novembro 23, 2008

JOSÉ DUARTE NA RÁDIO

Na emissão de hoje do programa "A Menina Dança?" será a vez de escutarmos Frank Sinatra, Jimmy Scott, Boswell Sisters, Patricia Barber e Cassandra Wilson.

A Menina Dança? é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, aos domingos, das 23h10h às 24h00.

Nas emissões desta semana do programa "Cinco Minutos de Jazz", vão estar em destaque - Ella & Louis (segunda, 24), Billie Holiday (terça, 25), Lionel Hampton (quarta, 26), Bessie Smith (quinta, 27) e Joe Williams & 'Count' Basie big band (sexta, 28).

Cinco Minutos de Jazz é um programa de José Duarte que vai para o ar na Antena 1, de segunda a sexta às 22h50 e às 03h50.

Na região de Beja, a Antena 1 pode ser escutada em 87.7 FM (em Mértola 90.9 FM).

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novembro 22, 2008

PORTUGAL JAZZ HOJE EM OEIRAS

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Hoje o Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz está em Oeiras, para um concerto no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (pelas 22h00) com Vânia Fernandes (voz) e Júlio Resende (piano) - "Cumplicidade".

O Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz é uma iniciativa de Interesse Cultural reconhecido pelo Ministério da Cultura com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

"Pelo segundo ano consecutivo o Município de Oeiras acolhe o projecto Portugal Jazz. O concerto está marcado para o próximo Sábado, dia 22 de Novembro, pelas 22h00, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho. “Vânia Fernandes e Júlio Resende” foi formado no início de 2005 invocando a sublime empatia e expressão musical que Vânia e Júlio encontraram um no outro. Entretanto em 2007, Vânia Fernandes aventura-se pelos meandros televisivos, saindo vitoriosa da última edição da Operação Triunfo, enquanto Júlio Resende gravou com o seu Quarteto o primeiro álbum “Da Alma” para a prestigiada editora Clean Feed/Trem Azul. Agora, a “Cumplicidade” volta a reafirmar-se com o intuito de explorar pequenas pérolas musicais como são alguns standards do Jazz e da Pop, mas reinventando e arranjando-os, trazendo-os à luz da contemporaneidade musical. A estética do grupo vai muito além do Jazz, recapturando também o Fado, a Bossa-Nova, o Funk. Mas todas as influências procuram confluir apenas num propósito – o da elevação da Música enquanto forma de arte." (texto da organização)

Para mais informação, consultar: www.portugaljazz.org.

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METROPOLE ORKEST ENCERRA O GUIMARÃES JAZZ

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O Guimarães Jazz 2008 chega do seu final. Neste sábado (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) apresenta-se a Metropole Orkest, que encerra o evento vimaranense.

"Fundada por Dolf van der Linden em 1945, na Holanda, a METROPOLE ORKEST é actualmente, uma das mais importantes orquestras. Conhecida pelo seu vasto repertório, tem trabalhado com conceituados músicos da cena jazzística, mas também da música pop, recebendo grandes elogios pela qualidade dos seus desempenhos. Sob a direcção de Vince Mendoza – vencedor de três Grammys –, a METROPOLE ORKEST continua a crescer e a experimentar novas sonoridades. Uma vasta lista de intérpretes tem partilhado o palco com a M-ORKEST, confirmando a flexibilidade deste grupo alargado de instrumentistas em experimentar e explorar uma grande variedade de géneros musicais: Oleta Adams, Charles Aznavour, Shirley Bassey, Andrea Bocelli, John Cale, Joe Cocker, Elvis Costello, Eddie Daniels, Céline Dion, Brian Eno, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Astrud Gilberto, Dizzy Gillespie, Herbie Hancock, Junkie XL, The King’s Singers, Chaka Khan, Pat Metheny, Ivan Lins, John Scofield, The Swingle Singers, Jean ‘Toots’ Thielemans, Mel Tormé, Steve Vai, Sarah Vaughan, Dionne Warwick, Andy Williams, Nancy Wilson, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, Sezen Aksu e a fadista portuguesa Mariza. Dolf van der Linden dirigiu a METROPOLE ORKEST durante 35 anos e foi um dos seus maiores impulsionadores. A Orquestra foi formada após a Segunda Guerra Mundial com o objectivo de criar um conjunto de músicos de elevado nível, capazes de executarem grandes performances para a radiodifusão pública. Van der Linden viajou por toda a Europa a fim de encontrar a combinação perfeita dos naipes de instrumentos para a orquestra. As suas ideias musicais inovadoras e estimulantes atraíram a atenção do público holandês que ansiava um novo projecto musical. Grandes solistas, da ópera à música pop, passando pelo jazz, já trabalharam com a M-ORKEST, contribuindo fortemente para a sua expansão europeia. No entanto, a METROPOLE ORKEST orgulha-se de ter mantido a sua própria identidade e personalidade musicais, num contexto diversificado de estilos e de inovações técnicas. Sob a direcção artística de Vince Mendoza, desde 2005, a METROPOLE ORKEST continua a ampliar e a experimentar novas sonoridades. Arranjador e compositor norte-americano, Vince Mendoza ocupa um lugar de destaque na cena do jazz internacional dos últimos 25 anos. O âmbito alargado das suas obras demonstra uma extraordinária compreensão das diferentes linguagens musicais. Vencedor de três Grammys e nomeado outras quinze vezes, V. Mendoza é, neste momento, um dos mais requisitados compositores da actualidade. Da sua extensa lista de colaborações constam nomes como Peter Erskine, Randy e Michael Brecker, John Abercrombie, Bob Mintzer, Russell Ferrante, Joni Mitchell, Björk, Brecker Brothers, Pierre Blanchard, The Yellowjackets, Mike Stern, Clare Fisher Quintet & Voices, Joe Lovano, New York Voices, Roy Hargrove, Elvis Costello, Dino Saluzzi, Trijntje Oosterhuis, entre muitos outros. A presença de Vince Mendoza, no concerto da METROPOLE ORKEST no Guimarães Jazz 2008 pretende iniciar uma nova experiencia musical e conta ainda com a presença de Peter Erskine como solista convidado. P. Erskine é o lendário baterista dos Weather Report, músico dotado e brilhante que partilhou o palco com grandes instrumentistas: Michael Brecker, Don Grolnick, Steely Dan, Pat Metheny, Chick Corea, Mike Stern, Freddie Hubbard, John Scofield, Herbie Hancock, Diana Krall, Elvin Jones, Bill Frisell, Jan Garbarek, Jony Mitchell, John Scofield, Bill Frisell, Marc Johnson e outros. Detentor de um avançadíssimo controlo sobre o tempo, de uma técnica de execução notável e de uma dinâmica muito singular, P. Erskine possui uma discografia impressionante como sideman e como líder, tendo composto obras para big band e pequenos ensembles, teatro e filmes de animação da Disney. Paralelamente, desenvolveu uma actividade pedagógica na formação de jovens músicos, editando diversos livros e DVD’s pedagógicos, no ensino da bateria." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 06:14 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (4) – “Soul in a Picture” (Jef Neve); “Alone Together” (Tim Hagans); “The Nature of The Beat” (Wayne Wallace); “Don’t Blame Me” (Claus Raible Trio); “Cantando” (Bobo Stenson); “Duet” (Chick Corea & Hiromi); “All That” (Bill Frisell); “Decade” (Clifton Anderson).

