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outubro 31, 20062º ANIVERSÁRIO DA TREM AZUL JAZZ STOREA Trem Azul Jazz Store está a comemorar o seu segundo aniversário. Hoje, a festa começa às 19h30 e por volta das 21h30 haverá o já habitual concerto, desta feita com o "Lugar da Desordem", com Paulo Curado nos saxofones, Ken Filiano no contrabaixo e Bruno Pedroso na bateria. Parabéns Pedro, Hernâni e Ilídio! Mais informações em www.tremazul.com. |
outubro 30, 2006ENTREVISTA FILIPE MELO
Lisboeta de gema, Filipe Melo ainda não completou 30 anos de idade. É um dos mais destacados pianistas nacionais de jazz da nova geração. A preparar o sucessor de “Debut”, disco de estreia como líder, conta ao "Improvisos Ao Sul" um pouco do seu percurso na música e como se viu envolvido com mortos-vivos… Nasceu em Lisboa, em 1977. Como foram os seus primeiros passos na música? Por que razão escolheu o piano? Estudou na Escola de Jazz do Hot e na Academia de Amadores de Música. Como foram esses tempos? Em que medida contribuíram para a sua evolução enquanto músico e compositor? Quais são as suas maiores referências musicais? Refira-nos os nomes dos cinco pianistas que considera serem os mais importantes da história do jazz... Assume-se como um pianista que se movimenta na área do jazz dito "mainstream"? Entende que faz sentido esta designação? Ao longo da sua carreira já tocou com nomes tão díspares como Carlos do Carmo, Carlos Barretto, Laurent Filipe, Bernardo Moreira, Los Tomatos, Peste & Sida, entre muitos outros. Como analisa o seu percurso evolutivo, como músico e compositor? Envolveu-se na política ao ser co-director e webdesigner da campanha eleitoral de Manuel João Vieira à Presidência da República... Conte-nos lá um pouco desta experiência... O que costuma ouvir (em casa, no carro...)? Compra habitualmente discos? O cinema é outra das suas grandes paixões... É uma actividade a que também tem dedicado importante parte da sua vida... Explique-nos o seu fascínio pelo cinema fantástico/terror e, em especial, por zombies... Existe em Portugal uma nova geração de talentosos guitarristas. Mas com o piano as coisas não se passam exactamente assim... Não há assim tantos pianistas jovens a aparecer... Em seu entender, a que se ficará a dever esta situação? Como analisa a actual cena jazzística no nosso País (músicos, discos, festivais, editoras, imprensa,...)? O que está na manga do Filipe Melo para os tempos mais próximos, na música e no cinema? Já tem uma ideia (ou mais do que isso…) de como será o sucessor de "Debut"? |
outubro 29, 2006OS TIGRES DO GRÉMIO EM OLHÃOO Cantaloupe Bar, espaço aberto recentemente em Olhão, vai dar início à sua época de Inverno com a realização de um concerto com Os Tigres do Grémio, (Wenzl McGowen (saxofone tenor), Attila Muehl (guitarra), Charly Roussel (contrabaixo) e Eddie Jensen (bateria) - com o apoio e colaboração do Grémio das Musicas, hoje e amanhã, pelas 23h00. "O grupo, Os Tigres do Grémio, constituído por Wenzl McGowen, no saxofone tenor, Attila Muehl, na guitarra, Charly Roussel, no contabaixo e Eddie Jensen, na bateria. É um quarteto de jovens músicos de diferentes origins, que cresceram numa comunidade artística do Algarve, onde a sua educação foi dirigida para as diversas áreas das artes, tais como a pintura, a dança , o teatro e a música. Em 2001, durante o Workshop Internacional de Jazz de Tavira, a jovem banda despertou a atenção do contrabaixista e professor Zé Eduardo que, através da Associação Grémio das Músicas (AGM), lhes garantiu desde então uma completa educação musical. Desde essa altura, a evolução do grupo tem sido notória e a banda teve a oportunidade de se apresentar não só em Portugal, como também em vários palcos europeus como Espanha, França, Alemanha e Áustria. O seu repertório vai do bop ao modern jazz. Interpretam os seus próprios arranjos de temas standards e be-bop assim como composições originais." |
outubro 28, 2006UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (4) - "We Are Not Obstinate Islands" (The Diplomats); "No Bounds" (Chris Walden Big Band); "Live in Seattle" (Joe Locke-Geoffrey Keezer); "I’ll Be Seeing You: A Sentimental Journey" (Regina Carter); "Standardized" (Bill Carrothers & Marc Copland); "Tentatives" (René Urtreger); "Blue Note Sessions" (Nigel Kennedy); "Archipe" (Thomas Savy). Amanhã será a vez de escutarmos Concertos Internacionais (5) – O trio do contrabaixista canadiano Éric Lagacé com John Roney (piano) e Yves Boisvert (bateria) no Cabaret da Maison de Culture de Frontenac (Canadá) em 20 de Outubro de 2005. Uma gravação cedida pela Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 27, 2006JAZZ NA CASA DA MÚSICADomingo (29 de Outubro) é dia de jazz na Casa da Música (Porto). Primeiro (22h00, sala Guilhermina Suggia), concerto com o quinteto do trompetista norte-americano Dave Douglas, que regressa ao nosso país para apresentar o recente “Meaning & Mistery”, editado pela Greenleaf Records. Logo a seguir (23h00, sala 2) terá lugar um showcase da editora Clean Feed, que incluirá um concerto com o projecto “Lugar da Desordem”, do saxofonista Paulo Curado. Mais informações em www.casadamusica.com. |
