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dezembro 31, 2006FELIZ 2007(com um abraço ao Abdul Moimême, autor da imagem acima) |
dezembro 30, 2006UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - Nos 80 anos do nascimento de John Coltrane (3) – Ciclo especial com excertos de gravações realizadas como líder para a Prestige e para a Impulse! (entre 1956 e 1967) e com o Quarteto de Thelonius Monk (Riverside, 1957), recentemente reeditadas. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
dezembro 29, 2006MELHORES 2006 - CONCERTOSO "Improvisos Ao Sul" encerra hoje a apresentação das habituais listas dos Melhores de 2006. Hoje é a vez da lista dos 10 Melhores Concertos a que assistimos em 2006. MELHORES 2006 - CONCERTOS David S. Ware Quartet (Vision Festival, NYC) Rova::Orkestrova (Jazz em Agosto, Lisboa) Larry Ochs/Fred Frith/Le Quan Ninh (Jazz em Agosto, Lisboa) Bindu (Vision Festival, NYC) Ken Vandermark/Paul Lytton/Philipp Wachsmann (Tonic, NYC) Alípio C Neto/Ken Filliano/Herb Robertson/Michael T. A. Thompson (Downtown Music Gallery, NYC) Joe Lovano Ensemble (Angrajazz) Henri Texier Strada Sextet (Portalegre JazzFest) Jamie Baum Septet (Bragajazz) Enrico Rava Quintet (Angrajazz) |
dezembro 28, 2006MELHORES 2006 - CAPAS DE DISCOSO "Improvisos Ao Sul" apresenta hoje a sua lista das 5 Melhores Capas de Discos 2006. MELHORES 5 CAPAS DE DISCOS Pedro Chambel – “Bruit” (Creative Sources) Amado/Kessler/Nilssen-Love – “Teatro” (European Echoes) Paul Motian Band – “Garden Of Eden” (ECM) Dave Douglas Quintet – “Meaning And Mystery” (Greenleaf) Liberty Ellman – “Ophiuchus Butterfly” (Pi) |
dezembro 27, 2006MELHORES 2006 - DISCOS NACIONAISO "Improvisos Ao Sul" continua a apresentar as suas já habituais listas dos Melhores de 2006. Hoje é a vez da lista dos 10 Melhores Discos Nacionais. MELHORES 5 DISCOS NACIONAIS Sei Miguel – “The Tone Gardens” (Creative Sources) IMI Kollektief – “Snug As a Gun” (Clean Feed) Lisbon Improvisation Players – “Spiritualized” (Clean Feed) Carlos Bica & Azul – “Believer” (Enja) Mário Laginha – “Canções e Fugas” (Universal) |
dezembro 26, 2006MELHORES 2006 - DISCOS INTERNACIONAISO "Improvisos Ao Sul" começa hoje a apresentar as suas já habituais listas dos Melhores de 2006. Hoje é a vez da lista dos 10 Melhores Discos Internacionais. MELHORES 2006 10 DISCOS INTERNACIONAIS Andrew Hill – “Time Lines” (Blue Note) Otomo Yoshihide´s New Jazz Quintet – “Live in Lisbon” (Clean Feed) William Parker – “Long Hidden: The Olmec Series” (AUM Fidelity) Elliot Sharp – “Sharp? Monk? Sharp! Monk!” (Clean Feed) Atomic – “Happy New Ears!” (Jazzland) Kidd Jordan/William Parker/Hamid Drake – “Palm Of Soul” (AUM Fidelity) Charles Lloyd – “Sangam” (ECM) Jason Kao Hwang – “Edge” (Asian Improv Records) Liberty Ellman – “Ophiuchus Butterfly” (Pi) Bill Carrothers – “Shine Ball” (Fresh Sound New Talent) |
dezembro 25, 2006JAMES BROWN (1933-2006)Morreu James Brown. Lá em cima, alguém deverá estar a dizer: "It's Too Funky In Here"!!. |
dezembro 23, 2006UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - Nos 80 anos do nascimento de John Coltrane (2) – Ciclo especial com excertos de gravações realizadas como líder para a Prestige e para a Impulse! (entre 1956 e 1967) e com o Quarteto de Thelonius Monk (Riverside, 1957), recentemente reeditadas. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
ARTHUR JONES - SCORPIOArthurJones - "Scorpio" Uma grande prenda de Natal! ... Pérola rara... que faltava... mas que encontrei finalmente! (obrigado E. Chagas) |
dezembro 22, 2006NATAL UP-TO-DATEA companhia Arte Pública apresenta esta noite (22h00) na Pousada de São Francisco, em Beja, o espectáculo Natal Up-To-Date. Haverá poemas de David-Mourão Ferreira, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa e música de Eric Satie ("Gymnopédies", "Gnosiennes"), Franz Liszt ("Consolação") e de autores portugueses como José Luís Tinoco, Ary dos Santos, Fernando Tordo, Jerónimo Bragança e Nóbrega e Sousa. Em palco estarão os diseurs Luís Proença, Gisela Cañamero e Paulo Duarte, acompanhados por Angelo Martino (piano), Isabel Moreira (voz) e José Manhita (baixo). A entrada (e a saída) são livres. |