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

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novembro 21, 2008

GUIMARÃES RECEBE O TRIO DE KENNY BARRON

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Nesta sexta-feira (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) prossegue a edição 2008 do Guimarães Jazz 2008 com o Kenny Barron Trio, com Kenny Barron (piano), Kiyoshi Kitagawa (contrabaixo) e Johnathan Blake (bateria).

Kenny Barron nasceu em Filadélfia, em 1943 e é considerado "um dos maiores pianistas de jazz do mundo". Tendo acompanhado alguns dos grandes nomes desta música, adaptou-se com facilidade a todos os contextos que lhe surgiram e tem conseguido manter um elevado nível artístico nas suas prestações. Este facto permitiu-lhe desenvolver uma espécie de “talento de camaleão” que desencoraja qualquer tentativa de definir a sua singularidade. K. Barron foi influenciado pelos melhores pianistas da escola de Detroit: Hank Jones, Tommy Flanagan e Wynton Kelly e estudou piano com a irmã de Ray Bryant. A sua progressão foi tão rápida que, em 1959 (aos 16 anos) tocava com o baterista Philly Joe Jones e, em 1960, juntou-se ao grupo de Yusef Lateef. Neste mesmo ano, trocaria Detroit por Nova Iorque, sendo contratado por James Moody. Nos dois anos seguintes, K. Barron acompanharia brevemente Lee Morgan, Lou Donaldson e Roy Haynes, para logo ingressar na orquestra de Dizzy Gillespie, onde permaneceu até 1966. O início dos anos 70 levou K. Barron a tocar novamente com Yusef Lateef e com Milt Jackson, Jimmy Heath e Buddy Rich, nomes que viriam a somar-se a um currículo musical invejável, onde já constavam os nomes de Stanley Turrentine, Freddie Hubbard e Jimmy Owens e, mais tarde, Ron Carter. Nesta mesma década grava pela primeira vez, como líder, e associa-se à prestigiada Rutgers University, onde leccionou piano, harmonia e teoria da música. Os anos 80 trouxeram-lhe novos desafios e novos projectos, dos quais se destaca a criação do quarteto SPHERE, fundado em parceria com Charlie Rouse, Ben Riley e Buster Williams e cujo propósito era tocar a música de Thelonious Monk. Esta formação gravou discos notáveis para a editora Verve: “Four for all” e “Bird Songs”. Outros momentos importantes durante esta década foram a sua associação com o vibrafonista Bobby Hutcherson, o registo discografico no álbum “Voyage”, com Stan Getz e a prolongada digressão europeia e norte-americana no quarteto deste saxofonista, ao lado de Rufus Reid e Victor Lewis. Os anos 90 marcaram a consagração de Kenny Barron e do seu extraordinário trio composto por Ray Drummond (contrabaixo) e Ben Riley (bateria). Na década de 90 obteve diversos prémios: “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos críticos de jazz nas revistas “Jazziz” em 1996; “Jazz Times” em 1997 e 1998; “Downbeat” em 1997, 1998 e 1999; “Melhor Pianista de Jazz” nas votações dos leitores das revistas “Jazz Times” em 1995 e 1996; “Downbeat” em 1997 e “Jazz Iz” em 1999. Em 1998 obteve ainda o “New York Jazz Award” para o melhor pianista e, em 2000, ganhou o prémio de “Melhor Pianista” atribuído pela Associação Americana de Jornalistas de Jazz." (texto da organização)

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novembro 20, 2008

ADUF ESTA NOITE EM BEJA

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José Salgueiro e José Peixoto (Aduf)

Esta quinta-feira, pelas 21h30, o Pax-Julia Teatro Municipal, em Beja, recebe o projecto Aduf, de José Salgueiro.

O grupo completa-se com José Peixoto, na guitarra, Alexandre Diniz nas teclas e acordeão, Gonçalo Marques nos sopros, Carlos Miguel, Ivo Costa e Sébastian Scheriff nos adufes gigantes e percussões e ainda com a cantora Maria João Matos.

