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maio 31, 2007

JAZZ ÀS 5AS HOJE COM WISHFUL THINKING

Jazz às 5ªas no CCB

Prossegue esta noite a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h45, leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.

Hoje será a vez de podermos escutar o quinteto Wishful Thinking, constituído por Alípio C. Neto( saxofone tenor), Johannes Krieger (trompete), Alex Maguire (piano), Ricardo Freitas (baixo eléctrico) e Rui Gonçalves (bateria).

Com a finalidade de reunir um núcleo criativo de músicos-compositores, Alípio C. Neto formou em 2005 o Wishful Thinking. Em parceria com Alex Maguire, com quem trabalha desde 1999, encontrou a vertente ideal para um ensemble que criasse composições originais no limite do que propõe o jazz – música improvisada, de uma maneira geral, e música contemporânea. Johannes Krieger, Ricardo Freitas e Rui Gonçalves tornaram-se os instrumentistas ideais por partilharem uma estética musical que encontra a sua maior expressão na intensidade e na diversidade das respectivas linguagens, enquanto compositores. O nome do projecto surgiu do tema “Pensamento Positivo”, do disco Festa dos Deuses de Hermeto Pascoal. Entretanto foi lançado o primeiro álbum, The Jump of the Cat.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:42 AM | Comentários (0) | TrackBack

CARLOS BICA & AZUL "BELIEVER" TOUR

Carlos Bica

Carlos Bica e o seu trio Azul terminam em território nacional a digressão efectuada por várias cidades europeias. A acompanhar Bica estão dois músicos que já fazem parte integrante da personalidade musical do projecto: o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black. "Believer" é o quarto disco de Carlos Bica com o este projecto e surge para festejar o seu décimo aniversário.

Nas datas finais da "Believer" Tour, o trio irá apresentar-se hoje em Lisboa (Maxime), amanhã em Coimbra (Teatro Gil Vicente) e sábado em Guimarães (Auditório do Teatro de Vila-Flor).

Publicado por António Branco às 06:39 AM | Comentários (0) | TrackBack

ENCONTROS INTERNACIONAIS DE JAZZ DE COIMBRA 2007

Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2007

Arranca esta noite a primeira parte dos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2007, uma organização do JACC - Jazz ao Centro Clube.

O programa é o seguinte:

31 Maio (quinta-feira, 21h45, TAGV)
Baldo Martinez Group
David Herrington (trompete), Eduardo Ortega (violino), António Bravo (guitarras), Pedro Loppez (bateria e percussão) e Baldo Martinez (contrabaixo)

1 Junho (sexta-feira, 21h45, TAGV)
Carlos Bica Azul
Frank Mobus (guitarra), Carlos Bica (contrabaixo) e Jim Black (bateria)

2 Junho (sexta-feira, 21h45, TAGV)
Evan Parker Trio (lançamento novo cd)
Evan Parker (saxofones soprano e tenor), John Edwards (contrabaixo) e Chris Corsano (bateria)

31 de Maio, 1 e 2 de Junho
Salão Brazil (Baixa de Coimbra)
Steve Lehman 4tet (gravação de CD - JACC Series 3 -
Colecção de gravações ao vivo promovidas pelo JACC em associação com a Clean Feed)
Steve Lehman (saxofones), Jonathan Finlayson (trompete), John Hebert (contrabaixo) e Nasheet Waits (bateria)

Haverá ainda a iniciativa "O Jazz visita as Escolas", com Pedro Costa (animador) e Alípio Carvalho Neto (saxofone).

Preço dos bilhetes:

TAGV
1 dia > € 10
3 dias > € 25
Sócios do JACC / Estudantes
1 dia > € 8
3 dias > €

Salão Brazil
1 dia > € 5
Sócios do JACC
1 dia > 3 Euros

Na compra de um bilhete oferta do último número da revista “jazz.pt”.

Mais informações em www.jacc.pt.

"As três primeiras formações ocuparão o palco do Teatro Académico Gil Vicente, a última actuará no Salão Brazil, nas “after-hours” dos três dias do festival. Sendo Baldo Martinez, Carlos Bica, Evan Parker e Steve Lehman os cabeças-de-cartaz, nos grupos que trazem constam alguns dos mais ilustres executantes nos seus respectivos instrumentos, casos dos bateristas Jim Black, Chris Corsano e Nasheet Waits e dos contrabaixistas John Edwards e John Hebert.
Galego de origem, e autor de um projecto que abarcou a tradição musical portuguesa, o Miño, Baldo Martinez tem desenvolvido actividade entre um jazz de cunho arreigadamente europeu e a improvisação livre. Com uma formação instrumental invulgar (trompete, violino, guitarra, contrabaixo e bateria) e um título editado, “Tusitala”, este ensemble tem como principal característica a abordagem “de câmara”. Martinez tem um currículo invejável, tendo colaborado com Kenny Wheeler, Carlos Actis Dato (conhecido sobretudo pela sua participação na Italian Instabile Orchestra) e o falecido Peter Kowald.
Os Azul de Carlos Bica vêm a Coimbra apresentar o seu jazz instrumental com formato de canção, construído sobre temas melódicos de grande sugestibilidade, marca pessoal de um excelente contrabaixista que é também um compositor de dotes superiores. Músico capaz de um grande lirismo e de um refinado sentido de modernidade, aliando uma formação clássica a um investimento no jazz que o tornou numa das principais figuras deste género musical entre nós, tem a companhia do guitarrista alemão Frank Möbus e do baterista americano Jim Black.
Evan Parker é conhecido não só pelo seu virtuosismo como pelo facto de ter desenvolvido novas técnicas, especialmente para o soprano. Uma delas é a adopção da respiração contínua, o que lhe permite uma maior fluência nas improvisações e a produção de multifónicos. Parceiro durante muitos anos de Derek Bailey, membro desde a primeira hora da Globe Unity Orchestra de Alexander von Schlippenbach, é por muitos considerado um dos mais importantes saxofonistas desde John Coltrane, cuja influência, aliás, transparece no seu trabalho. John Edwars tornou-se numa figura incontornável da cena londrina do jazz e da improvisação livre, surgindo igualmente em áreas vizinhas, com por exemplo os Spring Heel Jack, e Chris Corsano é apontado como um prodígio da nova geração de bateristas, com actividade tanto em contexto free como nos domínios da “weird folk”, integrando os projectos Six Organs of Admittance e os Sunburned Hand of the Man.
Discípulo de Jackie McLean e Anthony Braxton, Steve Lehman é bem o exemplo de um músico que tudo absorve na sua música, desde a composição contemporânea ao hip-hop. Ainda assim, é no “continuum” da grande tradição do jazz que se coloca e muito deve à escola M-Base de Steve Coleman e Greg Osby, que na década de 1980 propôs um síntese das músicas negras afro-americanas. Não por acaso, os membros do seu quarteto trabalharam no passado, ou trabalham ainda, com ambos. Mas não só: Nasheet Waits integra a Bandwagon de Jason Moran e John Hebert está no celebrado Andrew Hill Quintet." (texto retirado de http://www.jacc.pt).

Mais informações em www.jacc.pt.

Publicado por António Branco às 06:13 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 29, 2007

MORREU TAKE TORIYAMA

Take Toriyama
Take Toriyama

O baterista e percussionista japonês Take Toriyama suicidou-se hoje, no seu apartamento em Brooklyn.

Take Toriyama nasceu em Chiba, uma pequana cidade japonesa. Antes de se mudar para os EUA, foi baterista de bandas de rock. Em 1993, foi viver para para Boston, para estudar na prestigiada Berklee College of Music. Depois mudou-se de armas e bagagens para Brooklyn onde se veio a tornar um músico importante e solicitado na área do jazz mais livre e da música improvisada. Estudou e tocou com Hal Crook, Dave Liebman, Jerry Bergonzi, Bob Brookmeyer, Mick Goodrick, George Garzone, Oliver Lake, Donny McCaslin, Chris Speed, Matt Moran, Drew Gress, Michael Attias e Ben Monder, entre muitos outros.

Take Tokiyama integrou o trio do Michael Attias que animou as noites do Salão Brazil em Novembro de 2005, nos Encontros INternacionais de Jazz de Comibra (o trio de Attias foi, aliás, o primeiro grupo convidado de propósito para o Salão Brazil).

Para saber mais sobre Take Toriyama, consultar www.taketoriyama.com.

Publicado por António Branco às 03:07 PM | Comentários (0) | TrackBack

SITE DO PIANISTA JÚLIO RESENDE

Site Júlio Resende

Já está disponível o site do pianista Júlio Resende: www.julioresende.com.

Publicado por António Branco às 07:09 AM | Comentários (0) | TrackBack

POSTO DE ESCUTA

Enrico Rava Quintet -

Enrico Rava Quintet - "The Words and the Days"
ECM / Dargil, 2007

Enrico Rava (trompete); Gianluca Petrella (trombone); Andrea Pozza (piano); Rosario Bonaccorso (contrabixo); Roberto Gatto (bateria)

Udine, Dezembro de 2005

Enrico Rava é um músico em paz consigo mesmo. Aos 63 anos, o trompetista italiano tem conseguido burilar construtivamente a sua música disco após disco, levando-a a um estado de requinte e depuração apenas ao alcance dos melhores. Depois de ter conhecido diferentes fases na sua já longa carreira, durante a qual militou em várias correntes estéticas, colaborando com luminárias dos dois lados do Atlântico, Rava encontrou a síntese perfeita de todos os elementos que foram erguendo o seu som. Três anos depois do (merecidamente) aclamado “Easy Living”, Rava regressa com “The Words and the Days”, acompanhado pelo seu quinteto, formidável conjunto de músicos que, a cada instante, se revela crucial para o desenvolvimento das suas ideias musicais. Em relação ao disco anterior, a formação registou uma alteração: a troca, ao piano, de Stefano Bollani – que resolveu prosseguir carreira como líder – por Andrea Pozza. Apesar de se encontrarem similitudes (expectáveis), a inclusão de Pozza – com a sua abordagem menos polida do que a de Bollani – veio, de certa forma, equilibrar a estrutura da formação, criando maiores contrastes com a sonoridade amena de Rava e Petrella. A atmosfera tranquila que perpassa a quase totalidade do disco atinge o cume em “Secrets”, longa e intrincada metamorfose, onde parece não haver uma nota a mais. Roberto Gatto, uma das mentes rítmicas mais imaginativas do jazz europeu, está insuperável em “Serpent”. “Tutù” é uma verdadeira peça de filigrana. A destoar da tendência geral, “Echoes of Duke” – construída sobre um motivo pianístico inspirado no universo ellingtoniano, com uma notável contribuição de Petrella – e a conseguida leitura de “Art Deco”, de Don Cherry, habitual nas apresentações ao vivo do quinteto. O disco encerra com outra belíssima peça: “Dr. Ra and Mr. Va”, que faz jus ao título, demonstrando a perfeita miscibilidade entre trompete e trombone. Rava chegou onde quis chegar. “The Words and the Days” é um disco magnífico.

