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outubro 30, 2008MIGUEL MARTINS NA ESTRADA
O guitarrista Miguel Martins continua em grande actividade. Aqui fica a lista de locais onde será possível acompanhá-lo nos tempos mais próximos: 30 Out - Javier Ortí Quartet (Sevilha) Mais informação em: http://www.myspace.com/miguelmartinskaleidoscopio. |
outubro 29, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quinta, sexta e sábado, o duo Paula Oliveira (voz) e João Paulo (piano), responsável pelo disco "Quase Então" (na Clean Feed). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
outubro 28, 2008DOWNBEAT OUT08Eis o número de Outubro da revista norte-americana Downbeat. Aqui fica o que há para ler neste número: CAPA |
outubro 27, 2008GUIMARÃES JAZZ 2008De 10 a 22 de Novembro o belíssimo espaço do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), recebe mais uma edição do Guimarães Jazz, um dos mais importantes certames jazzísticos do nosso país. O cartaz do festival da cidade-berço é o que se a seguir se apresenta: 13 de Novembro (quinta-feira, 22h00, grande auditório) 14 de Novembro (sexta-feira, 18h00, pequeno auditório) 14 de Novembro (sexta-feira, 22h00, grande auditório) "Saxofonista e compositor, Steve Coleman nasceu em Chicago, em 1956, onde fez a sua formação musical académica, mudando-se para Nova Iorque em 1978. Nesta cidade tocou em várias big bands e, como sideman acompanhou músicos como David Murray, Dave Holland, Mike Brecker e Abbey Lincoln. No entanto, era nas ruas de Manhattan que ia tocando com a sua banda, FIVE ELEMENTS, com a qual gravou os primeiros discos e muitos outros que se seguiram (o mais recente em 2006) e com a qual continua a apresentar-se regularmente em concertos. Steve Coleman é considerado um dos expoentes da filosofia “M-BASE” (Macro Basic Array of Structured Extemporization). Apesar de mostrar particularidades que a tornam uma linguagem jazzística identificável e consolidada, A M-BASE não pode ser vista como um estilo formalizado de música, mas como um pensamento, um movimento que engloba uma filosofia de criação musical, expressando experiências através da estrutura da composição e da improvisação. Segundo Steve Coleman, a M-BASE nasce de uma verdadeira intenção de inovar uma ideia imparcial de concepção, sem a necessidade de ser associada à corrente conservadora do jazz ou à corrente vanguardista. A M-BASE é, acima de tudo, um conceito criador de linguagens musicais, sem que tenha de se comprometer com uma estética definida ou enfatizada a partir das correntes mais vanguardistas, desrespeitando as mais conservadoras. Alguns dos elementos indentificativos da M-BASE usam compassos compostos que mostram uma grande proliferação de ritmos funk, quase sempre apoiados em polirritmias complexas; a utilização de vários ritmos africanos e afro-americanos, numa interacção de sons urbanos com sons étnicos. Revelando interesse na investigação da cultura e da música africanas, ou de origem africana, S. Coleman fez várias viagens a África, a Cuba, ao Egipto e à Índia, tentanto encontrar ritmos que enriquecessem a sua estratégia conceptual. Desde a década de 80, incorpora na sua música diversos elementos folclóricos da diáspora africana e ideias musicais influenciadas por conceitos metafísicos, resultantes das reflexões acumuladas a partir das investigações empreendidas. S. Coleman realiza, indubitavelmente, uma abordagem muito singular à música, marcada por uma particular concepção metafísica do mundo. Com uma extensa discografia como líder, produtor ou sideman, e uma larga experiência como professor, Steve Coleman é um dos músicos mais influentes do jazz contemporâneo." (texto da organização) 15 de Novembro (sábado, 18h00, pequeno auditório) 15 de Novembro (sábado, 22h00, grande auditório) "Compositor criativo e músico virtuoso, Django Bates nasceu em Kent – Inglaterra, em 1960. Teve lições de piano, violino e trompete, frequentou o Royal College of Music em Londres, onde estudou composição, curso que deixou duas semanas depois, tendo optado pelo jazz e assumindo-se como músico independente, compositor e autodidacta. Dedicou-se aos teclados, trompa tenor e composição. Django Bates ficou conhecido através de alguns projectos artísticos que concebeu, sendo o seu principal compositor. De todos estes projectos destaca-se um grupo alargado de músicos, “LOOSE TUBES”, uma das orquestras de jazz mais criativas dos anos 80. Os “L-TUBES” foram a primeira orquestra de jazz a actuar no "Royal Albert Hall" BBC Prons, em Londres, apresentando ao mundo uma nova geração de músicos criativos. Django Bates tem uma importante série de discos gravados. "Good Evening... Here is The News", nomeado para o Mercury Music Award; "Summer fruits (and unrest)", votado como "Pick of The Year" pelos produtores e apresentadores da BBC Rádio 3 Mixing It; "Music for the Third Policeman", eleito um dos melhores álbuns do ano pelo “The Guardian” e pela “Q Magazine”. A revista "Wire" considerou D. Bates como o melhor compositor de jazz do Reino Unido, em 1987 e 1990. O músico recebeu ainda o prémio "Bobby Jaspar" pela academia francesa "Academie du Jazz". D. Bates foi convidado a compor para grupos e orquestras de todo o mundo, nomeadamente para a "WDR Symphony Orchestra" da Alemanha, tendo dirigido músicos internacionais como Joanna MacGregor e Evelyn Glennie. Em 1996, foi compositor residente em Copenhaga e participou nas festividades da Capital Europeia da Cultura. Uma das suas passagens regulares ao longo dos anos foi pela "HUMAN CHAIN", banda cooperativa, capaz de realizar as mais atrevidas fusões de estilos, provocando suprendentes interacções musicais entre hinos fúnebres, tangos, bebop e versões distorcidas de "cocktail lounge muzak". Após a extinção dos “LOOSE TUBES”, Django Bates formou a "POWDER ROOM COLLAPSE ORCHESTRA" e a "DELIGHTFUK PRECIPICE". Mais recentemente foi director artístico do “Fuse Leeds04” – uma bienal de música que celebra a riqueza e a diversidade da actual cena musical. Em Julho de 2005 foi nomeado professor de música no prestigiado Conservatório de Música Rítmica de Copenhaga, na Dinamarca." (texto da organização) 19 de Novembro (quarta-feira, 22h00, grande auditório) "Jovem saxofonista soprano e tenor, Marcus Strickland distingue-se pela desenvoltura instrumental da sua técnica, mas também pelo facto de ser ainda muito jovem. Strickland nasceu em 1979 