De acordo com declarações de Salgueiro à Rádio Voz da Planície, "Aduf é um espectáculo com um visual pensado em torno da música portuguesa onde se cruzam sonoridades celtas e orientais, jazz, rock clássico ou progressivo".

O projecto Aduf foi concebido a partir de um convite da Expo 98. O mote é um instrumento de percussão de origem árabe - o adufe -, composto por duas peles de cabra cozidas numa estrutura leve em formato quadrado. Surge agora com novas experiências e com a colaboração de José Peixoto.

Publicado por António Branco às 10:55 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

THE COOKERS HOJE NO GUIMARÃES JAZZ

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Hoje no Guimarães Jazz (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor) apresentam-se uma formação recheada de estrelas, os The Cookers - Tribute to Lee Morgan, com Billy Harper (saxofone tenor), Bennie Maupin (saxofone e clarinete baixo), James Spaulding (saxofone alto), George Cables (piano), Cecil McBee (contrabaixo), Billy Hart (bateria) e David Weiss (trompete).

"Instrumentista de apurada técnica e invenção, Lee Morgan foi um dos melhores trompetistas da década de 60. Morreu precocemente aos 33 anos de idade, o que o impediu de desenvolver todas as suas potencialidades. Considerado discípulo de Clifford Brown, Lee Morgan era dotado de uma técnica e de um virtuosismo poderoso e potente nos registos mais altos. Atento às flutuações do jazz, dividia as estruturas das suas peças entre o blues, o r&b, ou o mambo, até improvisações modais, desenvolvidas por Miles Davis e Bill Evans. Lee Morgan assumiu a cadência do hard bop na perfeição; os seus discos impressionam pelo seu nível de criatividade que parece inesgotável. Além da curta carreira a solo, gravou com os maiores nomes da sua época: Dizzy Gillespie, John Coltrane, Art Blakey, Quincy Jones e Wayne Shorter. Edward Lee Morgan nasceu em 1938, em Filadélfia e aos 15 anos já tinha o seu próprio grupo. Entre 1956 e 1958 tocou na big band de Dizzy Gillespie e quando o líder a desfez, passou para os JAZZ MESSENGERS de Art Blakey, onde permaneceu até 1961. Em 1957 participou no reverenciado disco “Blue Train” de John Coltrane. Após um afastamento temporário dos concertos, voltou à cena musical de Nova Iorque em 1963, gravando um dos seus maiores momentos inventivos, “The Sidewinder” para a editora Blue Note. Retornou aos JAZZ MESSENGERS em 1964, saindo definitivamente no ano seguinte para iniciar uma carreira a solo. Quando Lee Morgan morreu já tinha conquistado o seu lugar na história do jazz. Em 19 de Fevereiro de 1972, foi baleado pela namorada, Helen More, durante uma discussão num clube nova-iorquino. Numa celebração comemorativa daquele que seria o 70º aniversário de Lee Morgan, o trompetista David Weiss sobe ao palco do Guimarães Jazz, integrado numa formação, na qual participam dois saxofonistas: Bennie Maupin e Billy Harper, que fizeram parte do grupo resposável de “The Sidewinder” – grandioso trabalho inovador e fundamental para a história do jazz. Um conjunto de excepcionais músicos: James Spaulding, George Cables, Cecil Mcbee e Billy Hart, reúnem-se neste marecido tributo a Lee Morgan." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 06:05 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

LAGINHA+RESENDE+FIGUEIREDO HOJE EM AVEIRO

Hoje (21h30), o Teatro Aveirense recebe um concerto com Mário Laginha, Júlio Resende e Luís Figueiredo.

O evento está integrado no Festival do Outono de Aveiro.

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novembro 19, 2008

MARCUS STRICKLAND EM GUIMARÃES

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Prossegue hoje (22h00, grande auditório do Centro Cultural Vila Flor, na cidade-berço), o Guimarães Jazz 2008, com um quinteto liderado pelo saxofonista Marcus Strickland, com Jason Palmer (trompete), David Bryant (piano), Luques Curtis (contrabaixo) e John Davis (bateria).

"Jovem saxofonista soprano e tenor, Marcus Strickland distingue-se pela desenvoltura instrumental da sua técnica, mas também pelo facto de ser ainda muito jovem. Strickland nasceu em 1979 em Miami – Florida, mas mudou-se para Nova Iorque em 1997. O seu pai, baterista e entusiasta do jazz, foi uma das suas primeiras influências. Juntamente com o irmão gémeo, o baterista E. J. Strickland que actualmente integra o seu quarteto, M. Strickland cresceu a ouvir a música de Miles Davis, John Coltrane, Crusaders, Stevie Wonder… Apesar da sua curta carreira, M. Strickland já tocou com nomes como Roy Haynes, Mos Def, Dave Douglas, Nicholas Payton, Jeff “Tain” Watts, Will Calhoun, Charles Tolliver, entre outros, o que tem contribuído para a sua rápida progressão e formação. Os discos "Fountain of Youth", de Roy Haynes, e "Keystone", de Dave Douglas têm a sua participação e foram nomeados para os Grammy Awards. M. Strickland tocou também com algumas das melhores big bands do mundo: THE CARNAGIE HALL BIG BAND, THE MINGUS BAND, THE VILLAGE VANGUARD BAND, MILT JACKSON BIG BAND e THE LINCOLN CENTER JAZZ ORCHESTRA. Em 2006, foi distinguido pelos leitores da prestigiada revista “JazzTimes” que o nomearam “Melhor Artista Revelação”, e em 2008 pelos críticos da revista “Downbeat”. Recentemente abraçou um projecto pessoal mais ambicioso, criando a sua própria editora, “Strick Muzik”, na qual editou, em 2006, o bem sucedido CD duplo “Twi-Life” e, em 2007, realizou um álbum ao vivo, “Open Reel Deck". O futuro parece bastante promissor para este músico e o mais impressionante é que a sua carreira ainda está só a começar." (texto da organização)

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novembro 18, 2008

MÚSICAS NO PLURAL - 17 NOV 08

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Músicas no Plural - Um programa de Rui Neves com edição de Tiago Jónatas
Edição de 17 de Novembro de 2008

"Bill Dixon, ícone do jazz contemporâneo no 12º Vision festival de NY; Rough Americana, projecto de DJ Mutamassik e Morgan Craft que engloba múltiplas referências; Armand Angster / Sylvain Kassap / Jean-Marc Folz, Le Trio de Clarinettes, exímios instrumentistas cujo credo é a improvisação e o diáogo."

