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julho 31, 2008JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM PELÁGIO/FRANCO 4TETProssegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00, leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém. Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Sérgio Pelágio/Mário Franco Quartet, com Sérgio Pelágio (guitarra eléctrica), Luís Cunha (trombone), Mário Franco (contrabaixo) e Pedro Segundo (bateria). "Retoma de uma parceria na década de 1980, este quarteto volta a juntar Sérgio Pelágio e Mário Franco, nomes entretanto firmados na cena nacional. O guitarrista Sérgio Pelágio consagrou-se como compositor de cena e co-criador de espectáculos como Casio Tone, Subtone e Tritone, juntamente com a coreógrafa Sílvia Real. Já o contrabaixista Mário Franco encetou uma carreira a solo que tem sido elogiada dentro e fora de portas e merecido o envolvimento de músicos com o relevo de Dave Binney e Jesse Chandler. Se nos anos do arranque desta parceria a influência era, muito obviamente, a do “som ECM” numa mistura de jazz, música clássica e rock próxima da etiqueta discográfica alemã, hoje partem de onde ficaram para ir mais longe, tão longe quanto acharem que faz sentido.”. (texto da organização) A entrada é livre. |
julho 30, 2008KÜHN/SCLAVIS DUO SÁBADO EM ESTREIA NACIONALÉ apresentada no próximo sábado, nas Caldas da Rainha, a première nacional do duo formado pelo pianista alemão Joachim Kühn e pelo clarinetista e saxofonista francês Louis Sclavis. O concerto é às 22h00 no grande auditório do Centro de Congressos das Caldas da Rainha. "Ainda que muitos tenham como assente que o mundo é governado pelo Acaso, há coisas cuja inevitabilidade parece mesmo obra do destino. Uma delas era (e vai ser nas Caldas da Rainha) a apresentação ao vivo do duo formado por Joachim Kuhn e Louis Sclavis, dois músicos com percursos paralelos nas lides da música criativa de matriz jazz, mas que raramente ser tocaram no passado, excepto numa única e acalamada vez em duo, no ano passado. Vamos agora ter o prIvilégio de vê-los e ouvi-los juntos, pela primeira vez em Portugal, no mais directo dos “tête-a-têtes”, clarinetes em si bemol e baixo e saxofone soprano de um lado, piano do outro. Não estranhará que algumas das composições a servir de base para o trabalho improvisacional de ambos provenham de outros discos destes reconhecIdos compositores, mas neste contexto soarão a algo de muito diferente. Com uma maior crueza, provavelmente, mas também com um reforço de imediatismo. A fórmula escolhida estará, sem dúvida, carregada de referências das músicas “eruditas” contemporânea mas também clássica (Rameau é uma referência para Sclavis e Bach representa o mesmo para Kuhn) mas igualmente de experimentalismos vários e até das sonoridades mais Jazz, terreno comum para ambos e que fácilmente irá despontar neste concerto. Poderão igualmente acontecer alguns motivos relacionados com a música tradicional francesa, muito presente no discurso de Louis Sclavis, ou outras, para Kuhn serve de referência o majestoso “Journey to the Center of na Egg” com o oudista Rabih Abou Khalil. Não há, de qualquer modo, pastiche de estilos nestes procedimentos, nem piscadelas de olho à facilidade ou superficiais pretenciosismos “pós-modernos”. Este é um jazz-esponja que tudo absorve e torna seu. E por mais que se tente fazer prever o que irá acontecer, génios destes são tudo menos previsíveis… Como músico prodígio, Joachim Kuhn, começou a tocar profissionalmente em 1961 e com o seu próprio trio, fundado em 1964, apresentou pela primeira vez o free jazz europeu na Alemanha ocidental. Tocou em Berlim e Newport e gravou com nomes dos dois lados do oceano atlantico, Gato Barbieri, Don Cherry, Karl Berger, Slide Hampton, Philly Joe Jones, Phil Woods, Joe Lovano, Michael Brecker, Tony Malaby, Scott Colley, Chris Potter, nos Estados Unidos, e Albert Mangelsdorff, Aldo Romano, Jean-Luc Ponty, Michel Portal na Europa. Formou com Jean-François Jenny Clark e Daniel Humair um super trio, aclamado como um dos mais importantes ensembles de piano no Jazz. Com eles tocou desde o seu primeiro encontro em 1985, até à morte do contrabaixista Jenny Clark em 1998. Em 1990, foi possível a Joachim Kuhn voltar a tocar na Alemanha de leste depois de 23 anos fora. Depois de muitos anos a gravar para a Verve (onde gravou um mítico dueto com Ornette Coleman), é actualmente a alemã ACT que dá guarida ás suas gravações a solo ou em trio. Herdeiro em vida de Michel Portal, com quem, de resto, actua regularmente, Louis Sclavis é reconhecido como um dos mais inventivos clarinetistas do planeta jazz e seus arredores, tendo colaborado já com muitas das luminárias da improvisação livre ou estruturada, de Cecil Taylor a Fred Frith, passando por Evan Parker e Mark Dresser. Cada álbum que lança é mais do que uma colecção de peças avulsas, obedecendo a um conceito específico, como foi o caso da pintura mural de Ernest Pignon-Ernest homenageada em “Napoli’s Walls”. As suas composições são realçadas pela invoção dos seus conceitos musicais e cada projecto deste músico Francês é aguardado com enorme expectativa pelo mundo do Jazz. O seu Trio com Aldo Romano e Henri Texier correu mundo (inclusivé algumas viagens de exploração musical por Africa que lhes serviram de inspiração para a música criada) e é, talvez, o mais forte grupo do Jazz Europeu dos últimos anos." (texto da organização) Mais informação, aqui: http://www.ccc.eu.com/artigos/artigo.asp?nid=101&sec=8. |
MARIA ANADON HOJE À NOITE NO TNDMIINo âmbito da programação “Outros Palcos”, volta a ouvir-se jazz hoje, pelas 23h30, na Praça do Rossio, em Lisboa. Na esplanada do Teatro Nacional D. Maria II, a cantora Maria Anadon experimenta um cenário completamente novo, fazendo-se acompanhar pelo violoncelista Davide Zaccaria e o guitarrista José Soares. O espectáculo do Maria Anadon Trio revisitará o cancioneiro norte-americano, através de compositores tão emblemáticos quanto Cole Porter, George Gershwin, Miles Davis e Duke Ellington, entre outros. A cantora propõe uma interpretação personalizada e arranjos para esta formação particular, onde a guitarra e o violoncelo convivem com a sua voz. A entrada é livre.
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julho 29, 2008POSTO DE ESCUTA
Kalle Kalima (guitarra); Oliver Potratz (contrabaixo); Oliver Steidle (bateria) Berlim, Agosto de 2006 Klima Kalima é um power trio baseado em Berlim, liderado pelo guitarrista Kalle Kalima, a que se juntam o contrabaixista Oliver Potratz e o baterista Oliver Steidle. Dos três músicos, aquele que poderá fazer soar mais campainhas junto do público português é o de Kalima, essencialmente devido à sua associação ao contrabaixista Carlos Bica, no disco “A Chama do Sol”, de 2006, onde toca guitarra acústica. Kalle Kalima (n. 1973, Helsínquia) começou, aos seis anos, por aprender piano. Cinco anos depois, decide mudar para a guitarra, instrumento que não mais viria a largar. Estudou na Academia Sibelius, em Helsínquia, e com Raoul Björkenheim no Conservatório Hanns Eisler, em Berlim, cidade onde actualmente reside e se localiza o epicentro da sua actividade. Do seu percurso constam colaborações com Tomasz Stanko, Sirone, Marc Ducret ou Simon Stockhausen, para além do já mencionado Carlos Bica. O mais recente disco do trio chama-se “Chasing Yellow”, e foi editado pela Enja. Em todo o disco é perceptível a cumplicidade existente entre os três músicos, numa interpenetração construtiva que é fundamental para garantir a dinâmica do triângulo instrumental. Apesar do relativismo da afirmação, poder-se-á dizer que a música que nele encontramos, não navega em águas muito distantes das do Trio Azul, excepção feita a algum uso mais áspero dos efeitos electrónicos e da distorção. Para enquadrar o guitarrismo de Kalima, poder-se-ão evocar os nomes de Frank Möbus e Mário Delgado, ambos mestres na manipulação electrónica do seu próprio som. A música de Kallima extravasa qualquer tipo de catalogação, sendo clara a coexistência de inúmeras referências, que vão do jazz (“City Of Spies”) ao blues mais visceral (“99 Hookers”), da energia rock (“Uran Mining”) à acidez funk (“Paracities”), do experimentalismo noise (“FC Tango Wuppertal”) a alguns laivos de música étnica (“Balkanismus”). O guitarrista organiza todas estas fontes e procura a sua própria voz, desiderato que parece ainda não ter atingido na plenitude. |
COLETCIVO IBÉRICO EM OLHÃO
O Cantaloupe Bar, nos Mercados de Olhão, apresenta esta noite, pelas 22h30, um concerto com o Colectivo Ibérico: Perico Sambeat (saxofone), Juan Steinway (piano), João Custódio (contrabaixo) e João Rijo (bateria). |
julho 26, 2008QUARTETO DE MICHEL PORTAL ENCERRA JAZZ NO PARQUEEncerra hoje, ao final da tarde (das 18h00 às 19h30), a 17ª edição do Jazz no Parque (Fundação de Serralves, Porto), com o quarteto deMichel Portal, com o próprio em saxofone alto, bandoneon e clarinete, Tony Malaby (saxofone), Bruno Chevillon (contrabaixo) e Daniel Humair (bateria). "Michel Portal poderia simbolizar um dos veios mais ricos e representativos do jazz contemporâneo, onde os grandes líderes não se esgotam num único projecto, antes partilham a pluralidade de caminhos, a diversidade estética e a independência conceptual. O jazz e a música erudita (clássica e contemporânea) conviveram sempre na sua vida musical. Aos 73 anos, a definição possível do multi-instrumentista Portal seria a de (re)inventor de si próprio como homem repartido que se sente uno e indivisível. No jazz não assistiu ao free jazz, fê-lo. Primeiro com os americanos exilados, depois com os europeus independentes. E juntou-o, ou pelo menos não o apartou, de tradições populares que o conduziriam, entre destinos vários, ao tango e suas vozes instrumentais (quem consegue divorciar o bandoneon das noites mais musicais de Buenos Aires?). Não é possível falar dos anos 70 ignorando esse laboratório experimental que foi o Michel Portal Unit. A nata do jazz francês (ou feito em França) que protagonizou o free jazz (mas não só) teve em Portal um mestre e um cúmplice: de Bernard Lubat e François Jeanneau a Henri Texier e Jean François-Jenny Clark, de Daniel Humair, Aldo Romano e Joachim Kuhn a Martial Solal e Jean-Luc Ponty. E fora das fronteiras gaulesas, nomes como Dave Liebman, John Surman e Sunny Murray teriam uma palavra a dizer sobre Portal. No quarteto de Portal, o público do Jazz no Parque irá rever dois amigos do peito, Daniel Humair e Bruno Chevillon, e descobrir uma futura amizade – o saxofonista Tony Malaby, que é já um nome firme do jazz contemporâneo. Da Liberation Music Orchestra à Electric Bebop Band, dos grupos de Mario Pavone ao quinteto de Fred Hersh, de William Parker e Marty Ehrlich a Tim Berne e Drew Gress, a presença de Malaby é um certificado de qualidade e honestidade criativas." (texto da organização) Veja um vídeo do quarteto de Michel Portal em: http://www.youtube.com/watch?v=ObwWMIUcjXw. |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", "At Carnegie Hall", concerto pelo Quarteto de Thelonius Monk (Ahmed Abdul-Malik no contrabaixo e Shadow Wilson na bateria), com o saxofonista John Coltrane, no Carnegie Hall (Nova Iorque). Gravação de 29 de Novembro de 1957, até hoje inédita. Edição Blue Note. (Repetição) "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on |
