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novembro 30, 2007MIGUEL MARTINS APRESENTA "THE NEWCOMER"Depois do lançamento do seu disco de estreia na estrada, "The Newcomer", o guitarrista Miguel Martins não pára! Hoje e amanhã toca no Hot Five (Porto) e terça-feira (4 de Dezembro) no Club Mix, em Barcelona, cidade para onde brevemente se mudará de armas e bagagens... |
EMJO EM PORTUGALA European Movement Jazz Orchestra" (EMJO), dirigida por Zé Eduardo, estará em Portugal no próximo mês de Dezembro, por ocasião do encerramento da Presidência Portuguesa da UE. Zé Eduardo (Direcção), Kristina Brodersen (1º saxofone alto), Jaka Kopac 2º saxofone alto), Jure Pukl (1º saxofone tenor), Phillip Gropper (2º saxofone tenor), Elmano Coelho (saxofone barítono), Lars Arens (1º trombone), Paulo Perfeito (2º trombone), Jorn Markussen-Wulf (3º trombone), Rui Bandeira (4º trombone), Matthias Schriefl (1º trompete), Alexander Hartmann (2º trompete), Igor Matkovic (3º trompete), Susana S. Silva (4º trompete), Kaja Draksler (piano), Sacha Henkel (guitarra), Robert Jukic (contrabaixo), André Carvalho (contrabaixo), Tobias Backhaus (bateria) e Maria João Mendes (voz). A EMJO estreará um repertório original composto expressamente por: Andreia Pinto-Correia, Paulo Gomes, Claus Nymark, Paulo Perfeito e Matthias Schriefl. Os concertos previstos são os seguintes: |
novembro 29, 200780 ANOS DE JAZZ EM CASCAIS
Como já aqui fizémos referência, terá lugar no próximo sábado (1 de Dezembro), pelas 14h30, o I Roteiro do Jazz em Cascais, iniciativa que procura comemorar os 80 anos do primeiro concerto de Jazz em Cascais de que há registos documentais. A condução do Roteiro será realizada por João Moreira dos Santos, autor dos livros "O Jazz Segundo Villas-Boas" (2007) e "Duarte Mendonça: 30 anos de Jazz em Portugal" (2005), fundador do blogue Jazz No País do Improviso!, colaborador do site norte-americano AllAboutJazz e investigador da história do Jazz em Portugal. O Roteiro conta ainda com a participação de Duarte Mendonça, produtor dos festivais Cascais Jazz, Jazz Num Dia de Verão e Estoril Jazz. Em finais de Dezembro de 1927 chegavam a Cascais os The Robinson's Syncopators, formação cujos registos na imprensa da época permitem classificar como o primeiro grupo norte-americano de Jazz a apresentar-se ao vivo em Portugal , facto que era até hoje desconhecido e que resulta da investigação que vimos fazendo no âmbito da história do Jazz em Portugal. Esta orquestra, que era publicitada como originária de Chicago e composta por "dez autênticos artistas negros", actuou no reveillon do já desaparecido Grande Casino Internacional Monte Estoril, onde culminou uma pequena digressão que passou primeiramente pelo Teatro da Trindade, em Lisboa. Para celebrar os 80 anos desta importante (e até agora desconhecida) efeméride realiza-se no próximo dia 1 de Dezembro o Roteiro do Jazz em Cascais, projecto inovador e pioneiro - desenvolvido pelo autor deste blogue em colaboração com a cantora Maria Viana - que pretende proporcionar ao público uma visita guiada aos locais históricos do Concelho por onde passaram os sons do Jazz no século XX ao longo destas oito décadas. Entre os vários espaços a visitar contam-se, entre outros, o local do antigo Pavilhão do Dramático (sede do Cascais Jazz, de 1971 a 1980), a antiga sede do Rádio Clube Português (a partir da qual Luís Villas-Boas produziu entre 1946 e 1969 o programa Hot Clube), o Clube Luisiana (fundado por Villas-Boas em 1965), o local onde se ergueu em tempos o Grande Casino Internacional Monte Estoril e o actual Casino Estoril (palco de múltiplos concertos de Jazz a partir dos anos 40). |
novembro 28, 2007PORTUGAL JAZZ - GRANDE FESTA DO JAZZ NO CCBO Centro Cultural de Belém, em Lisboa, recebe no próximo dia 4 de Dezembro, o Portugal Jazz - Grande Festa do Jazz, uma iniciativa organizada pelo JACC- Jazz Ao Centro Clube. No âmbito desta iniciativa, terá lugar, pelas 11h00 "O Jazz Trocado por Miúdos", e às 21h00, o concerto de encerramento. O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz é um evento que compreende três valências fundamentais: concertos, acções pedagógicas e distribuição gratuita de revistas Jazz.pt. É uma aposta pedagógica decisiva e estruturante, com uma abrangência sem precedentes no panorama da programação Cultural portuguesa. Em cerca de oito meses este festival levou o jazz a 24 municípios geograficamente dispersos por Portugal continental: milhares de espectadores assistiram aos concertos, e muitas crianças e jovens entraram em contacto com as práticas artísticas do jazz. A todos foram oferecidas revistas especializadas Jazz.pt. Para celebrar o primeiro ano desta iniciativa JACC, a Grande festa do Portugal Jazz no CCB que, no dia 4 de Dezembro, recuperará a fórmula repetida ao longo do festival oferecendo uma acção didáctica pela manhã e um concerto à noite. Participarão na Festa a aclamada Orquestra de Jazz de Matosinhos, cuja actuação será antecedida por quartetos provenientes de três das maiores escolas de Jazz do país: Escola de Jazz do Barreiro, Escola de Jazz Luíz Villas-Boas - Hot Clube de Portugal e Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE). A não perder, no dia 4 de Dezembro, a Grande Festa do Portugal Jazz no Centro Cultural de Belém. |