Para descarregar, aqui.

Publicado por António Branco às 11:18 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta hoje e amanhã o Peter Rende Quartet, com Peter Rende (piano), João Moreira (trompete), Matt Pavolka (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria).

Quinta, sexta e sábado, será a vez do Filipe Melo Trio, com Filipe Melo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo) e André Sousa Machado (bateria), a que se juntará Bruno Santos (guitarra).

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 06:30 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 17, 2008

POSTO DE ESCUTA

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John Zorn - "The Dreamers"
Tzadik, 2008

John Zorn (saxofone alto), Trevor Dunn (baixo), Marc Ribot (guitarras), Jamie Saft (teclados), Kenny Wollesen (vibrafone), Joey Baron (bateria) e Cyro Baptista (percussão).

Uma mistura inclassificável - à boa maneira zorniana - mas hiper-estimulante...

Publicado por António Branco às 06:36 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 16, 2008

4TETO DE MATT PAVOLKA E PETE RENDE EM ESPINHO

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Matt Pavolka

O quarteto de Pete Rende (piano) e Matt Pavolka (contrabaixo), “Blend”, está hoje, pelas 21h30, no Auditório de Espinho.

A formação completa-se com João Moreira (trompete, flugelhorn) e Marcos Cavaleiro (bateria).

"Das ruas sem nome de Nova Iorque para as congéneres de Espinho, Pete Rende e Matt Pavolka são dois nomes essenciais da cena jazz da Big Apple. Ambos têm vindo a fazer carreira colaborando com alguns dos músicos mais importantes da actualidade ou actuando em clubes de referência (como o Village Vanguard) e reconhecidos festivais europeus. Neste concerto imperdível apresentarão a sua música original com dois grandes músicos portugueses: João Moreira no trompete e Marcos Cavaleiro na bateria. (texto da organização)

Publicado por António Branco às 06:22 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 15, 2008

AQUI JAZZ + UM TOQUE DE JAZZ

Hoje na Antena 2 há "Aqui Jazz", programa da autoria de José Navarro de Andrade. Não foi disponibilizada informação sobre os conteúdos a serem emitidos. "Aqui Jazz" vai para o ar aos sábados entre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Amanhã será a vez do programa "Um Toque de Jazz" com Discos Recentes (3) – “Ashya” (Walter Lang & Lee Konitz); “Standards” (The Nuttree Quartet); “Songs for a New Century” (Jessica Williams); “Pass It On” (Dave Holland); “Maresia” (Stefania Tallini); “Blind Date” (Loren Stillman); ”Soft Journey” (Chet Baker & Enrico Pieranunzi).

"Um Toque de Jazz" é um programa realizado e apresentado por Manuel Jorge Veloso, que vai para o ar aos domingosentre as 23h04 e a meia-noite na rede nacional de frequências da Antena 2 (Beja – 91.1 FM e Mértola 92.2 FM).

Webcast: http://tv1.rtp.pt/wportal/popups/player.php?canal=2
Arquivos: http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/programa.php?prog=1126&from_iframe=on

Emissão on-line: mms://rdp.oninet.pt/antena2.

Publicado por António Branco às 08:25 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

DJANGO BATES TOAP COLECTIVO EM GUIMARÃES

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Prossegue este sábado o Guimarães Jazz 2008, no Centro Cultural Vila Flor, na cidade-berço. Esta noite (22h00, grande auditório) é a vez de se poder escutar Django Bates & Stormchaser.

A formação é contituída por Josefine Lindstrand (voz, sino tibetano), Julie Kjær (flautas), Bo Skjold Christensen (clarinetes), Anders B. Kristensen (saxofones alto e soprano), Aske Drasbæk Philipsen (saxofones alto e soprano), Julian Argüelles (saxofone tenor), Martin Stender (saxofone tenor), Johan Bylling Lang (saxofone baríítono), Lars Søberg Andersen (trompete), Jimmy Nyborg (trompete), Ulrik Kofoed (french horn), Kevin Christensen (trombone), André Jensen (trombone baixo), Daniel Herskedal (tuba), Christian Bluhme Hansen (guitarra), Petter Eldh (baixo eléctrico), Rasmus Lund (bateria), Mikkel Schnettler (percussão) e Django Bates (teclados, Eb tenor horn)