outubro 26, 2006VIII FESTIVAL DE JAZZ DE PONTA DELGADAEntre hoje e domingo tem lugar o VIII Festival de Jazz de Ponta Delgada, com concertos no Teatro Micaelense (21h30). Aqui fica o programa: 26 de Outubro (quinta-feira) 27 de Outubro (sexta-feira) 28 de Outubro (sábado) 29 de Outubro (domingo) |
outubro 25, 2006BERNARDO SASSETTI EM CASTRO VERDENum concerto integrado nas comemorações do oitavo aniversário do “Lumière”, boletim informativo sobre cinema editado pela Câmara Municipal de Castro Verde (que o Improvisos Ao Sul daqui saúda), Bernardo Sassetti apresenta ao vivo, no próximo dia 12 de Novembro (no Cine-Teatro daquela vila), a banda sonora do filme “Alice”, do realizador Marco Martins. A banda sonora de “Alice” foi editada no ano passado pela Trem Azul. |
NOITE DE JAZZ HOJE NO RIVOLIEsta noite (a partir das 21h30) é "Noite de Jazz" no Rivoli - Teatro Municipal (Porto). Na primeira parte toca o sexteto do trombonista Paulo Perfeito, que irá apresentar a "Bodhi Suite". Depois, Carlos Bica e o seu trio Azul apresentam o novo "Believer". |
outubro 24, 2006POSTO DE ESCUTAA descobrir de um fôlego: Shlippenbach/Dörner/Mahall/Roder/Jennessen - "Monk´s Casino" (Intakt, 2005) Alexander von Schlippenbach (piano), Axel Dörner (trompete), Rudi Mahall (clarinete baixo), Jan Roder (contrabaixo) e Uli Jennessen (bateria). |
outubro 23, 2006CARLOS BICA & AZUL APRESENTAM "BELIEVER"Arranca hoje a digressão nacional de promoção de “Believer”, o quarto tomo da colaboração Carlos Bica & Azul – Carlos Bica (contrabaixo), Frank Möbus (guitarra) e Jim Black (bateria) – a que se junta DJ Illvibe (aka Vincent von Sclippenbach). Os showcases e concertos programados são os que se seguem: Showcases 23 de Outubro – Lisboa (FNAC Chiado, 18h00) Concertos 25 de Outubro – Porto (Teatro Rivoli, 21h30) Mais informações em www.carlosbica.com. |
outubro 21, 2006UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (3) - "Singing to a Bee" (Will Holshouser); "Remember" (Pat Martino); "Boston Project" (Dennis González); "(V)ivre" (Henri Texier); "SnUg as a Gun" (IMI Kollektief); "The Other Side of This" (Ken Filiano); "The Present" (Laurent de Wilde); "Change of HearT" (Martin Speake). Amanhã será a vez de escutarmos Concertos Internacionais (4) - O quarteto do saxofonista polaco Henryk Miskiewicz com Marek Napiorkowski (guitarra), Robert Kubiszyn (contrabaixo) e Krzysztof Dziedzic (bateria) no Festival de Jazz de Brno (República Checa) em 30 de Março de 2005. Uma gravação cedida pela Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 20, 2006ODE TO MILESO Abdul Moimême tem disponível no seu podcast Freemusic uma peça gravada ao vivo no Luso Café (Bairro Alto, Lisboa), no passado dia 26 de Setembro, com Partick Brennan (saxofone alto), Peter Baastian (objectos, percussão, field recording), Manuel Mota (fender stratocaster) e Abdul Moimême (fender stratocaster). |
outubro 19, 2006DIGGIN´ EM ÉVORA
Via Jazz e Arredores tomei conhecimento de que o saxofonista Alípio C. Neto e o seu projecto Diggin’ tocam esta noite (22h00) em Évora, no Café da Cidade. Para além de Alípio, completam o quarteto o tubista Ben Stapp, o trompetista Jean-Marc Charmier e o baterista Paulo Bandeira. |
METASONIC IIHoje, amanhã e sábado decorre no Auditório do Goethe Institut (Campo dos Mártires da Pátria, 37, Lisboa) o Metasonic II, evento produzido pela Granular - com apoios do Goethe Institut e da Restart - vocacionado para a divulgação do trabalho de artistas nos domínios das paisagens sonoras, concretismos e field recordings. Eis o cardápio do Metasonic II: 19 Outubro (quinta-feira) 21h30 Miguel Cabral: Tape-A-Way “O projecto “Tape-a-Way” consiste na manipulação directa sobre quatro a oito leitores de fita ligados entre si, contendo gravações diversas de ambientes do quotidiano. A “composição” em tempo real é feita em actuações directas sobre os mecanismos dos gravadores, inclusive perturbando o seu funcionamento normal, sem recurso a mesa de mistura e com o uso ocasional de um processador simples de efeitos. Os gravadores estarão dispostos sobre uma mesa, com pequenos altifalantes estrategicamente situados, e serão captados por dois microfones garantindo somente a estereofonia. Além dos sons reproduzidos, quaisquer movimentos que acontecem na mesa serão igualmente captados e, logo, “considerados”. A ideia é fazer uma abordagem assumidamente rudimentar, nos aspectos técnico e tecnológico, em que dedadas provocando atrasos nas fitas, cortes nas leituras, perturbações na alimentação eléctrica dos leitores ou gravações no momento sejam elementos base, em oposição ao uso de tecnologia digital. A acção sobre o tampo da mesa será projectada em vídeo.” 