Publicado por António Branco às 06:46 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 28, 2007

RODRIGO AMADO NA TSF

Rodrigo Amado
Rodrigo Amado

Mais logo ao final da tarde (19h15), no programa "Pessoal e Transmissível", na TSF, Carlos Vaz Marques entrevista o saxofonista Rodrigo Amado, um compositor "em tempo real"...

A entrevista está disponível em podcast, em http://www.tsf.pt/online/podcasting/default.asp.

Publicado por António Branco às 06:40 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 27, 2007

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?", será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Bessie Smith, Dinah Washington e Lee Wiley. A Menina Dança? é um programa da autoria de José Duarte, que vai para o ar na RDP - Antena 1, aos domingos - às 00h07.

Na região de Beja, a RDP - Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). A RDP - Antena 2 pode ser escutada em 91.1 FM (em Mértola 92.2 FM).

Publicado por António Branco às 08:58 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 26, 2007

UM TOQUE DE JAZZ

Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" – Novos discos (7) – "Party Hats" (Will Bernard); "New Momentum" (Robert Irving III); "Route F" (Billy Hart); "Quartet" (Pat Metheny/Brad Mehldau); "CodeBook" (Rudresh Mahanthappa); "Duets» (Anthony Braxton/Joe Fonda); "Exponentially Monk" (John Stetch).

Amanhã haverá "Live at The City Hall" (Glasgow), um concerto pela European Youth Jazz Orchestra, sob a direcção de Barry Forgie (BBC), gravado em 13 de Maio de 2006.

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)).

Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:57 AM | Comentários (0) | TrackBack

SOFIA RIBEIRO & GUI DUVIGNAU NA MAIA

Quarteto de Sofia Ribeiro e Gui Duvignau na Maia

O Quarteto Sofia Ribeiro / Gui Duvignau - com João Salcedo (piano) e Marcos Cavaleiro (bateria) - apresenta-se esta noite (23h) no Tertúlia Castelense (Maia):

A cantora Sofia Ribeiro e o contrabaixista e compositor Gui Duvignau (licenciado em composição pela Berklee College of Music), iniciaram uma colaboração musical em Boston e contam agora com a participação de João Salcedo no piano e Marcos Cavaleiro na bateria. O grupo interpreta originais, assim como arranjos pessoais de temas diversos, passando por Zeca Afonso, Erykah Badu e Betty Carter.

Publicado por António Branco às 08:22 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 25, 2007

CARLOS BECHEGAS TRIO NA TREM AZUL

Carlos Bechegas Trio na Trem Azul

Esta sexta-feira, ao final da tarde (19h30) na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), concerto com o trio de Carlos Bechegas (flautas), com Carlos Santos (laptop) e Ulrich Mitzlaff (violoncelo).

"Dois instrumentos acústicos e um laptop, em solos, duos e trios: formato em sequência aberta de improvisações, expondo narrativas num pluralismo de enunciados e alternância de contrastes. Discurso heterodoxo e fragmentado na apologia de técnicas extensivas da flauta e violoncelo. Assimetrias polifónicas, texturas, sonoridades abstractas registadas e glosadas em tempo real por processos digitais, que creditam e potenciam imprevisíveis interacções dos compositores interpretes." (texto da organização)

A entrada custa € 3.

Publicado por António Branco às 01:10 PM | Comentários (0) | TrackBack

TELECTU E JOHN BUTCHER AMANHÃ NA ZdB

Telectu com John Butcher na Galeria Zé dos Bois

Em concerto incluído nas The_way_ahead_sessions, o saxofonista e livre improvisador britânico John Butcher junta-se aos portugueses Telectu - seminal duo da improvisação lusa, formado por Jorge Lima Barreto e Vítor Rua - para um concerto amanhã à noite (23h00) na Galeria Zé dos Bois, (ao Bairro Alto, em Lisboa).

John Butcher
A par de músicos como Evan Parker ou Derek Bailey, o saxofonista John Butcher é uma das figuras essenciais da livre-improvisação britânica. As suas explorações nos terrenos da microtonalidade, da amplificação e do feedback, essencialmente em saxofones tenor e soprano, têm-no conduzido através de um amplíssimo espectro sonoro, frequentemente no contexto de inflamatórias performances a solo, formato a que tem vindo a dar particular relevância desde o início dos anos 90. (texto da organização)

Telectu
Duo de Jorge Lima Barreto e Vítor Rua, os Telectu possuem um celebrado corpo de trabalho de enorme importância no universo das novas músicas, cruzando-se com tangentes da música contemporânea, livre-improvisação e exploração electroacústica. Já actuaram com celebradíssimos nomes, casos de Sunny Murray, John Edwards, John Butcher, Eddie Prèvost, Ikue Mori, Jac Berrocal, Chris Cutler, Elliott Sharp, Evan Parker ou Louis Sclavis. (texto da organização)

Publicado por António Branco às 07:41 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 24, 2007

JAZZ ÀS 5AS HOJE COM LUIS LOPES HUMANIZATION 4TET

Jazz às 5ªas no CCB

Prossegue esta noite a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h45, leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.

Hoje será a vez de podermos escutar o Humanization 4tet do guitarrista Luís Lopes, com Rodrigo Amado (saxofone tenor), Aaron González (contrabaixo) e Stephan González (bateria).

Sob a matriz do jazz, mas para lá do jazz, este quarteto luso-americano cruza diversos estilos e influências. Para acabar de vez com as dúvidas entre o que é e o que não é jazz, o que cabe ou ultrapassa o género, o músico Anthony Braxton criou o conceito de "música criativa". Com percursos individuais diversificados, que vão das influências do rock e dos blues ao hip-hop e ao punk, o quarteto testemunha a visão do jazz como sorvedouro de géneros e, ao mesmo tempo, uma grande influência para as músicas urbanas. Recorrendo então ao conceito, trata-se de “música criativa universal”, com matriz no jazz e abertura total, composta, improvisada, desconstrutiva, positivista nas intenções e cheia de futuro.

A entrada é livre.

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maio 23, 2007

JAZZ NO PARQUE 2007

Jazz no Parque 2007

A 16ª edição do festival Jazz no Parque volta à Fundação de Serralves, no Porto, para três fins de tarde de Verão (21 e 28 de Julho, e 4 de Agosto). A programação está novamente a cargo de António Curvelo.

Aqui ficam as propostas da edição deste ano do Jazz no Parque:

21 de Julho
Arts and Crafts
Matt Wilson (bateria), Terell Stafford (trompete, fliscórnio), Larry Goldings (piano) e Dennis Irwin (contrabaixo).

28 de Julho
Orquestra de Jazz de Matosinhos (sob a direcção de John Hollenbeck)

4 de Agosto
Henri Texier Strada Sextet
Henri Texier (contrabaixo), Sébastien Texier (saxofone alto, clarinete), François Corneloup (saxofones barítono e soprano), Gueorgui Kornazov (trombone), Manu Codjia (guitarra) e Christophe Marguet (bateria).

Os concertos têm início às 18h00.

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maio 22, 2007

ENTREVISTA MÁRIO FRANCO

Mário Franco
Mário Franco (foto de Rodrigo César)

Há muito que o contrabaixista Mário Franco é um dos mais destacados músicos nacionais de jazz. Mas a sua intensa actividade musical vai muito mais além das fronteiras jazzísticas (o jazz tem fronteiras?), como atesta o seu vasto e eclético currículo. O Improvisos Ao Sul foi ao seu encontro.

Como surgiu a música no seu percurso de vida? E quando começou a interessar-se pelo jazz (é sócio do Hot desde 1982...)?
A música surgiu na realidade desde o berço. Lá em casa toda a família ouvia a rádio. Os meus pais tinham por hábito adormecer-me ao som de música. Adormecia muito bem como quase todos os bébés, mas um dia viram que eu não dormia, estava sim muito atento com um concerto em especial, o concerto para violino em Ré Maior de Brahms (opus 77). Era o 2º de três andamentos, o Adágio, porque o 1º e o 3º não dão bem para dormir!. Curiosamente o concerto começa com o tema nos baixos, e Brahms é um dos compositores que, quanto a mim, dá a devida importância aos baixos. Não funcionam só no papel de acompanhador, tomam também parte activa nas melodias principais. Eram portanto utilizados na sua plenitude, ele tinha plena consciência do papel dos contrabaixos na orquestra; aliás com o pai contrabaixista só podia. Estive também uns meses em África, na Guiné, onde o meu pai cumpriu uma comissão de serviço, e onde ouvia os tambores dos rituais indígenas. Nunca mais esqueci esse som. Mais tarde influenciado, como já disse, pelo que ouvia na rádio (lembro-me que havia uma música que soava de maneira diferente e que eu não sabia bem como se chamava), fixei alguns nomes de músicos e lembro-me de ir comprar os meus primeiros discos de Jazz com os meus pais aos oito anos: uma colectânia de pianistas de Jazz entre os quais estão músicos como Fats Waller, Earl Hines, Phineas Newborn, Lou Levy, Bud Powell… e outros discos com orquestras do Benny Goodman, Duke Ellington, Count Basie. Ia sempre vasculhar e procurar nas discotecas dos amigos dos meus pais, para ver se eles tinham discos de Jazz, e foi assim que descobri o Charlie Mingus por exemplo. Quando tive o meu rádio com gravador foi um passo em frente, gravava tudo o que podia. Uma substancial colecção de cassetes. O piano sempre foi um instrumento com uma certa tradição na família (a minha avó e a minha tia estudaram piano, a minha irmã hoje é pianista e reside nos EUA). Com a minha avó, lembro-me bem de ouvir muita música (e falar sobre o que se ouvia), houve um disco em particular entre muitos outros que ouvíamos com muito agrado, que era o Great Connection do Oscar Peterson. Lembro-me de ela dizer: “estas improvisações em acordes são incríveis”. Lembro-me também de ver com ela um concerto de gospels e de ter ficado louco com a energia das vozes e o som electrizante do grupo (o órgão soava mesmo bem). Já depois de adolescente continuava a vasculhar as discotecas alheias, mas desta feita o alvo eram os pais da minha namorada. Tinham uma cultura jazzística bastante apreciável, descobri nomes como Wes Montgomery no disco “Boss Guitar” ou Sonny Fortune “Awakening”. Tudo isto contribuiu para o meu gosto por esta música, a procura nunca mais parou, consumo jazz há muito tempo. Viciado mesmo.