em Miami – Florida, mas mudou-se para Nova Iorque em 1997. O seu pai, baterista e entusiasta do jazz, foi uma das suas primeiras influências. Juntamente com o irmão gémeo, o baterista E. J. Strickland que actualmente integra o seu quarteto, M. Strickland cresceu a ouvir a música de Miles Davis, John Coltrane, Crusaders, Stevie Wonder… Apesar da sua curta carreira, M. Strickland já tocou com nomes como Roy Haynes, Mos Def, Dave Douglas, Nicholas Payton, Jeff “Tain” Watts, Will Calhoun, Charles Tolliver, entre outros, o que tem contribuído para a sua rápida progressão e formação. Os discos "Fountain of Youth", de Roy Haynes, e "Keystone", de Dave Douglas têm a sua participação e foram nomeados para os Grammy Awards. M. Strickland tocou também com algumas das melhores big bands do mundo: THE CARNAGIE HALL BIG BAND, THE MINGUS BAND, THE VILLAGE VANGUARD BAND, MILT JACKSON BIG BAND e THE LINCOLN CENTER JAZZ ORCHESTRA. Em 2006, foi distinguido pelos leitores da prestigiada revista “JazzTimes” que o nomearam “Melhor Artista Revelação”, e em 2008 pelos críticos da revista “Downbeat”. Recentemente abraçou um projecto pessoal mais ambicioso, criando a sua própria editora, “Strick Muzik”, na qual editou, em 2006, o bem sucedido CD duplo “Twi-Life” e, em 2007, realizou um álbum ao vivo, “Open Reel Deck". O futuro parece bastante promissor para este músico e o mais impressionante é que a sua carreira ainda está só a começar." (texto da organização) 20 de Novembro (quarta-feira, 22h00, grande auditório) 21 de Novembro (quinta-feira, 22h00, grande auditório) Kenny Barron nasceu em Filadélfia, em 1943 e é considerado "um dos maiores pianistas de jazz do mundo". Tendo acompanhado alguns dos grandes nomes desta música, adaptou-se com facilidade a todos os contextos que lhe surgiram e tem conseguido manter um elevado nível artístico nas suas prestações. Este facto permitiu-lhe desenvolver uma espécie de “talento de camaleão” que desencoraja qualquer tentativa de definir a sua singularidade. K. Barron foi influenciado pelos melhores pianistas da escola de Detroit: Hank Jones, Tommy Flanagan e Wynton Kelly e estudou piano com a irmã de Ray Bryant. A sua progressão foi tão rápida que, em 1959 (aos 16 anos) tocava com o baterista Philly Joe Jones e, em 1960, juntou-se ao grupo de Yusef Lateef. Neste mesmo ano, trocaria Detroit por Nova Iorque, sendo contratado por James Moody. Nos dois anos seguintes, K. Barron acompanharia brevemente Lee Morgan, Lou Donaldson e Roy Haynes, para logo ingressar na orquestra de Dizzy Gillespie, onde permaneceu até 1966. O início dos anos 70 levou K. Barron a tocar novamente com Yusef Lateef e com Milt Jackson, Jimmy Heath e Buddy Rich, nomes que viriam a somar-se a um currículo musical invejável, onde já constavam os nomes de Stanley Turrentine, Freddie Hubbard e Jimmy Owens e, mais tarde, Ron Carter. Nesta mesma década grava pela primeira vez, como líder, e associa-se à prestigiada Rutgers University, onde leccionou piano, harmonia e teoria da música. Os anos 80 trouxeram-lhe novos desafios e novos projectos, dos quais se destaca a criação do quarteto SPHERE, fundado em parceria com Charlie Rouse, Ben Riley e Buster Williams e cujo propósito era tocar a música de Thelonious Monk. Esta formação gravou discos notáveis para a editora Verve: “Four for all” e “Bird Songs”. Outros momentos importantes durante esta década foram a sua associação com o vibrafonista Bobby Hutcherson, o registo discografico no álbum “Voyage”, com Stan Getz e a prolongada digressão europeia e norte-americana no quarteto deste saxofonista, ao lado de Rufus Reid e Victor Lewis. Os anos 90 marcaram a consagração de Kenny Barron e do seu extraordinário trio composto por Ray Drummond (contrabaixo) e Ben Riley (bateria). Na década de 90 obteve diversos prémios: “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos críticos de jazz nas revistas “Jazziz” em 1996; “Jazz Times” em 1997 e 1998; “Downbeat” em 1997, 1998 e 1999; “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos leitores das revistas “Jazz Times” em 1995 e 1996; “Downbeat” em 1997 e “Jazz Iz” em 1999. Em 1998 obteve ainda o “New York Jazz Award” para o melhor pianista e, em 2000, ganhou o prémio de “Melhor Pianista” atribuído pela Associação Americana de Jornalistas de Jazz." (texto da organização) 22 de Novembro (sexta-feira, 22h00, grande auditório) "Fundada por Dolf van der Linden em 1945, na Holanda, a METROPOLE ORKEST é actualmente, uma das mais importantes orquestras. Conhecida pelo seu vasto repertório, tem trabalhado com conceituados músicos da cena jazzística, mas também da música pop, recebendo grandes elogios pela qualidade dos seus desempenhos. Sob a direcção de Vince Mendoza – vencedor de três Grammys –, a METROPOLE ORKEST continua a crescer e a experimentar novas sonoridades. Uma vasta lista de intérpretes tem partilhado o palco com a M-ORKEST, confirmando a flexibilidade deste grupo alargado de instrumentistas em experimentar e explorar uma grande variedade de géneros musicais: Oleta Adams, Charles Aznavour, Shirley Bassey, Andrea Bocelli, John Cale, Joe Cocker, Elvis Costello, Eddie Daniels, Céline Dion, Brian Eno, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Astrud Gilberto, Dizzy Gillespie, Herbie Hancock, Junkie XL, The King’s Singers, Chaka Khan, Pat Metheny, Ivan Lins, John Scofield, The Swingle Singers, Jean ‘Toots’ Thielemans, Mel Tormé, Steve Vai, Sarah Vaughan, Dionne Warwick, Andy Williams, Nancy Wilson, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, Sezen Aksu e a fadista portuguesa Mariza. Dolf van der Linden dirigiu a METROPOLE ORKEST durante 35 anos e foi um dos seus maiores impulsionadores. A Orquestra foi formada após a Segunda Guerra Mundial com o objectivo de criar um conjunto de músicos de elevado nível, capazes de executarem grandes performances para a radiodifusão pública. Van der Linden viajou por toda a Europa a fim de encontrar a combinação perfeita dos naipes de instrumentos para a orquestra. As suas ideias musicais inovadoras e estimulantes atraíram a atenção do público holandês que ansiava um novo projecto musical. Grandes solistas, da ópera à música pop, passando pelo jazz, já trabalharam com a M-ORKEST, contribuindo fortemente para a sua expansão europeia. No entanto, a METROPOLE ORKEST orgulha-se de ter mantido a sua própria identidade e personalidade musicais, num contexto