22h30 Ulrich Mitzlaff + Manuel Guimarães + Carlos Santos: Collage Métrique “Improvisação estruturada com base na criação de materiais concretos produzidos por instrumentos convencionais (violoncelo, piano) e cruzados com “found sounds” (computador). Em “Collage Métrique” o espectro sonoro estende-se desde os ruídos e os sons da realidade que nos circunda, tal como o compositor Luc Ferrari fazia com as suas recolhas, até às notas tocadas nos instrumentos e processadas pela electrónica interactiva, com uma dinâmica do ppp em crescendo até ao fff e desde acontecimentos singulares e separados no tempo até uma densidade máxima complexa e intensa. Com formação clássica, o violoncelista Ulrich Mitzlaff movimenta-se na área da improvisação, com repetidas colaborações com músicos como Carlos “Zíngaro”, Nuno Rebelo, Carlos Bechegas e Rodrigo Amado. Senhor de um grande sentido de oportunidade e medida, o pianista Manuel Guimarães tem dividido a sua actividade entre a experimentação e a música popular. Antigo elemento dos Vitriol, Carlos Santos é um dos mais interessantes nomes da electrónica nacional.” 20 Outubro (sexta-feira) 21h30 Filipe Bonito: A Cidade Não É Uma Árvore “Parafraseando Christopher Alexander, uma tentativa de resposta à pergunta: como será olhar para Lisboa como se fosse a primeira vez, sem mapas, sem horários e sem caminhos? Com base em registos vídeo / áudio, “A Cidade Não é Uma Árvore” é um exercício subjectivo e híbrido que estabelece relações, conjugações e escolhas, num processo de descoberta em que a memória dos lugares tem uma importante função. As imagens e os sons serão recolhidos por quatro lisboetas e combinados ao vivo por Filipe Bonito sem conhecimento prévio dos seus conteúdos, a partir de sequências, fades, acelerações / atrasos, repetições, etc. Constituir-se-á assim um novo registo audiovisual que procurará dar ordem ao caos através das relacionações possíveis. Tal como escreveu Bernardo Pinto de Almeida, “a imagem talvez seja, afinal, apenas a expressão da coincidência (da simultaneidade) da ideia com a sensação”, devendo entender-se como “imagem”, neste caso, tanto a visual como a sua contraparte sonora.” 22h30 Ian Ferreira + Alberto Arruda + Ruben Costa + Vítor Joaquim “Um jovem “laptoper” – Ian Ferreira – de quem muito se espera grandes coisas no futuro próximo e um consagrado da música digital feita no nosso país – Vítor Joaquim – encontram-se em concerto com os dois elementos do projecto One Might Add, Alberto Arruda e Ruben Costa, músicos que somam habitualmente o ambientalismo com o “beat” e que aos seus instrumentos-base, teclados, computador e bateria, acrescentam outros de sua própria invenção, a que chamam “barulhómetros”. A utilização dos sons concretistas da electricidade será uma forte componente de um concerto totalmente improvisado em que a opção pelo paisagismo sonoro poderá ser interferida pela introdução dos ritmos do hip-hop ou da house.” 21 Outubro (sábado) 21h30 Francisco Janes + Carlos Pereira: Parque “Um parque é, por definição, um lugar circunscrito e com uma significação que só lhe é atribuída por quem o frequenta e lhe dá uso. Pode ser muitas coisas diferentes, para pessoas diferentes, mas é quase sempre um local de refúgio para uma actividade específica. A peça sonora desenvolver aborda uma vivência particular deste espaço e um conjunto de significações que lá encontramos. Francisco Janes trabalhará com material sonoro recolhido “in situ”e posteriormente processado ou simplesmente seleccionado/seccionado, procurando colocar em evidência determinadas ideias ou emoções sugeridas pela experiência do lugar. Carlos Pereira verterá em som algumas impressões provocadas pelo espaço em questão, servindo-se para o efeito de matéria sonora gerada por computador sob a forma de pequenos apontamentos de cariz marcadamente tonal.” 22h30 Rodrigo Amado Concrete Ensemble “Agrupamento formado por computadores (a cargo de Carlos Santos e André Gonçalves, aka OK Suitcase) e instrumentos convencionais (os saxofonistas Rodrigo Amado e Paulo Curado, o guitarrista Nuno Rebelo e o percussionista José Oliveira), o Concrete Ensemble associará “found sounds” e música instrumental, num entendimento da “musique concrète” que passa pelos conceitos da livre-improvisação, do jazz e do rock. Amado tem-se notabilizado, precisamente, na área do free jazz, mas os seus interesses musicais são bastante latos, indo desde o hip hop (colabora com os Rocky Marsiano) ao experimentalismo electroacústico (colaborações com Vítor Joaquim e com os Vitriol).” Os bilhetes custam € 7 (€ 3,50 Restart, CEM, Guilherme Cossoul, Goethe). Mais informações em www.granular.pt. |