dezembro 21, 2006DOWNBEAT´S 71ST ANNUAL READERS POLLAqui ficam os resultados completos do “71th Annual Readers Poll”, promovido junto dos leitores da revista norte-americana “Downbeat”: Hall Of Fame – Jimmy Smith Artista de jazz – Sonny Rollins Álbum de jazz – Sonny Rollins – “Without A Song (The 9/11 Concert)” Álbum histórico – Thelonious Monk And John Coltrane –“At Carnegie Hall” Artista/grupo de blues – B. B. King Álbum de blues – Buddy Guy – “Bring´Em In” Editora – Blue Note Big Band – Dave Holland Big Band Compositor – Maria Schneider Grupo de jazz – Dave Holland Quintet Saxofone alto – Phil Woods Saxofone tenor – Sonny Rollins Saxofone soprano – Wayne Shorter Saxofone barítono – James Carter Clarinete – Don Byron Flauta – James Moody Trompete – Dave Douglas Trombone – Steve Turre Piano – Keith Jarrett Teclados/sintetizador – Joe Zawinul Órgão – Joey DeFrancesco Guitarra – Bill Frisell Contrabaixo/baixo eléctrico – Dave Holland Bateria – Jack DeJohnette Percussão – Poncho Sanchez Vibrafone – Gary Burton Outro instrumento – Toots Thielemans (harmonica) Vocalista masculino – Kurt Elling Vocalista feminina – Cassandra Wilson |
dezembro 20, 2006MANUEL MOTA NA TREM AZUL JAZZ STOREDaqui a pouco, ao final da tarde (19h30) na Trem Azul Jazz Store (Rua do Alecrim, 21A, ao Cais do Sodré, em Lisboa), concerto de lançamento do novo disco do guitarrista Manuel Mota - "Outubro - solo guitar playing" (duplo CD, Headlights H08/09) - com Manuel Mota (guitarra), Sei Miguel (trompete) e César Burago (percussão). |
DOWNBEAT DEZ06Já cá canta a edição de Dezembro da revista norte-americana Downbeat. O destaque vai todinho para o artigo: Sun Ra “From The Windy City to the Universe”. Mas eis o cardápio completo deste número: FIRST TAKE |
dezembro 19, 2006JAZZOGRAFIAS DE JOSE M. HORNA
Vale a pena visitar o recentemente actualizado site Jazzografias do fotógrafo espanhol Jose M. Horna (fotógrafo da "Cuadernos de Jazz" desde 1994, e da revista Jazz Hot desde 2003). |
dezembro 18, 2006PELOURINHO 2006O Improvisos Ao Sul foi galardoado com o "Pelourinho de Bronze" na edição deste ano dos "Pelourinhos", prémios atribuídos anualmente pelo blogue Praça da República. Agradeço a distinção ao Nikonman (autor do blogue) e a todos os que a tornaram possível. A lista completa dos galardoados está aqui. |
LOU GRASSI - VIDA DE BATERISTA (II)
(continuação) Entre finais dos anos setenta e o início da década de noventa esteve praticamente ausente da cena mais livre, com excepção para concertos ao lado do contrabaixista Steve Tintweiss – antigo companheiro de Albert Ayler – e da cantora Amy Scheffer. «Decidi regressar à escola e mudei-me de Brooklyn de volta para Nova Jérsia. Embrenhei-me bastante nos meus estudos e com os meus alunos e os meus concertos mais comerciais é que pagavam as contas. Tinha muitas colaborações com bailarinos/coreógrafos como Daniel Nagrin, Richard Bull, Lois Welk, Bill T. Jones e Arnie Zane. Estas foram algumas das mais criativas e inspiradoras pessoas com quem alguma vez trabalhei. Durante este período também dava concertos ocasionais com a Steve Tintweiss’s Space Light Band, que muitas vezes incluía Byard Lancaster e Charles Brackeen. Fiz dois discos durante este período com a Amy Sheffer. Neles participaram William Parker, Billy Bang e outros grandes músicos. Toquei também com Borah Bergman. Estive muito activo e criativo mesmo durante esse período», refere. Regressou ao jazz mais avant-garde em meados da década de noventa, com o Improvisor´s Collective, grupo de improvisadores de Nova Iorque, momento que considera crucial no seu percurso. «Foi um fantástico colectivo de improvisadores de várias disciplinas. Tive muita sorte em ter sido convidado para participar. Este facto mudou a minha vida e, claro, a minha carreira. Sem o Improvisor’s Collective não estaria agora a entrevistar-me.» Ao longo dos anos tem composto e tocado para dança contemporânea. Em seu entender, a relação entre ambas as formas de arte deverá ter um carácter simbiótico. «Idealmente, não deverá ser somente a música que acompanha a dança. Deverá ser uma experiência unificadora e interactiva entre todos os participantes, inspirados e motivados uns pelos outros», refere. «Unidade» é para si a palavra-chave na ligação entre a música improvisada e a dança. Mas nem só de música era feita a vida de Lou Grassi. Ensinou Aikido, arte marcial oriental, durante alguns anos. «Estudei e pratiquei Aikido, uma arte japonesa, durante 14 anos e ensinei durante 7 desses anos. Aikido significa “a via da harmonia com o universo”. É uma arte não-agressiva onde aceitamos um ataque como uma dádiva de energia, misturando-nos com essa energia e redireccionando-a para outro fim que não seja magoarmo-nos. No Aikido procuramos atingir um estado de “mushin” ou “estado da não mente”. É como um estado meditativo em que a mente está liberta de pensamentos. É também o estado de espírito ideal para tocar música improvisada. Há também o conceito de “Ki”. “Ki” é a força da vida. É conhecida na China como “Chi”, como em “Tai Chi Chuan”. Na Índia e no estudo do ioga é conhecida como “prana”. Quando aprendemos a controlar e direccionar o fluxo de “Ki” esta torna-se uma fonte de poder e de energia muito maior