamente intuitiva. Foi muito gratificante ter tido contacto com pessoas que fazem música de uma forma tão simples e inocente. Para além disso fiz grandes amizades, das verdadeiras.

Continuas a leccionar, és um dos fundadores da Escola de Jazz do Barreiro, onde ocupas o cargo de Director Pedagógico. Como encaras a actividade docente, sabendo que ela ocupa uma grande fatia do teu tempo?
Tento equilibrar as coisas da melhor maneira. Consigo distribuir a carga lectiva com o facto de ter que estudar bateria. Orgulho-me muito da fundação da Escola de Jazz do Barreiro. Sem dúvida que colocou o Barreiro no mapa do jazz em Portugal. Penso que foi a primeira escola a aparecer fora das duas grandes cidades do país.

O que pretendes transmitir aos teus alunos?
Tento transmitir-lhe a ideia de que devem ter uma visão abrangente da música. É óbvio que, tendo em conta que estamos a afalar de uma escola de jazz, é esse o ponto de partida.

Ao longo da tua actividade como músico profissional, tens trabalhado em diferentes domínios, da música erudita (na Camerata Musical do Barreiro, como pianista), do rock, passando pelo blues (Old Blues Band), bossa-nova, samba mas, principalmente, no jazz. A música para ti não tem fronteiras?
A participação na Camerata foi algo passageira e pouco significativa. Uma espécie de namoro na adolescência. Digamos que não me entusiasmou muito. Quanto ao trabalho como baterista, pretendo intensificá-lo cada vez mais. Reconheço que o adiei por algumas causas (como por exemplo com os estudos académicos) mas penso que daqui para a frente me vou sentir, essencialmente, como 'baterista'.

Quais as tuas principais referências musicais? Quem são os faróis inspiradores?
Depende das áreas. No campo da música erudita identifico-me bastante com Bartók, Messiaen, Bach, Mompou, Stravinsky... compositores ritmicamente fortes e pouco convencionais. No rock/pop a minha banda de eleição é Divine Comedy. Ouço muito música tradicional, de vários países. Interesso-me cada vez mais pelas nossas raízes. Ao nível de bateristas, os que mais me influencioaram durante o período que estudei no Hot foram Elvin Jones e Philly Joe Jones. Aprecio muito a forma de tocar de Jordy Rossi, Jeff Ballard, Brian Blade, Jeff Watts, Bill Stewart... e muitos outros.

Como te posicionas na recorrente questão improvisação vs. swing, que tanta tinta tem feito correr? Qual vertente tem, para ti, mais peso?
No meu ponto de vista a questão do swing é primordial. 'Swing' num sentido muito lato...

O que ouves habitualmente? Jazz?
Ouço de tudo. Talvez Jazz seja neste momento a música que ouço mais, mas tenho fases. Às vezes ando mais virado para o rock. Mas sempre vários estilos em simultâneo.

Consideras-te um músico de jazz, ou essa definição é algo redutora?
É bastante redutora. Evito os rótulos. Mas o jazz é normalmente o ponto de partida para a música que faço.

Em termos estéticos, e no que concerne ao jazz, como te defines?
Tento fazer coisas que fujam ao convencional. Acima de tudo, tento fazer a minha própria música e criar o meu próprio estilo, o que nem sempre é fácil. Quando damos por nós estamos, mesmo que inconscientemente, a fugir para algo que está próximo de alguma coisa que já conhecemos. Acho que isto é inevitável, a até saudável.

Fundaste recentemente um quarteto teu, com o Mário Delgado, o Júlio Resende e o João Custódio. Porquê tanto tempo até seres líder de uma formação tua?
Sinceramente, por timidez. Muitas vezes os bateristas acomodam-se na posição de 'sideman'. Contudo, atendendo à minha formação, decidi criar uma banda minha e achei que era o momento certo. Convidei três dos músicos portugueses com que mais me identifico mas pretendo estender a participação a outros.

Tocam originais teus e dos outros elementos do grupo? Qual a linha estética do quarteto?
Não sei se haverá uma linha estética definida. Escolhi os músicos com que mais me identifico em Portugal. Todos contribuem para um bolo do qual o resultado me agrada bastante.

Há planos para gravar ou é demasiado cedo?
Penso gravar o quarteto. Vou deixar passar o verão e depois decidirei o que fazer.