outubro 18, 2006BEJA RECEBE "MÚSICAS DO SUL"No Teatro Municipal Pax-Julia realiza-se nos dias 2, 3 e 4 de Novembro um ciclo de três espectáculos intitulado "Músicas do Sul", que pretende apresentar diferentes projectos musicais oriundos do "Sul"... Neste evento onde participaração grupos de Espanha, da Guiné Equatorial e de Madagáscar. Aqui fica o programa completo do ciclo "Músicas do Sul": 2 de Novembro (quinta-feira) "Este músico filho de mãe camaronesa e de pai nigeriano, nasceu na Guiné Equatorial. Desde cedo sentiu uma grande atracção pelas percussões. Começou como percussionista nos bailes de Mokum, Bonko e Ibanga. O seu imenso talento permitiu-lhe viajar por toda a Europa e América tocando distintos tipos de música e fazendo sessões de gravação com distintos padrões de bateria para outros artistas. A sua colaboração com outros artistas de renome é impressionante: Black Children, Kanga Emile, Nina Hagen, Mori Tani, Jimmy Tacove, Hijas del Sol, África Lisanga, entre outros. Alex Ikot actualmente tem a sua própria banda que se baseia em diferentes ritmos de África com um estilo definido como Afro-pop. Esta formação composta por músicos de diversas procedências seleccionou subtilmente um repertório, onde ritmos como o bangambé, sabar, cacha, dundumba, bikutsí são mesclados com melodias e arranjos próprios do jazz e do flamenco." 3 de Novembro (sexta-feira) "Espectáculo composto por 2 cantaores, 3 bailaores e 1 guitarrista flamenco. Este projecto visa oferecer um espectáculo no qual estão representadas as distintas artes do flamenco: guitarra, cajón, canto, frágua e baile. Tal como o próprio nome do grupo indica, A FRÁGUA (forja do ferreiro) é o eixo do espectáculo, no qual, um cantaor que representa um ferreiro no seu árduo trabalho, canta por martinetes (cante jondo flamenco), ou seja, um canto profundo da arte flamenca sem aditivos. Para além do cante jondo, que se caracteriza por ser extremamente ortodoxo e alheio às inovações e fusões, o espectáculo LA FRAGUA é caracterizado por momentos festivos através de alegrias, tangos e bulerías magistralmente interpretados por uma guitarra com identidade própria, que acompanha o baile de beleza e paixão e sobretudo, vozes carregadas de emoção e festa que adentram o espectador numa das artes mais belas e universais – el arte flamenco." 4 de Novembro (sábado) "Kilema é originário da cidade de Toliary situada ao Sudoeste da ilha de Madagáscar. Em 1993 foi viver para Paris, onde alcançou projecção internacional. Nesse mesmo ano integra o grupo Justin Vali Trio, no qual interpreta o Kabosy (bandolina do Madagáscar) e o Katsá. Cenários como o Japão, Nova Zelândia e a participação no mítico Woodstock do ano 1994, para citar apenas alguns, permitiram dar a conhecer as tradições e cultura da Grande Ilha Madagáscar, e o seu reconhecimento entre as principais músicas africanas. Nos dias 3 e 4 está prevista a realização de uma oficina de Flamenco. A organização do evento disponibilizará brevemente mais detalhes. Os espectáculos terão o seu início às 21h30. O preço dos bilhetes avulso será de € 5. A assinatura para os três espectáculos custa € 12. Mais informações aqui. (Nota: Os textos em itáilco foram retirados do programa do evento) |
outubro 17, 2006JAZZ AO NORTEVia Ideias Soltas tive conhecimento da criação da empresa "Jazz Ao Norte - Ensino, Apoio e Promoção do Jazz, Lda" cujo principal objectivo passa por "revelar-se a partir do Norte do país pela distinção no tratamento que merece o Jazz, tão nobre e simultaneamente popular corrente da cultura, realidade pragmática conhecida e reconhecida nos quatro cantos do Mundo." A primeira actividade a desenvolver por esta empresa é a da Escola de Música “Jazz Ao Norte” (EJAN). Do corpo docente fazem parte professores como Paulo Gomes, José Duarte, Laurent Filipe, Fátima Serro, Pedro Barreiros, Michael Lauren, Manuel Marques, Susana Silva, Paulo Pinto, Nuno Ferreira, Carlos Mendes, entre outros. Será igualmente criado um Auditório, anexo ao espaço da EJAN, com capacidade para cerca de 100 pessoas, que os mentores do projecto pretendem que mantenha uma programação activa, permanente e diversificada: o Clube de “Jazz Ao Norte” (CJAN).. Mais informações em: www.jazzaonorte.com/default.asp. |
outubro 16, 2006NOVO CURSO DE CANTO JAZZ NA ESMAEA Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) disponibiliza no ano lectivo 2006/2007, um novo curso livre de Canto Jazz, ministrado pela cantora e professora Sofia Ribeiro. Para mais informações sobre este curso visitar: |
outubro 14, 2006TRIO DE HUGO ALVES NO BE JAZZ CAFÉO Be Jazz Café (Edifício da Escola de Jazz do Barreiro Rua Salvador Correia de Sá, 6, Barreiro) recebe esta noite (23h) o trio de Hugo Alves (trompete) - com Rodrigo Monteiro (contrabaixo) e Michael Lauren (bateria). "O trompetista Hugo Alves vem ao Be Jazz Cafe apresentar o seu novo projecto em trio, na companhia do contrabaixista Rodrigo Monteiro e do baterista norte-americano Michael Lauren. Hugo Alves vem-se destacando na cena jazz nacional através da gravações de dois álbuns ('Estranha Natureza' e 'Taksi') e vários participações com músicos internacionais de onde se destacam as presenças em Itália e África do Sul no ano passado." |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (2) - "Human Motion" (Jeff Greene); "Burnin’ Live at The Jazz Standard" (Pete Zimmer); "Dear Mr. Sinatra" (John Pizzarelli & The Clayton-Hamilton Jazz Orchestra); "The River in Reverse" (Elvis Costello & Allen Toussaint); "Meaning and Mistery" ; "Nut Club" (Free Range Rat); "Mozart, La Nuit" (Antoine Hervé); "More Like Us" (Michael Blake). Amanhã será a vez de escutarmos Concertos Internacionais (3) – O quarteto da cantora Janis Siegel (EUA) com Alan Pasqua (piano), Darek Oles (contrabaixo) e Steve Hass (bateria) no Festival de Jazz de Brno (República Checa) em 3 de Abril de 2005. Uma gravação cedida pela Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