novembro 26, 2007JOANA RIOS LANÇA HOJE "UNIVERSOS PARALELOS"É hoje lançado o novo disco da cantora Joana Rios, intitulado "Universos Parelelos". A sessão de lançamento é no BBC, em Lisboa. O disco - com selo Música das Esferas - já está nas lojas. Acompanham a cantora neste novo disco Filipe Raposo, no piano, Hugo Antunes, no contrabaixo, e Vicky na bateria. A digressão nacional e internacional de apresentação do disco terá início no próximo dia 11 de Janeiro, em Leiria. Mais informações em www.joanarios.com. |
novembro 24, 2007UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", Novos discos internacionais (4) – "Prezens" (David Torn); "Mary Lou Williams – The Lady Who Swings The Band" (Orquestra de Jazz da Rádio Dinamarquesa); "The Perfum Comes Before The Flower" (Alípio C. Neto Quartet); "Delphinius & Lira" (Raymond MacDonald / Günther "Baby" Sommer); "From The Plantation to The Penitenciary" (Wynton Marsalis); "Voices" (Marc Copland); "If You Know Love" (Molly Johnson) e "This Meets That" (John Scofield). Amanhã será a vez de Concertos portugueses (4) – O quarteto do pianista Júlio Resende com José Pedro Coelho (sax-tenor), Hugo Antunes (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria) num concerto realizado no clube Onda Jazz (Lisboa) em 19 de Janeiro de 2007. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 23, 2007A NEW HISTORY OF JAZZ, DE ALYN SHIPTONLeitura recomendada: "A New History of Jazz", de Alyn Shipton (Continuum) |
novembro 22, 2007JÚLIO RESENDE APRESENTA "DA ALMA"O pianista Júlio Resende continua a apresentar o seu disco de estreia, "Da Alma" (Clean Feed). Esta semana os concertos de apresentação do disco são: Hoje (21h00) - Village Club - Estoi (Algarve) |
JULIAN ARGUELLES NO HOTHoje, amanhã e depois (23h00) no Hot Clube de Portugal (praça da Alegria, 39, em Lisboa) o saxofonista Julian Argüelles volta a juntar-se a músicos portugueses: Mário Laginha (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Nas apresentações de hoje e amanhã este quarteto alarga-se apara quinteto com o guitarrista André Fernandes. |
novembro 21, 2007BIG BAND TALLER DE MUSICS DIRIGIDA POR ZÉ EDUARDOA Big Band Taller de Musics, sob a direcção de Zé Eduardo, actua no próximo dia 1 de Dezembro, no Palau de la Música, em Barcelona. Este concerto insere-se nas comemorações dos 10 anos do falecimento do grande pianista catalão Tete Montoliu e terá como programa o único CD, de toda a discografia do mestre, gravado com uma Big Band, dirigida por Zé Eduardo, em 1988. Mais informações aqui: |
novembro 20, 2007DOWNBEAT NOV07Acaba de me chegar às mãos o número de Novembro da revista norte-americana Downbeat. Aqui fica um breve sumário do que há para ler neste número: CAPA |
novembro 19, 2007I ROTEIRO DO JAZZ EM CASCAISNo próximo dia 1 de Dezembro (um sábado, com início pelas 14h30) irá ter lugar o I Roteiro do Jazz em Cascais, evento que celebra os 80 anos do primeiro concerto de Jazz em Portugal de que há registos documentais. A condução do Roteiro será realizada por João Moreira dos Santos, autor dos livros "O Jazz Segundo Villas-Boas" (2007) e "Duarte Mendonça: 30 anos de Jazz em Portugal" (2005), fundador do blogue Jazz No País do Improviso!, colaborador do site norte-americano AllAboutJazz e investigador da história do Jazz em Portugal. O Roteiro conta ainda com a participação de Duarte Mendonça, produtor dos festivais Cascais Jazz, Jazz Num Dia de Verão e Estoril Jazz. Em finais de Dezembro de 1927 chegavam a Cascais os The Robinson's Syncopators, formação cujos registos na imprensa da época permitem classificar como o primeiro grupo norte-americano de Jazz a apresentar-se ao vivo em Portugal , facto que era até hoje desconhecido e que resulta da investigação que vimos fazendo no âmbito da história do Jazz em Portugal. Esta orquestra, que era publicitada como originária de Chicago e composta por "dez autênticos artistas negros", actuou no reveillon do já desaparecido Grande Casino Internacional Monte Estoril, onde culminou uma pequena digressão que passou primeiramente pelo Teatro da Trindade, em Lisboa. Para celebrar os 80 anos desta importante (e até agora desconhecida) efeméride realiza-se no próximo dia 1 de Dezembro o Roteiro do Jazz em Cascais, projecto inovador e pioneiro - desenvolvido pelo autor deste blogue em colaboração com a cantora Maria Viana - que pretende proporcionar ao público uma visita guiada aos locais históricos do Concelho por onde passaram os sons do Jazz no século XX ao longo destas oito décadas. Entre os vários espaços a visitar contam-se, entre outros, o local do antigo Pavilhão do Dramático (sede do Cascais Jazz, de 1971 a 1980), a antiga sede do Rádio Clube Português (a partir da qual Luís Villas-Boas produziu entre 1946 e 1969 o programa Hot Clube), o Clube Luisiana (fundado por Villas-Boas em 1965), o local onde se ergueu em tempos o Grande Casino Internacional Monte Estoril e o actual Casino Estoril (palco de múltiplos concertos de Jazz a partir dos anos 40). |
