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novembro 30, 2008JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão de hoje do programa "A Menina Dança?" será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Clare Teal, Patricia Barber, 'Jazz em miúdos', Willie Nelson, Wynton Marsalis e John Pizzarelli. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vai estar em destaque Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
novembro 29, 2008AQUI JAZZ+ UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (5) – “Carfood” (Roy Hargrove); “You Don’t Know Me” (George Cables); “High Wall” (Larry Vukovich); “Blauklang” (Vince Mendoza); “Deep Lee” (Lee Konitz); “Symphonica” (Joe Lovano); “Time Being” (Jason Seizer). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 28, 2008JÚLIO RESENDE QUARTETO NA CASA DA MÚSICAEsta noite (22h00), a Casa da Música (Sala 2), no Porto, recebe o quarteto do pianista Júlio Resende, com Zé Pedro Coelho (saxofone tenor), João Custódio (contrabaixo) e João Rijo (bateria). "Um ano depois de lançar o seu primeiro álbum, Da Alma, pela editora Clean Feed, o pianista Júlio Resende traz o seu quarteto ao palco da Sala 2. Constituída inteiramente por músicos jovens, esta formação é já uma das mais promissoras surgidas nos últimos anos no país. A música de Júlio Resende é uma abordagem criativa e aberta ao universo do jazz, com pés assentes na tradição e os olhos voltados para a modernidade. Júlio Resende nasceu em Faro e começa a tocar piano aos quatro anos de idade. Diz não ter nascido para intérprete clássico, uma vez que não consegue tocar uma peça sem ter vontade de improvisar. Assim, em 2000, depois do Conservatório, inicia os estudos de jazz com o contrabaixista e pedagogo Zé Eduardo, prosseguindo a sua formação com Rodrigo Gonçalves, Pedro Moreira e Mário Laginha. Em 2003 foi seleccionado para a 1.ª Big Band Nacional da Juventude, projecto conjunto do Hot Clube de Portugal e Ministério da Cultura que pretendeu seleccionar os melhores jovens músicos nacionais a fim de realizar uma tournée pelo país. Posteriormente, fez parte do Ensemble do Hot Clube, pelo qual também ganhou o prémio para “Melhor Combo” no âmbito do concurso inter-escolas realizado na Festa do Jazz do Teatro S. Luiz em 2005. Júlio Resende participou em vários workshops internacionais, nos quais trabalhou com professores de prestigiadas Universidades de Jazz dos EUA, como a New School for Jazz and Contemporary Music e o Berklee College of Music. Entre os músicos com quem já tocou conta-se Pedro Moreira, Bernardo Moreira, Alexandre Frazão, Nuno Ferreira, Matt Lester, Hugo Alves, Bruno Pedroso, Maria Viana, entre outros. Em 2004, desloca-se a Paris por uma temporada à Universidade de S. Denis, estudando com Yves Torchinsky, Phillipe Michel, Fréderic Saffar e Lillian Dericq (professor da Academia Bill Evans). No regresso, inicia os estudos de composição com o acompanhamento de Pedro Moreira. Ainda neste ano, com o objectivo de trabalhar composições originais suas, forma o Júlio Resende Quarteto, com o qual tem actuado em auditórios e clubes de jazz por todo o país. (texto da organização) |
4 CORNERS HOJE EM PORTALEGREEste sábado em Portalegre (21h30, no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre) apresentam-se os 4 Corners, quarteto formado por Ken Vandermark (clarinete, clarinete baixo, saxofone barítono), Magnus Broo (trompete), Adam Lane (contrabaixo) e Paal Nilssen-Love (bateria). "Os 4 Corners são um projecto especial criado para a editora Clean Feed em 2006 e cujo album de estreia, o homónimo “4 Corners”, recebeu os mais rasgados elogios um pouco por todo o mundo. Ken Vandermark e Adam Lane têm pelo menos um ponto em comum: são ambos grandes ouvintes das músicas dos outros, inclusive aquelas que parecem não ter qualquer familiaridade com a música que tocam, mas que acabam por moldar principalmente a forma como compôem. Stockhausen, Black Sabbath, Funkadelic, The Ex, Lee “Scratch” Perry e Morton Feldman são referências tão importantes para o que fazem quanto os “mestres” Duke Ellington, John Coltrane, Sun Ra ou Charles Mingus. As linhas com que se cose a música deste quarteto mistura de forma equilibrada liberdade e estrutura, fogo e paixão. Bebe no free jazz e no hard bop mas também busca inspiração na chamada “música improvisada europeia”, estabelecendo um binómio cerebro/nervo. Não será de espantar se se ficar com uma melodia no ouvido entre outros momentos de contornos mais subtis. O que iremos ouvir prova que a “fire music” é finalmente universal e pode vir dos 4 cantos do mundo." (texto da organização) O preço único dos bilhetes é de € 6. |
novembro 27, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã e sábado, o Paula Sousa Quinteto, com Paula Sousa (piano), João Guimarães (saxofone alto), Afonso Pais (guitarra), Hugo Antunes (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
JAZZ NA APAVA Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) promove hoje, pelas 19h00, um concerto com o trio Rodrigo Amado (saxofones), Miguel Mira (violoncelo) e Gabriel Ferrandini (bateria), grupo que partilha o jazz como denominador comum, mas não exclusivo. Integrado no projecto de dinamização do Espaço APAV & Cultura, este concerto tem lugar na Sede da APAV, na Rua José Estêvão 135-A (ao Jardim Constantino), em Lisboa. Desenhando linhas sonoras assentes nas directivas da livre improvisação, o trio Amado/Mira/Ferrandini desenvolve uma comunicação que se aproxima das estratégias formais do jazz. A entrada é gratuita, porém sujeita a confirmação prévia, devido ao número limitado de lugares, para nunocatarino@apav.pt ou 21 358 79 15. |
OFICINA DE PIANO EM MONTEMOR-O-NOVOVai realizar-se entre amanhã e domingo em Montemor-o-Novo (no Convento de São Francisco e na Quinta das Artosas), uma Oficina de Piano. Mais informação em: http://www.oficinasdoconvento.com. |