"Compositor criativo e músico virtuoso, Django Bates nasceu em Kent – Inglaterra, em 1960. Teve lições de piano, violino e trompete, frequentou o Royal College of Music em Londres, onde estudou composição, curso que deixou duas semanas depois, tendo optado pelo jazz e assumindo-se como músico independente, compositor e autodidacta. Dedicou-se aos teclados, trompa tenor e composição. Django Bates ficou conhecido através de alguns projectos artísticos que concebeu, sendo o seu principal compositor. De todos estes projectos destaca-se um grupo alargado de músicos, “LOOSE TUBES”, uma das orquestras de jazz mais criativas dos anos 80. Os “L-TUBES” foram a primeira orquestra de jazz a actuar no "Royal Albert Hall" BBC Prons, em Londres, apresentando ao mundo uma nova geração de músicos criativos. Django Bates tem uma importante série de discos gravados. "Good Evening... Here is The News", nomeado para o Mercury Music Award; "Summer fruits (and unrest)", votado como "Pick of The Year" pelos produtores e apresentadores da BBC Rádio 3 Mixing It; "Music for the Third Policeman", eleito um dos melhores álbuns do ano pelo “The Guardian” e pela “Q Magazine”. A revista "Wire" considerou D. Bates como o melhor compositor de jazz do Reino Unido, em 1987 e 1990. O músico recebeu ainda o prémio "Bobby Jaspar" pela academia francesa "Academie du Jazz". D. Bates foi convidado a compor para grupos e orquestras de todo o mundo, nomeadamente para a "WDR Symphony Orchestra" da Alemanha, tendo dirigido músicos internacionais como Joanna MacGregor e Evelyn Glennie. Em 1996, foi compositor residente em Copenhaga e participou nas festividades da Capital Europeia da Cultura. Uma das suas passagens regulares ao longo dos anos foi pela "HUMAN CHAIN", banda cooperativa, capaz de realizar as mais atrevidas fusões de estilos, provocando suprendentes interacções musicais entre hinos fúnebres, tangos, bebop e versões distorcidas de "cocktail lounge muzak". Após a extinção dos “LOOSE TUBES”, Django Bates formou a "POWDER ROOM COLLAPSE ORCHESTRA" e a "DELIGHTFUK PRECIPICE". Mais recentemente foi director artístico do “Fuse Leeds04” – uma bienal de música que celebra a riqueza e a diversidade da actual cena musical. Em Julho de 2005 foi nomeado professor de música no prestigiado Conservatório de Música Rítmica de Copenhaga, na Dinamarca." (texto da organização)

Antes, pelas 18h00, no pequeno auditório, toca o TOAP Colectivo Vol. 3. O quinteto é constituído por Ben Monder (guitarra), Matt Pavolka (contrabaixo), Pete Rende (piano), Alexandre Frazão (bateria) e João Moreira (trompete)

"A parceria com a editora TOAP Records, iniciada na edição do Guimarães Jazz 2006 e da qual já resultou o lançamento do CD “Guimarães Jazz/TOAP Colectivo Vol.1”, prossegue em 2008. O projecto Guimarães Jazz/ TOAP Colectivo caracteriza-se pela associação de diferentes músicos numa formação que só existe para este efeito. A cada um deles são encomendadas duas ou três peças inéditas com o objectivo de serem estreadas e gravadas nas várias edições do Guimarães Jazz. Este ano, a TOAP Records e o Guimarães Jazz convidaram dois importantes músicos portugueses: João Moreira (trompete e flugelhorn) e Alexandre Frazão baterista de créditos firmados, no panorama do jazz europeu. O convite foi ainda estendido a três outros músicos oriundos de Nova Iorque: Ben Monder guitarrista excepcional – uma referência incontornável que pode ser ouvido regularmente em formações com Paul Motian, Chris Cheek, Lee Konitz, Marc Johnson, Maria Schneider e outros, fazendo dele um dos mais requisitados músicos da actualidade; Peter Rende, músico singular, multi-instrumentista que dá vida a qualquer projecto no qual se envolva através do piano, f-rhodes, acordeão, laptop e voz – o seu novo trio é formado pelos promissores Ben Street (do grupo de Kurt Rosenwinkel) e Jeff Ballard (do trio de Brad Melhdau); e finalmente, o contrabaixista Matt Pavolka, que assegura como ninguém o universo musical de Ohad Talmor e ainda de Akiko Pavolka, Lee Konitz e muitos outros músicos da nova geração nova-iorquina. Este grupo de excepcional qualidade irá estrear peças expressamente compostas para o colectivo, assegurando uma oportunidade única de escutar o resultado final desta inédita união, num contexto proposto pela TOAP e pelo Guimarães Jazz. A possibilidade de pôr em prática este tipo de aproximações e experiências, revela que a música é cada vez mais uma linguagem universal e que Portugal está mais visível no roteiro do mapa do jazz mundial. Para além deste concerto, esta data assinala também o lançamento do CD “GuimarãesJazz/TOAP Colectivo Vol.2”, gravado em directo num dos concertos do Festival do ano transato, com Matt Renzi, Jacob Sacks, Bernardo Moreira e André Sousa Machado." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 07:54 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 14, 2008

STEVE COLEMAN HOJE EM GUIMARÃES

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Prossegue nesta sexta-feira o Guimarães Jazz com um programa duplo. Às 18h00, no pequeno auditório, apresenta-se a Big Band da ESMAE, sob a direcção de Marcus Strickland

Logo à noite, pelas 22h00, no grande auditório, será a vez do saxofonista Steve Coleman com os seus Five Elements: Jonathan Finlayson (trompete), Tim Albright (trombone), Jen Shyu (voz), Thomas Morgan (contrabaixo) e Tyshawn Sorey (bateria).