Iniciou os seus estudos musicais na Centro de Estudos Gregorianos. Estudou também na Academia de Amadores de Música e pela Escola do Hot. Como caracteriza estas diferentes fases da sua evolução/aprendizagem enquanto músico? O que guarda de cada uma delas?
Foram essenciais. Representam diferentes fases de maturação musical. Deram-me as bases necessárias para começar um trajecto que quanto a mim não acaba. Uma constante procura que se apoia em pilares graduais do saber musical ao longo dos anos. Estou a lembrar-me por exemplo da professora Júlia D’Almendra (método Ward) nos gregorianos (onde fui colega do Vasco Pearce de Azevedo) - fiquei com o hábito de cantar tudo e mais alguma coisa o que foi essencial para o futuro. Recordo também uma querida professora minha Maria José Godinho (professora particular) que nas suas aulas de formação musical (também com a minha irmã) nos propunha como parte do TPC compôr um trecho musical. Fiquei assim, desde muito novo, com o hábito de escrever todas as ideias que tinha. Na AAM com a Cristina Brito da Cruz (método Kodaly), minha professora também de formação musical, chegámos mesmo a formar um coro com junção de duas turmas (aí fui colega do Sérgio de Azevedo, do Pedro Teixeira e do Tiago Marques, entre outros bons colegas). Mais tarde o próprio Fernando Flores, meu professor de contrabaixo, e Pedro Rocha na análise e técnicas de composição, foram marcantes na minha formação.

Começou logo pelo baixo eléctrico/contrabaixo? Porquê?
De facto não comecei nem pelo baixo eléctrico nem pelo contrabaixo. Antes aprendi canto no Centro de Estudos Gregorianos e harpa no Conservatório Nacional (porque não tinha vaga em piano). Mais tarde aprendi a tocar guitarra (tinha um grupo de Rock com outro vizinho meu mais o José Castro e o Bruno de Almeida). Mais tarde aprendi o baixo eléctrico com o António Ferro (na minha fase “Jaco Pastorius”…). Só depois é que veio o contrabaixo com o professor Fernando Flores na Academia de Amadores de Música (onde fui colega do Bernardo Moreira, estudávamos juntos…) e o David Gausden já na escola do Hot. Foi também bastante importante ter aprendido piano com a minha irmã e com o José Castro, que era quase como se fosse meu irmão, passava muito tempo lá em casa e fazia parte das tertúlias musicais em casa dos meus pais (tinham quase sempre a sala cheia de instrumentos, baterias, guitarras, vibraphones, saxophones, etc…). Eram autênticas Jam(s) sessions com músicos e bons amigos como o André Sousa Machado, o Sérgio Pelágio, o Bernardo Sassetti o José Salgueiro... Ouvia-se muita música, compunha-se e experimentáva-se. Muitos ensaios houve com músicos como o António Pinho Vargas, Mário Laginha, o Carlos Martins, o João Paulo entre muitos outros…

Entre 1985 e 1987 tocou com o Miso Ensemble, formação com a qual explorou outros domínios da música improvisada. Como foi esta experiência?
Foi uma experiência muito enriquecedora. Aprendi que existiam outras maneiras de estar na música. Tinha a meu lado músicos improvisadores que não estavam directamente ligados ao Jazz. Embora já tivesse apresentado composições dentro de outro contexto musical nas audições da AAM, utilizando instrumentos como o clarinete baixo e o oboé, foi com o Miso Ensemble que ouvi pela primeira vez improvisos em instrumentos como o fagote e a flauta transversal. Esta experiência foi partilhada com outros músicos de jazz, entre os quais o Sérgio Pelágio. Havia uma linguagem em comum.

Pergunta sacramental nestas ocasiões: quais são as suas maiores influências? Quais os músicos que mais contribuíram para "moldar" o seu som?
Vou só falar de alguns músicos, senão ocupava muito espaço. E é melhor só falar de contrabaixistas, e só na área do jazz. Eles aparecem na minha vida em alturas diferentes, mas ligados a projectos de compositores bem definidos. Houve um disco muito importante que eu no fundo ouvi desde muito cedo. “Bahia” do John Coltrane. Porque o meu vizinho também gostava muito de jazz, e assim, quando eu estava deitado, ouvia as notas do contrabaixo (as frequências mais graves são aquelas que melhor “atravessam” as divisões de um prédio), até ao dia em que ouvi finalmente o disco in loco... foi assim “que conheci” o Paul Chambers. Houve também uma altura em que só ouvia Charlie Mingus (com o maravilhoso Eric Dolphy). Depois o Scott LaFaro e o Eddie Gomez em duo e trio com o Bill Evans. O Ron Carter (ESP) com o Miles Davis. Mais tarde, quando comecei a ouvir discos da editora ECM, apareceram o Charlie Haden (Survivors´Suite em formações com o Dewey Redman e o Paul Motian). O George Mraz, que eu já conhecia noutros contextos musicais, surgia agora com o maravilhoso quarteto do John Abercrombie (Arcade). O Dave Holland (Gateway) e o Gary Peacock (Tales of Another). O Scott Colley… Enfim são muitos…

De todos os "jazzes", qual é o seu jazz?
Não sei. Vou descobrindo. Vou tentando caminhos diferentes com base no meu trabalho contínuo. Tendo em conta que hoje em dia o jazz abrange um largo espectro e não se cinge só a um género ou estilo e está em constante movimento e evolução, é-me um pouco difícil definir já o meu espaço. Penso que ainda é cedo. É preciso mostrar mais trabalho.

Como se define enquanto músico e compositor?
Não me defino, vou-me definindo. Mas penso que é melhor perguntar a quem ouve aquilo que eu toco e escrevo na área do jazz. Penso que aquilo a que nós chamamos jazz, hoje está em constante modificação, como já referi anteriormente, em constante update; hoje em dia assistimos à inclusão de outros géneros musicais nos domínios do Jazz, dando origem a diferentes modos de expressão, contribuindo assim para que a música (esta arte de organizar os sons) avance e se actualize. Para isso é necessário arriscar sem medo. O jazz difere dos outros géneros musicais essencialmente por causa do elemento improvisação e do elemento ritmo que são particulares. O restante não se inventou, já estava feito, foi-se buscar à música dita clássica, ocidental. O importante é que, apoiados na tradição jazzística, tocando também esse reportório (standard), se possa dar o salto em frente, escrever e/ou tocar aquilo que ouvimos interiormente, aquilo que é nosso, aquilo que é genuíno, e poder dizer.

Que papel atribui à improvisação na sua música? É um elemento central?
Claro que sim. No que toco, no que escrevo, a improvisação é muito importante. Todo o compositor é na sua essência um improvisador. E eu, candidato a compositor, não fugo à regra. Para além disso há que ter em conta que no Jazz não é só entregar partituras e esperar que a música soe, e para isso é preciso escolher os músicos certos para cada projecto. Quando escrevo estou consciente de que o faço também em função dos músicos que escolho e da sua criatividade individual; foi o que aconteceu, por exemplo, no meu álbum “This Life”.

Passou igualmente pela música dita "clássica" (tocou com o Orquestra Sinfónica Juvenil, por exemplo), onde trabalhou o repertório clássico. O que considera que a sua abordagem ao contrabaixo ainda guarda da ligação à música clássica?
De facto existe, e sempre existiu, uma forte ligação não só à música dita clássica como à música em geral, nomeadamente aquela que eu ouvia em casa dos meus pais como já referi. Lembro-me de o meu pai colocar no seu atelier colunas pequenas em todas as salas para assim independentemente da sala onde se encontrava, continuar a ouvir a música que escolhia. Lembro-me também de aí estudar para os testes do liceu ao som das minhas múltiplas cassetes: Dexter Gordon, John Coltrane, e ao som de um dos nossos programas de rádio favoritos, o “Em Órbita”. A OSJ foi, e continua a ser, muito importante na formação de jovens músicos, foi um prazer e um privilégio trabalhar com o maestro Christopher Bochman. Entre outros trabalhos, por exemplo, aqueles que fiz com o José Peixoto e certos trabalhos que faço com o João Paulo, ou nas colaborações com o Pedro Caldeira Cabral, é que se nota mais a presença dessa escola ligada à música dita clássica.

Ao longo da sua carreira tem demonstrado uma grande versatilidade, tocando em contextos musicais muito diferenciados...
Não sei se versátil é a palavra mais correcta para explicar o facto de estar presente em diversos projectos musicais em que eu participei até à data. O grande desafio é encontrar o equilíbrio entre a nossa maneira de tocar e aquilo que nos é proposto tocar. E penso também que existe algo que funciona como denominador comum em todos estes projectos, e que de certa forma está ligado ao jazz.

O seu disco "This Life" foi bastante elogiado pela crítica internacional. Como recebeu estas menções elogiosas?
Como um incentivo para continuar a trabalhar. Não só no estrangeiro como também em Portugal o trabalho teve boa aceitação por parte da crítica. “This Life” que gravei para a editora Tone Of A Pitch é quase auto-biográfico. Representa uma cor, um estado de espírito. Representa parte da minha vida, a minha família, os meus amigos, parte dos meus trabalhos… Uma etapa. Tenciono continuar com este projecto.

Em sua opinião existe um "jazz português" ou jazz feito em Portugal?
O jazz para mim é uma linguagem universal e continuará no futuro como tal, ultrapassando fronteiras entre países e culturas, e é claro que existe o jazz feito por músicos portugueses. Penso que Portugal está recheado de mais e bons músicos na área do Jazz e com uma nova geração bastante talentosa, em alguns casos já com uma personalidade bastante definida em relação à pouca idade. Vão com certeza dar vazão ao seu potencial se tiverem espaço para isso. O que hoje em dia acontece é que esse espaço é bastante reduzido. É necessária uma maior aposta no Jazz feito por músicos portugueses por parte dos directores nas programações dos diversos teatros e/ou nas remodeladas salas de concerto de que o país agora dispõe. Mas vejo, em contra partida, que, embora escassos, certos organizadores e certos festivais de Jazz estão a incluir mais músicos portugueses na sua programação, e isso, quanto a mim, é um exemplo a continuar.

Como vê o actual panorama do jazz no nosso País?
Vejo Portugal, tal como a cultura deste país, como um deserto com alguns oásis. Esses oásis são algumas Câmaras que apoiam o Jazz, alguns festivais (que felizmente são agora mais do que eram mas não chegam), alguns clubes e outros espaços menos convencionais, e projectos pessoais levados a cabo a muito custo e com poucos apoios, por vezes até nenhuns, por parte do Estado. José Eduardo e a escola do HCP foram decisivos para o início do ensino do Jazz em Portugal, e continuam a sê-lo. Desde aí passaram a existir mais escolas, mas penso que é aínda necessário haver mais apoios ao nível do ensino. Por exemplo, existem escolas de Jazz que se mantêm graças a uma certa carolice, ou projectos como o do José Menezes “O Jazz vai à escola” (projecto para estudantes dos 9 aos 18 anos) que é fundamental para incutir o gosto pela música nos jovens, mostrando afinal do que é que esta música trata e como funcionam os músicos dentro de um grupo. Isto é muito importante para formar, também. o público do futuro. A única escola superior do país na área do Jazz, o ESMAE, está situada no norte do pais e é um exemplo a seguir. É dificil ser músico de Jazz em Portugal, poder pagar todas as despesas e viver com uma certa qualidade… muitos dos músicos têm outros trabalhos, outras ocupações, como eu, por exemplo que sou bailarino da CNB desde 86… E não vou fazer comparações com a nossa vizinha Espanha (só clubes rondam os 60…) porque então aí a esta entrevista ia ficar deprimente…

O que podemos esperar do Mário Franco nos tempos mais próximos? Estará, por exemplo, um disco a solo nos seus planos?
Tenho vários projectos na calha. Para além do trabalho de composição na área da dança e do teatro, estou a trabalhar em novos projectos no jazz, todos eles quase ao mesmo tempo, e, sendo assim, sairá em CD aquele que eu achar que está pronto para ser gravado. Talvez um trio , talvez um quarteto, logo se verá… O disco a solo está nos meus planos. Tenho, e sempre tive, alguns temas que podem ser tocados a solo, mas ainda não suficientes para fazer um álbum, e por enquanto não sinto essa necessidade. Mas no futuro menos próximo, com certeza. Será a continuação de um trabalho que iniciei nos meus tempos de estudante de contrabaixo na AAM.