novembro 26, 2008CONCERTO NA TREM AZUL JAZZ STOREHoje ao final da tarde (19h30), concerto na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao cais do Sodré, em Lisboa), com Alfred Harth (saxofone alto), Paulo Curado (saxofones), Luís Lopes (guitarra eléctrica), Gabriel Ferrandini (bateria) e Travassos (electrónicas). |
WORKSHOPS JAZZ AO NORTEJá vão na sua terceira edição os workshops de Inverno da Jazz Ao Norte (EJAN). Desde 2006, estes workshops têm crescido em conteúdos, multidisciplinaridades e público. Com mais ecletismo, mais dias disponíveis, com horários mais próximos do fim do dia e a preços mais acessíveis, a EJAN pretende com estes workshops "inovar sem no entanto esquecer a quem se dirigem: músicos e não músicos, profissionais, alunos, professores, melómanos, ouvintes, amigos e conhecidos a todos tentar receber da melhor maneira possível". Hoje (21H30 - 23H00) Amanhã (27/11) (17h00 - 20h00) Sexta-feira (28/11) (17h00 - 20h00) Sábado (29/11) (10h00 - 13h00) Sábado (29/11) (15h00 - 18h00) Mais informação em: http://www.jazzaonorte.com/Seminarios. |
novembro 25, 2008TREM AZUL JAZZ STORE FESTEJA 4º ANIVERSÁRIOA Trem Azul Jazz Store (Rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) comemora no próximo dia 4 de Dezembro (uma quinta-feira), pelas 21h00, o seu 4º aniversário. Estão de parabéns o Pedro Costa, o Hernâni Faustino, o Ilídio Nunes e também o Jorge "Travassos" e a Madalena Borges pelo trabalho sério e perseverante! Para a assinalar a ocasião, apresenta um concerto com o trio do saxofonista e clarinetista italiano, mas radicado em Estocolmo, Alberto Pinton, com Zé Eduardo (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria). "Com o pesado saxofone barítono, os clarinetes soprano e baixo e flautas várias, incluindo o pequeno "ottavino", o veneziano (mas radicado em Estocolmo) Alberto Pinton vem praticando um jazz aberto e flexível, mas em linha com as gramáticas do bop e do free originais – assimiladas estas nas suas passagens pelo Berklee College of Music, em Boston, onde foi aluno de George Garzone, e por Nova Iorque, cidade em que frequentou a Manhattan School of Music, aí obtendo o seu "master's degree" e rodando com os nomes mais sonantes da cena "downtown". A energia e a forma são as coordenadas musicais a que o multi-instrumentista dá mais importância, e o sentido de equilíbrio denotado pelas suas conjunções da expressão improvisacional e das estruturas compositivas, inspiradas no jazz dos anos 1950 e 60 e muito especialmente na "estética Blue Note", pressente-se bem em todo o trabalho que registou em disco ou apresenta ao vivo. Em vésperas de ter um CD no catálogo da Clean Feed, editora portuguesa que mais uma vez foi votada em 2007, pela revista online All About Jazz, como uma das cinco mais importantes etiquetas discográficas de jazz do mundo, é Alberto Pinton, precisamente, quem vai abrilhantar a festa do quarto aniversário da Trem Azul Jazz Store, no dia 4 de Dezembro, às 21:00 horas. Acompanham-no duas figuras do jazz português cuja importância fala por si. Um é o consagrado Zé Eduardo, contrabaixista entre os maiores, compositor e arranjador com um percurso rico de experiências e "bandleader" por todos respeitado a quem muito devem a pedagogia e o ensino do jazz entre nós. O outro é o jovem Gabriel Ferrandini, baterista de especiais capacidades que depressa se está a tornar num nome de referência obrigatória. Com tais músicos, a noite promete..." (texto da organização) A entrada é gratuita. |
novembro 24, 2008AAJ - NY NOVEMBRO 2008Edição de Novembro do All About Jazz - New York em http://www.allaboutjazz.com/newyork/aaj_ny_200811.pdf. |
novembro 23, 2008JOSÉ DUARTE NA RÁDIONa emissão de hoje do programa "A Menina Dança?" será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Jimmy Scott, Boswell Sisters, Patricia Barber e Cassandra Wilson. A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00. Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vão estar em destaque - Ella & Louis (segunda, 24), Billie Holiday (terça, 25), Lionel Hampton (quarta, 26), Bessie Smith (quinta, 27) e Joe Williams & 'Count' Basie big band (sexta, 28). Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50. Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). |
novembro 22, 2008PORTUGAL JAZZ HOJE EM OEIRASHoje o Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz está em Oeiras, para um concerto no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (pelas 22h00) com Vânia Fernandes (voz) e Júlio Resende (piano) - "Cumplicidade". O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz é uma iniciativa de Interesse Cultural reconhecido pelo Ministério da Cultura com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República. "Pelo segundo ano consecutivo o Município de Oeiras acolhe o projecto Portugal Jazz. O concerto está marcado para o próximo Sábado, dia 22 de Novembro, pelas 22h00, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho. “Vânia Fernandes e Júlio Resende” foi formado no início de 2005 invocando a sublime empatia e expressão musical que Vânia e Júlio encontraram um no outro. Entretanto em 2007, Vânia Fernandes aventura-se pelos meandros televisivos, saindo vitoriosa da última edição da Operação Triunfo, enquanto Júlio Resende gravou com o seu Quarteto o primeiro álbum “Da Alma” para a prestigiada editora Clean Feed/Trem Azul. Agora, a “Cumplicidade” volta a reafirmar-se com o intuito de explorar pequenas pérolas musicais como são alguns standards do Jazz e da Pop, mas reinventando e arranjando-os, trazendo-os à luz da contemporaneidade musical. A estética do grupo vai muito além do Jazz, recapturando também o Fado, a Bossa-Nova, o Funk. Mas todas as influências procuram confluir apenas num propósito – o da elevação da Música enquanto forma de arte." (texto da organização) Para mais informação, consultar: www.portugaljazz.org. |