diversificado de estilos e de inovações técnicas. Sob a direcção artística de Vince Mendoza, desde 2005, a METROPOLE ORKEST continua a ampliar e a experimentar novas sonoridades. Arranjador e compositor norte-americano, Vince Mendoza ocupa um lugar de destaque na cena do jazz internacional dos últimos 25 anos. O âmbito alargado das suas obras demonstra uma extraordinária compreensão das diferentes linguagens musicais. Vencedor de três Grammys e nomeado outras quinze vezes, V. Mendoza é, neste momento, um dos mais requisitados compositores da actualidade. Da sua extensa lista de colaborações constam nomes como Peter Erskine, Randy e Michael Brecker, John Abercrombie, Bob Mintzer, Russell Ferrante, Joni Mitchell, Björk, Brecker Brothers, Pierre Blanchard, The Yellowjackets, Mike Stern, Clare Fisher Quintet & Voices, Joe Lovano, New York Voices, Roy Hargrove, Elvis Costello, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, entre muitos outros. A presença de Vince Mendoza, no concerto da METROPOLE ORKEST no Guimarães Jazz 2008 pretende iniciar uma nova experiencia musical e conta ainda com a presença de Peter Erskine como solista convidado. P. Erskine é o lendário baterista dos Weather Report, músico dotado e brilhante que partilhou o palco com grandes instrumentistas: Michael Brecker, Don Grolnick, Steely Dan, Pat Metheny, Chick Corea, Mike Stern, Freddie Hubbard, John Scofield, Herbie Hancock, Diana Krall, Elvin Jones, Bill Frisell, Jan Garbarek, Jony Mitchell, John Scofield, Bill Frisell, Marc Johnson e outros. Detentor de um avançadíssimo controlo sobre o tempo, de uma técnica de execução notável e de uma dinâmica muito singular, P. Erskine possui uma discografia impressionante como sideman e como líder, tendo composto obras para big band e pequenos ensembles, teatro e filmes de animação da Disney. Paralelamente, desenvolveu uma actividade pedagógica na formação de jovens músicos, editando diversos livros e DVD’s pedagógicos, no ensino da bateria." (texto da organização) Paralelamente aos concertos haverá um vasto conjunto de actividades. Entre os dias 10 (segunda) e 14 (sexta), das 14h30 às 17h30, funcionarão as Oficinas de Jazz, no CCFV (inscrição gratuita). De quinta, 13 a sábado, 15 de Novembro, depois dos concertos (24h00) há jam sessions, a cargo de Marcus Strickland Quintet, na Associação Cultural Convívio. De quinta, 20 a Sábado, 22 de Novembro, as jam sessions terão lugar à mesma hora (24h00), mas no Centro Cultural Vila Flor. No dia 15 de Novembro (sábado), pelas 18h30, será lançado o CD "Guimarães Jazz / TOAP Colectivo “Vol.2” no Pequeno Auditório do CCVF. No dia 16 de Novembro, pelas 16h00, Django Bates dá uma Conferência sobre a sua música e o jazz no momento actual, acompanhando as suas palavras com algumas exemplificações no piano. Será na Associação Cultural Convívio. Em dias de espectáculo, durante o período de apresentação, estará patente no Foyer do Grande Auditório, a instalação "The Blues Quartet", de João Paulo Feliciano. Haverá também o Ciclo de Cinema “Tons da Música”, uma Organização do CCVF e do Cineclube de Guimarães. No dia 18 de Novembro (terça-feira), pelas 21h45, será exibido o filme "Fim-de-semana no Ascensor ("L'Ascenseur pour L'Échafaud"), de Louis Malle (Pequeno Auditório). No dia 25 (terça-feira), igualmente às 21h45, será a oportunidade para visionar "Round Midnight", de Bertrand Tavernier (Pequeno Auditório). Estará patente durante todo o mês de Novembro, uma exposição de fotografia no São Mamede - Centro de Artes e Espectáculos, local onde se realizarão jam sessions, entre os dias16 (domingo) e 19 (quarta-feira), pelas 22h00. A assinatura Guimarães Jazz 2008 (todos os espectáculos) custa € 80,00. Mais informação em: www.ccvf.com. |
outubro 26, 2008NILS PETTER MOLVAER HOJE NA CASA DA MÚSICAO trompetista e compositor norueguês Nils Petter Molvær apresenta-se esta noite, pelas 22h00 na Casa da Música (Sala Suggia), no Porto. Será acompanhado por Eivind Aarset (guitarra), Johnny Skalleberg (guitarra), Audun Erlien (baixo) e Audun Kleive (bateria). "Algumas das mais originais tendências do jazz moderno chegam da Noruega, onde o premiado trompetista e compositor Nils Petter Molvaer cruza o seu som muito pessoal com múltiplas linguagens da música urbana. Molvær parte de múltiplos estilos musicais – jazz, ambient, house, electrónica e break beats, bem como elementos do hip hop, rock e pop – e transforma-os em paisagens sonoras únicas e de uma intensidade profunda. A sua música está no centro das novas vanguardas, em que os recursos electrónicos são tão válidos quanto os acústicos. Nils Petter Molvaer nasceu em 1960 na pequena ilha de Sula. Filho do clarinetista e saxofonista de jazz Jens Arne Molvær, começou por tocar em bandas de escola e em clubes locais. Estudou no Conservatório de Trondheim, onde começou a desenvolver o seu estilo singular e a construir uma reputação como um dos talentos emergentes da Noruega. A sua notável facilidade na manipulação das convenções frequentemente contraditórias do pop, rock, funk e jazz moderno e o interesse tanto pela música acústica como pela eléctrica tornaram-no um músico muito requisitado em Oslo, construindo um extenso e variado curriculo como ‘sideman’. Quando tocava com o famoso grupo de jazz Masqualero, Nils Petter Molvær foi apresentado a Manfred Eicher, que o recebeu na sua prestigiada editora. Para além de três discos dos Masqualero, o trabalho do trompetista para a ECM estendeu-se à gravação de sessões de estúdio com artistas como Robyn Schulkowsky, Marilyn Mazur, Oslo 13 de Jon Balke e Sidsel Endresen. No entanto, Molvær procurava algo diferente, tanto em termos de composição como de técnica instrumental. O primeiro álbum como líder, "Khmer" (1997), apontava a nova direcção e as ambições de Molvær – a improvisação interligava-se com batidas hipnóticas, numa referência à música de dança e electrónica de vanguarda. Recebeu o prémio da crítica alemã e o Grammy norueguês; o seu sucesso motivou a edição de singles, feito inédito na ECM, com remisturas por The Herbaliser, Mental Overdrive e Rockers Hi-Fi. Ainda na ECM, editou em 2000 o álbum "Solid Ether". A transferência para a Universal deu origem, em 2002, ao terceiro álbum "np3", onde se nota uma maior presença da tecnologia, especialmente no processamento do trompete. Conhecido pelos concertos arrebatadores, Nils Petter Molvær editou o álbum ao vivo "Streamer", reunindo actuações no lendário Marquee Club de Londres e no Tampere Jazz Festival da Finlândia em 2002. No final de 2003, Molvær recebeu o Buddy, o prémio norueguês mais cobiçado na área do jazz. A sua reputação como músico, compositor e produtor leva-o a trabalhar em vários projectos em simultâneo. Produziu música para Ghosts de Henrik Ibsen numa encomenda do Riksteateret e para a comédia francesa Edy, dirigida por Stephan Guérin-Tillié. O Rikskonsertene encomendou-lhe uma performance solo que integrou música, luz e vídeo, projecto que levou em digressão a algumas cidades da Europa no Inverno de 2004. Os conceitos que emergiram destes projectos foram retomados no álbum ER, onde foi dado mais espaço criativo a programadores como Knut Sævik, DJ Strangefruit, Reidar Skaar e Jan Bang. O álbum foi premiado com um Grammy norueguês." (texto da organização) A entrada custa € 20. |