outubro 13, 2006ALBERT AYLER |
outubro 12, 2006ENTREVISTA - ALEXANDRE FRAZÃO“Sonhei com os prédios do Terreiro do Paço antes de os ver”. A afirmação é de Alexandre Frazão, baterista nascido do outro lado do Atlântico (Niterói, cidade do estado do Rio de Janeiro), um dos mais requisitados e multifacetados a trabalhar em Portugal, onde se encontra radicado em Portugal desde 1987. Ao longo das últimas duas décadas tem colaborado com inúmeros artistas do panorama nacional e internacional, como Von Freeman, Perico Sambeat, Bernardo Sassetti, Carlos Martins, Maria João e Mário Laginha, Laurent Filipe, Afonso Pais, Rodrigo Gonçalves, Rão Kyao, Rui Veloso e Júlio Pereira, entre muitos outros. Alexandre Frazão, como surge a música na sua vida? Conte-nos como tudo começou lá do outro lado do Atlântico… O Brasil é um país com um ritmo inigualável. Porque razão escolheu a bateria como instrumento principal? Toca outros instrumentos? Veio para Portugal em 1987. Quais as razões que estiveram na base da sua decisão de fazer carreira em Portugal? Está satisfeito com a decisão que tomou? Quais são as suas maiores influências? Quais os músicos que mais contribuíram para "moldar" o seu som? O que anda a ouvir actualmente? Compra discos? Lembra-se dos últimos que comprou? Para além de notável instrumentista, o Alexandre Frazão já deu provas de ser um inspirado compositor… Está nos seus horizontes desenvolver mais essa sua faceta de compositor? Como está o trabalho com os TGB? Penso que esteja na forja o sucessor do aclamado "TubaGuitarra&Bateria"… Como é o processo criativo no seio dos TGB? Ao longo da sua actividade tem demonstrado uma enorme versatilidade, tocando com músicos oriundos de diversos estilos musicais, da música tradicional portuguesa ao pop-rock, e ao hard-rock (é membro de uma banda de tributo aos Led Zeppelin, os Led On)…. Em que medida esta mistura de sonoridades contribui para a sua evolução enquanto músico? É salutar? Em sua opinião como está o actual panorama do jazz em Portugal? Como antevê a sua evolução futura?
Bernardo Sassetti Trio2 – Ascent (Clean Feed, 2005) |
outubro 11, 2006TSUKI HOJE NA TREM AZULHoje ao final da tarde (19h30) concerto na Trem Azul Jazz Store (Rua do Alecrim nº 21 A, ao Cais do Sodré, em Lisboa) com o duo Tsuki - Ricardo Costa (laptop, programações, teclados) e José Lencastre (saxofone alto, percurssão, voz). O bilhete custa € 2. "Os Tsuki são um dos novos projectos nacionais e que se dedicam a fazer o cruzamento entre a música electrónica e o jazz oferecendo-nos paisagens planantes, doces e envolventes. Os Tsuki, absorvem as formas da improvisação, misturando instrumentos de circuit bend (desenhados e produzidos pela banda), saxofone, vozes e todo o tipo de instrumentos analógicos. "Tsuki ignora os métodos supostos e impostos pela electrónica e desmonta-os numa viagem de improvisação e de imaginário contemplativo." |
CADÁVER ESQUISITOOs concertos integrados no Ciclo Der Gelbe Klang - "O Som Amarelo" têm hoje (19h00; Sala Polivalentedo Museu do Chiado, Rua Serpa Pinto, 4 Lisboa) o seu epílogo, com a apresentação do projecto Cadáver Esquisito (Bruno Parrinha, Genoveva Faísca, Manuel Guimarães e António Chaparreiro. "Colagens de elementos contraditórios e exploração das operações do inconsciente, mesmo quando o resultado foge à racionalidade e o non-sense domina. O Surrealismo finalmente transladado para a música. Músicos cubistas, Parrinha, Faísca, Guimarães e Chaparreiro procuram um sentido escondido onde este não existe, mesmo que seja um relógio a escorrer pela encosta. Os clarinetes soprano e alto de Bruno Parrinha têm os olhos do mesmo lado da cabeça, como os touros picassianos, sendo um o jazz e o outro a improvisação experimental. Genoveva Faísca é uma concretista da voz que procura espremer a universalidade da alma portuguesa, mesmo que esta tenha a forma de um grito ou de um lamento quase inaudível. O teclista Manuel Guimarães é o exemplo acabado do músico inquieto e sempre à procura de algo que possa ser “posicionista situacionista dimensionista libertário”, para utilizar os adjectivos com que um dos muitos projectos em que participa (Guímara Cenúsica) é apresentado. António Chaparreiro, o ideólogo de “A Ordem dos Contrários” (álbum quádruplo em que as mesmas gravações separadas de três guitarristas são conjugadas em três diferentes duos e um trio final, com o que é igual a metamorfosear-se em algo de diferente) gosta de armadilhar o conceito com a prática e a prática com o conceito." Mais informações em: www.granular.fm/_/home.php. |