"Saxofonista e compositor, Steve Coleman nasceu em Chicago, em 1956, onde fez a sua formação musical académica, mudando-se para Nova Iorque em 1978. Nesta cidade tocou em várias big bands e, como sideman acompanhou músicos como David Murray, Dave Holland, Mike Brecker e Abbey Lincoln. No entanto, era nas ruas de Manhattan que ia tocando com a sua banda, FIVE ELEMENTS, com a qual gravou os primeiros discos e muitos outros que se seguiram (o mais recente em 2006) e com a qual continua a apresentar-se regularmente em concertos. Steve Coleman é considerado um dos expoentes da filosofia “M-BASE” (Macro Basic Array of Structured Extemporization). Apesar de mostrar particularidades que a tornam uma linguagem jazzística identificável e consolidada, A M-BASE não pode ser vista como um estilo formalizado de música, mas como um pensamento, um movimento que engloba uma filosofia de criação musical, expressando experiências através da estrutura da composição e da improvisação. Segundo Steve Coleman, a M-BASE nasce de uma verdadeira intenção de inovar uma ideia imparcial de concepção, sem a necessidade de ser associada à corrente conservadora do jazz ou à corrente vanguardista. A M-BASE é, acima de tudo, um conceito criador de linguagens musicais, sem que tenha de se comprometer com uma estética definida ou enfatizada a partir das correntes mais vanguardistas, desrespeitando as mais conservadoras. Alguns dos elementos indentificativos da M-BASE usam compassos compostos que mostram uma grande proliferação de ritmos funk, quase sempre apoiados em polirritmias complexas; a utilização de vários ritmos africanos e afro-americanos, numa interacção de sons urbanos com sons étnicos. Revelando interesse na investigação da cultura e da música africanas, ou de origem africana, S. Coleman fez várias viagens a África, a Cuba, ao Egipto e à Índia, tentanto encontrar ritmos que enriquecessem a sua estratégia conceptual. Desde a década de 80, incorpora na sua música diversos elementos folclóricos da diáspora africana e ideias musicais influenciadas por conceitos metafísicos, resultantes das reflexões acumuladas a partir das investigações empreendidas. S. Coleman realiza, indubitavelmente, uma abordagem muito singular à música, marcada por uma particular concepção metafísica do mundo. Com uma extensa discografia como líder, produtor ou sideman, e uma larga experiência como professor, Steve Coleman é um dos músicos mais influentes do jazz contemporâneo." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 11:24 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

FESTIVAL DE BIG BANDS NA NAZARÉ

Decorre entre hoje e amanhã, numa organização da Câmara Municipal local, o Festival de Big Bangs da Nazaré, que aproveita para celebrar o 60º aniversário do Hot Clube de Portugal.

hoje, no Cine-Teatro da vila, a Big Band do Município da Nazaré, dirigida por Adelino Mota, apresentará novo repertório, com a participação especial do saxofonista Carlos Martins.

Amanhã, será a vez da Big Band do Hot Clube de Portugal, sob a direcção de Pedro Moreira, apresentar um espectáculo concebido para assinalar os 60 anos de actividade daquela instituição, com música de Mário Laginha e a participação de Maria João.

Os bilhetes estão à venda no Posto de Turismo da Nazarée custam € 5 (para o concerto de 6ª feira) e de € 7 (sábado). O bilhete para os dois dias de Festival custa € 10.

Publicado por António Branco às 11:19 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

OLISSIPO EM BRAÇO DE PRATA

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Olissipo

Esta sexta-feira, pelas 22h00, na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa, apresenta-se o quarteto Olissipo, com Guida de Palma (voz), Filipe Raposo (teclados), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Ferreira (percussão).

"Criado por Guida de Palma, o OLISSIPO conjuga vários estilos musicais. Alguns vêem nele mais o seu lado Jazz groove, outros mais o World. Enfim, como toda a boa cozinha rústico biológica que se preze, o Olíssipo regressou ao essencial. A receita é simples: Grandes temas do Jazz dos anos cinquenta e sessenta adaptados com gosto e acompanhados por ritmos Africanos bem rootsy. Saboreiem o Fender Rhodes acolhedor, os profundos acordes do piano, a sensualidade, mistério e maturidade do contrabaixo de trezentos anos, os bongos e congas tórridas de África e a voz soul e cristalina da Guida. Se é adepto de Mongo Santamaria, Chico Hamilton, Cal Tjader, Horace Silver (nasceu Horacio Silva de pai Cabo Verdiano), viaje até ao som puro dos anos sessenta e desfrute do novo som Jazz de Lisboa : Olíssipo." (texto do grupo)

Publicado por António Branco às 10:46 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 13, 2008

GUIMARÃES JAZZ COMEÇA COM KURT ELLING

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Arranca hoje no belíssimo espaço do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), mais uma edição do Guimarães Jazz, um dos mais importantes certames jazzísticos do nosso país.

Às 22h00, no grande auditório, apresenta-se um dos nomes mais prestigiados do jazz vocal da actualidade, Kurt Elling, com Laurence Hobgood (piano), Rob Amster (contrabaixo) e Kobie Watkins (bateria).

"Numa altura em que as vozes masculinas no jazz são raras, Kurt Elling é considerado por muitos “o mais completo e talentoso cantor de jazz da actualidade”. A sua discografia conta com seis CD’s gravados para a editora Blue Note, nomeados para os Grammy Awards. Desde 2000, lidera as tabelas de preferência dos críticos da revista “Downbeat” e dos leitores da “JazzTimes”, tendo sido galardoado com dois prémios atribuídos pela Associação de Jornalistas de Jazz, que o distinguiu como melhor vocalista masculino. Kurt Elling nasceu em Chicago, em 1967. Embora planeasse uma carreira no mundo académico, foi profundamente influenciado pela voz e obra de Mark Murphy, o que lhe alterou os planos, catapultando-o para os palcos dos pequenos clubes da Wind City. Depois de ter tocado com alguns músicos de referência como os saxofonistas Von Freeman e Ed Peterson, K. Elling envia a sua primeira demo para a editora Blue Note que vai editar o primeiro registo discográfico “Close Your Eyes”, em 1995. A sua estreia numa das mais conceituadas marcas de discos, chama a atenção da imprensa do jazz, o que reafirma o seu talento e o seu estilo particular de canto. Em 1997 é lançado o segundo álbum, “Messenger”, e um ano depois “This Time It’s Love” – trabalho cujo sucesso e críticas levam à gravação de um registo ao vivo, “Live in Chicago”. O ano de 2001 foi marcado pela concretização de um projecto ambicioso – “Flirting With Twilight”, onde Kurt Elling canta um solo de Charlie Haden. Os seus mais recentes trabalhos são “Man in the Air” (2003) e “Nightmoves” (2007). Entre as características pessoais, destacam-se o domínio técnico de uma voz de barítono cujo alcance é de quatro oitavas, a profundidade das interpretações, o forte sentido rítmico e o vasto fraseado de dinâmicas produzidas que faz com que seja muitas vezes olhado como um verdadeiro instrumentista." (texto da organização)