do que a mera força física.» Lou Grassi já visitou Portugal em diversas ocasiões. A última vez foi nos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, em 2005, com o quarteto que gravou “Avanti Galoppi”. Quando questionado sobre o panorama do jazz português, admite não saber muito. «Na verdade, não conheço muito do panorama jazzístico português, apesar de me parecer que para um país relativamente pequeno tem muitos festivais e concertos. Os amantes portugueses de jazz são muito conhecedores e sérios no que diz respeito à música», diz. Futuras colaboração com músicos portugueses é, apesar de tudo, algo que está nos seus planos. «Conheci e ouvi alguns músicos portugueses excelentes. O único com o qual tenho uma relação de trabalho é o saxofonista Rodrigo Amado, um grande improvisador. Estou muito interessado em tocar com outros músicos portugueses.» Relativamente a sua abordagem à música, considera não haver «qualquer diferença» entre começar com uma estrutura musical previamente estabelecida ou partir da livre improvisação. «Sinto-me igualmente confortável de uma maneira ou de outra. Aprecio igualmente ambas as abordagens», refere. Qual é então o papel da composição na sua música? «Vejo a composição como material de base. Pode ajudar a definir a direcção para a improvisação em função da ambiência, tonalidade, ritmo e energia da composição – ou não.» Um dos lados mais visíveis do seu trabalho é o que desenvolve com a PoBand, uma das formações mais interessantes da cena nova-iorquina dos últimos anos, que passou por uma fase conturbada, depois da morte do contrabaixista Wilber Morris. «Pensei em acabar com a PoBand, mas depois de um ano ou assim, com muitas pessoas a perguntarem-me pela PoBand, decidi reorganizar o grupo. Tocámos no festival “Improvised and Otherwise”, em Brooklyn, no ano passado, e como comemoração do nosso décimo aniversário gravámos um novo CD para a editora CIMP, intitulado “Infinite Potential”. Conta com a participação de Herb Robertson no trompete e Perry Robinson no clarinete, ambos membros originais da PoBand, juntamente com o jovem contrabaixista Adam Lane, que eu já sei já tocou em Portugal algumas vezes, e o fantástico David Taylor no trombone baixo. Gostava imenso de levar este grupo a Portugal.» O que, de resto, já esteve para acontecer num passado não muito longínquo: «De facto, ao longo dos anos mais do que um promotor português me disse que gostava de nos levar, mas até agora ninguém o fez. Estivemos uma vez agendados para estar no festival “Jazz em Agosto” em Lisboa mas fomos cancelados», recorda. Também o grupo Avanti Galoppi continua em plena actividade. «De momento não temos nada planeado, mas o nosso CD “Avanti Galoppi” continua a receber críticas favoráveis e estou confiante em relação ao futuro deste projecto.» Com o seu quarteto e quinteto tem apresentado arranjos originais de música que representam mais de 60 anos na história do jazz. O músico revela que a tradição tem um peso importante na sua música. «Penso que se quisermos ser sérios na música, qualquer que seja o tipo de música que toquemos, podemos ganhar muito a ouvir os primeiros mestres e os inventores do idioma, a perceber como os estilos evoluíram e como esses mestres do passado foram capazes de dar o passo seguinte. É claro que tudo leva o seu tempo», conta. E diz mais: «Eu já tocava há mais de 20 anos quando comecei a interessar-me pela música dos anos 20 ou 30, por exemplo. É bastante difícil ouvir a bateria em muitas das primeiras gravações, e quando era jovem não tinha tempo para isso, quando podia ouvir discos de Max Roach, Joe Morello ou Philly Joe Jones com a bateria fácil de ouvir. À medida que fui amadurecendo musicalmente fui sendo mais capaz de apreciar a música que eles fizeram e a reconhecer a razão pela qual músicos como Sidney Bechet, Louis Armstrong, Bix Beiderbecke e Baby Dodds, entre outros, foram verdadeiros génios. Sem as contribuições daqueles que vieram antes de nós a nossa música não seria possível.» Grassi tem igualmente uma vasta experiência na área do ensino. «Gosto de ensinar. Uma hora com um bom aluno pode ser muito estimulante e satisfatório», revela. No contacto com os estudantes procura encorajá-los «a ganhar controlo sobre o seu instrumento e a manter as suas mentes, ouvidos e corações abertos.» Apesar de lidar de perto com as gerações mais novas, confessa não ter muito tempo disponível para ouvir músicos mais jovens: «existem muitos jovens músicos talentosos a fazer um excelente trabalho, mas honestamente não saio muito para ouvi-los, excepto aqueles que tocam comigo. Não tenho tempo suficiente», conta. Ainda assim revela alguns nomes da sua preferência: «Trompetistas como