outubro 07, 2006SAVINA YANNATOU HOJE NA CULTURGESTA cantora grega Savina Yannatou apresenta esta noite no grande auditório da Culturgest o seu mais recente disco, "Sumiglia" (ECM, 2005). Virá acompanhada pelo grupo Primavera en Salonico, formado por Kostas Vomvolos (quanun, orquestração), Yannis Alexandris (oud, guitarra), Michalis Siganidis (contrabaixo), Kyriakos Gouventas (violino, viola), Kostas Thedorou (percussão) e Haris Lambrakis (nay, flautas). "Savina Yannatou nasceu em Atenas e estudou no seu Conservatório Nacional, tirando uma pós-graduação na Guidhall School of Music and Drama em Londres. A sua carreira profissional como cantora começou ainda era estudante, com participações num famoso programa da rádio nacional grega, e foi-se desenvolvendo pelos caminhos da música e da ópera contemporâneas, da música tradicional, do jazz, da música improvisada. Com o grupo Primavera en Salonico, com quem se apresenta por todo o mundo desde 1996, oferecem, baseado em material tradicional, um som aberto, sem fronteiras ou rótulos, estendendo-se das simples canções a formas musicais contemporâneas. Insistindo nos instrumentos acústicos, metade dos quais têm a sua origem no Leste, procuram explorá-los até aos limites das suas possibilidades. Para além da sua notável capacidade interpretativa, Savina dá especial ênfase à expressão musical de cada língua, sem que isso a impeça de muitas vezes utilizar a sua voz como mais um instrumento. O concerto que vêm apresentar na Culturgest baseia-se no CD Sumiglia, editado em 2005 pela ECM, com excelente recepção pela crítica (foi, nomeadamente, distinguido com “Choc du Mois” por Le Monde de la Musique) e que também esteve na base de aclamadas digressões nos EUA e na Europa Central. Nas línguas originais, são interpretadas canções tradicionais de vários países como Grécia, Espanha, Albânia, Itália, Moldávia, Ucrânia, Arménia, Palestina, celebrando simultaneamente as diferenças entre as tradições e a base comum que as unem." Mais informações em: www.culturgest.pt/actual/savina.html. |
UM TOQUE DE JAZZNa emissão de hoje de "Um Toque de Jazz" - As Contas em Dia (1) - "Honors Series" (Jimmy Cobb); "Excerpt This!" (Adam Unsworth); "Echoes of Ellington" (Jean-Luc Fillon); "Bebop Bassoon" (Daniel Smith); "Honors Series" (Michael Carvin); "Continuo" (Avishai Cohen); "A Tribute to Strayhorn" (Franck Amsallem). Amanhã será a vez de escutarmos Concertos Internacionais (2) – O trio do contrabaixista canadiano Michel Donato no Cabaret da Maison de Culture de Frontenac (Canadá) em 19 de Outubro de 2005. Uma gravação cedida pela Eurorádio. "Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos sábados e domingos entre as 23h00 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM). Emissão on-line disponível em: mms://rdp.oninet.pt/antena2. |
6º SEMINARIO PERMANENTE DE JAZZ DE PONTEVEDRA 2006-2007Arranca hoje em Pontevedra – Galiza, o “6º Seminário Permanente de Jazz de Pontevedra” (curso 2006-2007). Este curso, que decorrerá até Junho de 2007, será orientado, tal como nos anos anteriores por Abe Rábade e Paco Charlín. Aqui ficam algumas informações importantes sobre o “6º Seminário Permanente de Jazz de Pontevedra”: Introdución Contidos Organización das Clases Actividades Lugar Duración Matrícula Ingresar a cuota ou dous pagos fraccionados na conta de Caixagalicia n.º 2091 0500 18 3040467259. Prazo de inscrición Mais informações sobre o “6º Seminario Permanente de Jazz de Pontevedra 2006-2007” em www.pontejazz.org, através do e-mail pontejazz@pontejazz.org ou do telefone +34 679 4541 66. |
outubro 06, 20061000 CAPAS DE JAZZ NA TASCHENSegundo noticia a revista Blitz na sua edição de Outubro, o português Joaquim Paulo – radialista e coleccionador de vinil – irá em breve editar o livro “1000 Jazz Record Covers”, pela prestigiada editora Taschen. O livro, que reproduzirá capas de 1000 discos de jazz considerados importantes pelo seu valor histórico e artístico, será editado em todo o mundo, e estará disponível em quatro línguas: inglês, francês, alemão e japonês. Segundo declarações do autor à publicação referida, “como coleccionador de jazz em vinil, juntar um punhado de discos raros, historicamente importantes, e mostrar as capas num livro, era um sonho” (Blitz, Out. 06). Na preparação do livro, Paulo deslocou-se a Nova Iorque para falar com personalidades importantes do meio editorial do jazz, como Michael Cuscuna, Creed Taylor e o lendário engenheiro de som Rudy Van Gelder, entre outros. Para além da reprodução das capas dos discos, o livro conterá igualmente entrevistas a Fred Cohen (proprietário da Jazz Record Center), Ashley Kahn (autor, entre outros livros, do recente “The House That Trabe Built – The Story Of Impulse! ”, Bob Ciano (designer da CTI) e Gilles Peterson (o “cérebro” da Talkin´ Loud). O livro “1000 Jazz Record Covers”, com cerca de 750 páginas, deverá ser colocado à venda em Fevereiro de 2007. |
outubro 04, 20063 PIANOS, 3 CONCERTOSMário Laginha, Bernardo Sassetti, Pedro Burmester. 3 pianos. 3 concertos. Hoje e amanhã (Centro Cultural de Belém, 21h00) e sábado (Europarque, 22h00). |