julho 25, 2008DESBUNDIXIE NOS AÇORESOs Desbundixie estão hoje e amanhã na ilha de S. Miguel nos Açores, integrados na "1ª Mostra ANIMA Dixieland", no Campo de São Francisco. Para novidades sobre os próximos concertos dos Desbundixie consultar: www.myspace.com/desbundixie, ou www.desbundixie.blogspot.com. |
FESTIVAL DE LOULÉ ARRANCA HOJEArranca hoje o 14º Festival Internacional de Jazz de Loulé, uma organização da Casa da Cultura de Loulé organiza , que se prolonga até domingo, na Cerca do Convento, no centro histórico daquela cidade algarvia. O Festival Internacional de Jazz de Loulé tem 13 anos de história e um vasto portfólio de artistas que, por esta ocasião, já passaram pelo palco de Loulé. É o caso de nomes como Joe Chambers, Frank Mobus, Ray Brown, David Sanchez, Henry Texier, Mariano Steimberg, e os portugueses Bernardo Sassetti, Michael Laurent, Carlos Bica ou Paulo Gomes, entre muitos outros. O programa do 14º Festival Internacional de Jazz de Loulé é o que se segue: Hoje (22h00, Cerca do Convento) “Uma das mais importantes forças da nova geração de músicos portugueses, o pianista Júlio Resende, foi inicialmente orientado por um dos mais significativos pedagogos do Jazz nacional, Zé Eduardo, prosseguindo os seus estudos com Rodrigo Gonçalves e Pedro Moreira, duas referências do jazz em Portugal. Resende começou por fazer estudos clássicos, cedo descobrindo que não ficava satisfeito em ser apenas um intérprete de peças musicais em que não pudesse improvisar. Decidiu então estudar e trabalhar com os melhores mestres do Hot Clube, New School for Jazz and Contemporary Music, Berklee College of Music e a Bill Evans Academy, entre o tempo que passou na Université de St. Denis, em Paris. “Da Alma” é o seu primeiro disco, constituindo uma estreia muito promissora. Enraízado na tradição, mas com uma abordagem criativa, aberta e moderna, a sua música é brilhante, colorida, sedutora, intrincada e bela. Resende tem um talento natural para a melodia. Podemos dizer que o “futuro” do Jazz em Portugal é agora feito “presente” com este grupo e o seu disco, “Da Alma” ”. (texto da organização) Amanhã (22h00, Cerca do Convento) “Filha de emigrantes iranianos, a cantora Cymin Simawati nasceu em Braunschweig, Alemanha, sendo uma das grandes revelações do moderno jazz europeu. Estudiosa dos poetas persas dos séculos XI e XII (Hafiz-s Shirazi e Omar Khayyám), é-o igualmente da música erudita, que estudou na Hochschule fur Musik und Theater, em Hanover, e do jazz vocal, que começou a estudar na Hochschule der Kunste, em Berlim. Trabalhou com mestres como Steve Coleman, Mark Dresser, Dianne Reeves e Bobby McFerrin. Com este último, no festival de Braunschweig, interpretou poemas musicados dos autores persas acima referidos. Pela Europa e Extremo Oriente as suas tournées têm-se multiplicado e o seu primeiro disco, Cyminology, per se, é já uma referência. Atestam-no as inúmeras e abonatórias críticas. Por exemplo: “…uma obra-prima do jazz vocal”, Sound and image; “Cyminology é um conjunto de músicas maravilhosamente tocadas. O canto é incrível…a influência do Irão é predominante e a transição para os conceitos do jazz extremamente válidos. Fantástico.”, David Friesen. Cyminology é uma síntese, um equilíbrio possível, entre tradição e modernidade, entre duas inspirações: a de uma música e tradição milenares e, por outro lado, a da liberdade única do jazz. Uma cantora de ascendência iraniana, um pianista francês, um contrabaixista alemão e um baterista indiano: aqui está Cyminology, um projecto que reúne quatro grandes artistas e que prova, através da sua música, que a interculturalidade é hoje uma realidade do nosso quotidiano.” (texto da organização) Domingo (22h00, Cerca do Convento) “O SF Jazz Collective é já um nome mítico do jazz contemporâneo, uma verdadeira instituição. É constituído por nomes que dispensam apresentações, alguns deles que já nos visitaram e que todos, interrompem os seus projectos pessoais para se devotarem ao Collective. O grupo distingue-se não só pelo nível dos seus membros mas, sobretudo, pela diversidade dos seus talentos. Além de excelentes instrumentistas, todos são compositores e arranjadores de primeira água. O repertório do grupo contém composições próprias e brilhantes arranjos que contemplam, em cada ano, a música de grandes instrumentistas e compositores do jazz moderno: Ornette Coleman (2004), John Coltrane (2005), Herbie Hancock (2006), Thelonious Monk (2007); este ano será a vez de Wayne Shorter. O SFJazz Collective foi eleito “Melhor Grupo de Jazz Emergente” pela DownBeat, em 2006, e as suas gravações têm estado na lista dos melhores álbuns da National Public Radio e Jazz Times. ” (texto da organização) Os bilhetes diários para o Festival Internacional de Jazz de Loulé custam 8 e 10 euros (sócios CC e não sócios) e o passe para os 3 dias do festival custa 20 e 25 euros (sócios e não sócios) e pode ser adquirido na Casa da Cultura (por telefone - 289 415 860, ou presencialmente, das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00). |
julho 24, 2008JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM SCOTT FIELDS FREETETProssegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém. Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Scott Fields Freetet, com Scott Fields (guitarra), Sebastian Gramss (contrabaixo) e João Lobo (bateria). "À guitarra de Scott Fields junta-se o contrabaixo de Sebastian Gramss e a bateria de João Lobo numa revisitação ao free jazz, não para o repetir ou para se juntarem aos seus presentes desenvolvimentos, mas para experimentarem outra coisa. Conhecido pelas suas complexas e intrigantes composições com técnicas “picadas” da música erudita contemporânea, o guitarrista Scott Fields faz com estes freetet um investimento muito particular: pega no modelo do free jazz original, de Ornette Coleman, e projecta-lhe outras implicações que não necessariamente aquelas a que hoje assistimos. A simplificação dos recursos, o enfoque na subtileza dos elementos e até um certo reducionismo são as regras do jogo, pelo que Fields não submete a guitarra aos seus habituais objectos de manipulação sonora nem ao processamento de pedais de efeitos”. (texto da organização) A entrada é livre. |
julho 23, 2008PAULA SOUSA QUINTETO HOJE NO HOTNesta quarta-feira, a pianista Paula Sousa, apresenta no Hot Clube de Portugal (Praça da alegria, 39, em Lisboa) o seu disco "Valsa para a Terri" (dist. Dargil). Paula Sousa apresentar-se-á em Quinteto com a mesma formação que faz parte deste disco: Afonso Pais (guitarra), João Guimarães (saxofone alto), Hugo Antunes (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria). O concerto consiste de duas partes e começará como habitualmente às 23h00. Pianista e compositora, Paula Sousa completou o curso de piano no Conservatório de Musica do Porto. Entre diversas actividades como pianista, integrou algumas bandas com as quais gravou: Stick, Ban, Repórter Estrábico e Três Tristes Tigres. Mais tarde, estuda jazz no Hot Clube de Portugal, após o que faz a sua graduação em Jazz Performance, na Berklee College of Music, em Boston. Vive em Lisboa, onde lecciona piano clássico e jazz. Toca em várias formações assim como com os seus próprios projectos: Quinteto, Quarteto Trio, 4EvanSake (tributo a Bill Evans) e Monk Dreamers (tributo a Thelonious Monk). |
POSTO DE ESCUTAMarilyn Crispell - "Vignettes" Marilyn Crispell (piano) Lugano (Suiça), Abril de 2007 Apesar da já longa ligação de Marilyn Crispell (n. 1947) à ECM, “Vignettes” é o primeiro disco a solo da pianista para a editora germânica e surge, em larga medida, na esteira dos lançamentos anteriores, “Amaryllis” (2001) e “Storyteller” (2004). Nos anos mais recentes, Crispell tem vindo a explorar com crescente insistência o lado mais lírico, reflexivo e intimista do seu pianismo, contrastando com as abordagens mais agressivas e ásperas que caracterizam boa parte do seu trabalho anterior. De formação barroca e clássica, Crispell descobriu o jazz ao escutar “A Love Supreme”, e, mais tarde ao embrenhar-se na obra de Cecil Taylor. A parceria com Anthony Braxton permitiu-lhe continuar a explorar novas soluções, catapultando-a para as altas esferas do jazz mais livre e da música improvisada. O título escolhido é perfeitamente apropriado, visto a pianista nele alternar peças previamente compostas, com improvisações espontâneas, a que chamou precisamente “Vignettes”, miniaturas sonoras polvilhadas ao longo do disco. A música é límpida e cristalina, feita de detalhes e subtilezas, onde os jogos com o silêncio e o espaço deixam transparecer diferentes sentimentos e emoções. As influências de Paul Bley (na precisão) e do jazz do Norte da Europa (há uma peça sugestivamente intitulada “Sweden”) fazem-se sentir de forma evidente, essencialmente ao nível da construção de atmosferas gélidas e de grande contenção. A toada é meditativa, poética, introspectiva (“Cuida Tu Espiritu” – soberbo –, “Gathering Light”), o que não significa que não hajam passagens de maior abstracção, como a peça de abertura, “Vignette I”. Nos momentos improvisados, a pianista percorre, com rara elegância, o espectro das emoções, da etérea “Vignette II” à mais enérgica “Vignette III”. A ligação à mais convencional tradição do jazz – aqui entendida no seu sentido mais lato – é feita em “Time Past”, porém com a pianista a subvertê-la à sua estética pessoal. A peça que encerra o disco, “Little Song for My Father” é uma tranquila canção de embalar de espantosa eloquência. Para os cultores do piano solo este é um disco a não perder. Belíssimo. |
julho 22, 2008BRAD MEHLDAU TRIO HOJE EM ESPINHOIntegrado no FIME 2008 - 34º Festival Internacional de Música de Espinho, apresenta-se em concerto esta noite (22h00), no Auditório de Espinho, o trio do pianista norte-americano Brad Mehldau, com Larry Grenadier (contrabaixo) e Jeff Ballard (bateria). |