Nate Wooley e Matt Lavelle, o contrabaixista Adam Lane, o saxofonista Stephen Gauci e o guitarrista Anders Nillson são alguns dos músicos mais jovens com quem já tive a oportunidade de tocar ou gravar que estão bem a dar conta do recado. Um jovem baterista que já ouvi algumas vezes e que gosto é Jeff Arnal.» Perante o coro de vozes que afirmam repetidamente o fim da inovação no jazz, o que pensa Lou Grassi sobre o jazz e a música improvisada dos dias de hoje? «O que esses críticos ouvem são músicos que pararam de inovar, o que não significa que a inovação tenha acabado. Sejamos francos, os músicos mais populares e com maior sucesso não são geralmente os inovadores. É o preço que se paga para se ser um artista verdadeiro.» Outro aspecto que tem sido motivo de acesa discussão na comunidade jazzística é a dicotomia técnica/atitude. Grassi entende que «a técnica vai melhorando de geração para geração e é hábito na juventude mostrar-se muita técnica mas menos conteúdo. É natural. Isso vem com a maturidade e é preciso viver para se ter uma história para contar.» E continua: «Os poucos que são artistas verdadeiros saberão encontrar o seu caminho. Os outros tocarão sem inspiração música mecânica e ensinarão as gerações seguintes a ter ainda melhor técnica. É assim e está bem», afirma. E como será o futuro? Para Lou Grassi o jazz e a música improvisada movem-se em muitas direcções ao mesmo tempo. «Possivelmente em todas as direcções ao mesmo tempo. Nos anos mais recentes muitos músicos de jazz e outros improvisadores têm vindo a estudar e a incorporar influências da “world music”. Penso que o jazz tenha incorporado todas as influências musicais do mundo. Por isso talvez o que vem a seguir para os músicos é terem de voltar de novo a olhar para dentro deles mesmos para ver o que são capazes de criar, em vez de procurarem fora deles o que podem pedir emprestado.» Encontra-se actualmente a trabalhar em inúmeros projectos. «Para além do disco da PoBand tenho também um CD em dueto com o Marshall Allen, gravado ao vivo no Festival de Guelph (Canadá), em 2001, que sairá pela Cadence em breve. Estou em três outras gravações para a CIMP, que também deverão ser lançadas nos próximos meses. Uma é com o quinteto de William Gagliardi e duas são com um quarteto liderado por um jovem saxofonista muito talentoso chamado Stephen Gauci. Tenho também um projecto com o grande pianista belga Fred van Hove e com o trombonista alemão Günter Heinz. Temos uma gravação de estúdio que fizemos em Bruxelas – estamos à procura da editora certa para a lançar – e ainda algumas excelentes gravações ao vivo, incluindo uma com o Fred a tocar órgão de tubos.» Mas não é tudo: «Estou envolvido em alguns projectos na Alemanha que têm gravações novas ainda por lançar. Um deles é um trio com o saxofonista Martin Speicher e o contrabaixista Georg Wolf. Há também um outro trio com um fantástico vocalista chamado Moo Lohkenn e o contrabaixista Leonard Jones. Mark Whitecage, Adam Lane e eu formámos recentemente um trio. Ainda não fizemos concertos, mas os ensaios têm sido fantásticos. Estamos todos entusiasmados com este projecto. Há também muitos outros projectos que estão ainda em fase de pré-produção. É muito trabalho», remata. [texto publicado originalmente no n.º 9 (Nov/Dez) da revista Jazz.pt] |
dezembro 17, 2006PARABÉNS, LOPES-GRAÇA!Comemora-se hoje o centenário do nascimento do maestro, compositor e pianista Fernando Lopes-Graça, um dos vultos maiores da cultura portuguesa do século XX. Recordemo-lo, escutando e estudando a sua música genial! ACORDAI (música: Fernando Lopes-Graça; letra: José Gomes Ferreira) Acordai Acordai Acordai |
dezembro 16, 2006UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - Nos 80 anos do nascimento de John Coltrane (1) – Ciclo especial com excertos de gravações realizadas como líder para a Prestige e para a Impulse! (entre 1956 e 1967) e com o Quarteto de Thelonius Monk (Riverside, 1957), recentemente reeditadas. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
MÚSICA EXPERIMENTAL NA GUILHERME COSSOULHoje na Sociedade Guilherme Cossoul (Av. D. Carlos I, a Santos, 61 - 1º, em Lisboa), a partir das 22h00, noite dedicada à música experimental portuguesa. De acordo com a organização, "a noite propõe-se, de uma forma geral, como algo eclética", pretendendo-se "apresentar quatro projectos musicais que exploram áreas diversas como a electroacústica, improvisação ou electrónica, proporcionando assim uma noite variada que pretende apelar a diversos públicos." Os projectos que se apresentarão são os seguintes: IFF Em paralelo, decorrerá ainda uma mostra de discos, que contará com a participação das editoras Cãoceito, Searching Records, Rudimentol e Ristretto. O bilhete normal custa € 6. Os sócios da Guilherme Cossoul pagam € 4. |