outubro 25, 2008JORGE MONIZ 4TETOEste sábado, pelas 23h00, no Ondajazz (Alfama, Lisboa) apresenta-se o quarteto do baterista Jorge Moniz, com Mário Delgado (guitarra), Júlio Resende (piano) e Carlos Barretto (contrabaixo). |
AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Europeus: as actuações do New Quintet do multi-instrumentista Louis Sclavis no Festival de Jazz de Willisau (Suíça) em 30 de Agosto de 2007, e do M.O.B. Quartet (música de Ornette Coleman) no Estúdio Charles Trenet (Paris) em 3 de Fevereiro de 2007. Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 24, 2008VASCO AGOSTINHO AMANHÃ EM BRAGAO Espaço Cultural Pedro Remy, em Braga, realiza um concerto amanhã, pelas 22h00, com o quarteto do guitarrista Vasco Agostinho, que se completa com Jeff Davis (vibrafone), Demian Cabaud (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). "A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo. E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma. O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte. Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa, usando para isso um repertório variado que inclui não só composições originais, como também temas do cancioneiro Português, e de outras linguagens raramente incluídas no universo do Jazz. Este é sem duvida, pelos músicos e pela musica, um dos grupos de Jazz mais interessantes do panorama Português." (texto da organização) |
outubro 23, 2008WOODS NA APAVA Associação Portuguesa de Apoio à Vítima promove hoje, pelas 19h00, um concerto com o quinteto Woods. Este concerto está integrado no projecto de dinamização do Espaço APAV & Cultura e tem lugar na Sede da APAV (Rua José Estevão 135-A, ao Jardim Constantino, em Lisboa). O projecto Woods é constituído por Bruno Parrinha (clarinete alto e clarinete), João Camões (viola), João Parrinha (bateria), João Pedro Viegas (clarinete baixo) e Miguel Mira (violoncelo). O quinteto concentra a sua atenção na música de câmara improvisada, viajando do jazz à música electro-acústica, das novas correntes reducionistas à música mais orgânica. Ao vivo o grupo utiliza peças escritas e improvisação livre, num registo intimista que joga com as componentes tímbricas dos instrumentos. Entrada gratuita sujeita a confirmação prévia, devido ao número limitado de lugares, para: nunocatarino@apav.pt ou 21 358 79 15. |
outubro 22, 2008X FESTIVAL DE JAZZ DE PONTA DELGADAArranca hoje na capital dos Açores (Teatro Micaelense), a décima edição do Festival de Jazz de Ponta Delgada. Dez anos e a festa continua… Eis o programa completo do evento: Hoje (21h30) Amanhã (21h30) Sexta-feira (16h00) Sexta (21h30) Sábado (16h00) Sábado (21h30) Domingo (21h30) Entre os dias 22 e 26 , no foyer do Teatro Micaelense a partir das 21h00, haverá uma feira de discos, com a Trem Azul - Jazz Store. As entradas custam € 12.50 (1 dia) e € 50 (5 dias - oferta de 1 dia). As entrada são gratuitas para os portadores de Cartão Interjovem (mediante a apresentação do mesmo). |
WORKSHOP COM CARLOS BICA NO BARREIROTerminam hoje as inscrições para o workshop com Carlos Bica que terá lugar nas tardes de 24 e 25 Outubro, na Escola de Jazz do Barreiro. Horários: |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quarta-feira o Alípio C.Neto Trio, com Alípio C. Neto (saxofone tenor), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Federico Ughi (bateria). Amanhã, sexta e sábado apresenta-se Laurent Filipe “The Song Band”, com Laurent Filipe (trompete, voz), Rodrigo Gonçalves (piano), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Cunha (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
outubro 21, 2008EXPOSIÇÃO 80 ANOS DE JAZZ EM CASCAISÉ hoje inaugurada a exposição "80 Anos de Jazz em Cascais em Imagens e Memorabilia", evento que está patente até 23 de Novembro no Centro Cultural de Cascais e é a primeira grande mostra realizada em Portugal sobre a evolução deste género musical entre nós. A mostra revela vários documentos inéditos, nomeadamente uma carta de Keith Jarrett para Luís Villas-Boas (Maio de 1970), o auto do interrogatório da PIDE/DGS a Charlie Haden (Novembro de 1971) e inúmeros objectos pessoais ligados às carreiras de três músicos de jazz residentes em Cascais: Jorge Costa Pinto, Maria João e Maria Viana. |
POSTO DE ESCUTAMike Westbrook Orchestra - "On Duke´s Birthday" Mike Westbrook (piano); Phil Minton (trompete, voz); Stuart Brooks (trompete); Chris Biscoe (saxofones alto, soprano e barítono, piccolo, clarinete alto); Danilo Terenzi (trombone); Kate Westbrook (saxofone tenor, piccolo, flauta de bambu, voz); Brian Golding (guitarra); Dominique Pifarely (violino); Georgie Born (violoncelo); Steve Cook (baixo); Tony Marsh (bateria) Amiens (França), 12 de Maio de 1984 Por ocasião do décimo aniversário da morte de Edward Kennedy “Duke” Ellington, os festivais franceses “Le Temps du Jazz” (Amiens) e o “Jazz en France” (Angoulême) patrocinaram a criação de uma obra original que marcasse a efeméride. O convite foi endereçado ao pianista, compositor e arranjador britânico Mike Westbrook e à sua orquestra, que apresentou ao vivo “On Duke´s Birthday”, em Amiens, no dia 12 de Maio de 1984. O disco agora reeditado pela Hat Hut em boa hora recupera esse momento. A música nele incluída não constitui o elogio do swing ou uma manobra de nostalgia bafienta. Nem mesmo um upgrade das orquestras de então à luz das coordenadas da actualidade jazzística. O principal mérito de Westbrook é o de prestar tributo ao inesgotável legado de Ellington sem