julho 21, 2008JAZZ #19 (JUL/AGO) À VENDAJá está nas bancas o n.º 19 (Julho/Agosto 08) da revista Jazz.pt - Revista bimestral de jazz, a única revista portuguesa de jazz e a publicação regular sobre jazz em Portugal, com maior longevidade!... A Jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos, o Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00. Aqui fica o sumário da Jazz.pt #19: CAPA Pode efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt. O site da revista pode ser visitado em www.jazz.pt. |
julho 19, 2008JORGE MONIZ 4TETO HOJE NO ONDAJAZZO Jorge Moniz 4teto apresenta-se esta noite no Ondajazz (ao Campo das Cebolas, em Lisboa), pelas 23h00. O quarteto é constituído por Mário Delgado: (guitarra), Júlio Resende (piano), João Custódio (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria). |
NEKHEPHTU HOJE NA TREM AZULAbdul Moimême (guitarra eléctrica) regressa hoje à tarde às Micro Sessions na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), desta vez para apresentar o seu novo projecto a solo “Nekhephthu”. Trata-se de improvisos onde gama sonora do seu instrumento de eleição, uma Stratocaster, é prolongada por meios meramente acústicos, usando apenas objectos pertencentes ao universo construtivo do próprio instrumento. Por vezes auxilia-se de uma segunda guitarra, construída por ele próprio, evitando o uso de qualquer processamento electrónico, mesmo que seja o reverb do seu velho amplificador Sinmarc. Em “Micro Sessions” Abdul Moimême tocará uma pequena peça de meia em meia hora (entre as 15h30 e as 19h30), integrando os sons da própria loja, assim como aqueles vindos da rua. |
QUARTETO DE ANDRÉ FERNANDES EM SERRALVESHoje, ao final da tarde (das 18h00 às 19h30), no Jazz no Parque (Fundação de Serralves, Porto), o quarteto de André Fernandes, que apresenta "Cubo", aclamado disco de 2007. O quarteto de André Fernandes é composto pelo próprio na guitarra, Mário Laginha (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). "Nas mais recentes edições, o guitarrista André Fernandes (n. Lisboa, 1976) tem sido uma presença regular no de Jazz no Parque. Em 2002 liderou, com Nuno Ferreira, um inovador projecto dedicado a Lennie Tristano. Em 2006 integrou o quinteto de Nelson Cascais e reincidiu em 2007 como convidado da Orquestra de Jazz de Matosinhos, num concerto com música e direcção do baterista John Hollenbeck. Quem teve a sageza de acompanhar todas essas presenças sabe que nenhum concerto soou a “déjà vu”. Porque é de natureza dos grandes jazzmen servir a música dos seus líderes com a mesma eficácia com que cuidam das suas próprias composições. Do regresso de André Fernandes em 2008 se poderá dizer, mais uma vez, que nada será como antes. No seu actual quarteto abundam argumentos de força, a começar pela presença de um piano entregue a (que o mesmo é dizer inventado por) Mário Laginha. Os ouvintes do primeiro disco do quarteto, “Cubo”, sabem que os méritos de compositor de André Fernandes crescem a par do seu talento de aglutinador musical e de intérprete." (texto da organização) Veja um vídeo do quarteto de André Fernandes em: http://www.youtube.com/watch?v=ZKF_BOKfoI8 |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", "From Spirituals to Swing" (1) – os célebres concertos produzidos por John Hammond no Carnegie Hall de Nova Iorque em 23 de Dezembro de 1938, com a orquestra de Count Basie, o sexteto de Benny Goodman, os New Orleans Feetwarmers de Sidney Bechet e os cantores Big Bill Broonzy, Joe Turner, Helen Humes e Billie Holiday, entre outros. 1ª. Parte. (Repetição) "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2 Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on |
julho 18, 2008ALMEIDA+ACUNA NA TREM AZULHoje, ao final da tarde (18h30), na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21 A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), concerto com Gonçalo Almeida (contrabaixo) e Lucas Acuna (guitarra & noisi stuff) A entrada custa € 3. |
MULGREW MILLER & WINGSPAN HOJE NO CCBÉ esta noite, pelas 21h00, no grande auditório do Centro Cultural de Belém o concerto de Mulgrew Miller & Wingspan, com Mulgrew Miller (piano), Steve Nelson (vibrafone), Antonio Hart (saxofone alto), Duane Eubanks (trompete), Ivan Taylor (contrabaixo) e Rodney Green (bateria). Mulgrew Miller é um dos músicos do panorama jazzístico actual com mais discos gravados, cerca de 400, ficando em segundo lugar apenas atrás do seu colega e amigo Kenny Barron. Desde muito cedo, este pianista americano procurou rodear-se apenas dos melhores músicos, tendo tocado com a maioria dos grandes nomes do jazz - os Jazz Messengers de Art Blakey, Quinteto de Tony Williams, Duke Ellington Orchestra, Joe Lovano, Trio de Ron Carter... entre tantos outros. Mulgrew Miller traz ao CCB, pela primeira vez, o seu sexteto - Wingspan, sexteto que Mulgrew Miller tem conduzido ao longo de vinte anos, conta actualmente com Steve Nelson no vibrafone, Duane Eubanks no trompete, Steve Wilson no saxofone alto (nesta participação substituído por Antonio Hart), Ivan Taylor no contrabaixo e Rodney Green na bateria. O grupo retomou a sua actividade em 2006 com um concerto em tributo a James Williams, a quem Mulgrew Miller sucedeu enquanto Director de Estudos de Jazz na William Paterson University em New Jersey. Wingspan é também o título de um tema original do pianista, composto em tributo a Charlie Parker. O único disco de originais do projecto, "The Sequel", foi editado em 2002 pela Maxjazz. Neste registo podemos encontrar originais de Miller (nota de destaque para "Go East Young Man", "Know Wonder" e "Elation") e leituras de temas alheios, como "It Never Entered My Mind" e um excelente "Dreamsville". O repertório do grupo inclui composições originais de Mulgrew Miller e temas do cancioneiro americano. Mulgrew Miller & Wingspan é também o grupo convidado pelo CCB para leccionar a primeira edição da Lisbon Jazz Summer School. Para mais informação consultar: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Projectos/Pages/LisbonjazzSummerSchool.aspx |
ONP+OJM NA CASA DA MÚSICANesta sexta-feira, na Casa da Música (Porto), uma orquestra sinfónica encontra uma big band de jazz. É as 22h00 que a Orquestra Nacional do Porto e a Orquestra de Jazz de Matosinhos, sob a direcção musical de Alexander Shelley, apresentam o seguinte programa: I Parte II Parte "Uma orquestra sinfónica divide o palco com uma big band, num concerto que junta, pela primeira vez, a Orquestra Nacional do Porto e a Orquestra de Jazz de Matosinhos. Apresentando-se regularmente na Casa da Música, a Orquestra de Jazz de Matosinhos tem marcado as temporadas de jazz com novos projectos e com a presença de grandes solistas como Lee Konitz, Perico Sambeat ou Dee Dee Bridgewater. Depois da reunião com o Remix Ensemble para um projecto único de grande sucesso, agora é a Orquestra Nacional do Porto que recebe a big band no palco da Praça. Na primeira parte do concerto, as duas formações tocam separadamente. A OJM abre o programa com três composições do seu repertório: BJO e Does It Matter, de Carlos Azevedo, e Jamiro, de Pedro Guedes. O concerto prossegue com a ONP e as Danças sinfónicas de West Side Story, uma suite orquestral a partir da música original de um dos maiores êxitos de sempre da Broadway (um Romeu e Julieta adaptado aos subúrbios de Nova Iorque), passando por melodias que ficaram na história do teatro musical e do cinema. A segunda parte é preenchida por obras dos anos 50, compostas especificamente para os dois tipos de formação – orquestra de jazz e orquestra sinfónica. Enquanto o norte-americano Duke Ellington, com Night Creature, vem das orquestras de jazz, o suíço Rolf Liebermann está mais ligado ao mundo das orquestras sinfónicas, sendo um compositor conhecido pelo carácter multifacetado das suas obras. O Concerto de Liebermann passa por vários géneros ligados à música popular, explícitos em andamentos com títulos como “Blues”, “Boogie-woogie” e “Mambo”. Neste concerto, a Orquestra de Jazz de Matosinhos conta com dois convidados especiais, os músicos norte-americanos John Riley, na bateria, e Jacob Andrew Sacks, no piano. A direcção musical está a cargo de Alexander Shelley, um jovem maestro que conquistou, em 2005, o Concurso de Direcção de Leeds, desenvolvendo uma carreira ascendente à frente das principais orquestras europeias." (texto da organização) |
julho 17, 2008TRiSoNTe ATOS HOJE NO MUSICBOXEsta quinta feira, pelas 23h00, o MusicBox, em Lisboa, apresenta concertos com os projectos TRiSoNTe e ATOS. Os TRiSoNTe são Ricardo Barriga (guitarra e loops), Gonçalo Prazeres (saxofone alto e efeitos), Miguel Cordeiro (piano e efeitos), Rui Pereira (bateria) e Francisco Ariztia e Nuno Ventura (VJs). Os ATOS são Lucas Acuna (guitarra), Gonçalo Almeida (contrabaixo) e Luís Candeias (bateria). |
JAZZ ÀS 5AS NO CB HOJE COM TRIO SONIC MOTIONProssegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém. Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Trio Sonic Motion, com Jorge Reis (saxofones), Demian Cabaud (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria). "Os Sonic Motion reúnem o saxofonista Jorge Reis, o contrabaixista argentino Demian Cabaud e o baterista André Sousa Machado num trio que procura novas formas de explorar e apresentar o jazz.Pegando num formato instituído pelo hard bop que depois o free continuou, os Sonic Motion reivindicam a liberdade conceptual para manipular os conteúdos melódicos e estruturais dos temas e até realizar uma permuta dos papéis convencionais dos instrumentos envolvidos, seja com composições originais ou com os standards do jazz. Estes últimos não são encarados de forma passiva, mas como “fonte de inspiração para novas maneiras de abordar, exprimir e investigar esta música”. (texto da organização) A entrada é livre. |
julho 16, 2008MOIMÊME APRESENTA NEKHEPHTU NA TREM AZULAbdul Moimême (guitarra eléctrica) regressa às Micro Sessions na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) no próximo sábado, desta vez para apresentar o seu novo projecto a solo “Nekhephthu”. Trata-se de improvisos onde a gama sonora do seu instrumento de eleição, uma velha Stratocaster, é prolongada por meios estritamente acústicos, usando apenas objectos pertencentes ao universo construtivo do próprio instrumento. Por vezes auxilia-se de uma segunda guitarra, construída por ele próprio, evitando o uso de qualquer processamento electrónico, mesmo que seja o reverb do seu velho amplificador Sinmarc. Em “Micro Sessions” Abdul Moimême tocará uma pequena peça de meia em meia hora (entre as 15h30 e as 19h30), integrando os sons da própria loja, assim como aqueles vindos da rua. |
WIRED PARADISE HOJE NO HOTHoje, quarta-feira, apresentar-se-á no Hot Clube de Portugal o quinteto Wired Paradise do saxofonista holandês Yuri Honing. Um quinteto com saxofone, duas guitarras (Frank Mobus e Paul Jan Bakker), baixo eléctrico (Tony Overwater) e bateria (Joost Lijbaart). |