ENCONTROS DE MÚSICA EXPERIMENTAL 06Começa hoje a edição de 2006 dos Encontros de Música Experimental (EME), em Palmela (Igreja de Santiago, Castelo), sob a direcção artística de Vítor Joaquim. Prologando-se até sábado, os EME´06 apresentam um interessante naipe de projectos na área das novas linguagens e da experimentação musical, em diferentes vertentes. O destaque maior da edição deste ano vai para a participação de Murcof e dos alemães Oval. Eis o programa completo dos EME´06: 4 de Outubro (quarta-feira) 5 de Outubro (quinta-feira) 6 de Outubro (sexta-feira) 7 de Outubro (sábado) Paralelamente à música estarão patentes instalações de Paulo Mendes, António J. Gonçalves, Edgar Santinhos, Hugo Garcia Louro e Vítor Joaquim. Mais informações em: www.emefestival.org. |
ANGRAJAZZ 2006 ARRANCA HOJEComeça hoje o Angrajazz 2006 - 8º Festival Internacional de Jazz de Angra do Heroísmo, que decorrerá até sábado no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo. Eis o programa completo do Angra Jazz 2006: 4 de Outubro (quarta-feira, Grande Auditório) 21h30 23h30 "Nascido no Ohio em 1952, o saxofonista tenor Joe Lovano é sem dúvida um dos maiores da sua geração. Filho de um saxofonista relativamente importante na sua terra que era amigo de infância de Tadd Dameron, entre outros, aos 22 anos Joe foi contratado por Lonnie Smith com quem tocou e gravou, assim como com George Benson. Tem uma carreira brilhante participando em várias grandes orquestras e conjuntos famosos, para além de constituir os seus próprios grupos, com configurações variadas, sempre com enorme sucesso. Foi várias vezes eleito o músico de jazz do ano e o melhor saxofonista tenor. Com uma sonoridade dura e seca, cujos contornos por vezes se amaciam e desfiam nos graves, um lirismo caloroso e uma invenção melódica inesgotável, mas sobretudo uma energia que flui sem frenesim nem violência, desenvolve magistralmente o melhor das diversas tradições saxofonísticas." 5 de Outubro (quinta-feira, Grande Auditório) 21h30 "O pianista-compositor Bruce Barth nasceu em Passadena, em 1958. Cresceu em Nova Iorque, desde cedo envolvendo-se no mundo da música pois a mãe era pianista clássica. Começou a estudar piano com 5 anos, vindo a terminar o Curso Superior no Conservatório da Nova Inglaterra, no final dos anos 70. Depois de se interessar mais profundamente pelo jazz, teve oportunidade de se especializar com Jaki Byard e George Russell (entre 1982 e 1984). Fez parte da Orquestra de George Russell e dos grupos de Nat Adderley, Vincent Herring, Stanley Turrentine e Terence Blanchard. Tem tocado um pouco por todo o mundo, apresentando-se na Europa – já tocou duas ou três vezes no nosso país – Japão, Coreia e África. Gravou com todos os músicos atrás referidos, além de Steve Wilson e Randy Johnston. Em 1992, participou no filme "Malcolm X".Desde meados da década de 90, exerce actividade pedagógica nas Universidades de Brooklyn e de Filadélfia. Cleveland, Ohio e, em 1982 mudou-se para Nova Iorque onde estudou com Barry Harris e Frank Foster no Jazz Cultural Theater. Rapidamente obteve contratos com músicos famosos como Kenny Barron, George Coleman, Pharoah Sanders, e as orquestras de Lionel Hampton e de Mercer Ellington, entre outros." 6 de Outubro (sexta-feira, Grande Auditório) 21h30 "O pianista e compositor Enrico Pieranunzi nasceu em Roma em 1949, tendo-se dedicado ao piano desde muito cedo. Em 1974 já co-dirige uma grande orquestra e constitui o seu primeiro quarteto, gravando e participando no famoso Festival de Jazz de Umbria no ano seguinte. A partir dos anos 80 acompanha grandes músicos como Chet Baker, Jim Hall, Lee Konitz, Charlie Haden ou Johnny Griffin, mantendo o seu trio italiano e formando o seu trio «internacional» com Marc Johnson e Joey Baron ou Paul Motian, com que ainda continua a tocar e a gravar. Em 2005 gravou o álbum Duologues em duo com Jim Hall. Pieranunzi domina todos os aspectos do piano, desenvolvendo uma linguagem pessoal, embora se possam encontrar nela certas influências de Bill Evans. Tem centenas de composições, tendo mesmo algumas tornado-se verdadeiros standards internacionais, como por exemplo, “Night Bird”, gravada por Chet Baker e tocada por muitos outros." "O trompetista e compositor italiano Enriço Rava nasceu em Trieste em 1939. Começa a tocar com o baterista Franco Mondini e o pianista Maurizio Lama e logo a seguir é contratado por Giorgio Buratti e depois fica seis meses com Gato Barbieri. Toca com Don Cherry, Steve Lacy e Mal Waldron. Vai no grupo de Lacy à Inglaterra e Itália e depois Argentina, onde fica bastante tempo antes de se mudar para Nova Iorque onde entra em contacto com a vanguarda free, nomeadamente com Roswell Rudd, Rashid Ali, Cecil Taylor e Carla Bley. Em 1968 volta para Itália onde dá concertos com diversos músicos italianos, no ano seguinte regressa a Nova Iorque onde fica até 1977 tocando com inúmeros músicos famosos. Posteriormente instala-se na Europa passando a tocar com muitos músicos italianos, franceses e escandinavos, quer nos seus próprios grupos quer em diversas colaborações. Inscrito primeiramente de modo muito deliberado no movimento free, a sua arte vai-se libertando progressivamente, verificando-se cada vez mais um gosto pronunciado pelo swing e por um lirismo e suavidade, certamente ligados às suas origens." 