METROPOLE ORKEST ENCERRA O GUIMARÃES JAZZO Guimarães Jazz 2008 chega do seu final. Neste sábado (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) apresenta-se a Metropole Orkest, que encerra o evento vimaranense. "Fundada por Dolf van der Linden em 1945, na Holanda, a METROPOLE ORKEST é actualmente, uma das mais importantes orquestras. Conhecida pelo seu vasto repertório, tem trabalhado com conceituados músicos da cena jazzística, mas também da música pop, recebendo grandes elogios pela qualidade dos seus desempenhos. Sob a direcção de Vince Mendoza – vencedor de três Grammys –, a METROPOLE ORKEST continua a crescer e a experimentar novas sonoridades. Uma vasta lista de intérpretes tem partilhado o palco com a M-ORKEST, confirmando a flexibilidade deste grupo alargado de instrumentistas em experimentar e explorar uma grande variedade de géneros musicais: Oleta Adams, Charles Aznavour, Shirley Bassey, Andrea Bocelli, John Cale, Joe Cocker, Elvis Costello, Eddie Daniels, Céline Dion, Brian Eno, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Astrud Gilberto, Dizzy Gillespie, Herbie Hancock, Junkie XL, The King’s Singers, Chaka Khan, Pat Metheny, Ivan Lins, John Scofield, The Swingle Singers, Jean ‘Toots’ Thielemans, Mel Tormé, Steve Vai, Sarah Vaughan, Dionne Warwick, Andy Williams, Nancy Wilson, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, Sezen Aksu e a fadista portuguesa Mariza. Dolf van der Linden dirigiu a METROPOLE ORKEST durante 35 anos e foi um dos seus maiores impulsionadores. A Orquestra foi formada após a Segunda Guerra Mundial com o objectivo de criar um conjunto de músicos de elevado nível, capazes de executarem grandes performances para a radiodifusão pública. Van der Linden viajou por toda a Europa a fim de encontrar a combinação perfeita dos naipes de instrumentos para a orquestra. As suas ideias musicais inovadoras e estimulantes atraíram a atenção do público holandês que ansiava um novo projecto musical. Grandes solistas, da ópera à música pop, passando pelo jazz, já trabalharam com a M-ORKEST, contribuindo fortemente para a sua expansão europeia. No entanto, a METROPOLE ORKEST orgulha-se de ter mantido a sua própria identidade e personalidade musicais, num contexto diversificado de estilos e de inovações técnicas. Sob a direcção artística de Vince Mendoza, desde 2005, a METROPOLE ORKEST continua a ampliar e a experimentar novas sonoridades. Arranjador e compositor norte-americano, Vince Mendoza ocupa um lugar de destaque na cena do jazz internacional dos últimos 25 anos. O âmbito alargado das suas obras demonstra uma extraordinária compreensão das diferentes linguagens musicais. Vencedor de três Grammys e nomeado outras quinze vezes, V. Mendoza é, neste momento, um dos mais requisitados compositores da actualidade. Da sua extensa lista de colaborações constam nomes como Peter Erskine, Randy e Michael Brecker, John Abercrombie, Bob Mintzer, Russell Ferrante, Joni Mitchell, Björk, Brecker Brothers, Pierre Blanchard, The Yellowjackets, Mike Stern, Clare Fisher Quintet & Voices, Joe Lovano, New York Voices, Roy Hargrove, Elvis Costello, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, entre muitos outros. A presença de Vince Mendoza, no concerto da METROPOLE ORKEST no Guimarães Jazz 2008 pretende iniciar uma nova experiencia musical e conta ainda com a presença de Peter Erskine como solista convidado. P. Erskine é o lendário baterista dos Weather Report, músico dotado e brilhante que partilhou o palco com grandes instrumentistas: Michael Brecker, Don Grolnick, Steely Dan, Pat Metheny, Chick Corea, Mike Stern, Freddie Hubbard, John Scofield, Herbie Hancock, Diana Krall, Elvin Jones, Bill Frisell, Jan Garbarek, Jony Mitchell, John Scofield, Bill Frisell, Marc Johnson e outros. Detentor de um avançadíssimo controlo sobre o tempo, de uma técnica de execução notável e de uma dinâmica muito singular, P. Erskine possui uma discografia impressionante como sideman e como líder, tendo composto obras para big band e pequenos ensembles, teatro e filmes de animação da Disney. Paralelamente, desenvolveu uma actividade pedagógica na formação de jovens músicos, editando diversos livros e DVD’s pedagógicos, no ensino da bateria." (texto da organização) |
AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (4) – “Soul in a Picture” (Jef Neve); “Alone Together” (Tim Hagans); “The Nature of The Beat” (Wayne Wallace); “Don’t Blame Me” (Claus Raible Trio); “Cantando” (Bobo Stenson); “Duet” (Chick Corea & Hiromi); “All That” (Bill Frisell); “Decade” (Clifton Anderson). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 21, 2008GUIMARÃES RECEBE O TRIO DE KENNY BARRONNesta sexta-feira (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) prossegue a edição 2008 do Guimarães Jazz 2008 com o Kenny Barron Trio, com Kenny Barron (piano), Kiyoshi Kitagawa (contrabaixo) e Johnathan Blake (bateria). Kenny Barron nasceu em Filadélfia, em 1943 e é considerado "um dos maiores pianistas de jazz do mundo". Tendo acompanhado alguns dos grandes nomes desta música, adaptou-se com facilidade a todos os contextos que lhe surgiram e tem conseguido manter um elevado nível artístico nas suas prestações. Este facto permitiu-lhe desenvolver uma espécie de “talento de camaleão” que desencoraja qualquer tentativa de definir a sua singularidade. K. Barron foi influenciado pelos melhores pianistas da escola de Detroit: Hank Jones, Tommy Flanagan e Wynton Kelly e estudou piano com a irmã de Ray Bryant. A sua progressão foi tão rápida que, em 1959 (aos 16 anos) tocava com o baterista Philly Joe Jones e, em 1960, juntou-se ao grupo de Yusef Lateef. Neste mesmo ano, trocaria Detroit por Nova Iorque, sendo contratado por James Moody. Nos dois anos seguintes, K. Barron acompanharia brevemente Lee Morgan, Lou Donaldson e Roy Haynes, para logo ingressar na orquestra de Dizzy Gillespie, onde permaneceu até 1966. O início dos anos 70 levou K. Barron a tocar novamente com Yusef Lateef e com Milt Jackson, Jimmy Heath e Buddy