14º FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ DE LOULÉA Casa da Cultura de Loulé organiza o 14º Festival Internacional de Jazz de Loulé, que se realiza nos dias 25, 26 e 27 de Julho, na Cerca do Convento, no centro histórico daquela cidade algarvia. O Festival Internacional de Jazz de Loulé tem 13 anos de história e um vasto portfólio de artistas que, por esta ocasião, já passaram pelo palco de Loulé. É o caso de nomes como Joe Chambers, Frank Mobus, Ray Brown, David Sanchez, Henry Texier, Mariano Steimberg, e os portugueses Bernardo Sassetti, Michael Laurent, Carlos Bica ou Paulo Gomes, entre muitos outros. O programa do 14º Festival Internacional de Jazz de Loulé é o que se segue: 25 de Julho (sexta-feira, 22h00, Cerca do Convento) “Uma das mais importantes forças da nova geração de músicos portugueses, o pianista Júlio Resende, foi inicialmente orientado por um dos mais significativos pedagogos do Jazz nacional, Zé Eduardo, prosseguindo os seus estudos com Rodrigo Gonçalves e Pedro Moreira, duas referências do jazz em Portugal. Resende começou por fazer estudos clássicos, cedo descobrindo que não ficava satisfeito em ser apenas um intérprete de peças musicais em que não pudesse improvisar. Decidiu então estudar e trabalhar com os melhores mestres do Hot Clube, New School for Jazz and Contemporary Music, Berklee College of Music e a Bill Evans Academy, entre o tempo que passou na Université de St. Denis, em Paris. “Da Alma” é o seu primeiro disco, constituindo uma estreia muito promissora. Enraízado na tradição, mas com uma abordagem criativa, aberta e moderna, a sua música é brilhante, colorida, sedutora, intrincada e bela. Resende tem um talento natural para a melodia. Podemos dizer que o “futuro” do Jazz em Portugal é agora feito “presente” com este grupo e o seu disco, “Da Alma” ”. (texto da organização) 26 de Julho (sábado, 22h00, Cerca do Convento) “Filha de emigrantes iranianos, a cantora Cymin Simawati nasceu em Braunschweig, Alemanha, sendo uma das grandes revelações do moderno jazz europeu. Estudiosa dos poetas persas dos séculos XI e XII (Hafiz-s Shirazi e Omar Khayyám), é-o igualmente da música erudita, que estudou na Hochschule fur Musik und Theater, em Hanover, e do jazz vocal, que começou a estudar na Hochschule der Kunste, em Berlim. Trabalhou com mestres como Steve Coleman, Mark Dresser, Dianne Reeves e Bobby McFerrin. Com este último, no festival de Braunschweig, interpretou poemas musicados dos autores persas acima referidos. Pela Europa e Extremo Oriente as suas tournées têm-se multiplicado e o seu primeiro disco, Cyminology, per se, é já uma referência. Atestam-no as inúmeras e abonatórias críticas. Por exemplo: “…uma obra-prima do jazz vocal”, Sound and image; “Cyminology é um conjunto de músicas maravilhosamente tocadas. O canto é incrível…a influência do Irão é predominante e a transição para os conceitos do jazz extremamente válidos. Fantástico.”, David Friesen. Cyminology é uma síntese, um equilíbrio possível, entre tradição e modernidade, entre duas inspirações: a de uma música e tradição milenares e, por outro lado, a da liberdade única do jazz. Uma cantora de ascendência iraniana, um pianista francês, um contrabaixista alemão e um baterista indiano: aqui está Cyminology, um projecto que reúne quatro grandes artistas e que prova, através da sua música, que a interculturalidade é hoje uma realidade do nosso quotidiano.” (texto da organização) 27 de Julho (domingo, 22h00, Cerca do Convento) “O SF Jazz Collective é já um nome mítico do jazz contemporâneo, uma verdadeira instituição. É constituído por nomes que dispensam apresentações, alguns deles que já nos visitaram e que todos, interrompem os seus projectos pessoais para se devotarem ao Collective. O grupo distingue-se não só pelo nível dos seus membros mas, sobretudo, pela diversidade dos seus talentos. Além de excelentes instrumentistas, todos são compositores e arranjadores de primeira água. O repertório do grupo contém composições próprias e brilhantes arranjos que contemplam, em cada ano, a música de grandes instrumentistas e compositores do jazz moderno: Ornette Coleman (2004), John Coltrane (2005), Herbie Hancock (2006), Thelonious Monk (2007); este ano será a vez de Wayne Shorter. O SFJazz Collective foi eleito “Melhor Grupo de Jazz Emergente” pela DownBeat, em 2006, e as suas gravações têm estado na lista dos melhores álbuns da National Public Radio e Jazz Times. ” (texto da organização) Os bilhetes diários para o Festival Internacional de Jazz de Loulé custam 8 e 10 euros (sócios CC e não sócios) e o passe para os 3 dias do festival custa 20 e 25 euros (sócios e não sócios) e pode ser adquirido na Casa da Cultura (por telefone - 289 415 860, ou presencialmente, das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00). |
JAZZ EM CASTANHEIRA DE PERACastanheira de Pera vai receber um concerto de Jazz, que vai decorrer na Villa Praia, com o Trio Bonsai e a cantora Emilie, no próximo sábado, dia 19 de Julho, pelas 23h00. |
julho 15, 2008WOODS HOJE NO REGUEIRÃO DOS ANJOSOs Woods vão estar hoje no Regueirão dos Anjos (antiga Abril em Maio). Os Woods são Bruno Parrinha (clarinete alto), João Pedro Viegas (clarinete baixo), Hernâni Faustino (contrabaixo) e João Parrinha (bateria e objectos). O concerto principia às 22h00. |
CARLOS MARTINS APRESENTA NOVO CD "ÁGUA"O saxofonista Carlos Martins apresenta hoje (23h00) no Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, Lisboa), o seu novo disco "Água". Neste concerto de lançamento estarão presentes Carlos Martins (saxofones tenor e soprano), Alexandre Frazão (bateria), André Fernandes (guitarra), Bernardo Sassetti - piano ; Júlio Resende (piano) e Nelson Cascais (contrabaixo). Como dia Carlos Martins: “Ser músico de jazz é ter confiança no acaso. É aceitar a disciplina necessária para manusear o instrumento como se domina uma linguagem É acreditar no erro como fonte de inspiração. É compreender o outro e aceitá-lo. É um diálogo permanente, sem palavras, do som e das cores que pintam os estados de espírito. É mesmo inventar esses estados em conjunto libertando-nos do eu sendo assim cada um mais o que realmente é. Como um quinteto a solo neste disco respiramos o mesmo ar e acertamos os nossos gestos e sonoridades fingindo o que deveras somos, um conjunto de impressões e solidões partilhadas. E fazemos disso a música que produzimos e se a música gostar de nós faz-nos ser outras pessoas, com mais alegria. Trocamos identidades para dar à música o que tanto desejamos: a liberdade.” |
ANGRA JAZZ 2008Já é conhecido o programa do AngraJazz 2008 - 10º Festival Internacional de Jazz de Angra do Heroísmo, que se irá realizar de 2 a 5 de Outubro, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Para além do programa musical, estará patente uma exposição de fotografia que retrata os 10 anos do Angrajazz, a feira do disco, o lançamento de livro sobre o jazz na Terceira, da autoria de João Moreira dos Santos e António Rubio. Aqui fica o Programa do evento terceirense: 2 de Outubro (quinta-feira) 3 de Outubro (sexta-feira) 4 de Outubro (sábado) 5 de Outubro (domingo) Mais informação no site www.angrajazz.com (que no final de Julho estará pronto e com informação mais detalhada). |
julho 14, 2008SOFIA RIBEIRO NO PORTO CANALNesta segunda-feira, a cantora Sofia Ribeiro vai ser entrevistada em directo no programa Porto Alive - Porto Canal - entre as 19h30 e as 20h30. |
MÚSICA PORTUGUESA, HOJE – BREVES IMPRESSÕESDecorreu no passado fim-de-semana no Centro Cultural de Belém, o festival Música Portuguesa, Hoje, uma ímpar mostra do que de mais estimulante tem a música nacional para oferecer nos campos do jazz, da música erudita, da música improvisada e electrónica. Das cerca de três dezenas de concertos integrados no evento, a escolha recaiu sobre seis deles. Na tarde de sábado, o início das hostilidades esteve a cargo do quinteto de Sei Miguel, visivelmente incomodado com a pouco usual hora vespertina. Acompanhado pelo núcleo duro que trabalha regularmente consigo – Fala Mariam (trombone alto), César Burago (percussões), Pedro Lourenço (baixo eléctrico) e João Castro Pinto (electrónica) – apresentou uma única peça, “Acalanto 5”, com as electrónicas, a percussão e o baixo a fornecerem a base textural para as deambulações melódicas de Miguel e Mariam. Depois, às 17h, foi a vez de ver ao vivo, numa rara apresentação, o duo Pocketbook of Lighning, formado por duas das maiores luminárias da livre improvisação nacional, Nuno Rebelo (guitarra e manipulações electrónicas) e Marco Franco (bateria e electrónica). Nas várias peças apresentadas, foi bem patente a cumplicidade e o elevado grau de interactividade musical existente entre os dois músicos. Seguiu-se aquela que era, à partida, uma das propostas que maior expectativa gerava, o quinteto do violonista Ernesto Rodrigues, com que contou com as presenças de Rhodri Davies na harpa electrónica e de Stephane Davis no saxofone soprano, para além de Guilherme Rodrigues (violoncelo) e Carlos Santos (laptop). A música muito abstracta do quinteto criou momentos deveras interessantes, não obstante o facto de ser a primeira vez que os 5 músicos se apresentavam em conjunto. O concerto acabou algo abruptamente, ficando a ideia de que algum elo da cadeia improvisacional se terá quebrado… Às 21h apresentou-se o trio “Nascer”, do pianista João Paulo Esteves da Silva, com Peter Epstein (saxofones) e Ricardo Dias (acordeão). Terminada que está a gravação do segundo disco do projecto – o primeiro já tem anos quase 8 anos – os três músicos mesclaram temas destas duas fases, (quase) sempre tendo como base canções populares portuguesas. Escutaram-se temas hiper-melódicos que farão parte do novo disco, como “Onde Vais, Ò Carolina”, “Meninas, Vamos às Murtas” e “Canção Açoriana” (da autora do pianista). De entre os momentos mais altos do concerto, registo a interpretação de “Já Fui ao Reino da China…” (recolhida por Michel Giacometi), em solo absoluto, e o bem conhecido “Durme”, tema da tradição sefardita, aqui num arranjo para o trio (ainda assim pessoalmente prefiro a versão a solo incluída no magnífico “Memórias de Quem”). Já no domingo, a tarde iniciou-se com o bem oleado quarteto do guitarrista André Fernandes, acompanhado por Mário Laginha (piano e Rhodes), Nelson Cascais (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). A base do concerto foram temas retirados do aclamado “Cubo”, de onde se ouviram “Not The Vibe”, “Sal” (tema muito orelhudo, que contou com um belo solo de piano de Laginha) e “Vizz”, no qual Fernandes deu mostras de exploração crescente da guitarra acústica. Tempo para recordar “Smoker” (do anterior disco “Timbuktu”) e um tema novo, que, se bem descortinei, se chama “Radio Vibe”. Para terminar o punhado de concertos a que assisti, nota para as explorações sónicas levadas a cabo por Rafael Toral (munido de um amplificador MT-10 modificado), acompanhado do Hernâni Faustino, no contrabaixo, e Marco Franco, na bateria. Com um nó na garganta deixei o CCB sem ver Carlos “Zíngaro”, com John Butcher e Gunther Muller e ainda o trio de Rodrigo Amado, com Kent Kessler e Paal Nilssen-Love. Uma iniciativa louvável que contou com uma generosa adesão do público e que, espero, seja para repetir já para o ano. |