(entrevista de base realizada para a elaboração do Perfil de Mário Franco, prublicado no n.º 12 da revista Jazz.pt)

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maio 21, 2007

IMPROVISIBLE AMANHÃ NA TREM AZUL

Improvisible na Trem Azul

José Menezes (saxofones) e José Salgueiro (bateria e percussões) apresentam o projecto Improvisible, amanhã, ao final da tarde (19h30), na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa).

Publicado por António Branco às 06:58 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 20, 2007

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?", será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Romy Halifax, Blue Starr, Lenny Eversong, Kate Smith, Maxine Sullivan, Michael Bublé, Ricky Lee Jones e Holly Cole. A Menina Dança? é um programa da autoria de José Duarte, que vai para o ar na RDP - Antena 1, aos domingos - às 00h07.

Na região de Beja, a RDP - Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). A RDP - Antena 2 pode ser escutada em 91.1 FM (em Mértola 92.2 FM).

Publicado por António Branco às 08:30 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 19, 2007

UM TOQUE DE JAZZ

Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" – Novos discos (6) – "Unicity" (Edward Simon); "Hiden Treasures" (Gary Smulyan); "Minsarah" (Florian Weber); "Crazy Girl" (Andrzej Winnicki’s Komeda Project); "Prevue of Tomorrow" (Peter Madsen); "Night & The Music" (Fred Hersch); "Organic-Lee" (Lee Konitz / Gary Versace) e "Solo" (Gonzalo Rubalcaba).

Amanhã haverá Concertos Europeus – "Live at The Blue Note" - "Democracy Now" pelo sexteto de Kenny Werner (piano) com Kenny Wheeler (trompete), Matt Shulman (trompete), David Sanchez (saxofones), Scott Colley (contrabaixo) e Brian Blade (bateria), numa gravação realizada a 2 e 5 de Fevereiro de 2006.

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)).

Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:29 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 18, 2007

FADO EM SI BEMOL NO B FLAT

O B Flat (Matosinhos) apresenta hoje e amanhã, pelas 23h30, o espectáculo "Fado em Sibemol", um projecto musical a meio caminho entre o fado e o jazz.

Juntam-se neste espectáculo 5 músicos com formação e experiência muito distintas - Pedro Matos (voz), Miguel Silva (guitarra portuguesa), Paulo Gonçalves (guitarra), Pedro Silva (contrabaixo) e Paulo Coelho (percussão) - do fado ao jazz, procurando encontrar o fio condutor entre estes e outros estilos. Apresentando-se de forma informal e despretensiosa, diluem-se os formalismos característicos dos diferentes géneros e abre-se a porta a uma fusão, desprendida, da linguagem musical.

No repertório encontram-se versões de temas já bem conhecidos do público português com arranjos dentro da sonoridade refereida.

Publicado por António Branco às 08:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

BERNARDO SASSETTI ESTREIA SUITE PARA DOM ROBERTO

Suite para Dom Roberto

O pianista Bernardo Sassetti estreia esta noite (21h30, no Teatro da Figuras) em Faro a sua mais recente composição musical, "Suite para Dom Roberto", uma encomenda do Cineclube de Faro, num concerto que também comemora o décimo aniversário do seu trio, com Carlos Barretto no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria.

A obra encomendada a Bernardo Sassetti é uma peça musical inspirada no filme “Dom Roberto”, de Ernesto de Sousa, filme foi produzido em 1962 com fundos vindos da Cooperativa do Espectador, constituída expressamente para esse efeito no seio do movimento cineclubista da época. 44 anos depois lançou o Cineclube de Faro uma subscrição pública no seu universo de associados que permitiu custear a composição desta obra musical.

A propósito das comemoração do décimo aniversário do Bernardo Sassetti Trio, pianista refere que "sente um enorme orgulho por este trio, não só pela evidente compreensão musical, comum aos três, como também pelo simples facto de nos mostrarmos atentos ao que fizemos e, sobretudo, ao que podemos fazer no futuro, de forma a dar continuidade ao nosso trabalho. Aprendemos muito a tocar em conjunto, principalmente no sentido de nos expressarmos com intensidade – mais espontânea do que metódica – e em função do carácter de cada tema do nosso repertório."

Publicado por António Branco às 06:55 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 17, 2007

PORTUGAL JAZZ EM SOURE

Portugal Jazz

O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz está hoje a amanhã em Soure.

Logo mais, ao princípio da tarde, pelas 14h00 no Centro Paroquial de Soure, haverá um concerto didáctico “O Jazz visita as Escolas”, que contará com as presenças de Pedro Costa (animador) e Rodrigo Amado (saxofone).

Amanhã (átrio da Câmara Municipal, 22h00) será a vez do concerto proporcionado pelo Quarteto de Jorge Queijo, com o próprio na bateria, Serafim Lopes na guitarra, José Fidalgo no contrabaixo e Ivan Silvestre nos saxofones.

Jorge Queijo é licenciado em Jazz pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE) e Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Frequentou workshops de improvisação, bateria e de formação de animadores musicais, entre outros, com Rodrigo Amado, Carlos Bica, Frank Möbus, Herb Robertson, Chris Lough, Wolf Reichert, Tom Sayek, Steve Sweel, Peter Erskine, Billy Hart, Marc Miralta, Matt Wilson e Paul Griffiths. Realiza workshops de bateria e percussão na Casa da Música do Porto e workshops de improvisação e criatividade em escolas de ensino especializado e genérico. Como instrumentista toca com várias formações na área do Jazz e da música tradicional Portuguesa. Lidera o Projecto Cheesecake, ligado à música experimental e improvisada, onde utiliza componentes electrónicas na percussão.

Para mais informações sobre o Portugal Jazz consulte www.portugaljazz.org.

Publicado por António Branco às 08:46 AM | Comentários (0) | TrackBack

JAZZ ÀS 5AS HOJE COM PARKER/ROBERTSON/FERNANDEZ

Jazz às 5ªas no CCB

Prossegue esta noite a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h45, leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.

Hoje será a vez de podermos escutar um trio formado por Evan Parker (saxofone soprano e tenor), Herb Robertson (trompete) e Agustí Fernandez (piano).

Numa improvisação de grupo, o trio propõe um projecto interventivo: percussão conseguida com piano e instrumentos de sopro, sons da electrónica sem meios electrónicos. Supertrio formado por um saxofonista livre-improvisador (Evan Parker), um trompetista de jazz com preocupações de inovação (Herb Robertson) e um pianista que estudou com Xenakis e homenageou o anarquista Buenaventura Durruti num projecto que juntou músicos de free-jazz e de free-music (Agustí Fernandez), não é simplesmente um encontro de personalidades o que se propõe neste concerto, mas todo um projecto interventivo.

Sem medo do difícil, Evan Parker, Herb Robertson e Agusti Fernandez utilizam sons de índole percussiva sem percussão (nos instrumentos de sopro isso implica o uso de técnicas extensivas) e sons sucedâneos da electrónica, embora os únicos dispositivos electrónicos a que recorram sejam os microfones. Tudo sob a abordagem da “improvisação de grupo”, colectiva, sem hierarquizações de papéis ou de parâmetros musicais.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 07:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

ROTEIRO DO JAZZ EM LISBOA

Roteiro do Jazz em Lisboa
(imagem do Roteiro de 2005, cortesia de João Moreira dos Santos)

O blogue Jazz no País do Improviso promove no próximo dia 2 de Junho um passeio pedonal pelos espaços de Lisboa onde decorreram as primeiras manifestações de Jazz em Portugal, visitando os teatros, clubes, cafés-concerto e antigas lojas de discos.

Com início no Teatro da Trindade, o Roteiro cruza-se com as actividades de espionagem realizadas por Josephine Baker em Lisboa, nos anos 40, passa pelo restaurante onde a cantora e bailarina almoçou em 1939, visita clubes como o Bristol e o Maxim, relembra o histórico café Chave D'Ouro (onde se realizaram as primeiras jam-sessions públicas em Portugal) e termina no Hot Clube de Portugal – fundado em 1950 por Luís Villas-Boas – com a actuação especial de Maria Viana (voz) e António José de Barros Veloso (piano).

O "Roteiro do Jazz" é guiado por João Moreira dos Santos, autor dos livros "O Jazz Segundo Villas-Boas" e "Duarte Mendonça: 30 anos de Jazz em Portugal", do blogue "Jazz No País do Improviso", colaborador da revista "Blitz", do site norte-americano AllAboutJazz e antigo crítico de jazz do jornal "A Capital" (1995/99) e das revistas "O Papel do Jazz" (1997) e "All Jazz" (2001/2004).

Este Roteiro teve a sua primeira edição em Junho de 2005, numa organização conjunta de João Moreira dos Santos e do Centro Nacional de Cultura, tendo contado com participação de cerca de 40 pessoas.

Para mais informações contactar João Moreira dos Santos (96 117 27 16 ou roteirodojazz@gmail.com).

Publicado por António Branco às 07:14 AM | Comentários (0) | TrackBack

PLENO OUT JAZZ

Pleno Out Jazz

Já leva duas sessões o Pleno Out Jazz, iniciativa que irá levar, todos os domingos, até Setembro, concertos, dj´s, vídeo e fotografia aos jardins de Lisboa.

O programa até princípio de Julho é o que se segue:

20 de Maio
Júlio Resende Quarteto com Vânia Fernandes (17h)
João Gomes (19h)

27 de Maio
Tributo a Miles Davis (17h)
Johnny (19h)

3 de Junho
Soundtree (17h)
Rui Murka (19h)

10 de Junho
Bellatrix (17h)
Mary B (19h)

17 de Junho
Yatra (17h)
Melo D (19h)

24 de Junho
Viva Marvin Gaye (17h)
Johnny (19h)

1 de Julho
Zany Dislexic Band (17h)
Mr. Cheeks (19h)

Mais informações em www.plenooutjazz.com.

Publicado por António Branco às 07:09 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 16, 2007

MASTER CLASSES NA OFICINA DO CONVENTO

Master Classes nas Oficinas do Convento

As Oficinas do Convento (Montemor-O-Novo) vão levar a cabo um conjunto de "MasterClasses", num projecto centrado na música Jazz e Clássica que visa reunir músicos com projecção nacional e internacional: Álvaro Teixeira Lopes, Andreu Jacob e Amelie Bernett, que promoverão formações sobre os instrumentos e composição no piano, bateria e canto respectivamente.