novembro 17, 2007UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", Novos discos internacionais (3) – "Playground" (Manu Katché); "Concert in the Garden" (Maria Schneider); "Play" (Frank Kimbrough); "Real Aberration" (Herb Robertson); "Nightmoves" (Kurt Elling); "Live at The London Jazz Festival" (Italian Instabile Orchestra) e "Pilgrimage" (Michael Brecker). Amanhã será a vez de Concertos portugueses (3) – O quarteto do saxofonista-tenor Martin Jacobsen (Dinamarca) com Afonso Pais (guitarra), Nelson Cascais (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria) num concerto realizado no clube Onda Jazz (Lisboa) em 16 de Fevereiro de 2007. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 16, 2007ENTREVISTA JOÃO MOREIRADiz que procura "fugir à música que nos obriga a tocar de uma determinada forma, já definida e cristalizada, como uma camisa-de-forças que nos constrange os movimentos". Nascido em berço de jazz, João Moreira é um músico em busca de si próprio. Fomos ao seu encontro. Nasceu em Lisboa, em 1970. É sabido que a música, em concreto o jazz, entrou na sua vida desde bastante cedo… Quer falar-nos um pouco do que guarda desses primeiros contactos com o jazz? Começou a estudar trompete aos 11 anos de idade. O que motivou a escolha deste instrumento? Quais são as suas maiores referências em termos de trompetistas? Em 1999, em Nova Iorque, licenciou-se em "Jazz e Música Contemporânea", na New School for Social Research, tendo estudado contraponto, teoria atonal e composição. Que mais-valias é que considera que esta experiência lhe proporcionou? Do seu percurso académico ressalta igualmente o facto de ter estudado, entre muitos outros, com Charles Tolliver e Jimmy Owens. Como foi a sua relação com estes dois "monstros"? Desde que regressou a Portugal, depois da experiência americana, tem dedicado uma importante parte da sua actividade profissional à docência. O que o atrai na actividade docente? Quais as principais mensagens que procura transmitir aos seus alunos? Contrariamente ao que se passa com outros instrumentos, não há assim tantos jovens trompetistas a surgir no panorama do jazz nacional… Em seu entender, a que se ficará a dever esta situação? Como se posiciona esteticamente, enquanto músico? Qual é o peso da "tradição" na sua personalidade musical? Sente alguma afinidade, por exemplo, com as novas correntes do jazz vindas do norte da Europa? Integra um conjunto de projectos diferentes, o que é demonstrativo do seu ecletismo enquanto instrumentista. Considera-se um músico versátil? Em alguns desses projectos tem "acoplado" efeitos ao seu trompete. Sente-se atraído pelas electrónicas? Pensa explorar mais esta veia? E para quando um disco do João Moreira líder? Não tem sido uma prioridade? Mas está nos seus planos? Pertencendo a uma família de músicos, considera ter alguma característica intrínseca que o distinga dos seus irmãos, enquanto músico? Como analisa o actual panorama do jazz em Portugal? Há mais festivais, mais concertos, mais discos… Dê-nos a sua opinião, apontando-nos pontos fortes e pontos fracos… É consumidor de discos? O que anda a ouvir? O que podemos esperar do João Moreira nos tempos mais próximos? (entrevista de base realizada para a elaboração do Perfil de João Moreira, publicado no n.º 15 da revista Jazz.pt) |
novembro 15, 2007POSTO DE ESCUTAAlípio C. Neto 4tet - "The Perfume Comes Before the Flower" Alípio C. Neto (saxofone tenor), Ben Stapp (tuba), Herb Robertson (trompete), Ken Filiano (contrabaixo), Michael T. A. Thompson (bateria). Em Junho do ano passado, assisti à gravação deste disco no Park West Studio, em Brooklyn. Na altura escrevi que o resultado era muito prometedor. Aqui está a confirmação.... |
novembro 14, 2007ELLERY ESKELIN TRIO HOJE E AMANHÃ NO MAXIMEHoje e amanhã (23h00) no Maxime (Praça da Alegria, 58, em Lisboa) concerto com o trio do saxofonista norte-americano Ellery Eskellin, acompanhado por Andrea Parkins (piano e acordeão) e Jim Black (bateria). O jazz regressa ao MAXIME e em dose dupla. O trio do saxofonista e compositor Ellery Eskelin, considerado um dos melhores ao nível do jazz progressivo e criativo, apresenta-se pela primeira vez em Portugal e no MAXIME com o seu mais recente registo "Quiet Music" editado pela Prime Source. A acompanhar Ellery Eskelin temos Andrea Parkins (piano e acordeão) e Jim Black (bateria e percussão) o seu ensemble desde 1994 altura em que se apresentaram pela primeira vez ao vivo em Nova Iorque. Fundamentais no jazz dos anos 90 e não só, primam por conduzi-lo a áreas inexploradas, improvisando e trabalhando num registo que nem é irremediavelmente tradicional nem experimental e o que trazem nestas duas noites ao MAXIME sai simultaneamente das suas cabeças e corações. |