dezembro 15, 2006JOANA MACHADO HOJE NO CEFALÓPODEEsta noite (23h) no Sítio do Cefalópode (Largo do Contador-Mor 4B, ao Castelo, em Lisboa), concerto com o trio de cantora Joana Machado, com Jorge Reis (saxofones) e Afonso Pais (guitarra). Para mais informações sobre Joana Machado, consultar; http://www.joanamachadojazz.com. |
dezembro 14, 2006GALISSA E AUSAR-SAHU NA TREM AZUL JAZZ STOREA Trem Azul Jazz Store (Rua do Alecrim 21-A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) promove hoje ao final da tarde (19h30) a estreia absoluta do encontro entre estes dois mestres: Ibrahim Galissa (Guine-Bissau) – kora (harpa africana) e Rashiim Ausar-Sahu (EUA) – contrabaixo. Apesar das suas origens se situarem em margens opostas do Atlântico, o ponto em comum será o seu inequívoco africanismo. Pretende-se fundir o jazz e a música tradicional da Guiné numa mesma linguagem. A entrada custa € 2. |
"THIS LIFE" ENTRE OS MELHORES DE 2006O disco "This Life" (Tone Of A Pitch, 2006) do quinteto do contrabaixista Mário Franco - com a participação do saxofonista norte-americano David Binney - , foi considerado pelo crítico Philip DiPietro como um dos 10 melhores álbuns do ano, no site Jazzhouse.org. O mesmo escriba publicou a sua recensão elogiosa no site All About Jazz, que, com a devida vénia, trancrevemos de seguida: "Such is the case with this release from Mário Franco, a forty-something bassist/leader from Portugal. It's uncanny that last year, another unheard-of bassist’s date from the Portuguese Tone of a Pitch imprint accomplished the same. Similarly, this music is not particularly built around the skills of the leader as a virtuoso player, nor does it display any overt musical signs of geographical origin. From the first wah-enhanced inhalation of “This Life,” journeying to the pristine drum-n-bass exhortations of the perfect-take “Eterno Imperfeito” (”Imperfect Tense”), to the closing andante tarantella of “Web Woman,” a consummate aesthetic rearranges and recalibrates, in real time, the interjection of modern color in small-group composition and arranging. To posit that the presence of a player of Dave Binney’s stature and flat-out technical skill is well-nigh inconsequential in terms of the overall vibe—and in turn, success—of this project gives an indication of just how momentous a trip Franco takes us on here. But Binney's ensemble playing is faultless and his ravenous contributions as arch-soloist on “This Life,” “Chegada” and “Backstage Home” further propel him toward altoist of the year status, during one he’s engorged with accomplishment. Speaking of accomplishment, Binney is not the session's MVP, nor is the formidable American organ stylist-of-the-moment Jesse Chandler; that honor goes to the thirty-year-old guitarist and label founder Andre Fernandes, who’s simply everywhere in the mix, all of it compellingly ear-grabbing. His is the first solo on the record, an attack-less interlacement, half then double-timed, nonchalantly yet hyper-attentively over the barlines. This sound is modern execution and tone, stripped of jazz cliche, yet belongs here the most. “Heranca” (”Inheritance”) features his purposeful phrase fragmentation evolving into linear statements, spiced by the trademark use of pitch-bended intervals achieved by use of a harmonizer pedal. I’ve heard this attempted before by a few fearless jazzers, but nobody “plays” the pedal as adeptly as Fernandes. Above all, this recording is a showcase for Franco’s concept, unabashed in its incorporation of modern rock flavor into pure, unadulterated elegance and beauty. “Tentativa” (”Attempt”) is his smashingly successful attempt at combining electric keyboard-influenced space rock with acoustic instrumentation, bridged to the future by a loping melody phrased by Fernandes, who paranormally recalls rock’s greatest departed acid experimentalist. This track is a microcosm of everything jamband music could be, but so often is not. “Eterno Imperfeito” might confirm a listener's intuition that Franco should enjoy success as a composer of music for dance companies, which he already does for no less than the Spanish National Ballet. This one flows and spins in ways not allowed in that world, to the benefit and enchantment of all of us fortunate enough to dance along in Franco’s compositional and stylistic embrace." [texto retirado de http://www.allaboutjazz.com/php/article.php?id=23711] |