nunca o imitar, usando a inspiração do Mestre para partir em busca de novas soluções. O interesse da obra consiste sobretudo na arrojada exploração dos naipes, no intrincado entrelaçar harmónico e melódico, almejando a criação de uma “linguagem própria”, como admitiu Westbrook numa entrevista à Wire, em 1985. O resultado é uma massa orquestral sumarenta, da qual brotam atmosferas contrastantes (às influências de Ellington parecem juntar-se ecos de Gil Evans), ao mesmo tempo ricas em detalhes e plenas de espontaneidade. Os solistas desempenham, à maneira elligtoniana, um papel decisivo para a construção do todo, numa constante interligação entre o individual e o colectivo. A este propósito, ouça-se “Checking In At Hotel Le Prieuré” ou as metamorfoses patentes em “On Duke´s Birthday 1”, que começa com um violoncelo meditativo (a evocar uma certa tradição musical britânica) e termina em ambiente de celebração. Uma gravação a todos os títulos recomendável. |
outubro 20, 2008WILLIAM CLAXTON (1927-2008)
Morreu no passado dia 11 de Outubro, em Los Angeles, aos 80 anos (a um dia de completar 81), o fotógrafo William Claxton. Claxton nasceu a 12 de Outubro de 1927, em Pasadena, Califórnia. Começou a sua carreira de fotógrafo em 1952, quando estudava na Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Foi membro fundador da The Recording Academy. Imortalizou vários músicos de jazz, como Duke Ellington, Charlie Parker, Miles Davis, Thelonious Monk, John Coltrane e Chet Baker. É autor do famoso álbum "Jazz Life", onde reuniu fotografias de grandes nomes do jazz. Também fotografou outros músicos, como Bob Dylan, Joni Mitchell e Tom Jones. Muitas das fotografias surgiram depois em capas de discos. Em 1960, fotografou as peças do controverso estilista Rudy Gernreich, com a mulher Peggy Moffit a servir como modelo. William Claxton costumava dizer que a fotografia era como “jazz para os olhos”. |
outubro 18, 2008AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Europeus: as actuações da Big Band de Matthew Herbert no Festival de Jazz de Willisau (Suíça) em 31 de Agosto de 2007 e da NewDodecaband de Martial Solal no Estúdio Charles Trenet da Rádio França (Paris) em 11 de Novembro de 2006. Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 17, 2008SEIXAL JAZZ 2008 ARRANCA HOJEDe 17 de Outubro a 1 de Novembro terá lugar o Festival Internacional de Jazz do Seixal, como habitualmente no Fórum Cultural do Seixal e nos antigos refeitórios da Mundet. O Seixal Jazz já trouxe até nós nomes como Laurent Filipe, Tim Hagans, Billy Kilson, Steve Coleman, Benny Golson, Kenny Garrett, Joe Lovano, Ravi Coltrane, Chico Freeman, Chick Corea, Dave Holland, Dave Douglas, Brad Mehldau, entre muitos outros. O cartaz principal começa no dia 29 de Outubro e prolonga-se até ao dia 1 de Novembro, com duas actuações por dia. Os principais concertos são os seguintes: 29 de Outubro (quarta-feira) 30 de Outubro (quinta-feira) 31 de Outubro (sexta-feira) 1 de Novembro (sábado) Mas o festival abre as portas, a partir do dia 17 de Outubro, com o Seixal Jazz Clube, um espaço de animação e convívio com actuações de músicos nacionais e estrangeiros, exposições e um serviço de bar. O Seixal Jazz Clube funciona das 22h00 às 02h00 (sets às 23h00 e às 00h30). 17 e 18 de Outubro (sexta-feira e sábado) "Quando em 2005, “Tender Trap”, o seu primeiro registo discográfico a solo foi editado, chegou a confirmação daquilo que já se sabia dos concertos – uma voz magnífica apoiada numa direcção musical brilhante. Com “Story Teller”, seu segundo disco, que será base do concerto que irá apresentar no Seixal Jazz Clube, Marta Hugon assegura uma carreira cada vez mais sólida no panorama musical e jazzístico Português. Marta Hugon é um caso raro, não só devido ao seu talento e á maturidade que demonstra quando canta, mas também por conseguir conciliar algo extremamente díficil – a aceitação dos músicos e o carinho do público. Outro factor importante para o sucesso deste projecto é a unidade dos músicos que a acompanham, Filipe Melo no piano, Bernardo Moreira no contrabaixo, André Sousa Machado na bateria e ainda a presença de um convidado surpresa entre o guitarrista André Fernandes e o trompetista João Moreira. Com eles podemos encontrar neste projecto o rigor que é apenas possível num grupo que toca e respira em uníssono. Marta Hugon garante essa liberdade e tem como máxima preocupação a procura constante da essência da música. É fácil encontrar vocalistas que impressionem quem as escuta. É cada vez mais díficil encontrar uma que nos consiga inspirar – é o caso de Marta Hugon." (texto da organização) 23 de Outubro (quinta-feira) 24 e 25 de Outubro (sexta-feira e sábado) "O RIDD Quartet inclui quatro músicos da cena jazz e improvisada de Nova Iorque já bem estabelecidos: o contrabaixista Reuben Radding (“tom ressoante e fraseado ágil, uma força dominante” - All About Jazz), a pianista Kris Davis (“entre os mais promissores jovens pianistas e compositores surgidos nos últimos anos” - New York Times), o saxofonista Jon Irabagon (“um dos sopradores mais mortíferos da cidade” - Time Out New York) e o baterista Jeff Davis (“um solista criativo e um agitador” - All About Jazz). O colectivo formou-se em 2005, primeiro tendo como objectivo explorar as possibilidades da improvisação livre, mais tarde, depois de um ano de ensaios, convertendo-se num grupo conceptualizado e interessado em criar improvisações estruturadas e fluidas. O RIDD Quartet procura, no essencial, uma musicalidade sem limites. Texturas sonoras e estados de espírito convivem com melodias e harmonias instantâneas, sempre evoluindo e procurando uma verdadeira improvisação de grupo. Com muitos anos a tocarem com este formato e em outros ensembles, os membros do RIDD Quartet pensam e agem como se fossem um só, privilegiando a caracterização colectiva do projecto. O seu disco de estreia, “Fiction Avalanche” é uma clara demonstração destas qualidades." (texto da organização) 29 de Outubro (quarta-feira) "A música tocada pelo grupo The Electrics reflecte as experiências dos seus membros nos domínios do jazz e da livre-improvisação. Como já a revista The Wire comentou, as suas derivas por entre géneros musicais adjacentes leva-o à formulação de uma música total que depende em alto grau das capacidades combinadas de Axel Dorner, Sture Ericson, Ingebrigt Haker-Flaten e Raymond Strid, conhecidos