novembro 13, 2007AHAMAD JAMAL ESTA NOITE NO CCBEsta terça-feira, pelas 21h00, concerto no grande auditório do Centro Cultural de Belém com o trio do pianista Ahmad Jamal, com James Cammack (contrabaixo) e Idris Muhammad (bateria), a que se junta Manolo Badrena (percussão). Ahmad Jamal nasceu em Pittsburgh, em 1930. O seu estilo pianístico começou a ser notado logo após a formação do seu primeiro trio, em 1951, muito em particular devido ao grande sucesso alcançado com os arranjos da canção popular "Billy Boy". A partir de 1956, Ahmad Jamal decide-se pelo trio de piano, contrabaixo e bateria (introduzindo a bateria em vez da guitarra). Miles Davis apaixona-se de imediato não só pela música, como pela forma como ele trata o piano, contribuindo para a ainda maior credibilidade do pianista. Herdeiro da tradição pianística criada por Nat King Cole, Ahmad Jamal soube desenvolver um estilo muito peculiar: da riqueza harmónica da mão esquerda a servir de base, à excelente improvisação da mão direita, tendo sempre presente a subtil utilização do espaço e do silêncio, Ahmad Jamal é hoje considerado um dos pianistas históricos do jazz moderno. Neste concerto apresenta-se com os companheiros dos últimos dez anos, James Cammack (contrabaixo) e Idris Muhammad (bateria) e Manolo Badrena (percussão). |
novembro 12, 2007JAZZ.PT #15 (NOV/DEZ) À VENDAJá está nas bancas o n.º 15 (Novembro/Dezembro 07) da revista Jazz.pt - Revista bimestral de jazz, a única revista portuguesa de jazz e a publicação regular sobre jazz em Portugal, com maior longevidade!... A Jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos, o Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00. Aqui fica o sumário da Jazz.pt #15: CAPA Pode efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt. O site da revista pode ser visitado em www.jazz.pt. |
novembro 11, 2007JAN GARBAREK GROUP HOJE NA CULTURGESTEsta noite (21h30) na Culturgest, concerto com o Jan Garbarek Group, constituído pelo próprio nos saxofones tenor e soprano, Yuri Daniel (contrabaixo), Rainer Brüninghaus (piano e sintetizadores) e Manu Katché (percussões). Amado por uns (os que lhe reconhecem uma sonoridade única e inimitável), odiado por outros (os que o acusam de ter deixado o jazz para se dedicar a fazer música plástica a roçar o piroso), o saxofonista norueguês Jan Garbarek regressa a Portugal depois de há pouco mais de três anos ter dividido as opiniões no Centro Cultural de Belém. Muito influenciado por John Coltrane e Albert Ayler, passou os primeiros anos a explorar territórios sónicos escarpados, longe daqueles onde agora tranquilamente habita. As suas qualidades de excepção foram de imediato reconhecidas pelo compositor e arranjador George Russell, que o convidou para integrar a sua big band. A participação no célebre quarteto europeu de Keith Jarrett alargou-lhe ainda mais os horizontes, preparando-o para uma carreira imparável. A partir de meados da década de 1970, Garbarek começou a criar um estilo imediatamente identificável – fortemente ancorado na tradição do folclore do Norte da Europa – com as suas melodias etéreas evocativas das paisagens geladas da Escandinávia. Garbarek é um dos ícones da ECM, etiqueta para a qual gravou a quase totalidade dos seus discos. |
novembro 10, 2007ANDRÉ FERNANDES 4TETO HOJE EM ESPINHOEsta noite (21h30), no Auditório de Espinho, concerto com o André Fernandes 4teto - André Fernandes (guitarra), Mário Laginha (piano e (fender rhodes), Nelson Cascais contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Apresentam o novo disco do quarteto, "Cubo". |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", Novos discos internacionais (2) – "Maximum Firepower" (Louis Hays & The Cannonball Legacy Band); "Griot Liberté" (Buster Williams); "The Inventions Trio» (Bill Mays); "The Swingin’ Bassoon" (Daniel Smith); "Follow The Red Line" (Chris Potter, ao vivo no Village Vanguard); "Abbey Sings Abbey" (Abbey Lincoln) e "For Sentimental Reasons" (Bobby Hutcherson). Amanhã será a vez de Concertos portugueses (2) – O quarteto da cantora Vânia Fernandes, com Júlio Resende (piano), Hugo Antunes (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria) num concerto realizado no clube Onda Jazz (Lisboa), em 15 de Fevereiro de 2007. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 09, 2007ACÁCIO SALERO APRESENTA "SECRET APACHE" NA ACERTApresenta-se esta noite (21h45) em estreia, no auditório 1 da ACERT - Associação Cultural e Recreativa de Tondela, o sexteto de Acácio Salero - "Secret Apache", com Acácio Salero (composição, saxofone alto/soprano), Serafim Lopes (guitarra), Luis Lapa (guitarra/fliscórnio), Paulo Perfeito (trombone), Rui Leite c(ontrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria). Um espectáculo que estreia no Novo Ciclo ACERT, onde sons e melodias se entrelaçam com uma… forma de estar. Iniciado em 2005, este projecto revisita as raízes esquecidas de uma cultura ancestral, onde os valores morais e espirituais se fundiam num microcosmos raro e intenso. Neste mundo singular interpenetram-se também influências da cultura musical africana e ocidental, que o grupo tenta salvaguardar e aplicar "na" filosofia de vida. É o abrir as portas ao imaginário, regressando ao encontro do Acreditar, da Amizade e do Ser. Acácio “Salero” Cardoso nasceu em Viana do Castelo, em 1967, iniciando os seus estudos de forma autodidacta, aos 14 anos. Quatro anos mais tarde ingressou na Escola de Jazz do Porto, onde depois viria a leccionar. Foi membro fundador do Septeto de Jazz do Porto e da Orquestra de Jazz do Porto. Do seu currículo contam-se workshops com Adam Nussbaum, John Abercrombie, Kenny