Mais informações:

Oficinas do Convento
Carreira de S.Francisco
Convento de S. Francisco, em Montemor-o-Novo
tel: 266 899 824
fax: 266 899 825
telemóvel: 91 636 70 40 / 96 187 68 97
Sítio: www.oficinasdoconvento.com

Publicado por António Branco às 06:54 AM | Comentários (0) | TrackBack

CARLOS BICA & AZUL "BELIEVER" TOUR

carlos Bica

O contrabaixista Carlos Bica e o seu trio Azul iniciam hoje uma digressão por cidades de vários países europeus (Alemanha, Áustria, Suiça, Holanda, Noruega e Hungria). A acompanhar Bica estão dois músicos que já fazem parte integrante da personalidade musical do projecto: o guitarrista alemão Frank Möbus e o baterista norte-americano Jim Black.

"Believer" é o quarto disco de Carlos Bica com o seu celebrado projecto AZUL e surge para festejar o seu décimo aniversário. A digressão "Believer" irá passar por Lisboa (Maxime, 31 de Maio), Coimbra (Teatro Gil Vicente, 1 de Junho) e Guimarães (Auditório do Teatro de Vila-Flor, 2 de Junho).

As datas da " Believer" Tour são:

16-Maio Berlim (A)
17-Maio Singen (A)
18-Maio Reut (A)
19-Maio Kirchheim (A)
20-Maio Viena de Áustria (Au)
22-Maio Graz (Au)
23-Maio Zurique (Sui)
24-Maio Schwäbisch Hall (A)
25-Maio Pfaffenhofen (A)
26-Maio Amsterdão (Hol)
27-Maio Hertogenbosch (Hol)
28-Maio Bergen (Nor)
30-Maio Budapeste (Hungria)
31-Maio Lisboa
1-Junho Coimbra
2-Junho Guimarães

Mais informações em www.carlosbica.com.

Publicado por António Branco às 06:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 15, 2007

O JAZZ VAI À ESCOLA

O Jazz Vai à Escola

Decorre nos meses de Maio e Junho a segunda série de sessões do projecto "O Jazz Vai à Escola" no concelho de Torres Vedras, resultado da parceria entre a Câmara Municipal de Torres Vedras e a Escola de Jazz desta cidade .

Com cerca de 7000 alunos envolvidos até ao momento no maior projecto pedagógico a nível nacional centrado no jazz e na improvisação, esta acção tem como finalidade ajudar os participantes na escuta e na compreensão da História do Jazz e nos pormenores técnicos sobre os instrumentos envolvidos (quinteto em palco), dando também especial atenção às condições sociais presentes em cada época da História do Jazz .

Mais informações sobre www.ojazzvaiaescola.com.

Publicado por António Branco às 08:01 AM | Comentários (0) | TrackBack

JAZZ.PT # 12 (MAI/JUN) À VENDA

Jazz.pt n.º 12

Já está nas bancas o n.º 12 (Maio/Junho 07) da revista Jazz.pt - Revista bimestral de jazz, a única revista portuguesa de jazz, que acaba de completar o seu segundo aniversário (tornou-se na publicação regular sobre jazz em Portugal, com maior longevidade!...)

A Jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos, o Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00.

Eis o sumário da Jazz.pt #12:

EDITORIAL
CARNE VIVA (cartoon por Carlos “Zíngaro”)
NOTÍCIAS
NEW YORK IS NOW (Kurt Gottschalk)
JAZZ BRIDGES (Rui Miguel Abreu)
A ESTANTE DO MIGUEL (Miguel Martins)
CIBERJAZZ
PERFIL
Mário Franco
ÀS ESCURAS
José Oliveira
PREVIEW
Metheny-Mehldau Quartet (incluindo entrevista com Pat Metheny)
Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra (primeira parte)
Jazz às Quintas no CCB
5ª Festa do Jazz do S. Luiz, em Lisboa.
REPORT
BragaJazz
Portalegre JazzFest
Lagos Jazz
ForUard
McCoy Tyner
Jason Moran & The Bandwagon
Uri Caine Ensemble
ENTREVISTAS
Michel Portal
REWIND
Gérard Rouy
FORWARD
ESMAE
Ensino do jazz no Algarve
Creative Sources – Uma Editora do Século XXI (parte III)
33 1/3 R.P.M
Bernard Lubat - "Lubat, Louiss, Engel Group".
PONTO DE ESCUTA
Críticas de discos
30+ PARA 30 ANOS
Simon H. Fell

Pode igualmente efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt.

O site da revista pode ser visitado em www.jazz.pt.

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maio 14, 2007

JAZZ EM AGOSTO 2007

Jazz em Agosto 2007

"Pianos, Baixos, Tubas & Vozes" é o mote que enquadra o Jazz em Agosto deste, que terá lugar entre os dias 3 e 11 de Agosto, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O Jazz em Agosto 2007 contará com um painel de conhecidos músicos, europeus e americanos, personalidades relevantes no actual mundo do jazz. Em formações diversas, do solo à orquestra, as actuações previstas ocuparão os vários espaços da Fundação Calouste Gulbenkian.

A edição deste ano apresenta também dois filmes sobre músicos inovadores da História do jazz bem como duas conferências proferidas pelos próprios músicos.

O programa completo do Jazz em Agosto 2007 estará disponível em breve.

Publicado por António Branco às 06:18 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 13, 2007

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?", será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Pinky Waters, Vicky Lane, Kenny Shank, Linda Rondstad e Pearl Brown. A Menina Dança? é um programa da autoria de José Duarte, que vai para o ar na RDP - Antena 1, aos domingos - às 00h07.

Já nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", estará em destaque Roberto Fonseca (de segunda, 14, a sexta, 18). Cinco Minutos de Jazz é um programa que vai para o ar na RDP - Antena 1, de segunda a sexta - 17h53 e 22h53.

No programa "Jazz com Brancas" será a vez de escutarmos o quinteto de Herbie Nichols (segunda, 14), Sidney Bechet (terça, 15), Dave Brubeck (quarta, 16), 'Dizzy' Gillespie (quinta, 17) e Herbie Hancock (sexta, 18). Jazz com Brancas é um programa que vai para o ar na RDP - Antena 2, de segunda a sexta - entre as 20h04 e as 21h00.

Na região de Beja, a RDP - Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). A RDP - Antena 2 pode ser escutada em 91.1 FM (em Mértola 92.2 FM).

Publicado por António Branco às 08:52 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 12, 2007

UM TOQUE DE JAZZ

Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" – Novos discos (5) – "Love is What Stays" (Mark Murphy); "For Heaven’s Sake" (Kevin Hays Trio); "Circumstance" (David Smith Quintet); "Back East» (Joshua Redman Quartet); "Most Folks" (Pete McCann); "Sounds" (Rob Brown Trio); "Uri Caine Plays Mozart" (Uri Caine).

Amanhã haverá "Live at The Knitting Factory" – O Pittsburgh Collective sob a direcção de David Sanford com a colaboração de Matt Haimovitz (violoncelo), num concerto realizado em 29 de Maio de 2005.

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)).

Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:07 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 11, 2007

CONFERÊNCIA SOBRE ABSTRACCIONISMO E IMPROVISAÇÃO

Arte e Abstracção - Segundas Conferências de Ciências da Arte

No âmbito da "Arte e Abstracção - Segundas Conferências de Ciências da Arte", organizadas pelas Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tem hoje lugar ao final da tarde, pelas 18h30, Conferência "Abstraccionismo/Improvisação", com moderação de Rui Eduardo Paes.

Debate aberto com intervenções musicais e a participação de Carlos "Zíngaro" (violino), Emídio Buchinho (guitarra e objectos) e Carlos Santos (computador).

O texto com os temas a discutir, da autoria de Rui Eduardo Paes, pode ser lido aqui.

Mais informações aqui .

Publicado por António Branco às 07:07 AM | Comentários (0) | TrackBack

5ª FESTA DO JAZZ DO SÃO LUIZ

5ª Festa do Jazz do São Luiz

Começa hoje a 5ª Festa do Jazz do São Luiz, evento que cruza como nenhum outro em Portugal músicos prestigiados e promessas do meio jazzístico nacional, e que se prolonga até domingo.

O programa deste é o que se segue:

Hoje (sexta-feira )

21h30 - Sala Principal
João Paulo (piano solo)

23h00 - Sala Principal
"João"
Maria João (voz), Eleonor Picas (harpa), Mário Delgado (guitarra), Yuri Daniel (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria).

00h00 - Jardim de Inverno
Zé Maria Quinteto
Zé Maria (saxofone alto), Rodolfo Neves (trompete), Luís Barrigas (piano), André Carvalho (contrabaixo) e
Pedro Segundo (bateria).

Amanhã

19h00 - Sala Principal
LUME Big Band – Lisbon Underground Music Ensemble
Marco Barroso (piano e composição), Manuel Luís Cochofel (flauta), Paulo Gaspar (clarinete), Jorge Reis (saxofone soprano), João Pedro Silva (saxofone alto), José Menezes (saxofone tenor), Elmano Coelho (saxofone barítono), Jorge Almeida, João Moreira, Pedro Monteiro (trompetes), Luís Cunha, Eduardo Lála, Pedro Canhoto - (trombones), Yuri Daniel (contrabaixo) e Pedro Silva (bateria, percussão).

21h30 - Sala Principal
"Subsequências"- Trio de Afonso Pais
Afonso Pais (guitarra), Carlos Barretto (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), com Joana Machado (voz)(convidada especial)

23h00 - Sala Principal
Nelson Cascais Quinteto "Nine Stories"
Pedro Moreira (saxofone tenor), André Fernandes (guitarra), Jesse Chandler (piano, orgão), Nelson Cascais (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

00h00 - Jardim de Inverno
Sexteto de Jazz da ESMAE
Ivan Silvestre (saxofone alto), Xosé Luis Miguelez (saxofone tenor), António Pedro Saramago (guitarra), Alexandre Dahmen (piano), Carl Minnemann (contrabaixo) e Leandro Leonet (bateria).

17h00 - Estúdio Mário Viegas
Marco Franco "Mikado Lab"
Marco Franco (bateria; electrónica; composição), André Matos (guitarra), Ana Araújo - (piano; midi; electrónica) e Pedro Gonçalves (baixo eléctrico).

18h00 - Estúdio Mário Viegas
Hugo Alves Quarteto "Given Soul"
Hugo Alves (trompete), Pablo Romero (Fender Rhodes), Rodrigo Monteiro (contrabaixo) e Michael Lauren (bateria).

20h00 - Estúdio Mário Viegas
Paulo Perfeito Sexteto
Paulo Perfeito (trombone), Rui Teixeira (saxofones; clarinete), Rogério Ribeiro (trompete; fliscórnio), Carlos Azevedo (piano), Filipe Teixeira (contrabaixo) e Acácio Cardoso (bateria).