Rich, nomes que viriam a somar-se a um currículo musical invejável, onde já constavam os nomes de Stanley Turrentine, Freddie Hubbard e Jimmy Owens e, mais tarde, Ron Carter. Nesta mesma década grava pela primeira vez, como líder, e associa-se à prestigiada Rutgers University, onde leccionou piano, harmonia e teoria da música. Os anos 80 trouxeram-lhe novos desafios e novos projectos, dos quais se destaca a criação do quarteto SPHERE, fundado em parceria com Charlie Rouse, Ben Riley e Buster Williams e cujo propósito era tocar a música de Thelonious Monk. Esta formação gravou discos notáveis para a editora Verve: “Four for all” e “Bird Songs”. Outros momentos importantes durante esta década foram a sua associação com o vibrafonista Bobby Hutcherson, o registo discografico no álbum “Voyage”, com Stan Getz e a prolongada digressão europeia e norte-americana no quarteto deste saxofonista, ao lado de Rufus Reid e Victor Lewis. Os anos 90 marcaram a consagração de Kenny Barron e do seu extraordinário trio composto por Ray Drummond (contrabaixo) e Ben Riley (bateria). Na década de 90 obteve diversos prémios: “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos críticos de jazz nas revistas “Jazziz” em 1996; “Jazz Times” em 1997 e 1998; “Downbeat” em 1997, 1998 e 1999; “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos leitores das revistas “Jazz Times” em 1995 e 1996; “Downbeat” em 1997 e “Jazz Iz” em 1999. Em 1998 obteve ainda o “New York Jazz Award” para o melhor pianista e, em 2000, ganhou o prémio de “Melhor Pianista” atribuído pela Associação Americana de Jornalistas de Jazz." (texto da organização) |
novembro 20, 2008ADUF ESTA NOITE EM BEJA
Esta quinta-feira, pelas 21h30, o Pax-Julia Teatro Municipal, em Beja, recebe o projecto Aduf, de José Salgueiro. O grupo completa-se com José Peixoto, na guitarra, Alexandre Diniz nas teclas e acordeão, Gonçalo Marques nos sopros, Carlos Miguel, Ivo Costa e Sébastian Scheriff nos adufes gigantes e percussões e ainda com a cantora Maria João Matos. De acordo com declarações de Salgueiro à Rádio Voz da Planície, "Aduf é um espectáculo com um visual pensado em torno da música portuguesa onde se cruzam sonoridades celtas e orientais, jazz, rock clássico ou progressivo". O projecto Aduf foi concebido a partir de um convite da Expo 98. O mote é um instrumento de percussão de origem árabe - o adufe -, composto por duas peles de cabra cozidas numa estrutura leve em formato quadrado. Surge agora com novas experiências e com a colaboração de José Peixoto. |
THE COOKERS HOJE NO GUIMARÃES JAZZHoje no Guimarães Jazz (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) apresentam-se uma formação recheada de estrelas, os The Cookers - Tribute to Lee Morgan, com Billy Harper (saxofone tenor), Bennie Maupin (saxofone e clarinete baixo), James Spaulding (saxofone alto), George Cables (piano), Cecil McBee (contrabaixo), Billy Hart (bateria) e David Weiss (trompete). |
LAGINHA+RESENDE+FIGUEIREDO HOJE EM AVEIROHoje (21h30), o Teatro Aveirense recebe um concerto com Mário Laginha, Júlio Resende e Luís Figueiredo. O evento está integrado no Festival do Outono de Aveiro. |
novembro 19, 2008MARCUS STRICKLAND EM GUIMARÃESProssegue hoje (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor, na cidade-berço), o Guimarães Jazz 2008, com um quinteto liderado pelo saxofonista Marcus Strickland, com Jason Palmer (trompete), David Bryant (piano), Luques Curtis (contrabaixo) e John Davis (bateria). "Jovem saxofonista soprano e tenor, Marcus Strickland distingue-se pela desenvoltura instrumental da sua técnica, mas também pelo facto de ser ainda muito jovem. Strickland nasceu em 1979 em Miami – Florida, mas mudou-se para Nova Iorque em 1997. O seu pai, baterista e entusiasta do jazz, foi uma das suas primeiras influências. Juntamente com o irmão gémeo, o baterista E. J. Strickland que actualmente integra o seu quarteto, M. Strickland cresceu a ouvir a música de Miles Davis, John Coltrane, Crusaders, Stevie Wonder… Apesar da sua curta carreira, M. Strickland já tocou com nomes como Roy Haynes, Mos Def, Dave Douglas, Nicholas Payton, Jeff “Tain” Watts, Will Calhoun, Charles Tolliver, entre outros, o que tem contribuído para a sua rápida progressão e formação. Os discos "Fountain of Youth", de Roy Haynes, e "Keystone", de Dave Douglas têm a sua participação e foram nomeados para os Grammy Awards. M. Strickland tocou também com algumas das melhores big bands do mundo: THE CARNAGIE HALL BIG BAND, THE MINGUS BAND, THE VILLAGE VANGUARD BAND, MILT JACKSON BIG BAND e THE LINCOLN CENTER JAZZ ORCHESTRA. Em 2006, foi distinguido pelos leitores da prestigiada revista “JazzTimes” que o nomearam “Melhor Artista Revelação”, e em 2008 pelos críticos da revista “Downbeat”. Recentemente abraçou um projecto pessoal mais ambicioso, criando a sua própria editora, “Strick Muzik”, na qual editou, em 2006, o bem sucedido CD duplo “Twi-Life” e, em 2007, realizou um álbum ao vivo, “Open Reel Deck". O futuro parece bastante promissor para este músico e o mais impressionante é que a sua carreira ainda está só a começar." (texto da organização) |
novembro 18, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã o Peter Rende Quartet, com Peter Rende (piano), João Moreira (trompete), Matt Pavolka (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria). Quinta, sexta e sábado, será a vez do Filipe Melo Trio, com Filipe Melo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria), a que se juntará Bruno Santos (guitarra). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
novembro 17, 2008POSTO DE ESCUTAJohn Zorn - "The Dreamers" John Zorn (saxofone alto), Trevor Dunn (baixo), Marc Ribot (guitarras), Jamie Saft (teclados), Kenny Wollesen (vibrafone), Joey Baron (bateria) e Cyro Baptista (percussão). Uma mistura inclassificável - à boa maneira zorniana - mas hiper-estimulante... |