7 de Outubro (sábado, Grande Auditório) 21h30 "Influenciado pelo estilo de Óscar Peterson, Bobby Timmons e Mulgrew Miller, o pianista Filipe Melo iniciou a sua formação na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal (HCP), com Mário Laginha, Carlo Morena e Rodrigo Gonçalves, e participa em workshops com Bruce Barth, Phil Markowitz e David Liebman, entre outros. Estuda depois no Berklee College of Music em Boston, tendo como professores Joanne Brackeen, Ray Santisi e Kevin Mahogany. Tem, ainda, aulas com Benny Green e Monty Alexander. Em Agosto de 2000 forma o seu trio, o qual tem tocado em muitos locais e festivais em Portugal. Por outro lado tem acompanhado músicos como Jesus Santandreu, Darren Barrett, Stratos Vougas, irmãos Moreira, Carlos Martins, Jacinta, entre outros. Em 2003 ganhou o prémio “Músico Revelação” do site jazzportugal.net e o prémio “Luiz Villas-Boas” da Câmara Municipal de Cascais. É professor de Piano e Combo na Escola do Hot, onde é coordenador do departamento de piano, e no Conservatório do Funchal. " 23h30 "Descendente de porto-riquenhos, o pianista, compositor e chefe de orquestra Eddie Palmieri nasceu em Nova Iorque em 1936. Entre os vários tipos da música latina típica, Palmieri fez uma aproximação muito pessoal a este género, caracterizada por uma livre improvisação e experimentação. Começou por tocar em grupos latinos no Bronx e tornou-se profissional em 1955 na orquestra de Johnny Segul, passou por vários grupos até constituir a sua primeira banda La Perfecta em 1961. A partir daí nunca mais deixou de ter os seus próprios grupos. Como actividades paralelas nos dias do Festival, no Átrio Principal, haverá a habitual venda de artigos Angrajazz, uma Feira do Disco com a presença das distribuidoras Trem Azul e Discantus e ainda uma exposição colectiva de pintura subordinada ao tema “Jazz”, com a colaboração da Oficina d’Angra, patente até dia 12 de Outubro. Informações completas sobre o Angrajazz 2006 disponível em: www.angrajazz.com (donde foram retirados os textos acima). |
outubro 03, 2006JAZZ´IN TONDELA 2006O jazz regressa a Tondela com a edição 2006 do Jazz´In Tondela, que se realiza entre amanhã e sábado, no espaço Novo Ciclo ACERT. A organização esta a cargo da ACERT (Associação Cultural e Recreativa de Tondela). O texto promocional reza que "Num ano que marca os 30 anos de actividade da ACERT, esta edição do Jazzin’Tondela complementa todo um conjunto de realizações — Festivais, novos espectáculos e a programação pluridisciplinar do Novo Ciclo ACERT. Procura-se festejar um aniversário sem pompa cerimoniosa, mais consonante com a naturalidade como se viveram três décadas de festa colectiva. Desejámos que os 30 anos fossem o prolongamento afectivo de uma relação duradoura entre criadores e público, de forma a restituir autenticidade a um percurso de cumplicidades permanentes. É a primeira vez que este Festival troca o advento do calor dos primeiros dias de Junho pela melancolia que as noites chuvosas de Outono despertam. Não se trata de uma mudança definitiva, mas antes um ajuste de calendário provocado pela intensa actividade da equipa da ACERT na criação de novos espectáculos, na itinerância e na promoção das grandes realizações." O cartaz do Jazz´In Tondela 2006 é o seguinte:. 4 de Outubro (quarta-feira) 5 de Outubro (quinta-feira) 6 de Outubro (sexta-feira) 7 de Outubro (sábado) Como actividades paralelas, haverá uma exposição de Kate Westbrook "Recent Paintings", que estará patenta no restaurante do Novo Ciclo ACERT, entre 4 a 28 de Outubro. A exposição colectiva "Out of School/School Out 2", em colaboração com a galeria arthobler.com, será visitável na Galeria do Novo Ciclo ACERT, de 4 de Outubro a 14 de Novembro. Mais informações em: www.acert.pt/jazzintondela2006/index.html. |
outubro 02, 2006JAZZ.PT OUT/NOV06 À VENDAJá está disponível o n.º 8 (Outubro/Novembro 06) da revista Jazz.pt, a única revista portuguesa de jazz. A jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos. O Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00. Eis o sumário da Jazz.pt #8: NOTÍCIAS Em Beja, a jazz.pt pode ser encontrada na sede da G Produções Culturais, na Rua Tenente Valadim, 22 e 24. Pode igualmente efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt. O site da revista pode ser visitado em www.jazzpontopt.com. |
outubro 01, 2006SUITES DE JAZZ DE SCHOSTAKOVICH HOJE NO CCBNo âmbito das comemorações do centenário do nascimento do compositor, Dmitri Schostakovich a Orquestra Metropolitana de Lisboa junta-se à Big Band do Hot Clube de Portugal, sob a direcção de Pedro Moreira, esta tarde (19h00, grande auditório do Centro Cultural de Belém)para a interpretação das Suites de Jazz n.º 1 e n.º 2 de Dmitri Schostakovich, entre outras obras de autores como Ellington, Hermann, Bernstein, Milhaud e Stravisnky. |


