14h00 / 17h00 / 20h00 - Café dos Teatros
Giotto Roussies / Charly Roussel
Giotto Roussies (piano) e Charly Roussel (contrabaixo).

Domingo

19h00 - Sala Principal
Carlos Martins Quarteto + Orquestra Sinfonietta de Lisboa
Carlos Martins (saxofone tenor), Bernardo Sassetti (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria) + Orquestra Sinfonietta de Lisboa (Direcção: Vasco Pearce de Azevedo)

21h30 - Sala Principal
Ensemble Festa do Jazz
Interpreta composições originais de Carlos Bica, Paulo Perfeito, Pedro Guedes, Zé Eduardo, Mário Delgado.
Gonçalo Marques (trompete), José Pedro Coelho (saxofone tenor), Jorge Reis (saxofone alto), Nuno Ferreira (guitarra), Jesse Chandler (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e João Rijo (bateria).

23h00 - Sala Principal
Quarteto de André Fernandes
André Fernandes (guitarra), Mário Laginha (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria).

00h00 - Jardim de Inverno
Vânia Fernandes & Júlio Resende Quinteto
Vânia Fernandes (voz), Rafael Andrade (trompete), Júlio Resende (piano), Hugo Antunes (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria).

17h00 - Estúdio Mário Viegas
Quarteto de Sei Miguel
Sei Miguel ("pocket" trompete), Fala Mariam (trombone), Pedro Lourenço (baixo eléctrico) e César Burago (percussão).

18h00 - Estúdio Mário Viegas
Quinteto de Sara Serpa
Sara Serpa (voz), André Matos (guitarra), Albert Sanz (piano), Masa Kamaguchi (contrabaixo), R.J. Miller (bateria).

22h00 - Estúdio Mário Viegas
João Lencastre "Communion"
Phil Grenadier (trompete), Leo Genovese (piano), Demian Cabaud (contrabaixo) e João Lencastre (bateria).

14h00 / 17h00 / 20h00 - Café dos Teatros
"Erro de Sintaxe"
Jeffery Davis (vibrafone) e Oscar Marcelino da Graça (piano).


(Estúdio Mário Viegas - Sábado e Domingo, 1 e 2 de Abril)

"Masterclasses"
destinadas em primeiro lugar aos alunos das Escolas de Música participantes na Festa.

Pedro Moreira - dia 12, 15h00 -16h00.
Albert Sanz - dia 13, 15h00 -16h00.

Escolas de Música – Jardim de Inverno

(Sábado, dia 12 - 14h00)

Coro e Combo de Jazz do Conservatório Nacional
Ana Mafalda Monteiro, Cristina Marques, Joana Campelo, Mariana Castelo-Branco, Susana Quaresma, Vanessa Catarino - sopranos, Catarina Rodrigues, Cátia Jabouille, Inês Laginha, Judite Dias, Margarida Campelo, Teresa Macedo - contraltos, André Mota, Carlos Martins, Diogo Tomás, Hélder Duarte, Manuel Marques - tenores, Luis Pereira, Miguel Caeiro, Miguel Rodrigues, Pedro Vaz - baixos professor: Tiago Marques
Margarida e Joana Campelo - voz
Iris Godinho - piano
António Henriques - contrabaixo
António Pedro Segundo - bateria
André Santos – guitarra (musico convidado)
professor: Pedro Moreira

(Sábado, dia 12 - 15h00)

Escola de Jazz de Torres Vedras
Joaquim Pequicho -sax alto
Ricardo Branco - sax alto
André Murraças - sax tenor
Fernando Simões – trombone
Carlos Garcia- piano
Gaspar Mendes- contrabaixo
David Canhoto- bateria
professor: José Menezes

(Sábado, dia 12 - 16h00)

RIFF- Escola de Música de Aveiro
Joana Lima -voz
Andreia Santos - saxofone
António José Luís- piano
Emanuel Ortet- guitarra
Bruno Pinho- baixo
André Silva - bateria
professor: Oscar Graça

(Sábado, dia 12 – 17h00)

ESMAE – Esc. Sup. de Música e das Artes do Espectáculo - Porto
João Mortágua - sax alto
Susana Santos Silva - trompete
Lucía Martínez - vibrafone
Miguel Moreira - guitarra
Joaquim Rodrigues - piano
Zé Carlos Barbosa - contrabaixo
José Marrucho - bateria
professores: Michael Lauren e Nuno Ferreira

(Sábado, dia 12 – 18h00 )

ETIC- Escola Técnica de Imagem e Comunicação - Lisboa
Natacha Saraiva - voz
Nuno Peleia - guitarra
Ricardo Quintino - baixo
João Mendes - bateria
professor: Nuno Campos

(Domingo, dia 13 - 14h00)

Escola de Música da C.M. da Nazaré
Pedro Morais - sax alto
Manuel Coelho - sax tenor
Márcio Silvério - guitarra
Ricardo Caldeira - piano
Tiago Lopes - baixo
Vitor Copa - bateria
professor: Adelino Mota

(Domingo, dia 13 – 15h00)

Escola JBJazz – Lisboa
Ana Gonçalves – voz
Paulo Lopes – sax
Telmo Campos - sax
Ricardo Brito – guitarra
Rui Cabral – baixo
Paulo Monteiro – bateria
professor: Gonçalo Marques

(Domingo, dia 13 – 16h00)

Conservatório Escola das Artes - Funchal
Rafael Andrade - trompete
Carlos Filipe Freitas - guitarra
Ivo Baptista - contrabaixo
Jorge Maggiore - bateria
professor: Jorge Borges

(Domingo, dia 13 - 17h00)

Escola de Jazz Luiz Villas Boas/Hot Clube de Portugal - Lisboa
Inês Sousa - voz
Gonçalo Sousa - harmónica
Bruno Pernadas - guitarra
Pedro Nobre - piano
André Carvalho - contrabaixo
Pedro Segundo - bateria
Tânia Lopes - percussão
professor: Afonso Pais

(Domingo, dia 13 – 18h00 )

Escola de Jazz do Barreiro
Francisco Andrade - sax
Valter Rolo - piano
José Canha - contrabaixo
Nuno Carromeu - bateria
professor: Mário Delgado

O júri que elegerá o Melhor Instrumentista, o Melhor Combo e Prémios Reconhecimento será constiruído por Manuel Jorge Veloso / José Nogueira / Leonel Santos.

Publicado por António Branco às 06:39 AM | Comentários (1) | TrackBack

maio 10, 2007

FOLK SONGS TRIO HOJE NA CULTURGEST

Folk Songs Trio
Folk Songs Trio (© Daniel Dawson)

Esta noite (21h30) actua na Culturgest o Folk Songs Trio, formado pelo nova-iorquino William Parker (contrabaixo, instrumentos de sopro tibetanos, instrumentos de corda norte africanos), o percussionista Guillermo E. Brown (percussão electrónica, laptop, voz ) e o criador de instrumentos portuguêsVictor Gama (toha, arha, acrux, kissange), que funde improvisação livre, hip-hop, músicas tradicionais e electrónica.

"Composto pelo contrabaixista William Parker, o percussionista nova iorquino Guillermo E. Brown e o criador de instrumentos Victor Gama, o Folk Songs Trio é uma das mais originais formações de free improv explorando um terreno fértil entre o free jazz, hip-hop, músicas tradicionais e electrónica. Considerado por muitos como o maior contrabaixista de sempre na área do jazz de vanguarda, tendo sido membro do núcleo duro da Cecil Taylor Unit nos anos 80, William Parker (contrabaixo, instrumentos de sopro tibetanos e de corda africanos) combina a sua forte presença performativa com as melodias delicadas dos Instrumentos Pangeia de Victor Gama (toha, arha, acrux, kissange) e as percussões electrónicas desconstrutivas de Guillermo Brown. Iniciado em 2005 em Nova Iorque, o Folk Songs Trio colabora em parceria com o The Folk Songs Project: Cinco Cidades e a PangeiArt para criar uma fusão entre performance ao vivo e um mapa sonoro online de cinco cidades portuguesas. O site do Folk Songs Project www.cincocidades.com mostra um perfil sonoro de Portugal centrado nas cinco cidades participantes, Lisboa, Torres Vedras, Porto, Braga e Guarda. Este site permite aos visitantes misturar uma variedade de sons das performances do Folk Songs Trio e de gravações feitas em cada cidade nas imediações do centro onde se realiza a performance. Todas as gravações são feitas localmente pela equipa do Folk Songs Project e por associações, escolas de música ou residentes locais que queiram participar. Nesta itinerância em Portugal o projecto é apresentado ao lado de um portfólio crescente de projectos internacionais que incluem parcerias com o Tenement Museum em Nova Iorque, o Futuresonic Festival e o Manchester International Festival em Inglaterra." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 06:11 AM | Comentários (0) | TrackBack

JAZZ ÀS QUINTAS HOJE COM JÚLIO RESENDE 4TET

Jazz às 5ªas no CCB

Prossegue esta noite a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h45, leva jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.

Hoje será a vez de podermos escutar o quarteto do pianista Júlio Resende, com José Pedro (saxofone tenor), Hugo Antunes (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria).

Com o seu quarteto, Júlio Resende propõe-se interpretar música original e recriar standards do jazz e do pop. As referências vão da música dita “clássica” – seja a antiga (Bach) como a do romantismo (Chopin) – ao funk de James Brown, resultando numa “música ampla mas com identidade unificadora”.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:03 AM | Comentários (0) | TrackBack

FESTIVAL "MAIO, LINDO MAIO" EM PORTIMÃO

Festival de Jazz

Arranca hoje na cidade barlaventina de Portimão, o Festival de Jazz "Maio, Lindo Maio", que se prolonga até domingo, numa organização da Câmara Municipal local.

O cartaz é o que se segue:

10 de Maio (quinta feira)
Jacinta e Quarteto
Jacinta (voz), Jorge Reis (saxofones), Rui Caetano (piano), João Custódio (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

11 de Maio (sexta-feira)
Marta Plantier & Equinox
Marta Plantier (voz), António Palma (piano), Sérgio Carolino (tuba), João Ferreira (percussão) e Carlos Miguel (bateria).

12 de Maio (sábado)
Dixie Gang
João Viana (cornetim), Claus Nymark (trombones), Paulo Gaspar (clarinete), Jacinto Santos (tuba), David Rodrigues (piano), Silas Oliveira (banjo), Rui Alves (bateria).

13 de Maio (domingo)
Maria Anadon & Five Play
Maria Anadon (voz), Tomoko Ohno (piano), Noriko Ueda (contrabaixo), Sherrie Maricle (bateria), Kristy Norter (saxofone tenor).

Os espectáculos têm lugar na Zona Ribeirinha de Portimão, pelas 22h00. Os bilhetes estão à venda no local a partir das 20h00 e custam € 5,00, sendo que quem quiser assistir aos 4 espectáculos pode adquirir um bilhete conjunto por € 10,00. Titulares do Cartão Jovem Municipal e do Passaporte Sénior usufruem de um desconto de 50% no bilhete simples.