novembro 16, 20084TETO DE MATT PAVOLKA E PETE RENDE EM ESPINHOO quarteto de Pete Rende (piano) e Matt Pavolka (contrabaixo), “Blend”, está hoje, pelas 21h30, no Auditório de Espinho. A formação completa-se com João Moreira (trompete, flugelhorn) e Marcos Cavaleiro (bateria). "Das ruas sem nome de Nova Iorque para as congéneres de Espinho, Pete Rende e Matt Pavolka são dois nomes essenciais da cena jazz da Big Apple. Ambos têm vindo a fazer carreira colaborando com alguns dos músicos mais importantes da actualidade ou actuando em clubes de referência (como o Village Vanguard) e reconhecidos festivais europeus. Neste concerto imperdível apresentarão a sua música original com dois grandes músicos portugueses: João Moreira no trompete e Marcos Cavaleiro na bateria. (texto da organização) |
novembro 15, 2008AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (3) – “Ashya” (Walter Lang & Lee Konitz); “Standards” (The Nuttree Quartet); “Songs for a New Century” (Jessica Williams); “Pass It On” (Dave Holland); “Maresia” (Stefania Tallini); “Blind Date” (Loren Stillman); ”Soft Journey” (Chet Baker & Enrico Pieranunzi). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
DJANGO BATES TOAP COLECTIVO EM GUIMARÃESProssegue este sábado o Guimarães Jazz 2008, no Centro Cultural Vila Flor, na cidade-berço. Esta noite (22h00, grande auditório) é a vez de se poder escutar Django Bates & Stormchaser. A formação é contituída por Josefine Lindstrand (voz, sino tibetano), Julie Kjær (flautas), Bo Skjold Christensen (clarinetes), Anders B. Kristensen (saxofones alto e soprano), Aske Drasbæk Philipsen (saxofones alto e soprano), Julian Argüelles (saxofone tenor), Martin Stender (saxofone tenor), Johan Bylling Lang (saxofone baríítono), Lars Søberg Andersen (trompete), Jimmy Nyborg (trompete), Ulrik Kofoed (french horn), Kevin Christensen (trombone), André Jensen (trombone baixo), Daniel Herskedal (tuba), Christian Bluhme Hansen (guitarra), Petter Eldh (baixo eléctrico), Rasmus Lund (bateria), Mikkel Schnettler (percussão) e Django Bates (teclados, Eb tenor horn) "Compositor criativo e músico virtuoso, Django Bates nasceu em Kent – Inglaterra, em 1960. Teve lições de piano, violino e trompete, frequentou o Royal College of Music em Londres, onde estudou composição, curso que deixou duas semanas depois, tendo optado pelo jazz e assumindo-se como músico independente, compositor e autodidacta. Dedicou-se aos teclados, trompa tenor e composição. Django Bates ficou conhecido através de alguns projectos artísticos que concebeu, sendo o seu principal compositor. De todos estes projectos destaca-se um grupo alargado de músicos, “LOOSE TUBES”, uma das orquestras de jazz mais criativas dos anos 80. Os “L-TUBES” foram a primeira orquestra de jazz a actuar no "Royal Albert Hall" BBC Prons, em Londres, apresentando ao mundo uma nova geração de músicos criativos. Django Bates tem uma importante série de discos gravados. "Good Evening... Here is The News", nomeado para o Mercury Music Award; "Summer fruits (and unrest)", votado como "Pick of The Year" pelos produtores e apresentadores da BBC Rádio 3 Mixing It; "Music for the Third Policeman", eleito um dos melhores álbuns do ano pelo “The Guardian” e pela “Q Magazine”. A revista "Wire" considerou D. Bates como o melhor compositor de jazz do Reino Unido, em 1987 e 1990. O músico recebeu ainda o prémio "Bobby Jaspar" pela academia francesa "Academie du Jazz". D. Bates foi convidado a compor para grupos e orquestras de todo o mundo, nomeadamente para a "WDR Symphony Orchestra" da Alemanha, tendo dirigido músicos internacionais como Joanna MacGregor e Evelyn Glennie. Em 1996, foi compositor residente em Copenhaga e participou nas festividades da Capital Europeia da Cultura. Uma das suas passagens regulares ao longo dos anos foi pela "HUMAN CHAIN", banda cooperativa, capaz de realizar as mais atrevidas fusões de estilos, provocando suprendentes interacções musicais entre hinos fúnebres, tangos, bebop e versões distorcidas de "cocktail lounge muzak". Após a extinção dos “LOOSE TUBES”, Django Bates formou a "POWDER ROOM COLLAPSE ORCHESTRA" e a "DELIGHTFUK PRECIPICE". Mais recentemente foi director artístico do “Fuse Leeds04” – uma bienal de música que celebra a riqueza e a diversidade da actual cena musical. Em Julho de 2005 foi nomeado professor de música no prestigiado Conservatório de Música Rítmica de Copenhaga, na Dinamarca." (texto da organização) Antes, pelas 18h00, no pequeno auditório, toca o TOAP Colectivo Vol. 3. O quinteto é constituído por Ben Monder (guitarra), Matt Pavolka (contrabaixo), Pete Rende (piano), Alexandre Frazão (bateria) e João Moreira (trompete) |
novembro 14, 2008STEVE COLEMAN HOJE EM GUIMARÃESProssegue nesta sexta-feira o Guimarães Jazz com um programa duplo. Às 18h00, no pequeno auditório, apresenta-se a Big Band da ESMAE, sob a direcção de Marcus Strickland Logo à noite, pelas 22h00, no grande auditório, será a vez do saxofonista Steve Coleman com os seus Five Elements: Jonathan Finlayson (trompete), Tim Albright (trombone), Jen Shyu (voz), Thomas Morgan (contrabaixo) e Tyshawn Sorey (bateria). "Saxofonista e compositor, Steve Coleman nasceu em Chicago, em 1956, onde fez a sua formação musical académica, mudando-se para Nova Iorque em 1978. Nesta cidade tocou em várias big bands e, como sideman acompanhou músicos como David Murray, Dave Holland, Mike Brecker e Abbey Lincoln. No entanto, era nas ruas de Manhattan que ia tocando com a sua banda, FIVE ELEMENTS, com a qual gravou os primeiros discos e muitos outros que se seguiram (o mais recente em 2006) e com a qual continua a apresentar-se regularmente em concertos. Steve Coleman é considerado um dos expoentes da filosofia “M-BASE” (Macro Basic Array of Structured Extemporization). Apesar de mostrar particularidades que a tornam uma linguagem jazzística identificável e consolidada, A M-BASE não pode ser vista como um estilo formalizado de música, mas como um pensamento, um movimento