pelo facto de reinventarem o léxico e as técnicas dos seus respectivos instrumentos. Dorner é um dos mais versáteis trompetistas da actualidade, indo do free bop das interpretações do repertório de Thelonious Monk no projecto Monk's Casino de Alexander von Schlippenbach a situações de deflagração radical do timbre e da textura na companhia de músicos como Ãndrea Neumann, Thomas Lehn ou Robin Hayward. Ericson integrou uma formação de grande popularidade na Suécia, Position Alpha, durante 16 anos e depois solidificou os seus créditos como saxofonista e improvisador nos mais diversos contextos, como a King Ubu Orchestru, os Phosphor e a Territory Band de Ken Vandermark. Haker Flaten é um dos mais energéticos contrabaixistas em cena e também um dos mais requisitados, a começar por músicos como Mats Gustafsson e o já referido Vandermark. Strid é um baterista com sensibilidade de tecelão, um dos lados do triângulo Gush de Gustafsson, colaborador de Marilyn Crispell e motor da Barry Guy New Orchestra. “Nunca se sabe o que eles vão fazer a seguir”, escreveu já a crítica." (texto da organização) 30 de Outubro (quinta-feira) 31 de Outubro e 1 de Novembro (sexta-feira e sábado) Como actividades paralelas, estão previstas Exposições, a Feira do Disco, workshops e o A Escola vai ao Jazz, um projecto pedagógico de divulgação do jazz com uma componente prática e de experimentação (a 28 de Outubro, em 2 sessões (10h00 e 15h00) pelo quarteto de Júlio Resende). Mais informação em: http://www.cm-seixal.pt/seixaljazz/. |
outubro 16, 2008CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBATem hoje início no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o curso de iniciação à história do jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A primeira sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30. Este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar. A primeira sessão do curso será subordinada ao tema "Da Pré-História do Jazz a Nova Orleães. Sinopse: A entrada é livre. |
RESENDE/BARRETTO/PEDROSO EM BRAÇO DE PRATAEsta noite, pelas 22h45, na Fábrica de Braço de Prata, concerto especial com o trio "3", formado por Júlio Resende (piano), Carlos Barretto (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). |
outubro 15, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quarta-feira os Dead Combo, de Tó Trips (guitarra) e Pedro Gonçalves (contrabaixo, guitarra), com o convidado especial Alexandre Frazão (bateria). Amanhã, sexta e sábado apresenta-se o Miguel Fernández Trio & 4tet, Miguel Fernandéz (saxofone tenor), Demian Cabaud (contrabaixo), Gonzalo Del Val (bateria). No sábado a formação alarga-se com o guitarrista O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
outubro 14, 2008CURSO DE JAZZ - ANO LECTIVO 2008/09Estão abertas as inscrições para o ano lectivo 2008/2009 do Curso de Jazz do Conservatório Regional de Palmela - Sociedade Filarmónica Humanitária. Instrumentos: Docentes: Claus Nymark - Hot Clube de Portugal- Coordenação pedagógica e Trombone Contactos: Conservatório Regional de Palmela - Sociedade Filarmónica Humanitária Mais informação em: www.sfh.pt. |
outubro 11, 2008AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZHoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábadosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Europeus: as actuações do duo de Dave Douglas (trompete) e Misha Mengelberg (piano) e da Brass Ecstasy Band de Dave Douglas, respectivamente em 1 e 2 de Setembro de 2007, no Festival de Jazz de Willisau (Suíça). Gravações Euroradio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 10, 2008SIMMONS+FEW+KAMAGUCHI EM COIMBRA E LISBOAHoje, o saxofonista Sonny Simmons e o pianista Bobby Few - figuras marcantes da história do jazz contemporâneo - juntam-se ao contrabaixista Masa Kamaguchi para o primeiro de dois concertos que o trio dará em Portugal. Fruto de uma co-produção entre a Zé dos Bois e o Jazz ao Centro Clube (JACC), o primeiro terá lugar esta noite, pelas 22h00 no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra (primeira parte a cargo dos português RED Trio: Rodrigo Pinheiro (piano) Hernâni Faustino (contrabaixo) e Gabriel Ferrandini (bateria). Amanhã, pelas 23h00, Simmons, Few e Kamaguchi apresentam-se na Zé dos Bois, em Lisboa. Uma oportunidade única para escutar duas figuras que fazem parte da história do jazz. "Depois do encontro no Atelier Tampon-Ramier em Novembro do ano passado (documentado em True Wind) e da participação, em Junho deste ano, na XIIIª edição do Vision Festival, Sonny Simmons e Bobby Few juntam-se ao contrabaixista Masa Kamaguchi para dois concertos em Portugal. A importância da ocasião deriva do facto de Simmons e Few serem figuras marcantes da história do jazz contemporâneo. O primeiro liderou uma série de sessões marcantes na década de 60. Nascido em 1933, só em 1963 obteve a atenção merecida, na sua estréia ao lado de Prince Lasha ( The Cry!, Contemporary). A sua aparição ao lado de Sonny Rollins e de Eric Dolphy (para quem escreveu o standard Music Matador) fizeram o resto para construir a sua reputação. Embora não se deva incluir nos vanguardistas irredutíveis, Sonny Simmons manteve uma perspectiva provocadora em relação à tradição, tendo marcado uma época com dois discos notáveis que gravou para a ESP em 1966, Staying On The Watch e Music From The Spheres. De regresso à California, gravou Manhattan Egos (Arhoolie), Firebirds, Rumasuma e Burning Spirits (Contemporary). Com as dificuldades da “cena jazz” na Costa Oeste, no final da década 70, em que encontrar sítios para tocar se tornou extremamente difícil, a carreira de Simmons estagnou. Os problemas familiares e pessoais empurraram-no para as ruas, onde viveu durante mais de uma década. Se o seu eclipse foi repentino, o regresso assumiu contornos espectaculares. Desde 1994 gravou dois discos pela Warner, outros dois pela CIMP, fundou os Cosmosamatics com Michael Marcus e tem mantido associações com Jeff Haydem e Bradon Evans, além de uma participação no sexteto de Anthony Braxton. No caso de Bobby Few, a sua trajectória é indissociável da sua mudança para França, em 1969. Nascido em 1935, estudou música clássica no Cleveland Music Institute. Companheiro de infância de Albert Ayler, foi com este que abandonou a Cleveland nativa rumo a Nova Iorque no início da década de 60. Aí gravou com Booker Ervin (The in Between, Blue Note). Com Ayler, participou nas gravações de Music is the Healing Force of the Universe. Já em Paris, encontrou o ambiente artístico propício para o desenvolvimento da sua arte. Logo após a sua chegada foi requisitado pelo resto do contingente americano, trabalhando com Archie Shepp, Frank Wrigth, Noah Howard e Alan Silva. A importância de Bobby Few para muitos músicos fica bem patente na seguinte declaração de Steve Lacy, retirada do seu livro Conversations (Duke UP, 2006): “Uma das razões pelas quais me mudei para Paris foi a visita ao festival de Amougie em 69, no qual ouvi o Quarteto de Frank Wright com Bobby Few. (...) Fiquei louco com o Bobby. Ele era o primeiro pianista depois do Cecil [Taylor] que tinha algo a dizer como indivíduo (...)”