Que outros projectos integras actualmente?
Integro projectos de tudo e mais alguma coisa. Trabalho como freelancer em formações ocasionais. Continuo a trabalhar ocasionalmente com o Hugo Alves, com o qual gravei 2 cd's, trabalhos de que bastante me orgulho. Como músico fixo, integro o quinteto da cantora Angelina, o quarteto 'The Tree At The Top Of The Hill' com três elementos ligados à Escola de Jazz do Barreiro, e trabalho também na área do Blues (Old Blues Band) e da música tradicional (Vid'Airada). Há pouco tempo ressuscitei uma banda pop com que toquei vários anos. Ideias e projectos não me faltam. Gosto desta simultaneidade de estilos porque sinto que me abrem os horizontes musicais. Fazem com que me mantenha em contacto com diferentes influências e conheça outras formas de viver a música.

Como analisas o actual panorama do jazz em Portugal?
Há músicos com grande nível mas, por serem portugueses, não conseguem o reconhecimento internacional que lhes seria devido. Por outro lado, reconheço também que para um novo músico não seja muito fácil integrar-se num circuito que continua a ser muito fechado. Encontramos diferentes bandas em que apenas muda o nome do seu líder. Apesar de haver muito mais músicos do que quando comecei a estudar continua haver pouca oferta também ao nível de sítios para tocar e os que existem, muitas vezes, oferecem condições indignas para um músico profissional. Há um aspecto positivo que é o facto de haver festivais espalhados por todo o país e que faz despertar o interesse de novos públicos. Uma prova disso é o número crescente de escolas de jazz.

Quais serão teus os passos seguintes?
Continuar a compor, integrar diferentes projectos e gravar o quarteto. Gostava de experimentar fazer música para cinema. Tenho bastante curiosidade e vontade de o fazer.

O significa para ti a música?
É um prazer mas também um desafio. Tenta-se sempre chegar mais longe e a coisas novas. É um processo em constante mutação. É essa capacidade que a música tem, de querer atingir o 'inalcançável' e algo que mexa de tão diferentes formas com os sentimentos que a torna tão atrente e viciante!

[Entrevista de base para a elaboração do Perfil de Jorge Moniz publicado no n.º 21 da revista Jazz.pt (Novembo/Dezembro 08)]

Publicado por António Branco às 06:23 AM | Comentários (0) | TrackBack

dezembro 02, 2008

DOWNBEAT DEZ08

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Eis o número de Dezembro da revista norte-americana Downbeat.

Aqui fica o que há para ler neste número:

CAPA
Keith Jarrett
FIRST TAKE (Jason Koransky)
“Sonny´s Take”
CHORDS & DISCHORDS
THE BEAT
“Post-Blue Note Rhapsody - Greg Osby Launches His Inner Circle Label”
“WBGO, NPR and Village Vanguard Team Up for Live Broadcast Series"
"Owl Studios Documents Rising Wave of Indiana Musicians"
"Brady Attacks Los Angeles with 20-Guitar Army"
"Jazz Grave Shots Compiled for New Book"
BACKSTAGE WITH…
Evan Parker
RIFFS
EUROPEAN SCENE (Peter Margasak)
"Punkt Brings Live Remixes to Europe´s Festival Landscape"
THINGS TO COME (Ricrad Seidel)
CAUGHT
“Saxophone Legends Set Pace at Vitoria"
“Portugal´s Jazz em Agosto Highlights Adventurers”
“Diverse Sets Keep Monterey Exciting”
PLAYERS
Sophie Milman (“Trans-Continental Reflections”)
Grant Stewart (“Swing sans Nostalgia”)
The Curtis Brothers & Albert Rivera (“Litchfield-New York Continuum”)
Jonathan Blake (“Upstart´s Ubiquity”)
73RD ANNUAL READERS POLL
Keith Jarrett (“What Am I Doing?”)
Sonny Rollins (“Deep Are The Roots")
Wynton Marsalis (“Bandstand Democracy")
Ornette Coleman ("Doing Is Believing")
Complete Results
FEATURES
Tim Ries ("Salt of the Earth")
HOLIDAY GIFT GUIDE
"Holiday Music"
REVIEWS
Hot Box
Charlie Haden Family and Friends – “Rambling Boy”
Milton Nascimento & Jobim Trio – “Novas Bossas”
The Stryker/Slagel Band – “The Scene”
Donny McCaslin Trio – “Recommended Tools”
BOOKS
"Hotter Than That. The Trumpet, Jazz and American Culture", de Krin Gabbard (Faber and Faber)
TOOLSHED
“Gear Box”
WOODSHED
Solo – “Mark Feldman´s Phrygianish Violin Solo on "Meholalot" (Jimi Durso)
Masterclass – "Blending the Clave and Cha-Cha-Cha” (Steven Kroon)
JAZZ ON CAMPUS
“Chicago´s Sir Miles Davis Academy Opens New Building”
“School Notes”
BLINDFOLD TEST
Enrico Rava & Stefano Bollani

Publicado por António Branco às 07:49 AM | Comentários (0) | TrackBack