que engloba uma filosofia de criação musical, expressando experiências através da estrutura da composição e da improvisação. Segundo Steve Coleman, a M-BASE nasce de uma verdadeira intenção de inovar uma ideia imparcial de concepção, sem a necessidade de ser associada à corrente conservadora do jazz ou à corrente vanguardista. A M-BASE é, acima de tudo, um conceito criador de linguagens musicais, sem que tenha de se comprometer com uma estética definida ou enfatizada a partir das correntes mais vanguardistas, desrespeitando as mais conservadoras. Alguns dos elementos indentificativos da M-BASE usam compassos compostos que mostram uma grande proliferação de ritmos funk, quase sempre apoiados em polirritmias complexas; a utilização de vários ritmos africanos e afro-americanos, numa interacção de sons urbanos com sons étnicos. Revelando interesse na investigação da cultura e da música africanas, ou de origem africana, S. Coleman fez várias viagens a África, a Cuba, ao Egipto e à Índia, tentanto encontrar ritmos que enriquecessem a sua estratégia conceptual. Desde a década de 80, incorpora na sua música diversos elementos folclóricos da diáspora africana e ideias musicais influenciadas por conceitos metafísicos, resultantes das reflexões acumuladas a partir das investigações empreendidas. S. Coleman realiza, indubitavelmente, uma abordagem muito singular à música, marcada por uma particular concepção metafísica do mundo. Com uma extensa discografia como líder, produtor ou sideman, e uma larga experiência como professor, Steve Coleman é um dos músicos mais influentes do jazz contemporâneo." (texto da organização) |
FESTIVAL DE BIG BANDS NA NAZARÉDecorre entre hoje e amanhã, numa organização da Câmara Municipal local, o Festival de Big Bangs da Nazaré, que aproveita para celebrar o 60º aniversário do Hot Clube de Portugal. Já hoje, no Cine-Teatro da vila, a Big Band do Município da Nazaré, dirigida por Adelino Mota, apresentará novo repertório, com a participação especial do saxofonista Carlos Martins. Amanhã, será a vez da Big Band do Hot Clube de Portugal, sob a direcção de Pedro Moreira, apresentar um espectáculo concebido para assinalar os 60 anos de actividade daquela instituição, com música de Mário Laginha e a participação de Maria João. Os bilhetes estão à venda no Posto de Turismo da Nazarée custam € 5 (para o concerto de 6ª feira) e de € 7 (sábado). O bilhete para os dois dias de Festival custa € 10. |
OLISSIPO EM BRAÇO DE PRATAEsta sexta-feira, pelas 22h00, na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa, apresenta-se o quarteto Olissipo, com Guida de Palma (voz), Filipe Raposo (teclados), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Ferreira (percussão). |
novembro 13, 2008GUIMARÃES JAZZ COMEÇA COM KURT ELLINGArranca hoje no belíssimo espaço do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), mais uma edição do Guimarães Jazz, um dos mais importantes certames jazzísticos do nosso país. Às 22h00, no grande auditório, apresenta-se um dos nomes mais prestigiados do jazz vocal da actualidade, Kurt Elling, com Laurence Hobgood (piano), Rob Amster (contrabaixo) e Kobie Watkins (bateria). |
CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 2ª SESSÃOContinua hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A segunda sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. A segunda sessão do curso será subordinada ao tema "Early Years - Os Primórdios do Jazz. Sinopse: Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A entrada é livre. |
novembro 12, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quinta, sexta e sábado, o Rui Caetano Trio, com Rui Caetano (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Marco Franco (bateria). O trio apresentará o CD “Reflexos”. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
novembro 11, 2008JAZZ.PT #21 (NOV/DEZ) À VENDAJá está nas bancas o n.º 21 (Novembro/Dezembro 08) da revista Jazz.pt - Revista bimestral de jazz, a única revista portuguesa de jazz e a publicação regular sobre jazz em Portugal, com maior longevidade!... A Jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos, o Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00. Aqui fica o sumário da Jazz.pt #21, especialmente dedicado ao Festival Jazz.pt no Hot Clube de Portugal, que teve lugar nos dois primeiros fins de semana de Setembro: CAPA Pode efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt. O site da revista pode ser visitado em www.jazz.pt. |
novembro 10, 2008MATTHEW HERBERT HOJE NA CASA DA MÚSICAEsta noite a Casa da Música (Sala Suggia), no Porto, apresenta, pelas 22h00, a Matthew Herbert Big Band, com direcção musical, voz, teclados, samplers e efeitos de Matthew Herbert e direcção da big band a cargo de Peter Wraight. A formação vem ao nosso país apresentar "There’s Me And There’s You", o novo álbum. Matthew Herbert é autor do extraordinário "Bodily Functions", disco de 2001. "Matthew Herbert Big Band apresenta na Casa da Música, em estreia nacional, o novo álbum "There’s Me And There’s You". É um trabalho politicamente explícito que junta os melhores músicos de estúdio londrinos com a escrita de Matthew Herbert, tudo suportado pelo hábil arsenal de samples. Pode ouvir-se de tudo, desde os sons de aterros sanitários até à cremação de um corpo, passando por uma visita atrevida ao Parlamento. Inovador incansável, feiticeiro dos samplers, pianista com formação clássica e colaborador de superestrelas, Matthew Herbert é uma das figuras mais versáteis da música electrónica. Gravando com o seu nome ou como Doctor Rockit, Wishmountain, Radio Boy e outros, tem também produzido e remisturado música de artistas como Björk, REM, John Cale, Róisín Murphy, Yoko Ono e Serge Gainsbourg. Alquimista avant-garde com referências que vão de Stockhausen a Aphex Twin, Herbert junta a sensibilidade pop a regras experimentais estritas. Começou a tocar violino e piano aos quatro