. Lacy viria a gravar dezenas de discos com Few. RED trio Em entrevista concedida a Rui Eduardo Paes na última revista jazz.pt (Setembro/Outubro 2008), o contrabaixista do Red Trio, Hernâni Faustino, apresentou os objectivos que movem os músicos neste grupo formado há pouco mais de um ano: “O jazz é o motivo, a inspiração e o ponto de partida para a música do Red Trio. Para nós, jazz é sinónimo de improvisação e esta é a nossa forma de tocar, livre e que nada tem que ver com a tradição do trio de piano jazz, em que o piano tem sempre um papel preponderante, suportado por uma secção rítmica que raramente ganha o mesmo destaque. No nosso trio procuramos fazer uma improvisação simbiótica em que todos os elementos tenham uma participação forte, o que faz com que o nosso som se revele bastante equilibrado, sem haver a predominância de um instrumento sobre outro.” Para além da constante procura de equilíbrio entre as diferentes contribuições, há outro elemento que faz com que a música do Red Trio surja destacada no panorama da música actual portuguesa. Para Hernâni “[a] nossa abordagem é muito depurada, com influências do jazz, sim, mas também da improvisação europeia e da música contemporânea.” Dia 10 de Outubro no TAGV, apresenta-se uma das mais audaciosas formações do novo jazz português." (texto da organização) As entradas custam € 10 (geral), € 7 (estudantes e assinantes da revista Jazz.pt) e é gratuita para os sócios do JACC - Jazz ao Centro Clube. |
outubro 09, 2008PORTUGAL JAZZ EM ALMADA COM ZÉ EDUARDO UNITPelo segundo ano consecutivo, o município de Almada acolhe o Portugal Jazz – Festival Itinerante de Jazz. No próximo sábado, dia 11 de Outubro, pelas 21h30, a Sala do Piano do Convento dos Capuchos, em Almada, será palco do concerto "A Jazzar é que a Gente se Entende", protagonizado pelo Zé Eduardo Unit, com Zé Eduardo (contrabaixo), Jesus Santandreu (saxofone tenor) e Bruno Pedroso (bateria). Esta actuação será gravada ao vivo para posterior edição discográfica. O Portugal Jazz Almada é uma iniciativa da Câmara Municipal de Almada e do JACC - Jazz ao Centro Clube. Informação permanentemente actualizada em www.portugaljazz.org. |
outubro 08, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quarta-feira a cantora norte-americana Sheila Jordan, acompanhado por um trio formado por Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). Amanhã, sexta e sábado apresenta-se o Septeto do Hot Clube de Portugal, com João Moreira (trompete), Claus Nymark (trombone), Pedro Moreira (saxofone tenor), Bruno Santos (guitarra), Rodrigo Gonçalves (piano), Miguel Amado (baixo eléctrico) e André Sousa Machado (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
outubro 07, 2008POSTO DE ESCUTAMariane Bitran/Makiko Hirabayashi Quintet - "Grey To Blue" Mariane Bitran (flautas); Bob Rockwell (saxofone tenor, clarinete); Makiko Hirabayashi (piano); Erik Olevik (contrabaixo); Morten Lund (bateria) Copenhaga, Dezembro de 2007 Aqui temos um produto do “lado bom” da globalização. Um quinteto liderado por duas mulheres e constituído por músicos de cinco diferentes nacionalidades, todos a viver na Dinamarca. A flautista francesa Mariane Bitran e a pianista japonesa Makiko Hirabayashi são líderes da formação que se completa com o saxofonista e clarinetista norte-americano Bob Rockwell, o contrabaixista sueco Erik Olevik e o baterista dinamarquês Morten Lund. Depois dos seus caminhos se terem cruzado em Copenhaga, Bitran e Hirabayashi cedo se deram conta de que podia brotar dali uma frutuosa colaboração, até porque anteriormente ambas haviam pisado os mesmos terrenos, o jazz e a “world music”. Ainda assim, pelos créditos das composições, nota-se que a principal força-motriz é a pianista, cabendo à flautista a autoria de apenas três peças. É assim natural que no centro estejam as flautas (de diferentes tipos, como a africana, a flauta de bambu chinesa e a flauta alto) e o piano, complementadas por uma secção rítmica experimentada e que fornece o suporte lógico. A música que podemos escutar neste “Grey To Blue” – próxima de um certo jazz de câmara, judiciosamente arquitectado, bebendo em diversas fontes, da música clássica às influências orientais – é acessível, sem se tornar ligeira, arrumada, sem se fechar sobre si própria, e melódica, sem se tornar jamais simplista. O principal problema é que o resultado final, sem ser anódino, raras vezes arrebata o ouvinte (pelo menos este). De entre as peças mais conseguidas, menção especial para a que encerra o disco, “Tit Er Jeg Glad”, marcada pelo piano encantatório a que se vêm juntar a flauta e o clarinete. Em “Voice Of The Sands” o contrabaixo dá o mote, dançando os outros instrumentos em seu redor. A tranquilidade que emana de “Beauty Of Doubt”, o exotismo de “Fula Flute” e “Snapshots” (com o melhor apontamento de Rockwell em todo o disco) são momentos agradáveis. Um disco que raramente exalta os sentidos, mas que se deixa escutar sem favor. |
outubro 06, 2008JOSÉ DUARTE DISTINGUIDO PELA CML
O crítico e divulgador do jazz José Duarte recebeu, no passado sábado, a Medalha de Mérito Municipal, Grau Ouro, da Câmara Municipal de Lisboa, das mãos do seu presidente, António Costa. A distinção teve lugar na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro integrada na iniciativa "Jazz à Mostra", promovida em parceria com o Centro de Estudos de Jazz (CEJ) da Universidade de Aveiro. O Improvisos Ao Sul envia os parabéns a José Duarte referência fundamental na divulgação do jazz no nosso País ao longo do último meio século. |