dezembro 13, 2006V PORTALEGRE JAZZFESTJá é conhecido o cartaz da quinta edição do Portalegre JazzFest - Festival Internacional de Jazz de Portalegre 2007: 21 de Fevereiro (quarta-feira) "A Música e o músico são indissociáveis em Mário Barreiros . Bem antes de enveredar pela actividade de produtor, Mário Barreiros viveu a música como músico, um baterista cujo mérito lhe permitiu integrar formações de relevo no panorama do jazz português, tais como o Quinteto de Maria João; Quarteto de António Pinho Vargas; Sexteto de Jazz de Lisboa e Quarteto de Mário Laginha, entre outras. Em 1994 formou o seu Sexteto de Mário Barreiros com alguns dos músicos frequentadores da Escola de Jazz do Porto. Hoje, a paixão pelo jazz volta a ocupar um primeiro plano, e o Sexteto de Mário Barreiros reaparece, agora constituído por Mário Santos (saxofone tenor e clarinete baixo), José Luís Rego (saxofones soprano e alto), José Pedro Coelho (saxofone tenor e flauta), Pedro Guedes (piano), Pedro Barreiros (contrabaixo) e Mário Barreiros (bateria), com um repertório alargado de temas originais da autoria de Mário Barreiros, Pedro Guedes e Mário Santos. " (texto da organização) 22 de Fevereiro (quinta-feira) “Os Trigon têm tido um enorme sucesso no encontrar do estreito caminho entre o folclore e o jazz, e na criação da sua própria música, demonstrando uma imaginação e virtuosidade tremendas. Todos os músicos são solistas, tocando a sua própria música no seu próprio estilo, o que é um feito exigente. Os espectadores, ao tentar acompanhar os músicos caem imediatamente em transe. E durante o resto do concerto estão perdidos num devaneio sonhador. A sonhar sonhos espantosamente belos. É impossível ficar indiferente durante o concerto. As imagens são reais, visíveis, palpáveis. É um Teatro de música, plástico, artístico, com um enorme sentido de humor. Pintura e Música – ousada, forte, dramática. Em que qualquer movimento do Arco, qualquer som é liberdade, prazer, alegria. É música vivida no palco. Música sobre verdades universais. Sobre o mundo e o nosso lugar nesse mundo. Sobre algo em nós, escondido fundo, inconsciente e deveras importante. Uma ilusão? Deveríamos antes dizer virtuosismo, conhecimento profundo, e metamorfose”. (texto da organização, citando o jornal “Megapolis” (2005, Moscovo, Rússia) 23 de Fevereiro (sexta-feira) "Nascido em 1935, o compositor Michel Portal também toca clarinete, saxofone e o pequeno acordeão ou bandoneon. Músico difícil de classificar devido á sua enorme oferta em diversas categorias, Michel Portal é uma personagem extraordinária que está tão á vontade com compositores clássicos – Mozart, Brahms, Schumann, Berg – como com músicos contemporâneos, como Boulez, Stockhausen, Berio, Kagel, entre outros, com os quais já tocou. No vasto campo do jazz europeu, Portal têm tido uma influência profunda. Quer seja a fazer duetos com Bernard Lubat ou Martial Solal; ou convidado a acompanhar grupos (Humair-Jeanneau-Texier; Kuhn-Humair-Jenny Clark); ou a tocar como parceiro temporário com Jack DeJohnette, Dave Liebman, Howard Johnson, John Surman, ou Mino Cinelu, a sua influência têm sido notável. Os arranjos podem ser estruturados ou espontâneos, mas Portal consegue ser tanto um activista como um reaccionário. Michel Portal ocupa um lugar particular e singular na cena do jazz europeu. A sua reputação como solista clássico parece ter tornado desnecessária qualquer necessidade de reafirmação das suas capacidades técnicas. Recipiente directo das obras dos grandes compositores contemporâneos, Portal não é impelido pela necessidade de ser reconhecido. Regularmente aclamado pelos profissionais musicais de diversos géneros (três Óscares franceses, os Césares, pelo seu trabalho em bandas sonoras, complementam os mais variados prémios noutros campos), Portal está na posição de apreciar o lugar que ocupa. É isso que lhe possibilita a oportunidade de embarcar com vigor renovado em ainda mais improvisação, o que vêm por sua vez perturbar ainda mais as ideias definidas a seu respeito. Uma improvisação que não exclui a incerteza ou a veemência. Longas viagens musicais, um lirismo estridente, uma invenção caprichosa, sentimentos de fantasia que criam tensão em conjunto com melodias animadas. Através de uma teimosa procura pelo âmago da alma ou a explosão do ritmo, Portal parece viver cada quilómetro musical como se estivesse a trazer o Tom de volta á ribalta. Parece necessitar de expandir a sua alma musical até aos limites, assim como as regras de contribuição dos outros músicos. Ao fazer isso, consegue alcançar excepcionais pontos altos, não apenas em termos de momentos de paixão mas também quando gritos trágicos se manifestam. O palco é no entanto o seu lugar favorito. É apenas para as gravações (principalmente “Dejárme solo” e “Turbulence”), que ele reserva as suas matizes, os seus arranjos a solo com