Washington, Alan Dawson, Rufus Reid e Hal Galper.No princípio dos anos noventa participou, com o Quarteto de Luís Lapa, no Cumplicidades I, o primeiro intercâmbio cultural apoiado pelos organismos portugueses Gesto (Porto) e ACERT (Tondela), no qual músicos portugueses se deslocaram em digressão às principais cidades do nordeste brasileiro. Um ano mais tarde foi convidado para co-dirigir, com Bill Goodwin (baterista do Quinteto de Phil Woods) o programa de bateria e percussão para o Artico, uma organização patrocinada pela União Europeia, que realizou cursos para músicos profissionais na área de Lisboa. É baterista residente na Banda da “Praça da Alegria”, programa em directo todas as manhãs na RTP1, tendo tocado também na Banda “Portugal no Coração”, no mesmo canal. Foi igualmente co-fundador do projecto de world music “Adufes”, uma encomenda feita pelo Comissariado da Expo 98. Dos blues e do jazz tradicional ao jazz contemporâneo, passando pela música improvisada, tem realizado inúmeras tournées pela Europa e colaborado com diversos músicos de renome, de que se destacam Luigi Waites, Carlos Barretto, Heike Brockmann, António Pinto, Rachim Ausar Sahu, Paul Dunmall, Dave Kane e Jim Black, entre outros. |
OURUBÓRO NO CANTALOUPE BAR (OLHÃO)O Cantaloupe Bar, nos Mercados de Olhão, apresenta hoje e amanhã (22h00) o concerto do projecto Ourubóro, com Carlos Mendonça (flauta transversal), Ricardo Coelho (piano eléctrico), Marco Martins (baixo eléctrico) e Paulão Rosa (bateria). Sendo grande parte do repertório deste agrupamento um tributo ao grande mestre musical e espiritual Hermeto Pascoal, também se foca noutros compositores afins tão diferentes como Pixinguinha e Chick Corea. Acabando por ser um pretexto para explorar a música no seu universo de interpretação livre onde há muito espaço para a improvisação. |
novembro 08, 2007GUIMARÃES JAZZ 2007 ARRANCA HOJETem hoje início o Guimarães Jazz, que volta em 2007 a apostar num luxuoso e diversificado cartaz, que faz habitualmente deste festival um dos píncaros das temporadas jazzísticas em Portugal. A edição deste ano contará, entre outras, com as presenças de Jan Garbarek, Pharoah Sanders, John Scofield, Ahmad Jamal e da big band de Charles Tolliver. A não perder. O Centro Cultural Vila Flor, encantador e dinâmico espaço da cidade-berço, volta a acolher, entre hoje e 17 de Novembro, o Guimarães Jazz, festival que se tem vindo a cunhar ao longo dos anos como um dos mais importantes em solo luso. São muitos os que não hesitam mesmo em rotulá-lo como o melhor e mais completo evento neste domínio em Portugal. E há razões objectivas para tal. Tal como vem sendo costume, o programa da edição deste ano apresenta um conjunto abrangente de propostas, que espelham, de forma plural, diferentes opções estéticas do jazz actual, contendo motivos de sobra para satisfazer diferentes públicos. Seguindo o também já habitual modelo de programação, o festival surge repartido por dois blocos – um de três e ourto de quatro dias, com uma pausa de três pelo meio. O arranque do festival, no dia 8 de Novembro (22h00), faz-se sob o signo de Coltrane, no ano em que se assinalam quarenta anos sobre a sua morte, e com o quarteto do saxofonista Pharoah Sanders, músico que no jazz experimentou quase tudo, do free mais radical a correntes mais acessíveis, sempre imbuído de uma forte espiritualidade. Sanders tornou-se conhecido sobretudo a partir de 1962, altura em que tocou com luminárias como Sun Ra, Don Cherry e Rashied Ali. Foi fortemente influenciado pelas abordagens desenvolvidas por Albert Ayler, mas fica para a história por ter sido companheiro de John Coltrane nas derradeiras aventuras deste. Após a morte de Coltrane, prosseguiu uma colaboração com a viúva, Alice, que duraria até 1969. Desde então tem vindo a liderar as suas próprias formações, gravando regularmente discos de interesse desigual. Em 1995, regressou a uma major com “Message From Home” e “Save Our Children”, ambos com produção de Bill Laswell para a Verve. O quarteto de Sanders que tocará em Guimarães completa-se com William Henderson (piano), Nat Reeves (contrabaixo) e Joe Farnsworth (bateria). No dia seguinte (22h00), os laços tecidos com Trane chegam ao nível sanguíneo, com o quarteto liderado pelo seu filho, o saxofonista Ravi Coltrane. Naturalmente influenciado pelo pai (pergunta-se: qual é o saxofonista que tenha surgido nos últimos 40 anos que não o foi?), Ravi é, acima de tudo, um músico talentoso e empenhado, que tenta construir uma carreira própria, tanto quanto possível blindada das recorrentes comparações com o histórico progenitor, que tenderão sempre a desfavorecê-lo. No bornal trará certamente discos como “Mad 6” ou o mui recomendável “In Flux”. Ravi Coltrane virá a Guimarães acompanhado pelo pianista Luis Perdomo, pelo contrabaixista Drew Gress e pelo baterista E.J. Strickland, todos eles músicos de reconhecidos méritos. Amado por uns (os que lhe reconhecem uma sonoridade única e inimitável), odiado por outros (os que o acusam de ter deixado o jazz para se dedicar a fazer música plástica a roçar o piroso), o saxofonista norueguês Jan Garbarek regressa a Portugal ao terceiro dia do Guimarães