OJL COMEMORA 4º ANIVERSÁRIOHoje é um dia especial para a Orquestra de Jazz de Lagos (OJL): comemora 4 anos de existência. Um concerto triplo para uma ocasição tripla. Se o 4º aniversário da OJL é de facto o grande mote, há mais duas razões a salientar: o Dia Mundial da Música, e, o arranque do segundo ano lectivo da AJMMA - Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve, que abre o seu ano lectivo dia 13 de Outubro. O concerto triplo será levado ao palco na sede da OJL, sita na Rua dos Combatentes da Grande Guerra, nº 10 em Lagos, que é assim "estreada" ao público com o primeiro concerto "de porta aberta". No concerto triplo irão actuar o Quarteto de Saxofones da OJL, seguida da OJL Redux (uma formação reduzida da OJL com 7 músicos, neste caso), e finalmente a Orquestra de Jazz de Lagos completa com os seus 18 músicos. O concerto terá início pelas 21h30 e a entrada é livre. |
outubro 04, 2008AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZArrancam hoje na Antena 2 as emissões do programa "Aqui Jazz", da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Concertos Europeus: as actuações do duo de Dave Holland (contrabaixo) e Chris Potter (saxofone tenor) e do quarteto Underground de Chris Potter, respectivamente em 1 de Setembro de 2007 e 31 de Agosto de 2007, no Festival de Jazz de Willisau (Suíça). Gravações Euroradio. "Aqui Jazz" é um programa realizado e apresentado por José Navarro de Andrade, que vai para o ar aos sábadosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 03, 2008AQUI HÁ JAZZ, EM SESIMBRAHoje e amanhã em Sesimbra decorre o Aqui Há Jazz, uma organização da Câmara Municipal local. Este evento contará com a presença dos Jazz Movements, que apresentam um espectáculo acompanhado por dança contemporânea, dos Dixie Boys, passando pelos Night And Day, que revisitam a genialidade de Cole Porter, e terminando com a cantora Marta Hugon. O programa é o seguinte: Hoje (17h, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Hoje (18h30, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Hoje (21h30, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Hoje (22h30, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Amanhã (17h, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Amanhã (18h30, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Amanhã (21h30, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Amanhã (22h00, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) Amanhã (23h00, Fortaleza de Santiago, Sesimbra) O festival conta ainda com uma mostra bibliográfica para venda, intitulada "Leituras de Jazz". A entrada é gratuita. |
JAZZ NO JA´H BARO guitarrista Miguel Martins tem agora a seu cargo a programação de jazz do Ja’h Bar - Live Jazz & Reggae Bar, situado em Loulé. Os concertos agendados na Algarve Jah'zz Sessions (1ª parte) são os seguintes: Hoje (23h00) "Este trio é uma proposta pouco habitual no panorama da música de jazz que se faz entre nós. Explorando o reportório dos standards, vem dar uma lufada de ar fresco e modernidade, oferecendo uma abordagem descomplexada, na linha dos trios de Ahmad Jamal e Brad Meldhau. (texto da organização) 7 de Novembro (23h00) Zico Monteiro (voz), David Gausden (contrabaixo), James Mellows (piano) e Luís Monteiro (bateria) "Blackbird Legacy é composto por Zico Monteiro vocal e guitarra,James Mellows piano,David Gausden contrabaixo,Luis Monteiro bateria.Este grupo vai tocar musicas do american song book. A difença existe na vocalização dada por Zico Monteiro cuja voz quente vem dar uma nova textura aos temas já imortalizados pelas grandes vozes do Jazz. (texto da organização) 5 de Dezembro (23h00) "Miguel Martins editou em 2007 o álbum "The Newcomer" com o seu grupo “Kaleidoscópio”, considerado um dos 10 melhores discos de jazz nacionais de 2007 (António Branco); “…é de salientar não só a qualidade técnica como de ideias de Miguel Martins, que tem um dos sons dedilhados mais interessantes da guitarra jazz nacional…” (REP, jazz.pt 14, 2007); Miguel Martins tem actuado em vários Festivais de jazz nacionais e internacionais nos principais clubes de jazz nacionais e espanhóis "Miguel Martins é um dos excelentes guitarristas do nosso país.” (Adelino Mota in Jazzmin, Set 2007).O Miguel Martins"World Trio" apresenta um reportório virádo para a World Music. (texto da organização) As entradas custam € 5 (com direito a bebida). Haverá ainda exposições de pintura e fotografia. Os concertos serão transmitidos pela R.U.A FM, no programa "Jazz Toca" (terças-feiras, 20h00). |
outubro 02, 2008A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quinta, sexta e sábado o A. Bruheim / F. Andrade Quinteto, com António Bruheim (saxofone tenor), Francisco Andrade (saxofone tenor), Nuno Ferreira (guitarra), Nuno Correia (contrabaixo) e João Rijo (bateria). O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
ANGRA JAZZ 2008 COMEÇA HOJEArranca hoje o AngraJazz 2008 - 10º Festival Internacional de Jazz de Angra do Heroísmo, que se irá realizar até domingo, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Para além do programa musical, estará patente uma exposição de fotografia que retrata os 10 anos do Angrajazz, a feira do disco (com a participação da Trem Azul, Discantus e Dargil), o lançamento de livro sobre o jazz na Terceira, da autoria de João Moreira dos Santos e António Rubio. Aqui fica o Programa do evento terceirense: Hoje Orquestra Angrajazz com Mário Barreiros, Paula Oliveira, Zé Eduardo, Mário Laginha e Afonso Pais (23h30) 3 de Outubro (sexta-feira) Benny Wallace Nonet "Disorder At The Border" (23h30) 4 de Outubro (sábado) William Parker "Raining On The Moon" (23h30) 5 de Outubro (domingo) Mais informação no site www.angrajazz.com. |
outubro 01, 2008SHEILA JORDAN NO ANIVERSÁRIO DO BLOGUE JNPDI!A veterana cantora Sheila Jordan apresenta-se hoje pela primeira vez em Lisboa, num concerto a ter lugar no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, acompanhada por uma secção rítmica nacional, composta por Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). O concerto de Sheila Jordan insere-se nas comemorações do 5.º aniversário do blogue Jazz No País do Improviso!, da autoria de João Moreira dos Santos, e conta ainda com a participação dos convidados Maria Viana (voz), João Moreira (trompete) e uma convidada surpresa conhecida pelos seus dotes vocais ímpares, como anunciou a organização do evento. Sheila Jordan irá ainda ministrar no Workshop no dia 7 de Outubro na escola JB Jazz, em Lisboa. |






