NYNDK AMANHÃ EM BRAGAO Espaço Cultural Pedro Remy , em Braga, apresenta amanhã, pelas 22h00, o quarteto NYNDK, constituído por Soren Moller (piano), Per Mathisen (contrabaixo), Ole Mathissen (saxofones) e Chris Washburne (trombone). Trata-se de um colectivo transatlântico que compreende músicos de Nova Iorque, Dinamarca e Noruega. A decisão de se juntarem foi inspirada nas suas experiências internacionais, natureza própria do jazz.NYNDK mistura a refinada calma do espírito escandinavo com a agressividade nova-iorquina, com uma sensibilidade pós - bop. Mais informação sobre os NYNDK em http://www.myspace.com/nyndk. |
julho 13, 2008AMADO+KESSLER+NIELSEN-LOVE NO CCB |
julho 12, 2008UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", as gravações completas de estúdio realizadas para a Clef e para a Verve pela Orquestra de Count Basie nos anos 1950 (3º programa - Repetição). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. Webcast: http://195.245.176.20/antena2 Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on |
julho 11, 2008FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA, HOJEDecorre entre hoje e domingo no Centro Cultural de Belém a maior mostra de música portuguesa realizada até hoje num Festival que celebra os compositores, as obras e os músicos portugueses. 52 obras de 48 compositores, 3 orquestras, 2 ensembles, 3 concertos de câmara com 19 músicos, 12 concertos de jazz, música improvisada ou electrónica, em formatos e criações inovadoras, e ainda 4 conferências e 2 colóquios. Comissariado por António Pinho Vargas, Pedro Santos e Rodrigo Amado, o Festival Música Portuguesa, Hoje pretende apresentar o que de melhor se faz actualmente na música portuguesa, atravessando géneros musicais e apostando numa grande diversidade de propostas. Durante três dias, o CCB recebe alguns dos melhores músicos e mais importantes projectos do panorama actual da música em Portugal, da música erudita ao jazz, passando pelo fado, electrónica ou música experimental. PROGRAMA: Hoje Orquestra Sinfónica Portuguesa Amanhã OrchestrUtopica Domingo Drumming Programa completo em: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Musica/FESTIVALM%DASICAPORTUGUESA/Pages/Informa%E7%F5esmphoje.aspx. |
ABDUL MOIMÊME APRESENTA NOVO PROJECTOAbdul Moimême vai apresentar esta noite (22h00), no Regueirão dos Anjos - rua Regueirão dos Anjos, 68, em Lisboa - o seu novo projecto a solo, onde a guitarra eléctrica serve como veículo para a exploração de paisagens sonoras inéditas. |
GONÇALO PRAZERES E VASCO AGOSTINHO EM BRAÇO DE PRATAEsta noite na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, à meia-note, apresenta-se o Gonçalo Prazeres Trio, com o próprio no saxofone alto, o contrabaixista Pedro Pinto e o baterista Alexandre Alves, a que se junta o guitarrista Vasco Agostinho. O repertório para este concerto é constituído por música originais de Gonçalo Prazeres e de Vasco Agostinho. |
DOWNBEAT JUL08Eis que me chega às mãos o número de Julho da revista norte-americana Downbeat. Aqui fica o menu completo do que há para ler neste número: CAPA |
julho 10, 2008SAXOPHONE SUMMIT HOJE NA CASA DA MÚSICAEsta quinta-feira, pelas 22h00, apresenta-se na Casa da Música o Saxophone Summit, com Dave Liebman (saxofone), Joe Lovano (saxofone), Ravi Coltrane (saxofone), Phil Markowitz (piano), Cecil McBee (contrabaixo) e Billy Hart (bateria). Trata-se de uma oportunidade para ouvir músicos de alto calibre: Dave Liebman e Joe Lovano, nos saxofones, e Phil Markowitz, Cecil McBee e Billy Hart, na secção rítmica, reeditam o grupo all-star Saxophone Summit, com Ravi Coltrane no lugar de Michael Brecker, entretanto desaparecido. A formação vem à Casa da Música apresentar o novo álbum, "Seraphic Light", revelando uma continuidade na exploração da herança musical dos últimos anos de John Coltrane. |
RENDEZVOUS - FESTIVAL JAZZ SETÚBALArranca hoje - prolongando-se até sábado - a primeira edição do RendezVous - Festival Jazz Setúbal, que junta três dos melhores pianistas portugueses, naquele que se espera ser um dos eventos marcantes da cidade de Setúbal. O evento é organizada pela World Community of People – associação cultural, organizadora e produtora independente, em conjunto com a Câmara Municipal de Setúbal, Sociedade Musical Capricho Setubalense e a Trem Azul. O cartaz do festival setubalense será o seguinte: Hoje (quinta-feira, Fórum Municipal Luísa Todi)) 21h30 21h35 23h00 Amanhã (sexta-feira, Fórum Municipal Luísa Todi)) 21h35 00h00 (after-hours) Sábado (sábado, Fórum Municipal Luísa Todi)) 21h30 00h00 (after-hours) Os after-hours terão lugar na Sociedade Musical Capricho Setubalense. Durante a semana do evento, terão ainda lugar inúmeras iniciativas paralelas (workshops, debates, etc), assim como vários eventos esporádicos, um pouco por toda a cidade. Os bilhetes do Festival estão à venda na bilheteira do Fórum Municipal Luísa Todi, e nas lojas Bliss, FNAC, Livraria Bulhosa (OeirasPark e C. C. Cidade do Porto), Lojas Viagens ABREU, Worten Postos Megarede e http://www.ticketline.pt, nas seguintes modalidades: passe de 3 dias - € 35; bilhete diário (plateia) - € 15; bilhete diário (tribuna) - € 10. Todos os bilhetes terão incluída a entrada nos after-hours. Mais informações poderão ser obtidas em http://www.worldcommuntiyofpeople.pt.vu e http://www.myspace.com/worldcommunityofpeople. |
JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM MARK HELIAS OPEN LOOSEProssegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém. Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Mark Helias Open Loose, com Tony Malaby (saxofone tenor), Mark Helias (contrabaixo) e Tom Rainey (bateria). "O contrabaixista Mark Helias, famoso por combinar a melhor tradição jazzística com a exploração de novas possibilidades, traz ao CCB o seu Open Loose, com Tony Malaby e Tom Rainey. Os Open Loose de Mark Elias contam já com vários álbuns editados, tendo na sua formação os músicos Tony Malaby e Tom Rainey ou Ellery Eskelin e Gerald Cleaver. O que este colectivo apresenta é precisamente o que o nome promete: “open”, no sentido de que as estruturas e as composições são pensadas com o propósito de servirem a improvisação, e “loose” porque a interacção dos três músicos se desenvolve de forma solta e com um espírito verdadeiramente colectivo. As entradas são livres. |
julho 09, 2008FESTIVAL MÚSICA PORTUGUESA HOJE! NO CCBDecorre entre sexta-feira e domingo no Centro Cultural de Belém a maior mostra de música portuguesa realizada até hoje num Festival que celebra os compositores, as obras e os músicos portugueses. 52 obras de 48 compositores, 3 orquestras, 2 ensembles, 3 concertos de câmara com 19 músicos, 12 concertos de jazz, música improvisada ou electrónica, em formatos e criações inovadoras, e ainda 4 conferências e 2 colóquios. Comissariado por António Pinho Vargas, Pedro Santos e Rodrigo Amado, o Festival Música Portuguesa, Hoje pretende apresentar o que de melhor se faz actualmente na música portuguesa, atravessando géneros musicais e apostando numa grande diversidade de propostas. Durante três dias, o CCB recebe alguns dos melhores músicos e mais importantes projectos do panorama actual da música em Portugal, da música erudita ao jazz, passando pelo fado, electrónica ou música experimental. PROGRAMA: Sexta-feira Orquestra Sinfónica Portuguesa Sábado OrchestrUtopica Domingo Drumming |
julho 08, 2008KÜHN/SCLAVIS DUO EM ESTREIA NACIONALÉ apresentada no próximo dia 2 de Agosto, nas Caldas da Rainha, a première Nacional do duo formado pelo pianista alemão Joachim Kühn e pelo clarionetista e saxofonista francês Louis Sclavis. "Ainda que muitos tenham como assente que o mundo é governado pelo Acaso, há coisas cuja inevitabilidade parece mesmo obra do destino. Uma delas era (e vai ser nas Caldas da Raínha) a apresentação ao vivo do duo formado por Joachim Kuhn e Louis Sclavis, dois músicos com percursos paralelos nas lides da música criativa de matriz jazz, mas que raramente ser tocaram no passado, excepto numa única e acalamada vez em duo, no ano passado. Vamos agora ter o prIvilégio de vê-los e ouvi-los juntos, pela primeira vez em Portugal, no mais directo dos “tête-a-têtes”, clarinetes em si bemol e baixo e saxofone soprano de um lado, piano do outro. Não estranhará que algumas das composições a servir de base para o trabalho improvisacional de ambos provenham de outros discos destes reconhecIdos compositores, mas neste contexto soarão a algo de muito diferente. Com uma maior crueza, provavelmente, mas também com um reforço de imediatismo. A fórmula escolhida estará, sem dúvida, carregada de referências das músicas “eruditas” contemporânea mas também clássica (Rameau é uma referência para Sclavis e Bach representa o mesmo para Kuhn) mas igualmente de experimentalismos vários e até das sonoridades mais Jazz, terreno comum para ambos e que fácilmente irá despontar neste concerto. Poderão igualmente acontecer alguns motivos relacionados com a música tradicional francesa, muito presente no discurso de Louis Sclavis, ou outras, para Kuhn serve de referência o majestoso “Journey to the Center of na Egg” com o oudista Rabih Abou Khalil. Não há, de qualquer modo, pastiche de estilos nestes procedimentos, nem piscadelas de olho à facilidade ou superficiais pretenciosismos “pós-modernos”. Este é um jazz-esponja que tudo absorve e torna seu. E por mais que se tente fazer prever o que irá acontecer, génios destes são tudo menos previsíveis… Como músico prodígio, Joachim Kuhn, começou a tocar profissionalmente em 1961 e com o seu próprio trio, fundado em 1964, apresentou pela primeira vez o free jazz europeu na Alemanha ocidental. Tocou em Berlim e Newport e gravou com nomes dos dois lados do oceano atlantico, Gato Barbieri, Don Cherry, Karl Berger, Slide Hampton, Philly Joe Jones, Phil Woods, Joe Lovano, Michael Brecker, Tony Malaby, Scott Colley, Chris Potter, nos Estados Unidos, e Albert Mangelsdorff, Aldo Romano, Jean-Luc Ponty, Michel Portal na Europa. Formou com Jean-François Jenny Clark e Daniel Humair um super trio, aclamado como um dos mais importantes ensembles de piano no Jazz. Com eles tocou desde o seu primeiro encontro em 1985, até à morte do contrabaixista Jenny Clark em 1998. Em 1990, foi possível a Joachim Kuhn voltar a tocar na Alemanha de leste depois de 23 anos fora. Depois de muitos anos a gravar para a Verve (onde gravou um mítico dueto com Ornette Coleman), é actualmente a alemã ACT que dá guarida ás suas gravações a solo ou em trio. Herdeiro em vida de Michel Portal, com quem, de resto, actua regularmente, Louis Sclavis é reconhecido como um dos mais inventivos clarinetistas do planeta jazz e seus arredores, tendo colaborado já com muitas das luminárias da improvisação livre ou estruturada, de Cecil Taylor a Fred Frith, passando por Evan Parker e Mark Dresser. Cada álbum que lança é mais do que uma colecção de peças avulsas, obedecendo a um conceito específico, como foi o caso da pintura mural de Ernest Pignon-Ernest homenageada em “Napoli’s Walls”. As suas composições são realçadas pela invoção dos seus conceitos musicais e cada projecto deste músico Francês é aguardado com enorme expectativa pelo mundo do Jazz. O seu Trio com Aldo Romano e Henri Texier correu mundo (inclusivé algumas viagens de exploração musical por Africa que lhes serviram de inspiração para a música criada) e é, talvez, o mais forte grupo do Jazz Europeu dos últimos anos." (texto da organização) |