Jazz (sábado, 10 de Novembro, 22h00), depois de há pouco mais de três anos ter dividido as opiniões no Centro Cultural de Belém. Muito influenciado por John Coltrane e Albert Ayler, passou os primeiros anos a explorar territórios sónicos escarpados, longe daqueles onde agora tranquilamente habita. As suas qualidades de excepção foram de imediato reconhecidas pelo compositor e arranjador George Russell, que o convidou para integrar a sua big band. A participação no célebre quarteto europeu de Keith Jarrett alargou-lhe ainda mais os horizontes, preparando-o para uma carreira imparável. A partir de meados da década de 1970, Garbarek começou a criar um estilo imediatamente identificável – fortemente ancorado na tradição do folclore do Norte da Europa – com as suas melodias etéreas evocativas das paisagens geladas da Escandinávia. Garbarek é um dos ícones da ECM, etiqueta para a qual gravou a quase totalidade dos seus discos. Desfalcado do contrabaixista Eberhard Weber (que em Abril sofreu um acidente cardiovascular) – que será substituído pelo luso-brasileiro Yuri Daniel – , o Jan Garbarek Group completa-se com Manu Katché nas percussões e Rainer Brüninghaus no piano e sintetizadores. O segundo bloco de concertos do Guimarães Jazz tem início na quarta-feira, 14 de Novembro (22h00), com o quinteto do pianista norte-americano Orrin Evans, com Stacy Dillard (saxofone), Alex Sipiagin (trompete), Darryl Hall (contrabaixo) e Donald Edwards (bateria). Evans, nascido em Filadélfia, em 1975, é já uma certeza, não só como compositor mas igualmente como arranjador e director de orquestra. Também a actividade docente lhe ocupa grande parte do tempo, entre workshops e palestras. É ele o orientador da oficina deste Guimarães Jazz. O músico refere habitualmente, porém, que o que mais gosta de fazer é tocar com o seu próprio grupo, pelo qual já passaram nomes como Nasheet Waits, Reed Anderson, John Swana e Duane Eubanks. As crescentes referências elogiosas aos talentos deste pianista – que surgem de diversos quadrantes – geram alguma expectativa quanto à sua aparição vimaranense. Na quinta-feira, dia 15 (22h00) será a vez do imparável guitarrista John Scofield apresentar o seu “Real Jazz” Trio, com o enorme Steve Swallow, no baixo eléctrico, e o sempre eficaz Bill Stewart na bateria. A formação estender-se-á com uma secção de sopros, formada por Phil Grenadier (trompete e fliscórnio), Eddie Salkin (saxofone tenor, flauta e clarinete baixo) e Frank Vacin (saxofone barítono e clarinete baixo). Scofield, Swallow e Stewart trarão com certeza na bagagem o recém-editado “This Meets That”, o primeiro disco do guitarrista para o selo EmArcy. A 16 de Novembro (17h00), e após de uma semana de workshop, os alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), do Porto, apresentam-se em big band, sob a direcção de Orrin Evans. À noite (22h00) toca o trio do veterano pianista Ahmad Jamal, com os seus companheiros da última década: James Cammack, no contrabaixo, e Idris Muhammad, na bateria. Aos 77 anos de idade, Jamal (de seu verdadeiro nome Frederick Russell Jones) é um dos músicos mais importantes, embora por vezes algo subestimado, do jazz dos últimos 50 anos. Com um espírito inovador, optou preferencialmente por formas pianísticas serenas, contrariando as tendências cada vez mais percussivas de alguns seus contemporâneos e sucessores, embora a sua música se tenha tornado cada vez mais tumultuosa. As suas imagens de marca, desenvolvidas ao longo de um intenso percurso, são as inovações rítmicas, as subtilezas harmónicas e os desafiantes jogos melódicos, que tantos músicos influenciaram (como Miles Davis, confesso devoto da sua abordagem). O pianista concebe o seu trio – contexto em que desenvolveu preferencialmente a sua música – como uma verdadeira orquestra, jogando quer na unificação do seu som, quer nos papéis próprios atribuídos ao contrabaixo e à bateria. Lançou recentemente o seu primeiro DVD, “Live in Baalbeck”, com a mesma formação que agora se apresenta em Guimarães. No último dia (sábado, 17 de Novembro, 18h00), a organização do Guimarães Jazz reitera o convite endereçado no ano passado à Tone Of A Pitch, para que esta editora nacional apresentasse um projecto original que reflectisse a sua visão, e do qual resultou o disco de estreia do T.O.A.P. Colectivo. Ao palco subirão este ano Matt Renzi (saxofone tenor, clarinete), Jacob Sacks (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria), quarteto que na ocasião gravará ao vivo o CD “T.O.A.P. Colectivo Volume II”. Depois, a encerrar o evento, teremos a aguardada actuação da Charles Tolliver Big Band (22h00), que se apresenta pela primeira vez em Portugal. Em certa ocasião, um jornalista da revista “Downbeat” pediu a Dizzy Gillespie que nomeasse um trompetista da sua preferência. Gillespie respondeu: “Charles Tolliver – gosto dele”. Influenciado à cabeça por Clifford Brown e Freddie Hubbatd, Tolliver, autodidacta, estudou farmácia, ao mesmo tempo que ia procurando amadurecer o seu som. Iniciou a carreira profissional ao lado de Jackie McLean. Mais tarde, tocou e gravou com nomes como Sonny Rollins, Max Roach, Art Blakey, Roy Haynes e Oliver