anos de idade, aos sete cantava no coro da escola e tocava com orquestras. Teve um professor que considerava Reich, Xenakis e standards de jazz equivalentes a Beethoven. Enquanto estudava teatro na Universidade de Exeter, Herbert, filho de um técnico de som da BBC, continuou a investir no seu estúdio caseiro. Em Janeiro de 1995, Matthew Herbert actuou pela primeira vez perante um grande público. Os instrumentos utilizados foram um sampler e um pacote de batatas fritas. Interessou-se pela música concreta – o pacote de batatas fritas foi apenas o início. Na obra de 1998 Around the House (reeditada na !K7 em 2002) recolheu sons de casa: máquinas de lavar, torradeiras e escovas de dentes. Humanizou o álbum com a voz de seda de Dani Siciliano. Em 2000, escreveu o manifesto “Personal Contract for the Composition Of Music (PCCOM) (Incorporating the Manifesto of Mistakes)”, regras que definiram os seus métodos de composição desde então. O manifesto proíbe qualquer fonte musical pré-gravada, bem como sons sintetizados que simulem instrumentos acústicos. Os sons acidentais e erros devem influenciar o processo de produção, dado que os considera uma intervenção bem-vinda de aleatoriedade humana num mundo estéril. Estamos a falar de alguém que dirige uma editora chamada Accidental. No álbum de 2001, Bodily Functions', os sons vêm da pele, cabelo, ossos e objectos aleatórios. As regras não foram um impedimento, mas antes um estímulo à criatividade, levando à procura de sons das fontes mais improváveis. O álbum da big band em 2003 deu origem a concertos no Sónar em Barcelona, Festival de Jazz de Montreux e Festival Roskilde na Dinamarca, entre outros. O factor político foi estando cada vez mais presente, como no álbum Plat Du Jour (2004), com sons de comida e das suas embalagens. Com metáforas culinárias, atacava multinacionais da alimentação, a pena de morte, o fascismo dos estereótipos físicos e a guerra no Iraque. Em 2005, produziu Ruby Blue, a estreia a solo de Róisín Murphy. No álbum Scale, usou samplers de 723 objectos como caixões, bombas de petróleo, meteoritos e alguém enjoado num banquete de brasonados notáveis de Londres. (texto da organização) |
novembro 08, 2008AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (2) – “Moonshine” (Dave Douglas’ Keystone); “Incandescence” (Bill Stewart); “The Beautiful Enabler” (Rudresh Mahanthappa); “Hill” (Jobic Le Masson); “Topics” (John Abercrombie & John Ruocco); “Busterophedon” (Evan Parker’s Transatlantic Art Ensemble). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 07, 20084 CORNERS EM DIGRESSÃO IBÉRICAOs 4 Corners - Ken Vandermark (saxofone barítono, clarinetes), Magnus Broo (trompete), Adam Lane - (contrabaixo) e Paal Nilssen-Love (bateria) - vão fazer uma digressão ibérica que tem 4 datas marcadas para Portugal. As datas são as seguintes: 25 de Novembro – Barcelona / Espanha Esta tour serve também de lançamento do DVD "4 Corners - Alive in Lisbon", gravado em Março de 2007 no CCB. As duas noites em Espanha (Madrid e Bercelona) vão ser duas noites Clean Feed (depois de Nova Iorque). Para 2009, a Clean Feed tem planos para fazer mais Clean Feed Fest em Chicago, Oslo e Estocolmo, e continuar em Nova Iorque e Espanha. "Não obstante todas as diferenças que os individualizam, Ken Vandermark e Adam Lane têm um ponto em comum: são ambos grandes ouvintes das músicas dos outros, as do seu (deles) tempo, as de antes do seu tempo e inclusive aquelas que parecem não ter qualquer familiaridade com as opções estéticas que vêm abraçando e com a tipologia musical em que firmaram o seu nome, o jazz. Stockhausen, Black Sabbath, Funkadelic, The Ex, Lee “Scratch” Perry e Morton Feldman são referências tão importantes para o que fazem quanto Duke Ellington, John Coltrane, Sun Ra ou Charles Mingus. Essa particularidade pessoal de que um e outro dão mostras está exponenciada no quarteto que formaram com Magnus Broo e Paal Nilssen-Love, e se o modelo perseguido com as combinatórias a que procedem entre composição e improvisação, Vandermark e Lane dividindo autorias, é declaradamente o do free jazz, a música que tocam está grávida de outros sons e modos de fazer, como os do hard bop e da chamada “música improvisada europeia”, com uma geral disseminação de elementos e técnicas da “new music” norte-americana e da clássica contemporânea do Velho Continente e com a energia interna do rock, o que quer dizer que tanto podem ser geométricos e complexos nas construções que apresentam, como cingir-se à simples eficácia do “riff” e de uma grelha rítmica que tem como propósito a agitação dos corpos, muitas vezes no mesmo tema. É, de resto, o jogo assim proporcionado – além, obviamente, das invulgares capacidades instrumentais dos músicos envolvidos – o que mais atrai nas propostas desta formação que se estreou em Coimbra no último Verão e tem o primeiro disco a sair no início de 2007: a uma vertente cerebral e intelectualizada corresponde outra que investe tudo na espontaneidade, na intuição e na força expressiva, seja esta literal e de grande impacto (aquele impacto que faz com que a assistência salte das cadeiras com entusiasmo) ou adquirindo contornos mais subtis, por exemplo os de uma melodia que entra no ouvido e fica a ecoar na cabeça até muito depois do concerto, característica que alguns dizem ser exclusiva da pop mas, decididamente, não é. Quando se fala da “cena de Chicago”, uma das principais frentes do jazz que se pratica nos EUA, o primeiro nome que vem à mente é o de Ken Vandermark. Líder ou mentor de uma boa quantidade de grupos com actividade regular (Vandermark 5, Territory Band, Spaceways Inc, Tripleplay, etc.) e senhor de uma longa discografia, reconhece-se nele o legado da AACM, a associação local que se tornou num dos motores da New Thing nas décadas de 1960 e 70, bem como o da ilustre linhagem do saxofone tenor (Coleman Hawkins, Ben Webster, Lester Young...), apesar de dar atenção também