Publicado por António Branco às 05:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 09, 2007

ULHER+RODRIGUES+SANTOS HOJE NA TREM AZUL

Ulher+Rodrigues+Santos na Trem Azul

Daqui a pouco na Trem Azul Jazz Store (rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) concerto com um trio formado por Birgit Ulher (trompete), Ernesto Rodrigues (viola) e Carlos Santos (sampler).

Se Ernesto Rodrigues e Carlos Santos dispensam apresentações, quem é Birgit Ulher?

"Birgit Ulher nasceu em Nuremberga em 1961. Estudou artes visuais e desenvolveu um interesse muito especial pela pintura abstracta e pelo movimento Fluxus, assumindo a arte como a sua principal influência musical. Como artista visual Ulher explora recentemente desenhos, ambientes e trabalhos gráficos em polaroids. Desde 1982 Ulher começou a improvisar e fundou um colectivo de músicos. Toca habitualmente com vários improvisadores europeus e colabora regularmente em projectos para dança." (texto da organização)

A entrada custa € 3.

Publicado por António Branco às 06:01 PM | Comentários (0) | TrackBack

1º SEMINÁRIO INTERNACIONAL JAN

1º Seminário Internacional “Jazz Ao Norte

Tal como o Improvisos Ao Sul já havia avançado em primeira mão há algum tempo, irá decorrer de 9 a 13 de Julho próximo o 1º Seminário Internacional “Jazz Ao Norte”, organizado pela Escola Jazz ao Norte.

Será uma semana intensa de actividades, para a qual foram convidados cinco nomes grandes do jazz Internacional, oriundos de Nova Iorque, e conhecidos do público português: Donny McCaslin (saxofone tenor); David Binney (saxofone alto); Ben Monder (guitarra); Scott Colley (Contrabaixo) e Adam Cruz (bateria).

Os conteúdos deste Seminário serão essencialmente práticos. Serão constituídos vários grupos de 8 a 10 pessoas (voz/instrumentos(s) solista(s) + piano + guitarra + baixo ou contrabaixo + bateria). Privilegiar-se-á aqui o estudo do comportamento em grupo na interpretação e na improvisação de temas de jazz. Estes ensembles participarão depois numa mostra final, no final da semana e em forma de espectáculo, em local ainda a designar. Este deverá ser o evento público mais marcante destes Seminários, porventura de fins filantrópicos. Por seu lado, aas aulas teóricas trabalhar-se-á a composição, harmonia e arranjos e a História do Jazz.

Nas noites da semana em que decorrerá o Seminário, irá haver 3 a 4 concertos em casas de espectáculo dispersas pelo norte e centro do País, aos quais todos os participantes poderão assistir gratuitamente, e dentro do espírito imbuído durante os dias de aulas, a concertos quase que “comentados”.

As inscrições poderão efectuadas aqui ou directamente na na Secretaria da Escola de Jazz Ao Norte. As inscrições estão abertas desde 16 de Abril de 2007 e só serão aceites durante 2 meses, até 15 de Junho. Serão consideradas válidas, possibilitando o livre acesso a todos os eventos e acções de formação calendarizados, se liquidadas na integra e nos prazos referidos.

O custo de participação no Seminário é de € 270,00 + IVA. O custo para estudantes "Jazz Ao Norte" (20% desconto) é de € 216,00€ + IVA. Para alojamento 5 noites + pequeno almoço acrescentar €175,00 ao preço da inscrição.

A organização optou por abrir a modalidade de inscrição Avulso Diária, que consiste na possibilidade de qualquer instruendo comprar 1, 2 ou 3 dias do Seminário à sua escolha, por apenas € 80,00 / dia.

Mais informações sobre este Seminário em www.jazzaonorte.com/Seminarios/1Sem2007.asp.

Publicado por António Branco às 09:14 AM | Comentários (0) | TrackBack

EXPOSIÇÃO "NO TEMPO DO VINIL"

Exposição No tempo do gira-discos: um percurso pela produção fonográfica portuguesa (1960-1980)

É hoje, ao final da tarde (18h00, no Museu da Música) inaugurada a Exposição "No tempo do gira-discos: um percurso pela produção fonográfica portuguesa (1960-1980)", organizada em parecria pelo Museu da Música e pelo Instituto de Etnomusicologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Publicado por António Branco às 07:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

ARRINGTON DE DIONYSO EM PORTUGAL

Arrington de Dionyso
Arrington de Dionyso

O performer americano Arrington de Dionyso, um dos improvisadores mais ecléticos da nova geração, está em Portugal para uma digressão na qual mostrará a sua inusitada mistura de canto gutural, clarinete baixo e harpa de boca, que tem vindo a obter rasgados elogios um pouco por toda a parte onde tem actuado.

As datas da digressão nacional de Arrington de Dionyso, que começa hoje em Barcelos, são as que se seguem:

Hoje, 21h45 - Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos – (colaboração: Zoom – Associação Cultural)
11 Maio, 23h00 - Pinguim Café - Porto - (colaboração: Soopa e Esquilo Records)
16 Maio, 19h00 - Trem Azul - Lisboa
18 Maio, 22h00 - ZDB - Lisboa

Publicado por António Branco às 06:50 AM | Comentários (0) | TrackBack

MAIO JAZZ 2007 EM ALMODÔVAR

Maio Jazz - Almodôvar 2007

Tem esta noite início na vila baixo alentejana de Almodôvar, a 5ª edição do "Maio Jazz", que decorre até ao próximo sábado.

Aqui fica o programa completo:

Hoje (21h30, Praça da República)
Bárbara Lagido Quarteto
Bárbara Lagido (voz), Zé Soares (guitarra), Mário Franco (contrabaixo) e Alexandre Alves (bateria).

Sexta-feira, 21h30, Cine-Teatro Municipal de Almodôvar
Carlos Barreto, Bernardo Sassetti e José Salgueiro
Bernardo Sassetti (piano), Carlos Barretto (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria).

Sábado, 21h30, Cine-Teatro Municipal de Almodôvar
Lynne Williams and Friends
Lynne Williams cresceu numa família de artistas. Filha de pai americano e mãe filipina, nasceu em Berlim, na Alemanha, sempre rodeada pela música do pai e pela escrita da mãe. Em Almodôvar apresenta um espectáculo bem ao estilo americano dos clubes de jazz.

Integrada neste 5º Maio Jazz terá lugar uma feira do disco de jazz e um workshop com o quarteto de Bárbara Lagido, destinado aos alunos do 1º Ciclo (dia 10, no Cine-Teatro Municipal de Almodôvar.

Publicado por António Branco às 05:34 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 08, 2007

SOLAL & DOUGLAS ESTA NOITE NA CULTURGEST

Martial Solal & Dave Douglas
Martial Solal & Dave Douglas

O pianista Martial Solal e o trompetista norte-americano Dave Douglas apresentam esta noite (21h30) na Culturgest o excelente "Rue de Seine", o CD que resultou do primeiro encontro entre ambos, e que reúne alguns standards e composições de cada um dos músicos.

Martial Solal nasceu em 1927 na Argélia. Começou a estudar piano aos seis anos dedicando-se profissionalmente ao jazz desde os dezoito. Em 1950 vem para Paris. Com uma reputação crescente, toca em orquestras, grava com nomes como Django Reinhardt e acompanha os melhores músicos americanos que passam por Paris. A partir de 1953 inicia uma carreira como líder de diversas formações, incluindo orquestras, mas apresenta-se e grava também a solo. Em 1963 faz uma digressão pelos Estados Unidos em trio, com Tedy Kotick e Paul Motian. A partir de 1968 tocou regularmente e gravou, na Europa e nos Estados Unidos, com Lee Konitz. Mas a galeria de nomes com quem tem colaborado é vasta e inclui, entre muitos outros, Stéphane Grapelli, Toots Thielemans, Michel Portal, Gary Peacok, Joachim Kühn. Compôs extensivamente para cinema. É também autor de obras como o Concerto para trio de jazz e orquestra, ou a Fantasia para duas orquestras, entre outros. Considerado um dos maiores pianistas de jazz europeus, Martial Solal foi distinguido pelo prémio Jazzpar de 1999.
Dave Douglas nasceu em 1963 e cresceu em Nova Iorque. Com uma sólida formação musical obtida, nomeadamente, na Berklee School of Music, no New England Conservatory e na Universidade de Nova Iorque, foi tocando com vários grupos e, entre 1987 e 1990, fez parte da banda de Horace Silver. Em 1993 iniciou a sua colaboração com John Zorn e entretanto formou os seus próprios grupos. Se, como intérprete, diz ter sobretudo sido influenciado por Woody Shaw e Miles Davis, como compositor reconhecem-se-lhe influências da música clássica contemporânea, mas também da música klezmer ou da música folk da Europa do Leste. Na última década tem-se revelado particularmente prolífico, desdobrando-se em projectos variados, sempre dignos de interesse e audição.
" (texto da organização)

Publicado por António Branco às 06:42 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 07, 2007

DOWNBEAT MAI07

Já me chegou às mãos o número de Maio da revista norte-americana Downbeat. Eis o índice do que há para ler neste número:

CAPA
Joe Zawinul (“The Zawinul Experiment”)
FIRST TAKE
“Festival Identity”
CHORDS & DISCHORDS
THE BEAT
“Disputes Suggest Hardening in Crescent City´s Music Culture”
“John Clayton Takes Charge of Lionel Hampton Fest”
“Brecker Remembered for Compassion, Strength, and Musical Genius at Memorial”
RIFFS
Noticiário diverso
VINYL FREAK
Black Grass – “Black Grass” (Shelter, 1973)
BACKSTAGE WITH…
Eric Reed
THE QUESTION IS…?
“What album that you played on as a sideman made the most impact on you?”
THE ARCHIVES
“May 10, 1962”
THINGS TO COME
Novidades
CAUGHT
“Corea-Burton Duo Highlights Ovelapping Opposites”
“Freddie Redd Brings “The Connection” Back to Life”
“Morris Pulls Bright Colours Through Musical Cracks”
PLAYERS
Gary Lucas (“Restless Blues”)
Anat Fort (“Coltrane, Chopin and Camels”)
Alfredo ´Chocolate` Armenteros (“Clave Royalty Kicks Back in New York”)
Tony Malaby (“Waiting to Exhale”)
ARTICLES
Joe Zawinul (“Boogie Woogie Big Time”)
Ornette Coleman (“If You Don´t Create It, You Won´t Exist”) (entrevistado por Greg Osby)
Mos Def & Robert Glasper (“Strong Links”)
“RIP Big Bands” (“Not in LA, where large groups survive in spite of tough economics”)
Toumani Diabaté (“Orchestra Griot”)
REVIEWS
Hot Box
Mavis Staples – “We´ll Never Turn Back”
Uri Caine Ensemble – “Uri Caine Plays Mozart”
Frank Foster – “Well Water”
Anat Cohen & The Anzic Orchestra – “Noir”
Outros discos:
Bill Evans Trio – “The Oslo Concerts”
Kurt Elling – “Nightmoves”
William Parker & The Little Huey Creatime Music Orchestra – “For Percy Heath”
BOOKS
“It´s About That Time: Miles Davis On and Off Record”, de Richard Cook (Oxford Press)
TOOLSHED
WOODSHED
Transcripition – Pat Metheny´s lyrical guitar solo on “Bachelor III”
Master Class – “Unlocking Standard Tunes: Use You Keys!”
JAZZ ON CAMPUS
INTERNATIONAL SUMMER FESTIVAL GUIDE 2007
BLINDFOLD TEST
Ron Carter

Publicado por António Branco às 06:33 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 06, 2007

CARLA BLEY HOJE NA CASA DA MÚSICA

Carla Bley
Carla Bley

Está hoje de regresso a Portugal uma das maiores senhoras do jazz, Carla Bley. Toca na Casa da Música (Porto), pelas 22h00. Acompanham-na Andy Sheppard (saxofones tenor e soprano), Steve Swallow (baixo), Billy Drummond bateria) e Paolo Fresu (trompete).