Nelson, entre incontáveis outros. Apologista de que os músicos passassem a ter um maior controlo sobre a música que faziam, fundou nos anos 1970 a Collective Black Artists Inc. e depois co-fundou, com Stanley Cowell, a Strata-East Records. Numa altura em que as big bands eram genericamente consideradas passado, Tolliver decidiu avançar com a criação da sua própria grande formação, onde fazia evoluir jovens solistas, alguns deles sem experiência neste contexto. Apesar de possuir um forte sentido da tradição, quis sempre estar um passo à frente, movimentando-se com igual à-vontade em qualquer ambiente. Depois de algum tempo afastado da ribalta, reapareceu há alguns anos à frente de uma nova big band, de certo modo herdeira do espírito da primeira, e que naturalmente espelha a personalidade e o modus operandi do seu líder. O disco de estreia na Blue Note, “With Love”, revela uma orquestra inspirada, com Tolliver a conduzir as operações com o seu estilo muito próprio. Nesta formação, e no plano individual, nota de realce para os trombonistas Aaron Johnson e Joe Fiedler, e os saxofonistas Bill Saxton e Billy Haper. Paralelamente aos concertos, decorrerão, nos dias 12, 13, 15 e 16 de Novembro, oficinas de jazz orientadas por Alex Sipiagin, Donald Edwards, Darryl Hall e Stacy Dillard. Nos mesmos dias, Orrin Evans orientará um workshop de big band no qual participarão alunos da ESMAE. O quinteto do pianista terá ainda a seu cargo as habituais jam sessions, agendadas para depois dos concertos, de 8 a 10 e de 15 a 17, ´round midnight. |
LIVING THING SEXTET NO HOTHoje, amanhã e depois apresenta-se no Hot Clube de Portugal (praça da Alegria, 39, Lisboa), o Living Thing Sextet, com José Menezes (saxofone tenor), Daniel Vieira (saxofone alto), Gonçalo Marques (trompete), Júlio Resende (piano), Hugo Antunes (contrabaixo) e Pedro Viana (bateria). |
novembro 07, 2007MIGUEL MARTINS LANÇA "THE NEWCOMER"O guitarrista Miguel Martins apresenta esta noite nas Lux Jazz Sessions o seu novo disco, "The New Comer", exclusivamente constituído por repertório original. No disco, com selo Klimaxrecords, acompanham Martins dois nomes de peso do jazz nacional, o contrabaixista Carlos Barretto e o percussionista José Salgueiro. "O mês de Novembro nas Lux Jazz Sessions é inaugurado com o trio que o guitarrista Miguel Martins partilha com o contrabaixista Carlos Barretto e com o baterista José Salgueiro, que levará ao Lux o seu álbum de estreia, “The New Comer”, edição deste ano, composto exclusivamente por repertório original. Um disco no qual o trio procura engendrar, através da improvisação assente na confiança e química entre os músicos, formas alternativas de intervenção social, que se traduzem em imagens sonoras que levem a audiência a um escape para realidades paralelas, usando para isso motivações free jazz, fibra rock e imaginários world. O frontman Miguel Martins nasceu em 1976 em Faro e iniciou a sua carreira como músico profissional a meio da década de 90. Desde então foi colaborando com nomes maiores do jazz português, como Carlos Bica, Zé Eduardo, Pedro Madaleno, Nelson Cascais ou Laurent Filipe. Em 1998 fundou o quinteto Portujazz, que contou com a participação intermitente de músicos como Johannes Krieger, Yuri Daniel, Bruno Pedroso, Alexandre Frazão ou Hugo Alves, tendo sido extinto em 2003. Nos seus já mais de dez anos de actividade profissional, actuou em inúmeros festivais e clubes de jazz por todo o país e em Espanha e, entre outras manifestações do seu amor pela música improvisada, deu lições de guitarra e workshops em diversas escolas de jazz." (texto da organização) Mais informação em: www.luxjazzsessions.com. |
novembro 06, 2007POSTO DE ESCUTAMichael Blake - "The World Awakes: A Tribute To Eli “Lucky” Thompson" Michael Blake (saxofones tenor e soprano, clarinete); Søren Kjærgaard (piano, Rhodes, electrónicas); Jonas Westergaard (contrabaixo); Kresten Osgood (bateria); Peter Fuglsang (clarinete e clarinete baixo); Kasper Tranberg (trompete); Lars Bjørnkjær (violino), Henrik Dam Thomsen (violoncelo); Teddy Kumpel (guitarras); Rob Jost (french horn) A homenagem do saxofonista Michael Blake, a um histórico um tanto subvalorozado: "Lucky" Thompson. Em audição atenta por estes lados.... |
novembro 05, 2007ELLIOTT SHARP SÁBADO EM PORTALEGREO Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre recebe no próximo sábado (10 de Novembro) um concerto do multi-instrumentista de vanguarda Elliott Sharp, que apresentará o superlativo - “Sharp ? Monk ? Sharp ! Monk !” (Clean Feed, 2006), disco onde toca versões de temas de Thelonious Monk. O concerto é no pequeno auditório, pelas 21h30. Os bilhetes custam € 10. "Multi-instrumentista (guitarras, saxofones tenor e soprano, clarinete baixo, instrumentos de cordas inventados pelo próprio como o pantar e o slab, baixo eléctrico, computador, electrónica) e compositor, Elliott Sharp é um dos principais protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos Blues e do Jazz, ao Rock “no wave” e ao Techno, passando pela música para orquestra e pelo Noise. As suas composições foram interpretadas, entre outros, pelo brilhante quarteto de cordas Kronos Quartet, e