a outros instrumentos, designadamente o saxofone barítono, o clarinete em si bemol e o clarinete baixo. Se Vandermark é um consagrado, tendo recebido o Genius Grant da MacArthur Foundation com que também John Zorn foi galardoado, Adam Lane é uma figura em rápida ascensão na Big Apple, hoje já apontado como um valor seguro da nova geração. Depois de ter estudado com Anthony Braxton e Wadada Leo Smith e de ter estagiado com músicos da primeira linha como John Tchicai, Paul Smoker e Barry Altschull, especializou-se no formato “big band” com a sua Full Throttle Orchestra, um laboratório vivo que lhe permite aprofundar inovadores conceitos de escrita e de arranjo, e ao mesmo tempo desenvolver um estilo muito pessoal no contrabaixo. Ao lado dos americanos encontramos dois europeus em grande destaque no caldeirão nórdico do jazz. O trompetista sueco Magnus Broo tem inoculado a alma do hard bop na contemporaneidade do jazz, e os seus feitos no Fredrik Nordstrom Quintet e nos mais internacionais Atomic levaram Peter Brotzmann a alistá-lo no seu Tentet, um ensemble pretendidamente “all star”. Quanto ao norueguês Paal Nilssen-Love, a unanimidade da crítica atesta a importância que este dotado baterista conquistou, seja em contexto punk-jazz com os The Thing de Mats Gustafsson, no hendrixiano, mas abstracto e experimental, Scorch Trio ou como “sideman” de Ken Vandermark em combos mais próximos da natureza histórica do jazz ou no duo com que enobrecem a tradição anunciada por Coltrane e Rashied Ali em “Interstellar Space”. O que os ouvimos fazer prova que a “fire music” é finalmente universal. O rastilho pegou fogo; agora, é ver as plateias a arder..." (texto da organização) |
novembro 06, 2008PORTUGAL JAZZ NO MONTIJOO Portugal Jazz - Festival itinerante de Jazz vai estar hoje e sábado no Montijo. Hoje é a vez da acção didáctica "Ora Vamos Lá Improvisar", com Rui Eduardo Paes (narrador) e Miguel Leiria Pereira (contrabaixo). Será às 15h30, no Auditório da Escola Profissional do Montijo. No sábado à noite (21h30, no Cine-Teatro Joaquim de Almeida) haverá um concerto com o projecto Be & Bop, com Zé Eduardo (contrabaixo) e Manuela Lopes (voz). |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quinta, sexta e sábado, o Bernardo Sassetti Trio, com Bernardo Sassetti (piano), Carlos Barretto (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
CONCERTOS N´O SÉCULO E BACALHOEIROHoje n´O Século, pelas 23h00, concerto com Luis Lopes (guitarra), Flak (guitarra), Rodrigo Amado (saxofone tenor), Gabriel Ferrandini (bateria) e DJ Ride. |
novembro 05, 2008ORNETTE COLEMAN HOJE EM LISBOAA Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa recebe este noite aquele que é o mais importante músico de jazz vivo: Ornette Coleman. Depois de uma comovente passagem pelo Jazz em Agosto do ano passado, Ornette Coleman, já com 78 anos, regressa ao nosso país acompanhado pelo seu quarteto, que se completa com Al MacDowell no piano, Tony Falanga no baixo, e Denardo Cohen, na bateria. Em 2006, Coleman editou o absolutamente magnífico "Sound Grammar", o seu primeiro disco em dez anos, com o qual viria a ganhar o Pulitzer da Música no ano seguinte. Na sexta-feira, Ornette estará no Coliseu do Porto. |
OBAMA É PRESIDENTE DOS EUABARACK OBAMA, novo Presidente dos Estados Unidos da América "CHANGE HAS COME TO AMERICA"... |
novembro 04, 2008DOWNBEAT NOV08Acaba de me chegar às mãos o número de Novembro da revista norte-americana Downbeat. Aqui fica o que há para ler neste número: CAPA |
novembro 03, 2008PATRICIA BARBER HOJE EM LISBOAA cantora Patricia Barber regressa a Portugal para apresentar o seu novo trabalho, "The Cole Porter Mix", dedicado ao seu compositor preferido, Cole Porter. O concerto é esta noite, pelas 21h30 no Teatro Camões, em Lisboa (no Parque das Nações). Depois de "Mythologies", Patricia Barber acrescenta, com este novo trabalho, mais um capítulo à sua obra, continuando a ser uma referência no jazz vocal da actualidade. |
novembro 02, 2008BILL FRISELL ESTA NOITE NO CCBO Centro Cultural de Belém recebe esta noite (21h00) a música do guitarrista norte-americano Bill Frisell, que acompanhará a projecção de uma interessante selecção de curtas-metragens, entre as quais filmes de Buster Keaton, Bill Morrison e animações de Jim Woodring. Frisell será acompanhado por Tony Scherr (contrabaixo) e Kenny Wollensen (bateria). "Ao longo de mais de 25 anos de carreira, o guitarrista e compositor Bill Frisell gravou 25 álbuns e colaborou com vários músicos, realizadores de cinema e artistas de outras áreas, revelando na sua música as mais diversas influências. Figura incontornável da música norte-americana, o New York Times descreveu, desta forma, a sua música: “É difícil encontrar uma reflexão tão rica sobre a música americana como as composições do guitarrista Bill Frisell. Misturando rock e country com jazz e blues encontrou o que os liga: a improvisação e o sentido da interpretação.” No espectáculo que apresenta no Grande Auditório do CCB, acompanhado pelo baixista Tony Scherr e pelo baterista Kenny Wollesen, Bill Frisell interpretará composições originais que acompanham a projecção de curtas-metragens do lendário Buster Keaton, do experimentalista Bill Morrison e do cartoonista e ilustrador Jim Woodring". (texto da organização) |
novembro 01, 2008OPEN HOUSE HOJE EM BRAÇO DE PRATAOs Open House - Abdul Moimême (saxofone tenor) e Miguel Mira (violoncelo) - toca hoje à noite (pelas 23h00) na Fábrica Braço de Prata. |
AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (1) – "The Traveller" (Kenny Barron); "Symmetry" (Henning Sieverts); "Gratitude" (Hadley Caliman); "Poetry in Motion" (Gebhard Ullmann’s Conference Call); "Chillin’ Live" (Pete Zimmer); "Soft Journey" (Chet Baker & Enrico Pieranunzi); "Appearing Nightly" (Carla Bley) e "The Cole Porter Mix" (Patricia Barber). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |




