julho 07, 2008COLLAGE AFTER COLLAGEEstá a partir de hoje patente na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), a mostra Collage after Collage, com obras da autoria de Dilar Pereira. Trata-se de um conjunto de obras provenientes do Daily Collage Project, work in progress desde Setembro de 2006, cujo desiderato compreende a criação de trabalhos executados diariamente, através da realização plástica da colagem. Segundo palavras da artista plástica, "utilizando todo o tipo de papéis que circundam e rodeiam a nossa vida diária: bilhetes, folhetos, cartazes, panfletos, revistas, embalagens, jornais, etc., cada colagem é uma improvisação plástica, que resulta na criação e reconfiguração de novos significados para esses materiais voláteis. Da conjugação e utilização desses found-papers, inusitados e insuspeitos, resultam novos significados e novos significantes. Articula-se e joga-se nos domínios da cor, da textura, da palavra, da forma, partindo do impulso que resulta do acto de dilacerar, seleccionar, desconstruir, e voltar a compor". A mostra é visitável das 10h00 às 19h30h, de segunda a sábado, até 8 de Agosto. |
CRBA ORGANIZA 2 CONCURSO DE FLAUTA "CIDADE DE BEJA"O Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) está a organizar o 2º Concurso de Flauta da Cidade de Beja, cuja realização está agendada para os dias 18, 19 e 20 de Julho, permitindo desta forma o alargamento do número de dias para preparação e apresentação dos candidatos, passando de 2 para 3 dias. O Regulamento e a Ficha de Inscrição encontra-se disponiveis para download, aqui. Caso os interessados queiram ser informados via correio electrónico da divulgação do Regulamento e Ficha de Inscrição poderão enviar o pedido para: concursoflautacidadebeja@crba.edu.pt, com a respectiva identificação, idade, escola que frequentam e respectivo endereço de e-mail. |
julho 06, 2008MARIA JOÃO E MÁRIO LAGINHA NO ALLGARVEMaria João e Mário Laginha esta noite ao vivo na Fortaleza de Sagres. |
julho 05, 2008ANTÓNIO PINHO VARGAS HOJE NO CCBO mais recente disco de António Pinho Vargas, "Solo" (David Ferreira Investidas Culturais) é hoje apresentado ao vivo em concerto, também a solo, no Centro Cultural de Belém. "Solo" reúne novas leituras de algumas das suas peças mais conhecidas, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” e “As Mãos”. Este é apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, sendo que as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” serão editadas em 2009. "Jazz ou lá o que isso é: esta é a expressão com que António Pinho Vargas costuma designar a sua produção na Música Improvisada. E, embora ele trace uma separação muito clara entre esta e a sua composição na Música Erudita, a que tem dedicado a maior parte dos últimos 12 anos, a verdade é que as melodias - as duas que apresenta pela primeira vez mas também as que logo reconhecemos ou as que mais mudaram com um intimismo reforçado -, reduzidas agora ao despojamento do piano, nos fazem muitas vezes pensar em Bach ou em Chopin, e não apenas nas gravações a solo de Keith Jarrett, uma influência inevitável para um pianista da sua geração. Oscilando entre a melancolia e a exaltação, o que, aliás, sempre marcou os seus discos, “Solo” trouxe o desafio acrescido de reencarnar num único instrumento as várias vozes que se faziam ouvir nas interpretações que conhecíamos sobretudo em quarteto. Mas ofereceu-lhe também uma liberdade acrescida que lhe permite evoluir em poucos segundos desde o enunciado quase sem tempo da melodia até à fruição rítmica. Algumas músicas traziam com elas uma maior responsabilidade e chegou a pensar em não as recriar. Mas à medida que as revisitou– no caso de uma ou outra teve de ir ouvir a gravação original -, ganhou optimismo. E os quatro dias e picos da gravação de José Fortes no CCB deram-lhe as asas que desejava e acabou por registar todas as 36 músicas que tinha planeado. Por isso mesmo, “Solo”, que agrupa os seus trechos mais conhecidos, como “Tom Waits”, “Dança dos Pássaros” ou “as Mãos”, será apenas o primeiro de dois álbuns duplos, reunindo os discos “Imperfeições 1” e “Imperfeições 2”, ficando as “Imperfeições 3” e as “Imperfeições 4” guardadas para edição em 2009. Editado esta quarta-feira, dia 25, “Solo” é sem dúvida o mais íntimo dos seus discos. Mas é também fruto dum grande entusiasmo e energia criativa. E são precisamente essa energia e esse intimismo que o público poderá presenciar no primeiro concerto a solo de António Pinho Vargas, dia 5 de Julho, no Pequeno Auditório do CCB. Porquê no Pequeno Auditório? É o regresso ao local do crime, foi lá que o disco foi gravado..." (texto da organização) |
WOODS HOJE EM CACILHAS |
BAILES DO HOT NO SÃO LUIZ |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", as gravações completas de estúdio realizadas para a Clef e para a Verve pela Orquestra de Count Basie nos anos 1950 (1º programa). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h05 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM). Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2. Webcast: http://195.245.176.20/antena2 Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on |
REMIX ENSEMBLE COM PETER ERSKINEÉ esta noite (21h00), na Casa da Música (Porto) que o Remix Ensemble toca com Peter Erskine, o lendário baterista dos Weather Report O Remix Ensemble será constituído por John Parricelli (guitarra), Martin Robertson (saxofone), Laurence Cottle (baixo), sob a direcção musical de Peter Rundel, a que se juntará Peter Erskine (percussão). O Programa será preenchido com a obra "Blood on the Floor", de Mark-Anthony Turnage, para solistas jazz e grande ensemble e com uma obra de homenagem a Dave Carpenter "Num encontro especial, o Remix Ensemble e os solistas de jazz Peter Erskine – o lendário baterista dos Weather Report –, John Parricelli, Martin Robertson e Laurence Cottle apresentam Blood on the Floor, uma obra-prima da sensibilidade contemporânea, da autoria de Mark-Anthony Turnage. Neste concerto é também estreada uma obra que Mark-Anthony Turnage acaba de escrever em homenagem ao malogrado baixista Dave Carpenter, recentemente falecido, que integrava a formação inicial deste grupo de solistas. A partir do simples derrame de sangue no chão colorido, que se pode avistar num dos quadros do pintor Francis Bacon, Mark-Anthony Turnage criou uma série de imagens musicais que culminaram em Blood on the Floor. A junção do jazz e da música erudita a que se assiste nesta obra permite rever a alienação das sociedades urbanas e o consumo de drogas. Com uma linguagem melódica e uma capacidade inata para fundir diversas tendências da música urbana nos moldes da música clássica, Mark-Anthony Turnage é um dos mais talentosos compositores britânicos da sua geração. Blood on the Floor resulta do casamento entre dois mundos, o clássico e o jazz, que, em alguns momentos, se assemelham a uma big band. Deste modo, Blood on the Floor responde aos maiores desejos do movimento Jazz-de-encontro-ao-Clássico que começou com Rhapsody in Blue de Gershwin e continuou na década de 50 no movimento Third Stream. O que começou por ser uma interpretação solitária de Mark-Anthony Turnage do quadro Blood on the Floor, de Francis Bacon, rapidamente se estendeu a uma orquestra e três solistas jazz. Para além do Remix Ensemble, o concerto assinala ainda a presença do lendário baterista norte-americano Peter Erskine e do saxofonista britânico Martin Robertson, da génese original, assim como John Parricelli (guitarra) e Laurence Cottle (baixo). A estreia da obra aconteceu em 1996, no Queen Elizabeth Hall, com o Ensemble Modern sob a direcção de Peter Rundel. Passados doze anos e depois de ter sido interpretada por várias orquestras em Londres, Viena, Hamburgo, Berlim e Los Angeles, Blood on the Floor regressa, dirigida de novo por Rundel." (texto da oganização) |
HERBIE HANCOCK NO ALLGARVEHoje, Herbie Hancock, junto ao Monumento Duarte Pacheco, em Loulé. |
julho 04, 2008ESTORIL JAZZ 2008 ARRANCA HOJEArranca hoje o Estoril Jazz 2008, um dos mais carismáticos eventos jazzísticos nacionais (herdeiro do lendário Cascais Jazz), que terá lugar na Fortaleza de Cascais (e não no habitual Parque Palmela, devido a obras de beneficiação neste espaço). De entre a presença de músicos consagrados, saliente-se a do veterano contrabaixista Ron Carter (amanhã), a do excelente vibrafonista Bobby Hutcherson (dia 11) e a do saxofonista Branford Marsalis (dia 12). O evento encerra com o colectivo JATP – Jazz at the Philharmonic Revisited. |