"Carla Bley é desde há vários anos uma das personalidades mais activas no mundo das Big Bands, dirigindo e compondo tanto para esta formação como para agrupamentos de música de câmara e de Jazz. Às recepções calorosas do público e da crítica acrescenta o grande número de prémios internacionais e as várias residências artísticas. O quarteto The Lost Chords tem por base a longa colaboração que Carla Bley tem cultivado com o baixista Steve Swallow desde há mais de vinte anos, acrescentando ainda dois músicos que têm feito parte de vários projectos da compositora californiana, tanto em Big Bands como em grupos mais reduzidos. Depois do primeiro álbum e dos concertos pela Europa e EUA, o quarteto transforma‑se agora em quinteto, com nova música escrita em 2007 para "The Lost Chords" com o trompetista italiano Paolo Fresu." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 05:31 PM | Comentários (2) | TrackBack

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?", será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Bing Crosby, Julie London, Helen Merrill, Laura Fygi, Mel Tormé, Nat Cole, Meredith d'Ambrosio, Sammy Davis Jr., Jackie & Roy, Tierney Sutton, Four Freshmen e Billie Holiday. A Menina Dança? é um programa da autoria de José Duarte, que vai para o ar na RDP - Antena 1, aos domingos - às 00h07.

Já nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vão estar em destaque o quinteto Wishful Thinking (de segunda, 7, a sexta, 11). Cinco Minutos de Jazz é um programa que vai para o ar na RDP - Antena 1, de segunda a sexta - 17h53 e 22h53.

No programa "Jazz com Brancas" será a vez de escutarmos o quinteto de Miles Davis (quinta, 10) e o quarteto deJohn Coltrane (sexta, 11). Jazz com Brancas é um programa que vai para o ar na RDP - Antena 2, de segunda a sexta - entre as 20h04 e as 21h00.

Na região de Beja, a RDP - Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM). A RDP - Antena 2 pode ser escutada em 91.1 FM (em Mértola 92.2 FM).

Publicado por António Branco às 04:48 PM | Comentários (0) | TrackBack

maio 05, 2007

UM TOQUE DE JAZZ

Na emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" – Novos discos (4) – "Judgment» (Pete Zimmer); "Round Trip" (Marilyn Harris); "L’Imparfait des Langues" (Louis Sclavis); "Torque" (Brian Groder); "Duets" (Tony Bennett); "The Uncle Wiggy Suite" (Billy Fox).

Amanhã haverá "Live at The Artist’s Quarter" - "Whereas" pelo quarteto de Roy Haynes (bateria), com Jaleel Shaw (saxofone alto), Robert Rodriguez (piano) e John Sullivan (contrabaixo), numa gravação realizada entre 20 e 22 de Janeiro de 2006.

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM, e Mértola 92.2 FM)).

Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 07:53 AM | Comentários (0) | TrackBack

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA

III Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja

Começa hoje o III Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, evento que já faz parte do roteiro nacional dos principais festivais dedicados à banda desenhada. O evento, que contará com a presença de diversos autores consagrados - nacionais e internacionais - decorrerá até dia 20 de Maio. Por detrás de toda a máquina organizativa está mais uma vez o incansável Paulo Monteiro.

Apresentações de livros, conversas, exposições, mercado do livro, sessões de cinema, concertos, actividades para os mais novos, entre outras iniciativas irão marcar a actividade cultural da cidade nos próximos dias.

Para além de tudo o resto, o Improvisos Ao Sul parte em busca do fanzine "Jazz Banda", da autoria de Geraldes Lino...

Publicado por António Branco às 07:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 04, 2007

PORTUGAL JAZZ COMEÇA HOJE EM FELGUEIRAS

Portugal Jazz – Festival Itinerante

É hoje que se inicia o Portugal Jazz – Festival Itinerante, iniciativa que pretende chegar a todos os municípios do continente português. Felgueiras é a primeira cidade a acolher o Portugal Jazz. O concerto inaugural será apresentado pelo Quinteto de Mário Santos - Mário Santos (saxofones tenor e alto), Rui Teixeira (saxofones barítono e alto), Zé Pedro (saxofones tenor e soprano), António Augusto Aguiar (contrabaixo) e Michael Lauren (bateria) - e terá lugar na Praça das Comunidades Lusíadas, pelas 22h00.

No mesmo dia à tarde, a população mais jovem poderá assistir a um concerto comentado por alguns músicos do Quinteto de Mário Santos, no Auditório Municipal, pelas 16h00. Com a distribuição da revista “Jazz.pt” por todos os participantes dos dois concertos, cumpre-se o ciclo de acções que identificam o Portugal Jazz e as suas três principais valências: promoção, divulgação e ensino do jazz.

Portugal Jazz continuará em cartaz no mês de Maio, com o concerto didáctico “O Jazz visita as escolas” em Soure, no Centro Paroquial, dia 17, e o concerto com o Quarteto de Jorge Queijo, no Átrio da Câmara Municipal, dia 18. Já em Junho será Ansião a cidade anfitriã deste evento, começando por um workshop de Combo destinado a músicos das bandas filarmónicas locais, dia 2, e o concerto do Art – African Reunion Trio, dia 3, tendo como cenário o belíssimo património histórico que é a Residência Senhorial Condes de Castelo Melhor.

O objectivo de chegar a todos os municípios do país começa a ganhar forma, com mais de uma centena de câmaras já contactadas pela equipa de produção do Portugal Jazz. Os números são reveladores dessa realidade: até ao dia 13 de Abril foram contactados 104 municípios de 11 distritos - Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu. Os municípios aderentes são Abrantes, Almeirim, Ansião, Coimbra, Felgueiras, Figueira da Foz, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho, Penacova, Penela, Soure e Vizela.

Publicado por António Branco às 06:53 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 03, 2007

ARRANCA HOJE O "JAZZ ÀS QUINTAS" NO CCB

Jazz às 5ªas no CCB

Arranca esta noite a iniciativa "Jazz às 5ªs", que todas as quintas-feiras, a partir das 22h45, irá levar jazz à Cafetaria Quadrante, do Centro Cultural de Belém.

A programação - abrangente e diversificada - foi idealizada por Pedro Costa e Ilídio Nunes, da Trem Azul, loja especializada em jazz e das mais dinâmicas na organização de concertos.

Em "Jazz às 5ªs" será possível ouvir - ao longo dos próximos meses - alguns dos mais interessantes músicos internacionais em actividade como Russ Lossing, Evan Parker, Herb Robertson, Agusti Fernandez, os irmãos Aaron e Stephan González, Alex Maguire e Rashiim Ausar Sahu, entre outros; e os portugueses Júlio Resende, Rodrigo Amado, Alípio Carvalho Neto, Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues, Manuel Mota, Afonso Pais, entre muitos outros.

Hoje será a vez de podermos escutar o pianista norte-americano Russ Lossing, músico que já demonstrou que encara o solo de forma especial, talvez por lhe permitir uma relação mais íntima com o som. A atitude é livre, mas o enfoque muito cingido a aspectos particulares como os intervalos ou os espaços, que gosta de explorar ao pormenor. Descendente da estétca associada a Paul Bley, ninguém se surpreenda se Lossing manipular directamente o interior do seu piano ou o preparar à maneira de John Cage. Todas as técnicas inventadas para o piano ao longo dos últimos cem anos são, de algum modo, de grande relevância para o músico.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 06:25 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 02, 2007

"METROPOLIS", PELA ORCHESTRUTOPICA

Metropolis-OrchestrUtopica

É esta noite (21h00, pequeno auditório do Centro Cultural de Belém) que poderemos conhecer o resultado do desafio lançado pela OrchestrUtopica - caracterizada por interpretar música contemporânea - ao crítico Augusto M. Seabra para elaborar um programa para o concerto "Metropolis" (de metrópole, cidade).

Do programa escolhido pelo crítico constam as seguintes obras:

Jorge Peixinho (Portugal) - "Aurora do Socialismo"
Louis Andriessen (Holanda) - "Worker's Union"
Cornelius Cardew (Grã-Bretanha) - "Treatise (pag. 21&22)"
Heiner Goebbels (Alemanha) - "Befreiung"
Fredric Rzewski (EUA) - "Coming together"

O projecto visionário de uma "cidade ideal" foi, como se sabe, uma das formas privilegiadas que assumiram as utopias modernas, retomando a tradição que teve na cidade platónica a sua referência clássica. Um dos requisitos para essa cidade ideal - que deverá corresponder a uma "sociedade ideal" - é o interesse e a participação nos destinos da polis enquanto comunidade. Esse interesse é, regra geral, político. Por vezes, a música é convocada para essa participação; outras vezes, participa porque tem consciência de que faz parte da cidade.

Publicado por António Branco às 07:12 AM | Comentários (0) | TrackBack

maio 01, 2007

WORK SONG

1º de Maio

WORK SONG

Breaking rocks out here on the chain gang
Breaking rocks and serving my time
Breaking rocks out here on the chain gang
Because they done convicted me of crime
Hold it steady right there while I hit it
Well reckon that ought to get it
Been working and working
But I still got so terribly far to go

I commited crime lord I needed
Crime of being hungry and poor
I left the grocery store man bleeding (breathing? )
When they caught me robbing his store
Hold it steady right there while I hit it
Well reckon that ought to get it
Been working and working
But I still got so terribly far to go

I heard the judge say five years
On chain-gang you gonna go
I heard the judge say five years labor
I heard my old man scream "lordy, no!"
Hold it right there while I hit it
Well reckon that ought to get it
Been working and working
But I still got so terribly far to go

Gonna see my sweet honey bee
Gonna break this chain off to run
Gonna lay down somewhere shady
Lord I sure am hot in the sun
Hold it right there while I hit it
Well reckon that ought to get it
Been workin’ and workin’
Been workin’ and slavin’
An’ workin’ and workin’
But I still got so terribly far to go

(Oscar Brown Jr / Nat Adderley)

Publicado por António Branco às 06:22 AM | Comentários (0) | TrackBack