os seus colaboradores incluíem o cantor Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar. Em 1978, Sharp fundou a editora zOaR Records, onde tem lançado algumas das suas produções. Destacam-se nos seus projectos mais recentes, composições e óperas de câmara para a Bienal de Veneza, partituras para os filmes “What Sebastian Dreamt”, “Commune” e “Spectropia”, diversas instalações sonoras para espaços e eventos de prestígio como a “Gallery of the School of Fine Art”, de Boston, o “Whitney Museum (Bitstreams)” ou a “Bienal NTT ICC”, de Tóquio. Um dos mais recentes álbuns do músico, “Sharp? Monk? Sharp! Monk!”, consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças do “gigante” do jazz, Thelonious Monk. Na actual digressão, Sharp interpreta muitos destes clássicos de Monk, tais como Bemsha Swing, Epistrophy, Round Midnight, Misterioso, Well You Needn't, Nutty e Brilliant Corners." (texto da organização) |
novembro 03, 2007UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz", Novos discos (1) – ""Nocturnal Walks" (Franz Koglmann); "Timeless Portraits and Dreams" (Geri Allen); "Migration" (Antonio Sanchéz); "Art of Four" (Bill Cobman); "Tenor of The Times" (Jerry Bergonzi); "Jungle Soul" (Dr. Lonnie Smith); "Colina-Miralta-Sambeat" (Javier Colina, Marc Miralta, Perico Sambeat); "Chanson du Vieux Carré" (Harry Connick Jr.). Amanhã será a vez de Concertos portugueses (1) – António José Barros Veloso (piano), Pedro Moreira (saxofone tenor), João Moreira (trompete), Bernardo Moreira (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria) com a colaboração de Marta Hugon (voz) na gravação inédita de um concerto realizado na Ordem dos Médicos (Lisboa), em 30 de Setembro de 2005. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
novembro 02, 2007SOFIA RIBEIRO & MARC DEMUTH NO CONTRABAIXO BAREsta noite (22h30) no Contrabaixo Bar, concerto com Sofia Ribeiro (voz) & Marc Demuth (contrabaixo), a que se juntam o convidado Donald Regnier (guitarra acústica de 8 cordas). |
novembro 01, 2007DELGADO+JOÃO PAULO+BICA HOJE NO HOTEsta noite (23h00) no Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39, em Lisboa), concerto "inédito" com Mário Delgado (guitarras), João Paulo (piano) e Carlos Bica (contrabaixo). |
ALEXIS CUADRADO NA CASA DAS MUDASDepois de um concerto (arrebatador, ao que sei) de Bernardo Sassetti, continua este sábado à noite (22h00), o Mudas Jazz Sessions, no Centro das Artes – Casa das Mudas, Calheta (ilha da Madeira), com o quarteto de outro pianista, desta feita o espanhol Alexis Cuadrado. A formação - que se completa com o saxofonista Loren Stillman, o guitarrista Brad Shepik e o baterista Mark Ferber - já gravou o CD "Puzzles", que irá apresentar. "Alexis Cuadrado é um músico extremamente activo na actual cena jazzística nova-iorquina, nomeadamente pelo papel activo que desempenha na associação “Brooklyn Jazz Underground”. Após estudos com os contrabaixistas Larry Grenadier e Mario Rossy (os dois contrabaixistas de eleição para Brad Mehldau), Marc Johnson e François Rabbath, Cuadrado desenvolveu uma intensa actividade em Espanha, principalmente em redor da sua cidade natal, Barcelona, com destaque para o grupo “Alguímia”, que gravou três CDs para uma das mais prestigiadas editoras do jazz contemporâneo, a Fresh Sound New Talent, o primeiro dos quais recebeu o prémio de “Melhor Álbum de Estreia Espanhol de 1998”. Já em Nova Iorque, onde vive há cerca de dez anos, Alexis Cuadrado estabeleceu fortes ligações com vários dos músicos daquela cidade, tendo trabalhado ao vivo ou em estúdio com Kurt Rosenwinkel, Ben Monder, Mark Turner, Bill McHenry, Ben Waltzer, Chris Kase, Kris Bauman, Erik Jekabson, Alan Ferber, Bruce Barth ou John Stetch. Na primeira metade desta década gravou dois destacados álbuns como líder, novamente com o selo Fresh Sound New Talent. Ambos os CDs (“Metro” e “Visual”) contam com músicos de excepção (os saxofonistas Kris Bauman ou John Ellis, o guitarrista Steve Cárdenas, o pianista Pete Rende e o fiel parceiro Mark Ferber na bateria) e foram alvo de excelentes críticas pela imprensa americana, britânica e espanhola especializada (ver “O que diz a imprensa”). Integrou o grupo da vocalista três vezes nomeada para um Grammy Angelique Kidjo e tem mantido uma intensa actividade como contrabaixista de diferentes formações nos Estados Unidos e na Europa. Formou em 2006 o Alexis Cuadrado "Puzzles" Quartet, com o saxofonista Loren Stillman, o guitarrista Brad Shepik e o baterista Mark Ferber, com o qual gravou um novo álbum “Puzzles”, que vem apresentar à Madeira, no espectáculo inaugural de uma tourné europeia que decorrerá entre 3 e 20 de Novembro. Este grupo interpretará na Casa das Mudas temas do novo “Puzzles” e dos anteriores álbuns de Cuadrado, naquele que será o único concerto em território português contemplado por esta tourné europeia do quarteto." (texto da organização) O projecto Mudas Jazz Sessions visa apresentar mensalmente, até ao final de 2007 e ao longo de 2008, concertos por vários músicos consagrados no cenário nacional ou internacional da área do jazz. Mais informações aqui: mudasjazz.blogspot.com. |



