figuras cuidadosamente posicionadas e de comentários fixos que remetem para a sua agitação fora do palco. O jazz não é para ele um estilo entre muitos. É sim uma forma avassaladora de sentir a música, reflectindo sobre outras experiências musicais, de forma a transmutá-las, e finalmente reinventá-las." (texto da organização) 24 de Fevereiro (sábado) "O Ivey-Divey Trio vai buscar o seu nome e maior parte do seu reportório ao álbum homónimo de 2004, considerado pela revista Jazz Times como o “Disco do Ano”, e elogiado como o “melhor álbum de Don Byron em muitos anos”, pelo jornal “The New York Times”; este álbum inclui ainda a música “I Want to be Happy”, que contém um solo de Byron nomeado para os prémios Grammy. O trio homenageia de forma calorosa neste álbum Lester Young, lenda do Saxofone, e o seu álbum em conjunto com o pianista Nat “King” Cole e o baterista Buddy Rich, datado de 1946. Alem de executarem várias músicas dessa gravação clássica do Trio de Lester Young, o Ivey-Divey Trio interpreta também composições de Miles Davis, John Coltrane, e algumas músicas originais de Don Byron. A escolha de músicos para o seu trio foi tão acertada como sempre, incluindo dois dos mais talentosos e ritmicamente dotados músicos da nova geração, o pianista George Colligan (colaborador de longa data de Byron em diversos projectos) e o baterista Ben Perowsky. Desde o lançamento do CD, o Ivey-Divey Trio têm actuado com enorme sucesso em diversos festivais de jazz (Monterey, San Francisco, Seattle e Newport), assim como na New York’s Symphony Space, no Village Vanguard, e em diversos outros festivais de jazz. Além do trio habitual, participaram nestes concertos outros músicos de renome, como os pianistas Jason Moran e Edward Simon, e os bateristas Jack DeJohnette e Billy Hart." (texto da organização) Os concertos têm lugar no Grande Auditório do Centro das Artes do Espectáculo de Portalegre, com início às 21h30. Os bilhetes têm preço único de € 10. Nos dias 23 e 24 haverá jam sessions com o trio vibrafonista Jeffrey Davis - com Nelson Cascais (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria) - no Café Concerto CAEP por volta da meia-noite. |
dezembro 12, 2006TUBAXO estranho instrumento acima chama-se tubax. Trata-se de um saxofone modificado - enbora haja alguma controvérsia sobre, se, tecnicamente, se trata mesmo de um saxofone - , desenvolvido em 1999 pelo construtor alemão Benedikt Eppelsheim. Com um registo uma oitava abaixo do saxofone baixo, pode ser tocado com uma normal embocadura de um saxofone barítono ou baixo. Entre os músicos de jazz que tocam tubax contam-se Mats Gustafsson e Vinny Golia, entre outros. Mais informações sobre o tubax podem ser encontradas na página de Benedikt Eppelsheim, em Benedikt Eppelsheim. |
dezembro 11, 2006CRACK LIVE AT THE HASSAN CREW NO FREEMUSIC
O podcast Freemusic, do Abdul Moimême, tem disponível o track #44: Crack - Live at Crew Hassan, com Miguel Bernardo (clarinete), Travassos (tapes, crackle box), Ricardo Costa (electrónicas), Hernâni Faustino (contrabaixo) e Monsieur Trinité (percussão, objectos) - gravado ao vivo no Crew Hassan, a 12 de Novembro de 2006. Para ouvir aqui. |
dezembro 09, 2006LED ON NO SANTIAGO ALQUIMISTAEsta noite no Santiago Alquimista (Rua de Santiago, 19, ao Castelo, em Lisboa) concerto a não perder com os Led On - The Led Zepellin Atitude Band - Paulo Ramos na voz, Mário Delgado na guitarra, Manuel Paulo nos teclados, Zé Nabo no baixo, e Alexandre Frazão na bateria "Um zepelim sobrevoa a baixa de Lisboa a pouca altitude. Perto da montanha enevoada do castelo, surge uma escada vinda do céu, de onde descem cinco personagens vindas do além. São os membros da tripulação LED ON – The Led Zeppelin Attitude Band, que tocam, sim, TOCAM no Santiago Alquimista, sábado, dia 9 de Dezembro 2006!! Sem adjectivos, sem qualificativos e sem palavras. Um elenco de luxo: Paulo Ramos na voz, Mário Delgado na guitarra, Manuel Paulo nos teclados, Zé Nabo no baixo, e Alexandre Frazão na bateria. |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (8) - "Braggtown" (Branford Marsalis); "I, Claudia" (The Claudia Quintet); "Somewhere" (Russ Kassoff); "Iron Man" (Jim Rotondi); "Sangam" (Charles Lloyd); "Mythologies" (Patricia Barber); "Beyond The Wall» (Kenny Garrett). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