julho 03, 20089º FUNCHAL JAZZArranca nesta quinta-feira, pelas 21h30, o 9º Funchal Jazz, que decorrerá no espaço muito aprazível nos jardins da Quinta Magnólia. O programa é o seguinte: HOJE (21h30) Angelina "Angelina Vieira dos Santos nasceu no Funchal, no seio de uma família com tradição musical e desde a infância ouve Jazz por influência dos irmãos e do pai, também músicos. Aos 18 anos deixou a terra natal para descobrir o Porto, cidade que a viu concretizar o desejo de ser médica. Frequentou a Faculdade de Medicina no Hospital de S. João, onde concluiu a formação em 1998, vindo a especializar-se em Neuro-radiologia no Hospital Garcia de Orta em Almada, em 2005. Paralelamente iniciou os estudos musicais em 2001. Frequentou a Escola de Jazz do Barreiro e a Escola de Música Inter-Artes. Teve aulas de laboratório de voz e piano com o pianista João Maurílio e aulas de canto. Actualmente continua a estudar piano. Jonh Coltrane, Miles Davis, Stan Gets, António Carlos Jobim, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald e Rachelle Ferrel são alguns dos nomes que figuram na sua lista de preferências. Angelina tem percorrido o circuito nacional do Jazz com actuações em Auditórios Municipais, bares e outros locais como o Auditório da Ordem dos Médicos em Lisboa ou a Trem Azul Jazz Store, para além do Casino Estoril, onde actuou durante três meses, em horário nobre. Na gravação do seu primeiro trabalho discográfico “Jazz Feelings” (2005) esteve acompanhada por músicos experientes como Cícero Lee (contrabaixo), João Maurílio (piano), Jorge Lee (bateria) e Artur “Jumbo” Freitas (saxofone e flauta) e para a escolha dos temas interpretados foi determinante o desejo da banda de contribuir para a divulgação deste estilo musical". (texto de apresentação) Didier Lockwood New Generation "Tem conduzido uma carreira eclética, abrangendo diversos estilos musicais. Em 1980 já era considerado o sucessor natural na linhagem de violinistas franceses como Grapelli ou Jean Luc Ponti, mas manteve sempre um low profile até aos anos 90. Acabou por marcar duma forma indelével a cena Jazz internacional pela originalidade como improvisador e compositor. Didier Lockwood nasceu em Calais, em 1956, filho de pai violinista de quem herdou a paixão pelo instrumento. Depois dos estudos clássicos, no Conservatório, descobriu a liberdade da improvisação e aos 17 anos juntou-se à cena do rock progressivo, integrando a mítica banda “Magma”. Mais tarde tocou, em Paris com Aldo Romano e Daniel Humair, entre outros, conheceu Stephane Grappelli, com quem viajou e que o conquistou definitivamente para o Jazz. Mais ou menos pela mesma altura (1979) teve um grupo de fusão “Surya” e gravou com Tony Williams. Em 2004 Lockwood celebrou 30 anos duma carreira repleta de encontros inesquecíveis, ao longo da qual gravou mais de 30 álbuns, na Europa e nos EUA, e deu mais de 3000 concertos, frequentando os palcos e festivais de maior prestígio, no mundo inteiro. Por esta altura foram editados um livro autobiográfico e o álbum “Globe Trotter”. Entre as numerosas distinções que recebeu contam-se o “Victoire de la Musique”, “The Blue Note Award”, “The Charles Cross Award”, SACEM (pelo livro de método “Strings and Souls”), “Maurice Yvain Award” (pelo conjunto da sua obra sinfónica) para além de muitos outros. Sempre inspirado pela música, no sentido mais lato, Lockwood mantém-se fiel ao Jazz para o qual transporta os milhões de sonoridades multi-étnicas que recolhe, ao mesmo tempo que explora novos ambientes sonoros. Em 2001 criou uma escola internacional – CMDL – Centre des Musiques Didier Lockwood que se dedica ao estudo da improvisação nos instrumentos de cordas. Para homenagear Grappelli, no centenário do seu nascimento, Lockwood rodeou-se dum conjunto de músicos que partilharam o palco com o Mestre, fazendo assim reviver um artista maior que permanecerá para sempre na memória colectiva. Os concertos serão acompanhados pelo lançamento de um novo disco – “ Stéphane Grappelli Héritage” - que dará continuidade ao registo anterior - “Tribute to Stéphane Grappelli”" (texto da organização). AMANHÃ (21h30) Phil Woods & Friends "Philip Wells Woods, nasceu em Springfield, Massachusetts, em Novembro de 1931. Dedicou-se ao saxofone quando tinha 12 anos, estudando com Harvey LaRose, em Springfield. Aos 16 anos foi para Nova York, passou um Verão na Manhattan School of Music e frequentou, durante 4 anos, o Juilliard Conservatory (onde foi obrigado a formar-se em clarinete). As suas primeiras influências foram Benny Carter, Johnny Hodges e Charlie Parker “…por esta ordem..”, faz questão de precisar… Enquanto ainda estudante tocou com a banda de Charlie Barnet e em 1955/56 trabalhou com George Wallington, Kenny Dorham e Friedrich Gulda, até integrar a Big Band de Dizzie Gillespie, com quem viajou pela América do Sul. Mais tarde, acompanhou a Big Band de Quincy Jones e andou em tournée pela Europa. Em 1962 fez parte da Benny Goodman Orchestra, que foi um dos primeiros grupos a realizar tournées na União Soviética. Nos anos 50 Phil Woods começou a liderar as suas próprias bandas e a gravar para a editora “Prestige”. Colaborou com músicos como Bill Evans, Michel Legrand, Thelonious Monk ou Billie Holiday, foi músico de estúdio, gravando para televisão e filmes e ensinou na Ramblerny. Em Março de 1968 Woods rumou à Europa, facto que determinou o seu regresso aos pequenos grupos de Jazz. Em Paris formou o European Rhythm Machine, grupo que percorreu várias partes do mundo até que, em 1973, decidiu que era altura de voltar a casa. Depois duma breve estadia em Los Angeles, instalou-se em Nova York e com o “Phill Woods Quartet” (mais tarde Quintet), consolidou uma reputação como um dos maiores saxofonistas da actualidade, ganhou 4 Grammys e é aplaudido em todo o mundo tanto pelos críticos da especialidade como pelo público. Na presente década Woods tem-se concentrado especialmente no trabalho com o Quinteto, mas também lidera uma Big Band que apresenta as suas próprias composições e arranjos e é mentor de “Bird with strings… and more!” que é uma versão muito pessoal do projecto de Charlie Parker para Norman Granz, actualizado com novas composições e novos arranjos. Phil Woods é um dos maiores jazzmen de sempre e muito tem contribuído para a preservação e enriquecimento do Jazz. (texto da organização) J. J. Milteau Sextet "Os inúmeros artigos e referências acerca de Jean Jacques Milteau são unânimes: é um virtuoso da harmónica, com um talento único, admirado pelos seus pares. Sempre atento ao mundo que o rodeia, é para além do mais, um hábil contador de histórias. Nascido em 1950, no seio duma família parisiense, escolheu abandonar os estudos tradicionais e passar os anos 60 viajando pela América e Europa, acompanhado pela sua harmónica, que acabou por ser o veículo que o levou a percorrer o mundo e actuar nos lugares mais inesperados, desde o do Circulo Polar Árctico até à África do Sul, da Suíça a Cuba, passando pelo famoso palco da Ópera de Paris. Atravessou os anos 70 semeando as notas do Blues nos discos dos cantores franceses como Aznavour, Yves Montand ou Barbara, antes de se lançar em explorações pessoais, tanto em gravação como nos palcos, tendo publicado o primeiro álbum a solo “Blues Harp” em 1989. Embora a paixão inicial pelo Blues nunca tenha desaparecido, as influências de Milteau são abrangentes e incluem desde o zydeco até aos jiggs irlandeses, passando pela rica tradição musical de Memphis, onde gravou, em 2001, um álbum que foi distinguido com o equivalente francês dos Grammy, o prémio “Victoire de la Musique”. J.J. Milteau é um músico curioso e inquieto e tem, ao longo da vida, desempenhado as mais diversas funções: compositor, engenheiro de som, editor, fotógrafo, já compôs bandas sonoras para o cinema, música para programas de televisão e anúncios mas não descura as suas obrigações como cidadão e tenta partilhar as suas experiências e conhecimentos no sentido de ajudar os outros. Ultimamente está a colaborar com médicos em estudos que visam ajudar pessoas com doenças do foro respiratório. Já publicou diverso material didáctico sobre a técnica da harmónica, mas sobretudo continua a tocar e a referir-se ao instrumento que considera o mais popular, o mais próximo, com muito humor e entusiasmo. Se tentássemos resumir tudo isto diríamos que a música de J.J. Milteau nos transporta para um imaginário complexo e os seus concertos são concebidos como filmes num ecrã virtual." (texto de apresentação) SÁBADO (21h30) Rosa Pasos "Rosa Passos nasceu e cresceu na cidade de Salvador da Bahia rodeada de música e da cultura afro-brasileira. Graças ao estímulo familiar, aos 5 anos já era uma pianista promissora e foram também os pais que, na adolescência, lhe apresentaram a música daqueles que acabariam por se tornar nas principais referências musicais da cantora: João Gilberto e Tom Jobim. Inspirada pelo filme ”Orfeu Negro”, de 1959 e pela sua banda sonora, Rosa trocou o piano pelo violão e desde então tem-se dedicado à arte de compor e cantar. Rosa Passos é muitas vezes referida como a herdeira de João Gilberto, chamam-lhe mesmo “João Gilberto de saias”, com isso pretendendo significar que é uma das melhores intérpretes da Bossa Nova da sua geração e é um facto que, tal como o cantor, Rosa possui uma voz cálida, doce e afinadíssima. A sua personalidade e criatividade converteram-na numa das maiores estrelas da moderna MPB, com influências do Jazz e do Samba, e levaram um crítico do “Los Angeles Times” a compará-la simultaneamente a Elis Regina e Ella Fitzgerald. Em 1972 o tema “Mutilados” ganhou o primeiro lugar no festival da Universidade da Bahia, promovido pela TV Aratu, mas logo de seguida Rosa retirou-se do circuito e passou a tocar e compor em casa ao mesmo tempo que estudava música na faculdade. O primeiro disco “Recriação” surge em 1979 e é constituído por temas escritos em parceria com o poeta / compositor Fernando de Oliveira. Depois de um interregno que dedicou à família, Rosa voltou à música, em 1985, recomeçando uma carreira que, desde então, não tem parado de evoluir. Em 1996, retomando a parceria com Fernando de Oliveira, edita “Pano Pra Manga”, um trabalho que atraiu as atenções do mundo do Jazz e lhe valeu um convite para actuar no Jazz at the Bowl iniciando-se aí o reconhecimento internacional que a levou a actuar por toda a Europa, na América do Sul e no Japão, país onde se apresentou pela primeira vez com o saxofonista Sadao Watanabe e que já percorreu, em tournée, cinco vezes. No Brasil, Rosa tem um vasto catálogo de discos e gravações e foi também uma das estrelas do produtor Almir Chediak no projecto “Letra & Música”, uma colecção que celebra os grandes compositores brasileiros e revela a forma inovadora e peculiar como a cantora interpreta temas tão conhecidos como “Aquarela do Brasil”, “Desafinado” ou “Garota de Ipanema”. Carnegie Hall, Lincoln Center, Blue Note e os mais prestigiados festivais de Jazz são apenas alguns dos palcos internacionais que já receberam Rosa Passos, sempre com enorme sucesso. Tem contado com a colaboração de músicos como Ron Carter (com quem gravou o CD “Amigos”), Chucho Valdés, Ivan Lins, Paquito D’Rivera ou Chico Buarque e Diana Krall incluiu duas das suas canções no álbum “The Look of Love”. Rosa participou também no aclamado CD de Yo-Yo Ma - “Obrigada Brasil” – premiado com um Grammy. “Amorosa” (2004) e “Rosa” (2006), editado pela Telarc, uma editora independente especializada em Jazz e Música Clássica, são os mais recentes trabalhos publicados pela artista. Rosa Passos é muito mais que uma prolífica compositora e uma sublime guitarrista. Dona de uma magnífica voz e de um swing extraordinário consegue aquilo que tantos antes dela infrutiferamente tentaram: reinventar a Bossa Nova." (texto