Publicado por António Branco às 09:25 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

CURSO "OS TRILHOS DO JAZZ" NO CRBA - 2ª SESSÃO

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Continua hoje no Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) o Curso de Iniciação à História do Jazz, intitulado “Os Trilhos do Jazz”. A segunda sessão está marcada para logo à noite no Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro (CRBA, (Beja), pelas 21h30.

A sessão sessão do curso será subordinada ao tema "Early Years - Os Primórdios do Jazz.

Sinopse:
Nesta segunda sessão do Curso de Iniciação ao Jazz “Os Trilhos do Jazz”, promovido pelo Conservatório Regional do Baixo Alentejo, centrar-se-ão atenções no período que se segue ao fecho, em 1917, de Storyville (bairro criado em 1897 pelo mayor Sidney Story para albergar toda a actividade de prostituição da cidade de Nova Orleães), que motivou a partida de muitos músicos em busca de outras condições para prosseguirem a sua carreira. Chicago foi o destino preferencial... (elo entre Los Angeles e Nova Iorque)… Mas não o único… Estima-se que meio milhão de negros tenha chegado a Chicago antes de 1920. O jazz deixava uma cidade quente e preguiçosa do Sul, para se mudar para as cidades frias e industrializadas do Norte dos EUA e para Oeste … Foi em Chicago que o New Orleans Jazz evoluiu para dixieland, que acrescido de várias influências (klezmer, clássica,…) originou o chamado Chicago Jazz. Na segunda metade dos anos 1920, Nova Iorque está cada vez mais à frente de Chicago como capital do jazz: mais estúdios de gravação, mais managers e agências; maior apetência para a dança, maior mistura racial. Neste agitado ambiente nova-iorquino, não só evoluiu significativamente o Chicago Jazz, mas também se verificaram condições numa zona particular da cidade para que o povo negro se manifestasse culturalmente numa vaga espectacular ao longo dos anos 1920… o Harlem (Harlem Renaissance). Ainda nesta sessão, destaque para referência aos músicos que mais marcaram esta década: Joe “King” Oliver, Jelly Roll Morton, Bix Beiderbecke, Louis Armstrong, Fats Waller, Duke Ellington.

Recorde-se que este Curso está dividido em 8 sessões, com uma duração de cerca de 60 minutos cada. Pretende-se que os participantes adquiram conhecimentos na área do jazz: enquadramento histórico, principais correntes, músicos e discos mais marcantes, etc.. Esta iniciativa surge como uma oportunidade para reunir os apreciadores do jazz – e aqueles que o desejem vir a ser – e contribuir para uma sempre estimulante troca de conhecimentos e experiências sobre esta temática. No final de cada sessão semanal será aberta uma fase de discussão, em que os presentes poderão participar.

A entrada é livre.

Publicado por António Branco às 05:18 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 12, 2008

A SEMANA NO HOT

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O Hot Clube de Portugal (Praça da Alegria, 39 - Lisboa) apresenta nesta quinta, sexta e sábado, o Rui Caetano Trio, com Rui Caetano (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Marco Franco (bateria). O trio apresentará o CD “Reflexos”.

O Hot Clube está aberto de terça a sábado, das 22h00 às 02h00, e que os concertos têm duas partes sendo a primeira das 23h00 às 24h00 e a segunda das 00h30 à 01h30.

Mais informação sobre o Clube pode ser adquirida através da consulta em http://www.hcp.pt, http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_Clube_de_Portugal ou http://www.myspace.com/hotclubedeportugal.

Publicado por António Branco às 05:21 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 11, 2008

JAZZ.PT #21 (NOV/DEZ) À VENDA

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Já está nas bancas o n.º 21 (Novembro/Dezembro 08) da revista Jazz.pt - Revista bimestral de jazz, a única revista portuguesa de jazz e a publicação regular sobre jazz em Portugal, com maior longevidade!...

A Jazz.pt é propriedade do JACC - Jazz Ao Centro Clube. O seu Director é Pedro Rocha Santos, o Editor é Rui Eduardo Paes e o responsável pelo grafismo, Rui Garrido. O preço de capa da revista é de € 5,00.