dezembro 07, 2006MARIA SCHNEIDER ESTA NOITE NO CCBA orquestra de Maria Schneider sobe esta noite (21h00) ao palco do grande auditório do Centro Cultural de Belém para um concerto muito especial, onde apresentará repertório alusivo aos 250 anos do nascimento de Wolfgang Amadeus Mozart. "Convidada pelo prestigiado director Peter Sellers para compor um repertório alusivo aos 250 anos do nascimento de Mozart, no âmbito das comemorações que durante este ano têm decorrido na Áustria, a multipremiada compositora Maria Schneider apresenta-se em Lisboa com a sua Big Band de 20 elementos. Este concerto terá a sua estreia em Viena, Áustria, dia 1 de Dezembro, passando por Paris, Barcelona e Luxemburgo, chegando ao Centro Cultural de Belém dia 7 de Dezembro, dando continuidade à homenagem a Mozart. O grupo Maria Schneider Jazz Orchestra foi criado em 1993 e actuou no clube Visiones no Greenwich Village, em Nova Iorque, todas as segundas-feiras durante cinco anos. Consequentemente, a sua orquestra já foi convidada para tocar em muitos festivais de jazz e em salas de espectáculo espalhadas pela Europa, no Brasil e em Macau. Discípula do legendário Gil Evans, com quem colaborou no filme “A Cor do Dinheiro” e na digressão Gil Evans/Sting, Maria Schneider é reconhecida pela crítica pela sua arte na composição e como band leader. Recentemente a 2006 Downbeat Magazine Critics Poll atribuiu-lhe 3 prémios: BEST COMPOSER, BEST ARRANGER, BEST BIG BAND. Uma oportunidade única para escutar a Maria Schneider Orchestra e Mozart." (texto da organização) |
RED, HOT, JAZZ NO CLUBE DE JORNALISTASA partir do dia hoje vai estar patente no Clube de Jornalistas (Rua das Trinas, 127, em Lisboa) uma exposição colectiva de pintura e fotografia, com o título "Red, Hot, Jazz", que contará com obras de Marita Ferreira, Nazaré Carvalho e Rui Soares Esteves. |
dezembro 06, 2006NOVO DISCO DE BERNARDO SASSETTI À VENDAJá está à venda o novo disco do pianista Bernardo Sassetti, intitulado "Unreal: Sidewalk Cartoon". Ao lado do pianista, participam no disco músicos grados do panorama nacional, como Alexandre Frazão, António Augusto de Aguiar, José Salgueiro, Perico Sambeat e Sérgio Carolino, entre outros. O novo disco será apresentado ao vivo no Teatro Municipal São Luiz, nos dias 14,15,21, 22 e 23 de Dezembro às 21h00. Mais informações sobre este disco aqui. |
"JAZZ NO INVERNO 2006" ARRANCA AMANHÃA Associação Grémio das Músicas (AGM) organiza amanhã, depois e sábado o já tradicional workshop “Jazz no Inverno 2006”. Este ano a iniciativa terá como professor convidado Pedro Moreira, saxofonista, compositor e Director da Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal. O workshop - terá lugar no Solar do Capitão-Mor (ao lado doTeatro das Figuras, Faro) - terá o seguinte horário: Os horários e locais das Master Classes são os que se seguem: Amanhã (19h00, Universidade do Algarve, Escola Superior de Educação - Campus da Penha, Faro). Sábado (16h00, no Solar do Capitão-mor (Teatro das Figuras, Faro)) Mais informações e inscrições em www.gremiodasmusicas.org. |
dezembro 05, 2006CARLOS VAZ MARQUES APRESENTA MPB.PTÉ hoje lançado na FNAC do Chiado, pelas 21h00, o novo livro de Carlos Vaz Marques, chamado "MPB.pt", com ilustrações de Vera Tavares. O livro é o resultado da selecção e edição de entrevistas que o jornalista da TSF fez a alguns dos mais conceituados músicos brasileiros no imperdível programa "Pessoal e Transmissível". Com chancela da Tinta da China, será apresentado por José Fragoso (director da TSF) e José Nuno Martins, conhecido amante e especialista em música brasileira. O livro será acompanhado por um cd "Vozes do Brasil", onde será possível escutar esses músicos no seu melhor: "rindo, ironizando, cantarolando e tocando os seus violões". A sessão contará ainda com as participações de Mário Laginha e de Camané. |
dezembro 04, 2006CURSO DE JAZZ NA ACADEMIA DE AMADORES DE MÚSICAA Academia de Amadores de Música tem abertas inscrições para o "Curso de Jazz". O corpo docente do curso inclui os nomes de Mário Delgado (guitarra e combo), Alexandre Dinis (piano e harmonia), José Menezes (saxofone e combo), Alexandre Frazão (bateria) e Massimo Cavalli (contrabaixo). A Academia de Amadores de Música fica na Rua Nova da Trindade, n.º 18 - 2º esq, Lisboa. O telefone é 213 425 022 e o endereço de e-mail: academiaam@clix.pt. |
dezembro 02, 2006JAZZ NO CHEGA DE SAUDADE CAFÉHoje, ´round midnight, no Chega de Saudade Café (Rua dos Aranhas, 20 - 1º, Funchal) concerto com um trio formado por André Fernandes (guitarra), Ricardo Dias (contrabaixo) e Caio Oliveira (bateria). |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (7) - "Rue de Seine" (Martial Solal/Dave Douglas); "Stockholm Sweetnin´´ " (Connie Evingston & The Hot Club of Sweden); "Critical Mass" (Dave Holland); "ONJQ Live in Lisbon" (Otomo Yoshihide); "In The Loop" (Ted Nash); "Sacred Ground" (Whit Dickey); "Bill Frisell-Ron Carter-Paul Motian" (B.Frisell-R.Carter-P.Motian). "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
