de apresentação) Chucho Valdés Quintet "Jesus Valdés nasceu em Outubro de 1941, em Quivican, Cuba. Pianista, organista, compositor e instrumentista é considerado um dos melhores pianistas do mundo e o mais importante músico do Jazz cubano da actualidade. Começou a tocar piano aos 3 anos, orientado pelo pai o também famoso compositor e pianista Bebo Valdés e aos 14 anos iniciou a actividade profissional na Orquestra Sabor de Cuba dirigida pelo pai. Foi aluno do Conservatório Municipal de Havana, onde trabalhou com Ângela Quintana e mais tarde foi discípulo de Zenaida Romeu e Rosário Franco, cujas influências considera importantes na sua formação musical. Terminou os estudos na Universidade das Artes de Havana. Aos 15 anos formou o primeiro trio de Jazz e o LP de estreia data de 1963 – “Chucho Valdés y su Combo”. No início dos anos 60 fez parte da Orquestra do Teatro Musical de Havana e mais tarde integrou a Orquestra Cubana de Música Moderna, acabando por ser um dos mentores do projecto “Irakere”, fundado em 1973, que operou uma verdadeira revolução no Jazz cubano ao incorporar elementos resgatados às raízes da música tradicional, tendo sido o primeiro grupo desta nacionalidade a receber um Grammy. Responsáveis por este sucesso foram também Paquito D’Rivera e Arturo Sandoval. O reconhecimento internacional de Valdés teve início em 1970, no Festival de Jazz Jamboree (Varsóvia), onde foi elogiado por Dave Brubeck e incluído na lista dos 5 melhores pianistas de Jazz do mundo. A qualidade interpretativa de Chucho Valdés tem sido reconhecida com a atribuição de numerosos prémios e distinções, entre as quais 5 Grammys (um dos quais com a banda “Crisol” que fundou com Roy Hargrove), doutoramentos Honoris Causa, pelas Universidades de Vitoria, no Canadá e de Havana. Nos EUA, foram várias as cidades que lhe atribuíram as suas chaves e entrou para o Hall of Fame do Jazz Latino Americano. Em Cuba recebeu o Prémio Nacional da Música e a medalha Félix Varela, a distinção máxima da Cultura Cubana. Já tocou com os mais representativos músicos do panorama jazzístico norte-americano e são mais de 50 os países que Chucho percorreu em tournée, tendo actuado em cenários como o Carnegie Hall, Blue Note, Lincoln Center, Hollywood Bowl, Village Vanguard, entre outros. Quanto à discografia tem publicados cerca de 52 discos. Mestre em todos os géneros, seja Jazz, Música Clássica ou Música Popular de Baile, é frequentemente convidado por prestigiadas universidades para apresentar conferências que todos consideram notáveis. Actualmente, Chucho Valdés, continua a ser um inovador, a tocar pelo mundo inteiro e a ter um papel fundamental no desenvolvimento da música cubana e do Jazz latino-americano." (texto da organização) Mais informação em http://www.funchaljazzfestival.com/2008/edicao2008.asp#. |
JAZZ ÀS 5AS NO CCB HOJE COM SINGULARITY TRIOProssegue hoje a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h00 (novo horário!), leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém. Hoje será a vez de se apresentar em concerto o Singularity Trio, com Alípio C. Neto (saxofones), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Clarence Becton (bateria). "O termo “singularidade” surge no nome do novo grupo de Alípio C. Neto com o contrabaixista Masa Kamagushi e o baterista Clarence Becton com o propósito de “condensar” o passado, o presente e até o que se perspectiva para o futuro do jazz num único momento, “o momento em que a música acontece”. O ponto de partida, esse, é nas palavras de Alípio “uma revisão da arqueologia dos blues”, raiz primeira deste género musical, e a mensagem a transmitir é a de que o jazz é uma linguagem em constante mutação, movida pela curiosidade relativamente ao que é novo." (texto da organização) As entradas são livres. |
julho 02, 2008JAZZ COM TODOS - JULHO 2008O Jazz Com Todos está em força neste mês de Julho! Aalguns destaques: o concerto Jazz Com Todos, no dia 9 de Julho, trará um quinteto liderado por Hugo Alves e Pedro Rijo, no Pátio do Centro Cultural de Lagos, e fará um tributo a Charlie Parker e ao Be Bop. No dia 10, a Orquestra de Jazz de Lagos actua no Centro da Cidade de Lagos. A OJL tem também um recheado mês de Julho, seja na versão completa ou na versão Redux, nomeadamente com os concertos do programa Jazz no Hotel. O AJMMA - Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve tem inscrições abertas para o próximo ano lectivo. A maior novidade é que todas as informações sobre o Lagos Jazz 2008, que este ano se realiza de 13 a 17 de Agosto, já se encontram disponíveis. O formato mantém-se, com o necessário destaque para as workshops, já famosas pelo mundo! As inscrições também estão abertas e podem ser feitas através do site referido.
A actividade do Hugo Alves (incansável dinamizador de todos estes projectos) será, assim, grande, durante todo este mês de Julho. |
A SEMANA NO HOTO Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã concertos com o LopesLaneFoni Trio (Por/EUA) - Luís Lopes (guitarra), Adam Lane (contrabaixo) e Igal Foni (bateria). Sexta e sábadoserá a vez de Joana Machado “A Casa do Óscar”, com Joana Machado (voz), Bruno Santos (guitarra), Filipe Melo (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). A direcção musical e os arranjos são de Afonso Pais. No dia 4 será efectuado o lançamento do CD “A Casa do Óscar” (Iplay) O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30. Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal. |
julho 01, 2008MÁRIO LAGINHA EM RECITAL NA AAMA Academia de Amadores de Música ( rua Nova da Trindade, 18, 2.º esq, em Lisboa) realiza amanhã, ao final da tarde (19h00), um recital pelo pianista Mário Laginha. A entrada é livre. |
LAGOS JAZZ 2008O Lagos Jazz está de regresso este ano ao seu calendário habitual. Depois da edição do ano transacto ter decorrido por alturas da Páscoa, o evento barlaventino volta ao mês de Agosto, entre os dias 13 e 17, com direcção artística e pedagógica de Hugo Alves. TEXTO DE APRESENTAÇÃO "2008 traz-nos então a sétima edição deste Festival, que continua a crescer. Sem a Câmara Municipal de Lagos não haveria Lagos Jazz, e nem talvez Jazz nesta Cidade. Todos agradecemos, não só nós, mas também o público em geral, pelo que nos tem dado a entender ao longo dos últimos anos. Em 2008 houve mais novidades, a criação da Orquestra de Jazz de Lagos Redux, uma formação reduzida da original de 18 elementos, o programa Jazz Com Todos com um concerto mensal no Auditório do Centro Cultural de Lagos, o primeiro ano lectivo do AJMMA - Atelier de Jazz e Música Moderna do Algarve... e tudo isto mantendo todas as iniciativas que já realizávamos: Jazz No Hotel, Jazz Na Escola,... Mas voltando ao nosso Lagos Jazz, o formato já é conhecido e manter-se-á. O cartel de concertos mantém a linha de diversidade a que já nos habituamos, e o lote de professores é dos melhores de sempre. Este ano há uma importante colaboração de um Festival italiano, em Orsara, com quem abrimos intercâmbio de alunos e professores. Uma importante colaboração que permite precisamente o intercâmbio da maioria dos professores que vão este ano ocupar os alunos. Orsara faz-se há cerca de cinco anos e utiliza também um modelo semelhante ao Lagos Jazz. Mas vamos então ver que nos reserva... (texto da organização) CONCERTOS (22h00; Centro Cultural de Lagos): 13 de Agosto "A OJL apresenta o convidado Luís Cunha (trombone). A OJL é a Big Band "cá da terra", mas como muita projecção nacional: além dos Festivais que já percorreu destacamos por exemplo o concerto que deu na Assembleia da República este ano. Depois o concerto para a Ordem dos Advogados, e agora os Jazz No Hotel com mais de uma dezena de concertos. A OJL vem de um 2007 cheio de concertos (45 ao todo!), e ao que parece 2008 não será muito diferente! Luís Cunha é o convidado que se segue na lista das dezenas de convidados que já passaram pela OJL. É um jovem trombonista português, "Made in Portugal" pela Escola do Hot Club de Portugal. É sem dúvida o mais promissor valor no seu instrumento no nosso País, para a área do Jazz, e estará assim em concerto num repertório, como sempre, preparado especialmente para o efeito: um repertório diversificado e onde não faltarão os grandes standards do cancioneiro americano, ou ainda os sons de Duke Ellington ou Count Basie. A Direcção Musical, como sempre e desde o primeiro dia, estará a cargo de Hugo Alves." (texto da organização) 14 de Agosto "O Miguel Martins Kaleidoscópio "The Newcomer", um trio liderado pelo guitarrista que lhe dá o nome, e que editou este seu primeiro trabalho em finais de 2007. Trará com ele o contrabaixista Carlos Barretto, e o baterista José Salgueiro, ambos nomes incontornáveis do Jazz Português. A Música de Miguel Martins está ao nível do que de melhor e mais novo se faz em Portugal neste momento, e "The Newcomer" não fugiu à crítica especializada, sendo destacado. Move-se em conteúdos hard-bop e contemporâneos." (texto de apresentação) 15 de Agosto "O colectivo de professores apresenta-se em concerto, tendo previamente preparado um "preparado" de temas originais. É sempre um dos concertos mais aguardados neste festival, e vá-se lá perceber porquê? Percebe-se claro! Antonio Ciacca (USA, piano), Kengo Nakamura (USA, contrabaixo), Ulysses Owen (USA, bateria), Lucio Ferrara (ITA, guitarra), Stacy Dillard (USA, saxofone), Luís Cunha (POR, trombone), Hugo Alves (POR, trompete)".(texto de apresentação) 16 de Agosto "Um nome que dispensa grandes apresentações, é um dos mais importantes nomes mundiais do piano jazz. Tem uma extensa discografia de mais de quatrocentas gravações como líder ou sideman, e é um dos pianistas preferidos entre... pianistas! Foi companheiro de nomes como Woody Shaw, Art Blakey, Benny Golson ou Tony Williams. O trabalho que nos apresenta numa clara linha hard-bop, é o trio que o tem acompanhado nas últimas tours por esse mundo fora, da América, à Europa, e ao Sol Nascente. (texto de apresentação) 17 de Agosto. "O dia "D" dos nossos alunos em palco, muitos nervos, alguma confusão, natural, como só seria natural. É uma pequena apresentação daquilo que se trabalhou durante a semana. Não é demais lembrar que já ultrapassamos as três centenas de alunos aos longo destes sete anos, e desses muitos foram os que seguiram estudos mais sérios. E foi aqui, no Lagos Jazz, que tudo lhes começou... WORKSHOPS (13 a 17 de Agosto, 14:00 - 17:00, Centro Cultural de Lagos) Objectivos: Destinatários: Programa de Trabalho: Corpo Docente: JAZZ NA RUA (13 Agosto, Centro Histórico de Lagos, 15 Agosto Vila da Praia da Luz): The New Orleans Jazz Band JAM SESSIONS (Stevie Rays Blues Jazz Bar: 13, 14, 15 e 16 de Agosto, a partir das 22h30) |













