Aqui fica o sumário da Jazz.pt #21, especialmente dedicado ao Festival Jazz.pt no Hot Clube de Portugal, a acontecer nos dois primeiros fins de semana de Setembro:

CAPA
Carlos Barretto
EDITORIAL
CARNE VIVA (Carlos Zíngaro)
NOTÍCIAS (Rui Eduardo Paes, Nuno Catarino, João Pedro Viegas, João Martins, Francisco Sassetti, José Miguel Pereira)
AGENDA
JAZZ BRIDGES (Rui Miguel Abreu)
"Hip-Hop Loves Jazz"
NEW YORK IS NOW (Kurt Gottschalk+Peter Gannushkin)
"Taylor & Rollins & Zorn & mais"
A ESTANTE DO MIGUEL (Miguel Martins)
CIBERJAZZ (Daniel Augusto Sequeira)
PREVIEW
Guimarães Jazz (Gonçalo Falcão)
REPORT
Jazz em Agosto 2008 (Gonçalo Falcão+Rui Eduardo Paes+Nuno Martins)
Clean Feed Fest III NYC (António Branco+Hernâni Faustino)
Xôpana Jazz II (António Branco+Renato Nunes)
Jazz im Goethe-Garten 2008 (Rui Eduardo Paes+Abdul Moimême+Hervé Hette)
Jazz no Parque 2008 (João Martins+Luís Pedro Carvalho+Silvana Torrinha)
Ciclo Internacional de Jazz de Oeiras 2008 (António Rubio+Carlos Paes)
Lagos Jazz (António Branco+Francisco Castelo)
Festival de Músicas do Mundo se Sines (Vasco Sousa+Joana Vivas)
Jazz à Vienne (Ricardo Figueira)
ENTREVISTAS
Carlos Barretto (Nuno Catarino+Nuno Martins)
REWIND
Jazz às Quintas (Carlos Paes)
33 1/3 RPM
Movida Evans: The Complete Balboa Jazz Club Performances (Abdul Moimême)
PONTO DE ESCUTA (Paulo Barbosa, Manuel Pissarro, Gonçalo Falcão, António Branco, Rui Miguel Abreu, Rui Duarte, António Rubio, Nuno Catarino, José Pessoa, Manuel Poças, Rui Eduardo Paes, João Pedro Viegas, Alberto Mourão)
Críticas de discos
DISCOS DA MINHA VIDA
André Fernandes

Pode efectuar a assinatura da revista enviando um e-mail para: assinaturas@jacc.pt.

O site da revista pode ser visitado em www.jazz.pt.

Publicado por António Branco às 06:44 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)

novembro 10, 2008

MATTHEW HERBERT HOJE NA CASA DA MÚSICA

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Matthew Herbert Big Band

Esta noite a Casa da Música (Sala Suggia), no Porto, apresenta, pelas 22h00, a Matthew Herbert Big Band, com direcção musical, voz, teclados, samplers e efeitos de Matthew Herbert e direcção da big band a cargo de Peter Wraight.

A formação vem ao nosso país apresentar "There’s Me And There’s You", o novo álbum.

Matthew Herbert é autor do extraordinário "Bodily Functions", disco de 2001.

"Matthew Herbert Big Band apresenta na Casa da Música, em estreia nacional, o novo álbum "There’s Me And There’s You". É um trabalho politicamente explícito que junta os melhores músicos de estúdio londrinos com a escrita de Matthew Herbert, tudo suportado pelo hábil arsenal de samples. Pode ouvir-se de tudo, desde os sons de aterros sanitários até à cremação de um corpo, passando por uma visita atrevida ao Parlamento. Inovador incansável, feiticeiro dos samplers, pianista com formação clássica e colaborador de superestrelas, Matthew Herbert é uma das figuras mais versáteis da música electrónica. Gravando com o seu nome ou como Doctor Rockit, Wishmountain, Radio Boy e outros, tem também produzido e remisturado música de artistas como Björk, REM, John Cale, Róisín Murphy, Yoko Ono e Serge Gainsbourg. Alquimista avant-garde com referências que vão de Stockhausen a Aphex Twin, Herbert junta a sensibilidade pop a regras experimentais estritas. Começou a tocar violino e piano aos quatro anos de idade, aos sete cantava no coro da escola e tocava com orquestras. Teve um professor que considerava Reich, Xenakis e standards de jazz equivalentes a Beethoven. Enquanto estudava teatro na Universidade de Exeter, Herbert, filho de um técnico de som da BBC, continuou a investir no seu estúdio caseiro. Em Janeiro de 1995, Matthew Herbert actuou pela primeira vez perante um grande público. Os instrumentos utilizados foram um sampler e um pacote de batatas fritas. Interessou-se pela música concreta – o pacote de batatas fritas foi apenas o início. Na obra de 1998 Around the House (reeditada na !K7 em 2002) recolheu sons de casa: máquinas de lavar, torradeiras e escovas de dentes. Humanizou o álbum com a voz de seda de Dani Siciliano. Em 2000, escreveu o manifesto “Personal Contract for the Composition Of Music (PCCOM) (Incorporating the Manifesto of Mistakes)”, regras que definiram os seus métodos de composição desde então. O manifesto proíbe qualquer fonte musical pré-gravada, bem como sons sintetizados que simulem instrumentos acústicos. Os sons acidentais e erros devem influenciar o processo de produção, dado que os considera uma intervenção bem-vinda de aleatoriedade humana num mundo estéril. Estamos a falar de alguém que dirige uma editora chamada Accidental. No álbum de 2001, Bodily Functions', os sons vêm da pele, cabelo, ossos e objectos aleatórios. As regras não foram um impedimento, mas antes um estímulo à criatividade, levando à procura de sons das fontes mais improváveis. O álbum da big band em 2003 deu origem a concertos no Sónar em Barcelona, Festival de Jazz de Montreux e Festival Roskilde na Dinamarca, entre outros. O factor político foi estando cada vez mais presente, como no álbum Plat Du Jour (2004), com sons de comida e das suas embalagens. Com metáforas culinárias, atacava multinacionais da alimentação, a pena de morte, o fascismo dos estereótipos físicos e a guerra no Iraque. Em 2005, produziu Ruby Blue, a estreia a solo de Róisín Murphy. No álbum Scale, usou samplers de 723 objectos como caixões, bombas de petróleo, meteoritos e alguém enjoado num banquete de brasonados notáveis de Londres. (texto da organização)

Publicado por António Branco às 05:32 AM | Comentários (0) | TrackBack (0)